Bobinas de Tesla
Com
Centelhador
- BTCC -







Introdução às BTCC

De acordo com o visto na seção TEORIA, a energia acumulada no circuito primário é transferida para o secundário. O circuito secundário é especial: consiste num circuito oscilante com parâmetros concentrados e distribuídos, além disto o comprimento do fio da bobina é 1/4 do comprimento de onda à qual o secundário está sintonizado (idêntica freqüência que a do primário). Desta forma, a energia presa no secundário fica livre para desenvolver nele uma onda estacionária; esta onda produzirá uma tensão de saída no terminal secundário igual ao produto entre o valor ROE (Relação Onda Estacionária) e a tensão induzida na base da bobina secundária. Como é obvio, deixa de funcionar aqui a relação clássica de transformação em função do número de espiras primário/secundário!

A transferência indutiva antes mencionada é produzida durante a descarga do capacitor primário C1 sobre a bobina primária L1 gerando assim uma elevada corrente periódica amortecida. Dita corrente gera um forte campo magnético que induz uma força eletromotriz na bobina secundária L2; é claro que aqui devemos considerar o fator de acoplamento entre a bobina primária e secundária ao calcularmos o valor da fem induzida.

A descarga do capacitor primário é obtida mediante o emprego de um Centelhador (Spark Gap), ou seja, de um interruptor dinámico comandado por voltagem: quando a tensão atinge determinado valor o centelhador deixa passar a corrente. Como o arco elétrico estabelecido entre os terminais de descarga possui resistência (dinámica), a corrente acaba sendo do tipo amortecido.







Mapa del Sistema de Tesla





Ultima Atualização
by LeMagicien
06 Fevereiro 2005


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