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Obviamente,
vou maltratar o português. Bastante para merecer castigo do Sr Monumento
Camões e o inferno linguístico merecido àqueles que
se atrevessem a usar esta língua duma maneira folklórico,
sem nenhuma autorização estatal, esta, tal que quero. Vou
portanto abusar do tuga, com indelicadeza, sem vergonha – sou estrangeiro,
nem tenho uma consciência de respeito nacional que impedir-me-à
de adormecer à noite quando chega o tempo de receber o prêmio
merecido após um bom dia de loucura, ie, um profundo sono – e ainda
mais do que costuma usar. É verdade. Não costumo falar esta
velha língua que se nao evolue um pouco dentre de pouco vai acabar
como o latim, morta e esquecida da maioria e só falada por dicionários
medicais ou cientificos esquecidos numa biblioteca cheia de pó numa
casa em ruina. E quando jovens vao brincar dentro, não é
para ler, mas para fazer um fogo de alegria (expressão idiomática
francesa significando um fogo simplesmente) no meio da casa de jantar,
tais livros que mais ninguem percebe naquela época.
Não
é uma razão, mas é minha e portanto vale. O dacoucou’s
nasceu um dia e está para ficar. Quem tem ouvidos …