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Artigos É impossível ser cristão e não ter amor Quando Jesus foi crucificado, existiam dois homens malfeitores em cruzes ao lado dEle. Naquela época, somente os piores criminosos eram julgados com aquele tipo de condenação. Era equivalente a pena de morte contemporânea. Comparados aos delinqüentes de hoje, aqueles dois indivíduos seriam equivalentes aos seqüestradores, traficantes de entorpecentes ou pedófilos. Entretanto, o Senhor teve misericórdia de um deles, que arrependeu-se dos pecados, e o próprio Cristo demonstrou amor por aquele ser humano, trazendo salvação àquela vida. Este exemplo da misericórdia do Messias ilustra um de seus mais importantes objetivos aqui na Terra: a prática do amor. O principal motivo para Deus enviar o próprio filho a este mundo é a paixão do próprio Criador pelos homens. Somente através deste sentimento do Pai Celeste o homem pode ser alcançado pela salvação. "Deus amou o mundo de tal maneira, que enviou seu filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha vida eterna." (João 3:16). Em inúmeras ocasiões, Cristo demonstrou o amor do Pai. Nas ocasiões mais inusitadas, o Senhor demonstrou compaixão pelas pessoas menos merecedoras. Os evangelhos relatam, por exemplo, a história de uma mulher flagrada no ato de adultério (João 8:1–11). De acordo com a Lei descrita no Antigo Testamento, tal pessoa deveria morrer. Pena de morte, esta era a sentença. Jesus, amando-a, não só a perdoou pelo erro, como a libertou da condenação. Logo após ser preso, o Filho de Deus teve o desprazer de ver Pedro, um de seus discípulos, o negar por três vezes seguidas (Mateus 26:33–75). Aquele homem conviveu durante mais de três anos com Jesus. Ainda sim ficou envergonhado de apresentar-se como seguidor dEle. Arrependido pela atitude, foi perdoado pelo Senhor, e tornou-se uma benção nas mãos do Criador. Com tantos exemplos práticos de amor do Salvador, poderia então alguém intitular-se cristão e não ter compaixão pelos seus semelhantes? A resposta é não. Aqueles cujas vidas não exprimem este sublime sentimento, não seguem verdadeiramente a Cristo. Ou não podem ser denominados cristãos, ou não entenderam a verdadeira mensagem de Jesus, ou são hipócritas: fingem seguir algo que não condiz com as próprias atitudes. Autor: Leonardo Silva Horta – Correio Eletrônico: [email protected] – Publicado
no Site: Portal Parnanet (Parnamirim – Rio Grande do Norte, em
maio de 2006);
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