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Leonardo recebe lojistas, fãs e amigos em
lançamento oficial do CD “De Corpo e Alma”
01/06/2006
Créditos: Divulgação
Imediata
Por Talismã
São Paulo, 1º de
junho de 2006 - O cantor Leonardo apresentou ontem, 31 de maio, no
Multimídia Trade, em São Paulo, o seu mais recente trabalho, o CD + DVD “De
Corpo e Alma”, lançado pela gravadora Universal Music.
O evento reuniu 600 convidados e, embora voltado para lojistas, também
recebeu amigos e fãs de Leonardo.
O ponto alto da noite foi quando Leonardo subiu ao palco e deu uma “canja”
cantando a música de trabalho “Latinha na Mão”.
O cantor contou com a participação mais que especial – e divertida – de Seu
Martins, dono da distribuidora, que fez “as vezes” de Zeca Pagodinho durante
a canção. A “dupla” conquistou o público e foi aplaudida por todos os
convidados.

Em seguida à apresentação, Leonardo atendeu a todos em uma sessão de fotos e
autógrafos, que durou por mais de duas horas. Após, ele aproveitou para
conhecer o espaço Multimídia Trade, checar o estoque dos seus produtos e
ficou impressionado com as amplas instalações.
Para brindar o sucesso do lançamento do CD “De Corpo e Alma”, da música de
trabalho “Latinha na Mão” e, claro, da noite, Leonardo, sua equipe (Talismã
Produções) e a da gravadora Universal Music confraternizaram em um jantar.
01/06/2006
Leonardo *vira* Joaquin Phoenix na capa de seu CD
No lançamento do disco De Corpo e
Alma, nesta terça-feira, o sertanejo Leonardo elogiou a capa de seu novo
álbum.
"É uma das melhores de minha carreira", disse.
Em seguida, porém, ele entregou. A imagem, do artista com um violão das
costas, foi "copiada" de uma foto de divulgação do filme Johnny & June.
"É uma cópia mesmo, mas não sabia não. Tudo bem. Tem o ator de um lado e
este atormentado do outro", brincou Leonardo.
A recriação seguiu fielmente o original do filme, que conta a história do
cantor Johhny Cash e tem Joaquin Phoenix como protagonista.
Até a rua com pedrinhas, a posição do violão nas costas e a gola
levantada do paletó foram cuidadosamente inseridas na capa do disco
nacional.
De Corpo e Alma mostra Leonardo de volta ao repertório de músicas
inéditas, apostando na mistura de baladas românticas e gêneros caipiras. Cno
na época em que ele tocava com o irmão Leandro.
Nada de novo, afinal. Como a própria capa do CD.
Crédito:
http:// www.
kamymusic.com.br
01/06/2006
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Vida de Leandro
e Leonardo pode virar filme
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O cantor Leonardo vem recebendo
propostas de transformar em filme a história de sua vida e do
surgimento da dupla com Leandro. Até o momento três produtores já o
procuraram.
Ele admite que gostaria de fazer algo similar a Dois Filhos de
Francisco, mas está cauteloso.
"Não sei, acho melhor esperar um pouco baixar a poeira do filme do
Zezé, porque senão falta público", disse ele.
Leonardo fala de gosto
pela cerveja, apuros com mulheres e filhos ‘inesperados’
Rio - Desde a morte do irmão, há
oito anos, Leonardo não gravava em dupla. Agora, em 'De
Corpo e Alma', seu primeiro CD//DVD pela nova gravadora, a
Universal, ele divide os microfones com Zeca Pagodinho. Na
falta de uma maior afinidade musical, os dois encontraram
outra: o fraco pela cerveja. E fazem dueto em 'De Latinha
na Mão', que gravaram bebendo a loura gelada, entre
brindes no estúdio: "Tô de latinha na mão/ Tomando todas
pra esquecer/ E pra sair da solidão", diz o refrão.
Na gravação, Zeca deve ter se sentido em casa. Leonardo
diz que costuma enxugar direitinho três engradados de
cerveja em uma farra. “Antes, só tínhamos nos encontrado
em bastidores de shows, sempre corrido. Mas nasceu uma
amizade. "Outro dia, fomos a uma churrascaria e quando o
cara lhe serviu um chope com três dedos de espuma, ele
disse pro garçon: 'Amigo, se é pra beber xampu, deixa que
eu bebo em casa'", conta Leonardo, divertindo-se.
O encontro dos dois no estúdio foi registrado no DVD. A
produção ficou impressionada com o fato de Zeca nada comer
e só beber. Quando finalmente conseguiram que ele
aceitasse um sanduíche de queijo, acharam por bem
acrescentar orégano. Ganharam mais uma tirada do Sr.
Pagodinho: "Isso é pra comer ou pra fumar?".
O disco, traz outras 15 faixas, incluindo 'Sinhá Moça',
música-tema da novela das seis. A predominância é de
músicas românticas, apesar de Leonardo ter um histórico de
relações conturbadas com as mulheres.
Casado há 10 anos, teve três filhos nesse período, um com
a mulher, dois com outras duas criaturas. Ele comenta que
sua mulher não encarou “numa boa a situação. “Que nada!
Até hoje estou com as marcas da ferradura dela no meu
peito.”
E ele garante que sua cantoria romântica, nessas horas,
não ajuda em nada. "Nessa situação não adianta mentir. Só
o cartão de crédito amansa elas. O negócio é levar pro
shopping e deixar ela comprar” , admite.
Apesar de garantir que se cuida e usa preservativos para
encarar suas seguidoras — mulheres que o perseguem após os
shows Brasil afora — ele tem outros três filhos
adolescentes, todos de mulheres diferentes. Nenhum deles,
admite, foi planejado. "Fui sempre pego de surpresa,
quando fui ver estavam todas elas com a pança grande",
resigna-se.
Na briga com ele próprio
Na carreira solo, Leonardo já
vendeu mais de 10 milhões de discos pela BMG. ‘De Corpo e
Alma’ era um CD pronto de sua antiga gravadora, que foi
comprado pela Universal, que inseriu a participação de
Zeca Pagodinho e um DVD com sete músicas e mais o making
of de ‘Latinha na Mão’, com a participação de Zeca.
Leonardo vai concorrer com ele próprio nas prateleiras. O
novo disco chega às lojas no momento em que ‘Leonardo
Canta Grandes Sucessos 2’ (SonyBMG) ocupa a sexta posição
entre os discos mais vendidos do país, já tendo batido a
marca das 165 mil cópias.
http://odia.terra.com.br/cultura/htm/geral_38827.asp
01/06/2006
Pé na
estrada
Publicado em
01.06.2006
Leonardo muda de gravadora em busca de
melhor divulgação para seu trabalho e lança
De corpo e alma, com inéditas
MARCOS TOLEDO
Enviado especial
SÃO PAULO -
Oito anos após a morte do irmão Leandro,
quando deu início à sua carreira solo, o
cantor Leonardo entra numa nova fase na
qual espera dar uma nova guinada na
carreira. Depois de sete anos na BMG
(hoje, Sony-BMG, pela qual saiu há dois
meses seu DVD Acústico), o artista muda
para a gravadora Universal Music em
busca de uma melhor divulgação de seu
trabalho. Essa foi a tônica da coletiva
de imprensa para o lançamento de seu
álbum, De corpo e alma, que aconteceu
anteontem, no luxuoso Hotel Unique, na
capital paulista.
Quando você
estiver lendo esta matéria,
provavelmente o CD de Leonardo já
deverá estar nas lojas (a data oficial
foi ontem). Como não fazia desde sua
estréia solo com Tempo (1999), recebeu
um tratamento de estrela para falar de
seu novo disco. À tarde, gravou
entrevistas exclusivas com Hebe e
Adriane Galisteu e, à noite, depois de
receber a imprensa escrita, partiu
para novas gravações de TV.
Este é o
nono trabalho solo do cantor que,
desde 2002, não gravava um disco de
inéditas. Os dois anteriores,
Brincadeira tem hora (2003) e
Leonardo canta grandes sucessos
(2004) continham apenas releituras
de hits do passado. “O segundo já
foi mais difícil um pouco”, revela o
artista. “Tivemos que gravar músicas
mais modernas, de 10, 12 anos atrás.
A gravadora não deu a força que deu
no primeiro”, ressente-se.
Nos
bastidores da coletiva, fontes da
nova casa de Leonardo contaram que
De corpo e alma foi gravado em
janeiro, quando o intérprete
estava no fim de seu contrato com
a Sony-BMG. A Universal, então,
ressarciu o investimento e pôde
assumir o artista com o trabalho
que já estava pronto. Já de acordo
com a diretora de Marketing da
Talismã (empresa do cantor),
Silvia Mariotti, o investimento,
da aquisição até a divulgação, é
bastante alto, embora ela não
estivesse autorizada a revelar em
números.
Bem-amparado e se dizendo muito
feliz com a fase que está apenas
começando, Leonardo fala de seu
novo disco com entusiasmo,
embora seu jeito meio desligadão
deixe claro que toda a produção
é colocada nas mãos de uma larga
equipe de profissionais –
comandanda por César Augusto,
seu produtor há exatos 20 anos –
e sua única preocupação é cantar
e divulgar a obra pronta. E
aparenta mesmo sinceridade ao
dizer que não participa do
processo de produção.
Sobre
a volta a um repertório
inédito – que conta com
composições de César Augusto,
Jairo Góes, Michael Sullivan,
Paulo Massadas, Paulo Sérgio
Valle e Vitor Martins, entre
outros –, Leonardo diz que, se
quisesse, gravaria mais três
CDs só de músicas mais pop.
“Mas não é bem isso que a
gente quer”, explica. “Nos
shows, o pessoal também não
corresponde. Quer mais Festa
de rodeio”, revela,
referindo-se a um de seus
sucessos mais empolgantes.
De
um universo de centenas de
opções, o cantor conta que
copia 10, 15 músicas por CD
e ouve no carro. “Se cai no
meu gosto, cai pra 50,
depois para 30, ouço a
opinião dos amigos...”.
Ainda num exercício de
sinceridade, Leonardo fala
que, com o álbum pronto, se
pudesse tiraria três a cinco
canções. Mas não revela
quais delas.
MUDANÇA - Desde
Tempo (1999), Leonardo
vinha sendo produzido para
fugir do rótulo sertanejo
(o qual ele acha que nunca
foi) e ficar com uma
característica mais
romântico-urbana. Com o
novo De corpo e alma,
disco mais acústico que os
anteriores, a produção
tenta resgatar o perfil
das baladas românticas da
época da dupla Leandro &
Leonardo com referências
às raízes rurais dos dois
irmãos filhos de
lavradores do interior de
Goiás.
As citações ao
universo caipira estão
em faixas mais dançantes
como De latinha na mão,
Meto o pé na cara dele e
Alô Goiás. Algo que
lembra o forró e o
sertanejo, mas com uma
levada muito pop. O
release do artista
talvez tenha a definição
mais próxima:
“country-pop-rock”. Rock
é pouco provável, mas é
inegável a influência do
country na urbanização
da música da roça.
“Depois que fiquei
sozinho, tomei cuidado
para não dizer que
estava fugindo do
sertanejo”, lembra o
intérprete, que afirma
ter continuado a
cantar ritmos
tradicionais como
guarânias e rasqueados.
“Mas fiquei sempre
gravando baladas com
guitarra, distorção...
Isso acaba
descaracterizando”,
reconhece. “Aliás,
Leandro & Leonardo
nunca foi uma dupla
caipira, embora eu
goste disso. Nosso
grande sucesso foi
Entre tapas e beijos,
que nada tem a ver com
sertanejo”, diz o
cantor, que revela
querer, um dia,
realizar um projeto de
música sertaneja de
raiz.
PAGODINHO -
O carro-chefe do
novo disco de
Leonardo – e grande
aposta da Universal
Music para o período
da Copa do Mundo e
das festas juninas –
é De latinha na mão,
faixa que divide com
Zeca Pagodinho a
quem foi apresentado
pelo ator Eri
Johnson. “Quando
gravei minha
participação em (a
novela) América,
tomamos umas
cervejinhas e ele
(Pagodinho) acertou.
Achamos que era
conversa de bar.
Mas, depois,
acertamos. Rolou
muito legal a
gravação”, lembra
Leonardo. Para ele,
foi a melhor
parceria que fez até
hoje (obviamente,
além de seu irmão),
e com a qual espera
abrir mais espaço no
Rio de Janeiro.
O álbum, que
sai com uma
tiragem de 200 mil
exemplares, conta
com duas edições:
uma simples (preço
sugerido: R$ 30) e
outra que
acompanha um DVD
(R$ 40) no qual
Leonardo apresenta
um pocket show em
estúdio – tipo um
acústico com
platéia reduzida –
acompanhado apenas
por dois
violonistas. Como
bônus, há um clipe
da música De
latinha na mão com
a dupla boa de
copo. Um mimo
certamente
idealizado como
mais uma
ferramenta de
combate à
pirataria.
Tal recurso
se alia a um
encarte
sofisticado em
papel cuchê de
alta qualidade
que traz, além
das letras e
ficha técnica,
um ensaio do
cantor inspirado
no filme Johnny
& June, que
retrata a
carreira do
compositor e
intérprete
Johnny Cash. Nas
fotos, o
brasileiro
aparece sempre
acompanhado de
um violão,
embora não toque
no CD. Tudo pela
estética.
Leonardo
quer, agora,
viajar o
Brasil para
divulgar seu
novo álbum.
Para isso,
pretende
contratar um
diretor “de
peso”. No
Nordeste, diz
que já tem uns
cinco shows
agendados e
demonstra
intimidade
especialmente
com
Pernambuco:
“Como vai a
Chevrolet
Hall? Muito
shows bons?”.
Por enquanto,
porém, não há
nenhuma data
marcada.
* O repórter
viajou a
convite da
Universal
Music
Créditos ao
Jornal do
Pernambuco e
a UOL
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03/06/2006
Vida do cantor Leonardo pode virar
filme
Leonardo está
sendo sondado por três produtoras cinematográficas que querem
transformar em filme sua história com o falecido companheiro de
dupla, Leandro.
O sertanejo confirmou que tem o desejo de ver sua carreira
nas telas de cinema, mas que pretende esperar um tempo até
confirmar o longa-metragem.
Segundo o músico, se a produção fosse lançada em breve, seria
prejudicada pelo sucesso do recente filme "Dois Filhos de
Francisco", que relata o começo do sucesso da dupla Zezé
di Camargo e Luciano.
Fonte:
www.kamymusic.com.br
04/06/2006
Entrevista com Leonardo na revista
Época
Em 20 anos de carreira
Leonardo já vendeu 25 milhões de disco.
Hoje, em tempos de pirataria, seu novo disco De Corpo e
Alma já sai com tiragem de 200 mil cópias.
No lançamento do CD o cantor disse que pretende entrar
para o mundo da política já concorrendo ao cargo de
governador de seu estado natal, Goiás. E acrescentou, “se
for para perder, que seja logo em um cargo de
visibilidade”.
É difícil levar o cantor a sério. No mundo sertanejo
ele já é uma lenda por conta de suas piadas e tiradas. Em
entrevista à Época o cantor reafirma seu bom-humor e diz
que em política nunca mudou de lado porque sempre foi
governo e fala do orgulho (inclusive etílico) de ter
gravado uma música com Zeca Pagodinho.
ÉPOCA - Como foi cantar com o Zeca Pagodinho na faixa
Lata na Mão, que está no seu novo CD?
Leonardo -
Foi uma força muito grande do Zeca. Todo artista queria
ter um cantor como ele participando de um disco, ainda
mais que nenhum outro sertanejo teve uma participação dele
em um disco. E o bom é que a música já saiu tocando muito,
inclusive em rádios que nunca tocaram as minhas músicas. E
isso graças graças a ele.
ÉPOCA - Você tem fama de festeiro, o Zeca também. Como
foi essa reunião no estúdio?
Leonardo -
Cara, você precisa ver. Com o meu novo CD vem um DVD com
imagens das gravações do estúdio, por ali dá para você ter
uma idéia. E estamos bem com a lata na mão mesmo. Foi
muito legal.
ÉPOCA - Mas vocês beberam muito?
Leonardo - Bebemos bastante,
muita cerveja, foi pra cima, foi alegre demais.
ÉPOCA - Você é um dos artistas mais tocados em rádio há
diversos anos. Por que há rádios que você ainda não entra?
Ainda há preconceito contra o sertanejo?
Leonardo -
Tem emissora que ainda barra sertanejo.
Com certeza ainda sofremos preconceito. São Paulo tem mais
de 100 rádios e só quatro ou
cinco tocam música sertaneja. No Rio de Janeiro é a mesma
coisa.
ÉPOCA - Mas há mais de dez anos o sertanejo está entre
os gêneros musicais mais vendido no Brasil...
Leonardo - É
verdade, não sei, o povo diz que a gente é brega, que faz
música de chifrudo, corno. Então a gente tem que ficar
calado porque é de corno mesmo. É música para quem tomou
chifre mesmo.
ÉPOCA - E você já tomou
chifre?
Leonardo -
Claro, quem nunca tomou chifre? Mas chifre é igual
dentadura, depois de uma semana a gente acostuma.
ÉPOCA - Mas o rótulo sertanejo ainda pode ser usado
para cantores como você, Zezé Di Camargo e Bruno e Marrone?
Leonardo - É
verdade, o povo está modernizando demais. É um pop
romântico. Eu diria que o povo tá falando que não existe
mais esse negócio de sertanejo porque realmente as músicas
caipiras no estilo do Tonico e Tinoco quase não existem
mais. De vinte anos pra cá mudou muito. O povo diz que não
existe mais sertanejo, mas eu ainda me considero
sertanejo. E cantar em dueto é sertanejo.
ÉPOCA - Mas você canta sozinho.
Leonardo - De vez em quando faço
uns duetos comigo mesmo.
ÉPOCA - Como assim?
Leonardo - É
só no disco, às vezes faço primeira e segunda voz. No show
a backing vocal faz segunda voz. Mas realmente está
modernizando demais. Mas música raiz é
um público muito restrito, quem gosta de raiz é
tatu.
ÉPOCA - Há algum cantor em que você se inspire?
Leonardo -
Tem sim, gosto muito do José Augusto. Acho que ele grava
muito bem e o repertório dele é muito bonito. Eu gravaria
todas as músicas que ele já gravou, porque é muito bom. E
pode ver que todos os meus discos tem
uma música dele.
ÉPOCA - A música "Mania Nacional" que está no seu disco
foi feita há mais de dez anos para a Xuxa. Na sua opinião,
quem é a Mania Nacional atualmente?
Leonardo - Acho que é a Juliana
Paes, maravilhosa. Ela é muito legal. Conheci a Juliana há
uns seis anos e era sensacional. Depois disso não vi mais,
não sei se depois do sucesso ela continua aquela pessoa
brilhante e humilde que era, mas deve estar do mesmo
jeito.
ÉPOCA - Você sempre fez shows para políticos, agora há
um projeto no sentido de proibir showmícios. O que você
acha disso?
Leonardo - Fiquei triste
demais. Ia ganhar um dinheirinho e agora me lasquei. Fazia
e faço shows para políticos se puder.
ÉPOCA - Teve uma polêmica há alguns anos quando você em
uma eleição fez campanha para um candidato e na eleição
seguinte fez campanha para o concorrente dele. Você ficou
ofendido quando te chamaram de vira-casaca?
Leonardo - Eu
não mudei de lado, eles que mudaram. Eu sempre sou
governo, não mudo, quem muda são eles.
ÉPOCA - E por que você não foi naquele show da CUT na
comemoração do Dia do Trabalho?
Leonardo - Falei que não ia e
eles anunciaram que eu ia. Eu insisti falando que não iria
e eles continuaram anunciando. Falei que não iria e não
fui. Falei que não ia! Se eu falar que eu vou, eu vou.
ÉPOCA - Você faz em média 12 shows por mês, se quisesse
poderia fazer muito mais. Por que você limita o número de
shows?
Leonardo -
Dez, doze tá bom, tem que segurar um pouco se não você
trabalha muito, já estou com 20 anos de carreira. Mas
mudei de gravadora, agora estou na Universal e cheio de
pique para trabalhar.
Fonte:
revistaepoca.globo.com
GUILHERME RAVACHE
05/06/2006
“Charme com
Adriane Galisteu” anima a sua tarde, de segunda a sexta,
às 17h15m
Confira
uma entrevista exclusiva com o sertanejo Leonardo, que
está lançando um novo disco.
05/06/2006
Saudades do Leonardo? Pois se
preparem, além de estar tocando em todas as rádios do
Brasil a música "Latinha na Mão", Leonardo se apresenta
no Programa do Faustão no dia 11 de Junho. E tem mais:
Ele participa dia 12 da gravação do programa da Hebe
Camargo que irá ao ar no dia 19 de Junho.
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06/06/2006
LEONARDO E O “BARRA DA
SAIA”
Recebo um
telefonema de São Paulo do meu amigo Augusto Cano
convidando-me para criar e dirigir o Show do Leonardo,
que seria apresentado no Olympia.

Feliz da vida pego o rumo de Sampa e vou direto ao
encontro de Leonardo, um dos maiores amigos que eu
tenho.
A nossa
amizade vem da época que eu dirigi o Especial Amigos
para o final de ano da TV Globo. Leandro e eu tínhamos
a mesma afinidade, mas o lado profissional era mais
forte.
Já Leonardo
era um relacionamento sacana, cafajeste, putanheiro, e
brincávamos o tempo todo.
Repetindo o que já escrevi aqui na minha coluna, eu
ouvi do Leonardo, a caminho de Campinas, o seguinte
elogio:
– Nettinho, eu nunca vi uma pessoa tão parecida
comigo... Eu te adoro cara...
E é ai que
começa a história desta semana.
Entro no
palco do Olympia no primeiro dia de ensaio; a
orquestra na posição e as vocalistas na frente de seus
microfones.

Leonardo passa a primeira música com as paradas para
correções do maestro.
Depois de
algum tempo, eu vou no ouvido do Leonardo que estava
muito feliz com o trabalho, e falo:
– Zóio de Frango... As suas vocalistas são lindas né? Cada
uma mais bonita que a outra... Adorei aquela da blusa
amarela...
[Até hoje
ela não sabe que foi a minha escolhida]
Segundo dia
de ensaio, Leonardo estava com a corda toda de
felicidade.
Eu no meio
do palco olhando a iluminação, Leonardo me segura
pelas costas e fica me tirando um “sarro”, morrendo de
rir...
Como não sou “mordido de cobra”, fiquei na minha rindo
muito...
As meninas
rindo e fuxicando...Minutos depois...
Lá vem o
cara novamente e me passa a mão na bunda...
E sai andando...
Assim foi o
tempo todo me sacaneando...
Dia do
Show

Chegamos
cedo para o ensaio geral. Leonardo, ao entrar no
palco, veio na minha direção, tira o chapéu de
“Cow-boy” que ele me deu, um caríssimo 100X – Stetson,
registrado, preto, joga no chão e segura a minha
cabeça e fica me “zuando”, dando beijos e cheiros.
As meninas
do vocal morrendo de rir, nesta altura eu já estava de
“viadinho” na história.
Elas eram integrantes do conjunto “Barra da Saia”, um
quarteto maravilhoso, afinadíssimo, instrumentistas de
primeira, eu já não sabia o que elas poderiam estar
imaginando...Riam muito...
Fernanda
[Violino]
Adriana Sanchez [ Acordeon - Teclado - Voz]
Adriana Farias [Viola-Violão-Voz]
Júlia [Contra-Baixo]
E eu na
minha paquera discreta com a moça de blusa amarela.
Terminei o
ensaio três horas antes do Show para Leonardo
descansar.
Sai
caminhando pelo Olympia e fui para o meu camarim no
segundo andar.
No corredor tinha uma porta aberta e ouvi um dedilhado
muito bonito...Entrei, era uma das vocalistas,
Adriana, que estava dedilhando o seu violão.
Sentei e
fiquei ouvindo a moça tocar...
Começamos a
conversar e ela perguntou:
– Você é
muito amigo do Leonardo, não é?
Sorrindo
respondi que sim...

– Deu para
perceber o carinho que ele tem por você... [RINDO]
Falei da
nossa amizade que eu sentia por morar tão longe, que
morava no Rio...
Somente ai
a moça perguntou o que eu fazia, pois andava sempre
“Traiado” vestido de “Cow-boy”, botas longas, cinto de
fivelão, chapéu...Se eu era fazendeiro...
Percebi que
a moça não sabia nada a meu respeito e respondi
sorrindo a pergunta:
– Sou o diretor do show...O meu nome é Paulo Netto...
Ela levou
um susto: – O Diretor? O Paulo Netto? Eu vi o seu nome
na entrada do Olympia...
Levantou correndo e chamou o resto do grupo que estava
no camarim ao lado.
Morreram de
rir por eu ser tão calmo, tranqüilo e discreto...
Que o Leonardo judiava muito de mim...
Neste dia nasceu outra grande amizade...
Apaixonei-me por todas as integrantes...
A de blusa
amarela quando eu vi de perto, deve ter percebido que
eu estava encantado, mas fiquei na minha, como estou
até hoje.
Ganhei um
CD do grupo que eu ouvi em casa. Bom demais...
Virou meu CD de cabeceira.

Vou para
São Paulo dirigir os meus amigos Chitãozinho&Xororó no
programa Raízes do Campo.
Primeira coisa que faço: mando chamar as minhas
meninas do Barra da Saia.
Sete meses
depois, termina a minha participação no Raízes e monto
o Terra Sertaneja, com apresentação do Sergio Reis,
outro grande amigo meu.
Chamo o
Barra da Saia...
O auditório vibra com a apresentação das
meninas...Audiência no horário garantida...Muita
animação...Sérgio Reis vem para o palco e canta e
dança com elas...
As meninas são maravilhosas...

Sabem dominar um palco, charmosas, afinadas,
simpáticas...
Lutam como todos os artistas do mundo sertanejo por
uma colocação mais confortável no mercado de
trabalho...
È um gênero que jamais vai morrer pelas origens do
estilo...
Mas que tem altos e baixos pela falta de programas...
Mas a hora chega... É um público certo...
Público que gosta de um “Boi Bandido”...
Olha,
gente, vale a pena ouvir estas moças...
Está vindo aí um novo CD...Aguardem...
O meu sonho é dirigir um show delas...
E quem
quiser saber qual delas é a moça da “blusa amarela”...
O telefone
de contato para show é: 11-38739169
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08/06/2006
Leonardo no Faustão!!!
Leonardo –
Pouco antes da Copa de 98, Leonardo foi forçado a se enveredar pela
carreira solo. Trabalho difícil no começo. Leandro, seu parceiro de
toda a vida, fazia muita falta. Depois de um período de reavaliação,
Leonardo decidiu continuar sua carreira, lembrando sempre de que este
seria o desejo de seu irmão.

O tempo passou e Leonardo acabou
dando a volta por cima. O cantor é hoje um dos maiores sucessos
nacionais de todos os tempos com milhares de discos vendidos. Quem já
não se identificou com alguma canção romântica dele? Pois é! Vai
arriscar perder?
Confira dia 11/06 TV GLOBO
13/06/2006
Léo pop?
Cada vez mais urbano,
Leonardo lança álbum que traz hits românticos, com pitadas de
pop-rock
Por
Humberto Baraldi
http://guiadasemana.uol.com.br/noticias.asp?ID=14&cd_news=15849
| Divulgação |
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Proveniente lá das bandas de
Goiás, um tal Emival Eterno Costa chegou de mansinho com seu estilo
caipira de ser e logo conquistou uma legião de fãs com a sua música
"romântica", estilo que ele mesmo define, apesar de muita gente
considerá-la como melodia breganeja, ou seja, um mix de brega com
sertaneja. A voz rouca e o jeitão carismático, que chega a
enlouquecer algumas mulheres, passaram a ser conhecidos por todo o
país. O tal rapaz de nome estranho, adotou o pseudônimo Leonardo,
fez muito sucesso dividindo o palco com Leandro, e após a morte
repentina do irmão, investiu em uma carreira solo. De gravadora
nova, hoje, o goiano lança mais um álbum, desta vez com faixas
inéditas, e revela não saber que rótulo dar às canções. "Acho que
são hits que falam de amor. Na verdade não sei que p... de estilo é
esse. Quero que faça sucesso, uai!", brinca o artista, em uma
animada coletiva de imprensa para divulgar De corpo e Alma,
seu novo trabalho.

Apesar das novas fotos de
divulgação serem inspiradas no movimento violão nas costas, usado
pelo famoso cantor country Johnny Cash, o CD, primeiro produzido
pela Universal Music, não traz composições que seguem o tal ritmo do
artista norte-americano. Na realidade, o produto resgata o clima
alegre e brejeiro dos tempos da dupla Leandro & Leonardo, e traz
também baladas do pop-rock. "Nos últimos dois discos, fiz
regravações. Desta vez, queria algo novo, então optei por um de
inéditas e resolvi ainda mudar de gravadora. A antiga não estava me
dando a atenção necessária", comenta Leonardo.
A canção candidata a sucesso instantâneo é De Latinha na Mão,
ainda mais por contar com a presença de Zeca Pagodinho. "Eri Johnson
estava em uma festa na minha casa, ouviu a tal música e sugeriu para
eu fazer uma parceria com o Zeca. Achei que o cantor não fosse
aceitar". Passado alguns dias, o sambista e Léo se encontraram nos
bastidores do Domingão do Faustão (TV Globo) e o convite foi aceito.
"Essa foi a melhor experiência musical que tive. Nunca bebi tanta
cerveja em uma gravação", conta, entre gargalhadas, o sertanejo.

Com uma tiragem de 200 mil
exemplares, o novo trabalho traz ainda versões de músicas cantadas
originalmente em espanhol, como Talvez, sucesso de Ricky
Martin, e De Corpo e Alma, hit que dá nome ao disco. Para a
escolha do repertório, que conta com 14 melodias e uma faixa bônus (Sinhá
Moça, tema da novela da TV Globo), Leonardo teve que ouvir mais
de 1000 músicas, um trabalho que levou dois anos. "A escolha sempre
é muito difícil. Mesmo com o disco pronto eu tiraria umas cinco
canções. Só não falo quais", zomba.
Acompanhando o CD vem também o DVD Leonardo Ao Vivo. No
vídeo, o goaiano aparece em estúdio, rodeado por algumas fãs,
cantando as novas faixas. "Na gravação, eu ainda não sabia todas as
letras. Lia tudo em um telão. Foi muito divertido". Nos extras há
ainda o clipe De Latinha na Mão, gravado com Zeca Pagodinho.
Nesta parte, os amantes de uma boa cerveja gelada, vão ficar com
água na boca, com tantas aparições da bebida.

De bem com a vida e feliz por esta nova fase, Leonardo revela aos
jornalistas uma outra paixão: a política. "Penso um dia em me
candidatar a governador de Goiás". Se depender da quantidade de fãs
que ele tem no estado, o cantor até pode chegar lá.

Um dos maiores sonhos de Léo é
cantar em cima de um trio elétrico, no carnaval de Salvador. "Ivete
(Sangalo) e Bel Marques (Chiclete com Banana) já me chamaram várias
vezes para participar da festa. Eu estou criando coragem. Quem sabe
o ano que vem não vou para lá!?". Agora, o cantor está mais
preocupado com De Corpo e Alma e já começa a preparar a nova
turnê que começa em novembro. O disco já está à venda nas principais
lojas do país.
Nascido em Goianápolis, Goiás, Emival tornou-se Leonardo em 1981,
quando ele e o irmão José Luis Costa, o Leandro, decidiram tentar
uma carreira artística. A dupla desfez-se 17 anos depois, com a
morte de Leandro, vítima de câncer, em 23 de junho de 1998.

Após algumas ações em homenagem
ao irmão, Leonardo lançou o CD Tempo (1999), o primeiro em
que ele foge do rótulo sertanejo, apresentando um trabalho
neo-romântico, com baladas e a regravação de 120.150. 200 Km por
hora, de Roberto Carlos. O disco incluía também uma música em
homenagem a Leandro. O lançamento do álbum foi um marco em sua
carreira. A partir dele, Léo deu cara nova ao visual e tornou-se
mais urbano.
14/06/2006
Cantor Leonardo comemora o lançamento de seu novo
CD
Leonardo está em festa! Sabem
por quê? É que em com apenas uma semana de lançamento do seu
mais novo CD, intitulado como "De Corpo e Alma", o disco já
emplacou como o quarto CD mais vendido do país. Não preciso
nem comentar o quando Leonardo está animado com a novidade, né?
Fonte: Leão Lobo
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16/06/2006
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Repúdio
Movimento GLS critica Leonardo |
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Associação de Gays,
Lésbicas e Transgêneros de Goiás diz que declaração de cantor
sertanejo, feita no domingo, é homofóbica |
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Juliana Luiza
Da editoria de Cidades
A opinião emitida pelo cantor goiano
Leonardo no programa de auditório da TV Globo Domingão do Faustão, no
último dia 11, está provocando protestos de ativistas do movimento
homossexual de todo o País. De acordo com o presidente da Associação
Goiana de Gays, Lésbicas e Transgêneros (AGLT), Léo Mendes, Leonardo
disse que um homem que fica com outro na cama deve levar “uma pisa”
[apanhar, “levar um couro”].
Segundo Léo, a afirmação do cantor foi feita após uma fã ter revelado
que o fato ocorreu com o noivo e, em seguida, perguntado a ele o que
faria se estivesse no lugar dela. Em repúdio à resposta de Leonardo,
considerada homofóbica, a AGLT enviou, na última segunda-feira, dia
12, uma carta à produção do Domingão do Faustão.
A organização quer que o antropólogo, historiador e ativista Luiz
Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB) vá ao programa para que
possa defender a diversidade sexual e o respeito aos gays,
especialmente aos que assistem ao Faustão. Luiz é conhecido por todo o
Brasil por suas contribuições em estudos na área de homossexualidade.
Seu nome é conhecido por estudiosos e citado em obras estrangeiras em
vários países.
Na carta, a AGLT manifesta indignação por estar “ciente da abrangência
nacional do programa do Faustão” e “a responsabilidade social de um
programa como este”. Até ontem, a Globo não respondeu o comunicado.
Boicote – A AGLT soube do ocorrido no mesmo dia em que enviou a
carta, por meio de denúncia recebida por Rafael Carvalho, presidente
da ONG baiana Glich (Grupo Liberdade e Cidadania Homossexual). Desde
então, a associação tem incentivado a comunidade homossexual a deixar
de comprar CDs, DVDs e ir aos shows do cantor.
“Nossa campanha pelo respeito e direitos humanos de todas as pessoas
passa pelo compromisso ético de cada formador de opinião deste País no
respeito à dignidade e à vida dos seres humanos. A AGLT não deixará de
medir esforços para levar ao conhecimento dos gays, lésbicas,
bissexuais e transgêneros, seus familiares e amigos, o pedido para que
engrossem a legião daqueles que perderam o encanto com o cantor
Leonardo”, afirma a entidade no comunicado.
“Pisaço” – De acordo com Léo Mendes, a AGLT prepara para o dia
28, Dia do Orgulho Gay, uma manifestação contra o cantor na Praça do
Bandeirante, no Centro de Goiânia, às 10 horas. Na ocasião, ONGs
promoverão um “pisaço” sobre dez CDs de Leonardo e, ao mesmo tempo,
vão atirar tomates na foto do artista, em referência à antiga
profissão dele antes de se tornar famoso. “Isto se ele não se retratar
publicamente até lá”, explica o presidente.
A assessoria de imprensa de Leonardo disse que não seria possível
encontrá-lo ontem porque ele estaria “num lugar onde não pega
celular”. Adiantou que “tudo não passou de brincadeira”. “Leonardo é
muito brincalhão e não fez nada por maldade. Ele tem muito respeito ao
ser humano e jamais faria ofensa a qualquer um, independente da opção
sexual, idade ou religião”, acrescentou a assessoria.
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CAPA
De alma lavada
O cantor
Leonardo lançou nesta semana seu novo disco, recheado de músicas inéditas.
"De Corpo e Alma" mostra um Leonardo mais leve, alegre e cheio de
disposição. O Buchicho esteve na coletiva de imprensa do lançamento do
disco, em São Paulo, conta tudo o que rolou por lá e ainda traz um pôster
exclusivo autografado
Paula Lima
Enviada a São Paulo
03/06/2006 19:14
Depois de dois discos gravados com antigos sucessos, Leonardo volta com
força total às rádios e às prateleiras das lojas de discos. E o melhor de
tudo: com um disco de inéditas que traz a mesma alegria dos tempos da dupla
Leandro e Leonardo. O novo disco "De Corpo e Alma" traz até uma música
baiana "Náufrago Ilhado" e, ainda o vaneirão que já é sucesso ôDe Latinha na
Mão®, em que o cantor faz um dueto com Zeca Pagodinho. O CD chegou essa
semana às lojas nas versões CD simples e CD e DVD.
Na última terça-feira em São Paulo, Leonardo fez uma coletiva de imprensa,
depois de sete anos sem dar muita atenção à imprensa. Desde o momento que
aparece no salão do Hotel Unique até a hora de ir embora, Leonardo não
desfaz o sorriso, diz saber da presença do irmão. Leandro, ali e não perde a
chance de dar palhinhas mesmo quando fala de músicas antigas como "Entre
Tapas e Beijos".
Brincalhão e extrovertido, Leonardo parece mesmo estar de bem com a vida. O
Buchicho conta para você tudo o que ele falou na coletiva e ainda traz um
pôster autografado pelo cantor, que mesmo longe das TVs nunca deixou de ter
sua fiel legião de fãs e fazer parte da história de muitos brasileiros.
Pergunta – Demorou muito tempo para você lançar um disco de inéditas,
e esse trabalho promete ser uma volta às suas origens. Como você explica
isso?
Leonardo – Nos últimos dois anos eu lancei dois discos de regravações
de grandes sucessos e, durante esse tempo eu pude refletir sobre meu
trabalho, mas não fiz esse disco com o propósito de voltar às origens.
Quando o disco ficou pronto foi que algumas pessoas vieram falar que o disco
voltava à época da dupla Leandro e Leonardo. Mas ontem que eu fui ver isso.
Eu já vinha trabalhando com a música romântica e agora tem esse golaço aí
que é a música da latinha (De latinha na mão). Mas dizer que é um trabalho
parecido com o da dupla, isso vou deixar para quem quiser achar que seja.
Pergunta – Como foi que aconteceu essa parceria com o Zeca Pagodinho,
na música De Latinha na Mão?
Leonardo – Eu sempre gostei muito do trabalho do Zeca, e aí no final
do ano passado o Eri Johnson foi passar o Natal na minha casa e eu cantei o
refrão da música pra ele ouvir, aí ele disse: "Por que você não chama o Zeca
Pagodinho para gravar com você?". E teve um dia que eu fui gravar a novela
América, o Zeca, eu e o Eri saímos depois para uma cervejaria, engatamos
numa cervejinha e o Eri falou com o Zeca que eu tinha uma música para gravar
com ele e ele disse: Beleza! Eu achei que era conversa de bar, mas, no dia
seguinte, reforçamos o convite e ele aceitou, fizemos uma gravação ótima. No
dia ele chegou lá com um cajá manga e uma cachaça! (risos) Eu disse: esse é
que é parceiro bom! ( risos).
Pergunta – Conta essa história da gravação?
Leonardo – Ah, rolou muito legal, o pessoal da rádio gostou muito da
música, eu tô feliz demais. E a hora de tocar a música nas rádios é de
tardezinha e no começo da noite, a hora que as pessoas estão com a latinha
na mão mesmo (risos). Na gravação do DVD o Zeca não largava a dele (risos).
Pergunta – E você acompanhava, estava com sua latinha na mão também?
Leonardo – Mas claro! Não sou de largar o outro de arribada não!
(risos) Eu não sei nem dizer quantas a gente tomou, mas o Zeca ia pedindo e
eu ia acompanhando. Acabou a gravação e a gente continuou (risos) Foi a
melhor parceria que fiz até hoje. (risos).
Pergunta – Você chegou mais perto do sertanejo, nesse novo trabalho.
É uma volta ao gênero?
Leonardo – Uai, depois que eu fiquei sozinho (sem o irmão Leandro),
tomei cuidado para o pessoal não dizer que eu estava fugindo do sertanejo.
Mas você acaba modernizando, chega na gravadora e tem um teclado novo, uma
guitarra e a música vira um pop-romântico, mas não sei explicar essas coisas
não (risos). Neste disco tive a felicidade de gravar uma música guarânia
(música típica do Paraguai, bem lenta), mas o papo é moderno, a letra fala
de amor. Mas também Leandro e Leonardo nunca foi uma dupla caipira não. Eu
adoro o gênero, compro todos os discos. Mas a primeira música que gravamos
foi "Entre Tapas e Beijos", que não é sertaneja. Aí logo depois veio "Vou
Chorar", que um amigo passou lá na minha casa em Goiânia e disse: Olha a
música que eu vou levar para o Fábio Jr. gravar. Eu disse: que Fábio Jr. o
que! Me dá ela pra mim (risos), assim foi também com "Solidão" que o Zezé de
Camargo ia dar para o Amado Batista e eu pedi primeiro. E ainda tenho
projetos de lançar um disco com músicas de raiz.
Pergunta – Você diz estar numa nova fase, que é diferente do
romantismo que você estava cantando nos discos anteriores. Qual música
representa esse novo trabalho?
Leonardo – Quando o disco ficou pronto a gente pensou em qual música
iria trabalhar, e já decidiu que era "De Latinha Na Mão". Porque quando
chegasse na rádio já ia mostrar que era uma coisa nova. É como um Vaneirão,
que em São Paulo parece com axé, mas o que eu quero é me achar ( risos). Me
salvar porque o trem tá difícil viu gente (risos).
Pergunta – Mas você está mais para romântico ou para animado?
Leonardo – Depende. Você fala para essa noite? (risos).
Pergunta – Como foi feita a seleção das músicas. Você começou com 300
selecionadas, então como chegou ao resultado final, você participa de todo o
processo?
Leonardo – Eu participo de 100% do processo. Eu e minha equipe
ouvimos mais de mil músicas, mas também só escuto até a metade. Porque
música tem que ter começo, meio e fim, e quando toca na rádio se for ruim a
pessoa muda logo de estação. Mas também não sou sabedor da verdade e daí
você acaba chegando e pede opinião dos amigos e fecha o repertório, mas
sempre dá vontade de mudar.
Pergunta – Você mudaria alguma no disco já pronto?
Leonardo – Desse aí eu tiraria umas cinco, mas não digo quais senão
você acaba comigo. Os compositores já receberam dinheiro, já gastaram e tudo
(risos). Não conto de jeito nenhum. ( risos).
Pergunta – Você deixou de lado o repertório antigo e resolveu mandar
as inéditas agora. Cansou das velhas músicas?
Leonardo – A idéia de regravar grandes sucessos na verdade nasceu de
uma idéia que eu tinha de gravar boleros. Mas aí a minha gravadora na época,
a BMG, disse que não era todo mundo que gostava de bolero, então preferimos
gravar os hits dos anos 80, foi fácil escolher as músicas, até porque a
maioria são canções bonitas. E o disco foi super bem aceito. Agora o segundo
disco foi mais difícil, mas também tinha um grande repertório. Para fazer um
terceiro disco de regravações já não daria certo. E estava com saudades de
gravar disco de inéditas. Nos shows o pessoal sempre pedia os hits mais
dançantes também e essas regravações foram de músicas românticas.
Pergunta – E como vai ser o novo show?
Leonardo – Ainda não sei. É ano de Copa do Mundo, e de eleição
também, por isso não sei nem se vou poder cantar (risos). Mas vamos chamar
um diretor de nome aí para fazer o show que em novembro vamos sair em turnê.
Mas antes disso, vou subir para o Nordeste no São João, adoro aquilo lá. Mas
já estou ansioso, para ver a reação dos fãs com o novo trabalho e, quero
saber o que a imprensa vai achar também.
Pergunta – Você fica muito nervoso em relação a isso?
Leonardo – Rapaz, deixa a gente sem dormir (risos), mas soube agora
que a tiragem inicial é de 200 mil cópias, então vou dormir tranqüilo essa
noite. (risos).
Pergunta – O disco é bem alegre e para cima. Reflete seu momento de
felicidade?
Leonardo – Como dizem por aí: Nada se cria tudo se copia. O povo
gosta de ouvir músicas para frente, até gosta de romantismo, mas para você
ver: até hoje nos shows me pedem "Paz na Cama" e "Rodeio". Então a gente vai
colocando coisas dançantes. E claro que eu to feliz (risos) bem casado
(risos).
Pergunta – Os programadores de rádio têm um certo preconceito com a
música sertaneja. Você acha que vão ter preconceito com a parceria que você
fez com o Zeca Pagodinho?
Leonardo – Espero que não. Sei que existem lugares que tocam Zeca,
mas não tocam Leonardo. No Rio de Janeiro acredito que a parceria vai trazer
uma abertura maior para mim, mas lá também tem gente que é apaixonada por
música sertaneja.
Pergunta – Nesse ano de eleição, você pretende se engajar em algum
partido?
Leonardo – Posso até me engajar, mas se for no partido das mulheres
(risos). E também ainda penso em me candidatar a governador de Goiás
(risos). Porque se for para perder é melhor perder num trem grande (risos).
Pergunta – Você gravou uma música baiana no disco. Tem muita vontade
de tocar num trio elétrico no Carnaval de Salvador?
Leonardo – Eu estou criando coragem de ir lá. (risos). Garanto que
ano que vem eu vou! Eu adoro aquilo lá, Ivete, Timbalada, só não levanta
naquela festa quem está morto e o Brasil inteiro ama. A música baiana eu
tenho vontade de gravar desde o sucesso de "Cumadi e Cumpadi", estou sempre
procurando algo parecido. Mas não é só o baiano que eu tento copiar não, o
vaneirão do gaúcho eu também copio. (risos).
Pergunta – Todas as músicas refletem um pouco da sua personalidade?
Leonardo – Não, nenhuma delas, quer dizer só a "De Latinha na
Mão"(risos).
Pergunta – Você prefere fazer shows em rodeios ou em casas de shows
fechadas?
Leonardo – Em rodeio eu estou mais em casa, tenho menos preocupação.
Você entra mais tranqüilo no palco, quem abre o show são outros grupos
sertanejos, a gente está em casa. E a festa de rodeio é que anima a gente,
que dá mais vida ao nosso trabalho.
Pergunta – Quase oito anos depois da morte do Leandro, seu irmão, a
presença dele ainda é muito forte na sua carreira?
Leonardo – Tudo o que eu vou fazer, peço proteção a ele. Um amigo meu
até disse para eu parar de pedir às coisas para o Leandro, porque eu pedindo
ele não descansa em paz. Mas eu não vou cumprir isso não (risos). Tenho
certeza que tem a presença dele em tudo o que faço, e aqui agora também.
Pergunta - Você esteve distante da mídia mesmo com o lançamento dos
discos de regravações. Agora você vai voltar aos programas de TV e aos
jornais?
Leonardo – Agora eu estou em uma nova fase da minha carreira, há sete
anos que eu não fazia uma coletiva de imprensa. Com a gravadora nova muita
coisa vai mudar, vamos atender todo mundo agora. Antes também eu andava com
uma preguiça (risos). O povo vinha dizer: "Vamos fazer televisão", e eu
dizia: Não! Eu tô doido, não quero não, mas era preguiça mesmo (risos). Mas
agora quero trabalhar, vocês vão é enjoar de mim (risos).
Serviço: Leonardo – De Corpo e Alma. CD + DVD: R$ 40 e CD
simples : R$ 30.
Confira a letra da canção que já estourou nas rádios de todo o País e que
marca o primeiro dueto de Leonardo e Zeca Pagodinho:
De latinha na mão
Quem foi que disse
Que paixão não fere a alma
Que uma fera não se acalma
Nas garras de um grande amor
Desprevenido eu caí numa arapuca
Me deixou de calça curta
Essa paixão me dominou
Quem foi que disse
Que tem homem que não chora
Não conhece a minha história
E não sabe o que é sofrer
Depois que ela me deixou na solidão
Tô de latinha na mão
Tomando todas pra esquecer
Depois que ela me deixou na solidão
Tô de latinha na mão
Tomando todas pra esquecer
E pra sair da solidão
Latinha na mão, latinha na mão
Pra esquecer dessa paixão
Eu tô de latinha na mão
Se ela me disser que não
Latinha na mão, latinha na mão
Pra encontrar a solução
É só com latinha na mão
23/06/2006
DVD do programa Amigos
exibido de 95 a 98
Cantor(es): Chitãozinho & Xororó,
Leandro & Leonardo, Zezé Di Camargo & Luciano
Participação especial de Daniel
Após 11 anos de espera, a Som Livre e a Globo Marcas viabilizaram o
primeiro DVD do programa AMIGOS.
Este produto reúne os melhores momentos deste histórico programa que
foi exibido nos anos de 95, 96, 97 e 98.
São as estrelas do universo sertanejo em apresentações inesquecíveis
eternizadas agora em DVD.
Oportunidade de relembrar parcerias trocadas: os músicos cantam canções
uns dos outros, todos cantam juntos - momentos que só um show ao vivo pode
dar.
Participação especial do cantor Daniel. Uma noite de muita emoção em
1998, cantando a saudade de Leandro, Os fãs vão delirar na entrevista com
Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano e Leandro & Leonardo,
superdescontraídos.
Eles revelam os bastidores dos shows Amigos, contando as brincadeiras,
a emoção ao lembrar do amigo Leandro, brincam com Leonardo, e muito mais.
Faixas DVD Amigos
01. Disparada
02. Fio De Cabelo
03. É o Amor
04. Temporal de Amor
05. Evidências
06. Páginas De Amigos
07. Não Aprendi a Dizer Adeus
08. Você Vai Ver
09. Andança
10. Pense Em Mim
11. O Homem De Nazaré
12. De Volta Pro Aconchego
13. Canção Da América - Part. Esp. Daniel
14. Canção Da Amizade
15. Um Sonhador
16. Casa Do Campo
17. Eu Menti
18. Entre Tapas e Beijos
19. Nascemos Para Cantar
20. Força Estranha
21. Marcas Do Que Se Foi
24/06/2006
Após 5 anos, amigos sertanejos se reencontram para
único show
Eles fazem mistério, não querem
dar detalhes, mas o martelo foi batido: dia 13 de julho, Leonardo, Zezé Di
Camargo & Luciano e Chitãozinho & Xororó voltam ao palco para a única
apresentação do show "Reencontro", que lembra bastante o programa "Amigos"
(Globo), sucesso de público nos anos 90 (veja abaixo).
O local também já foi definido: Villa Country, tradicional casa
sertaneja de São Paulo, que já vende os 10 mil ingressos para o evento.
A última apresentação de todos juntos foi em 2001, durante a Festa do
Peão de Barretos. Em dezembro do ano passado, os amigos programaram
apresentação em São Paulo, mas não conseguiram autorização para tocar no
estádio do Pacaembu.
Segundo Zezé, os artistas estão juntos sempre que podem, e se divertem
muito, inclusive quando cantam juntos. Finalmente, cinco anos depois, o
show "Reencontro" foi viabilizado. Que fique bem claro: não será mais um
da série "Amigos", da Globo. Mas as semelhanças são muitas, com a
diferença (talvez única) que, desta vez, a iniciativa partiu dos próprios
artistas. Por enquanto, não foi fechado acordo para a transmissão com
nenhuma TV.
Ainda em fase de produção, o show começou a ser formatado na última
terça-feira, quando os artistas e suas equipes se reuniram para acertar os
primeiros detalhes. Quanto ao repertório, ainda fazem suspense. O que se
sabe, com certeza, é que sucessos de todos eles não ficarão de fora.
Como todos estarão com trabalhos recém-lançados --O CD de Zezé e
Luciano têm lançamento previsto para julho, Chitão & Xororó e Leonardo
lançaram álbuns nos meses passados-- algumas inéditas serão apresentadas.
Também está decidido que serão só os cinco no palco, sem a presença de
convidados especiais.
Além de apresentações individuais, haverá momentos em que estarão todos
juntos no palco e também "novas" duplas, como Xororó & Luciano e Zezé Di
Camargo & Chitãozinho, entre outras possíveis combinações.
Amigos tanto nos palcos quanto fora deles, é certo que o clima do
reencontro será de festa.
Confira a evolução do "Amigos" ao longo da carreira:
Amigos (1996)
Gravado em São Caetano do Sul com um público de cem mil pessoas, o
especial de natal "Amigos" deu origem ao primeiro disco, que vendeu um
milhão de cópias.
Amigos 2 (1996)
Gravado em Paulínia, interior de São Paulo, o segundo disco contou com
a participação dos "amigos dos amigos" Gian & Giovani e João Paulo &
Daniel.
Amigos 3 (1997)
Gravado em Belo Horizonte, o show teve a participação de Roberta
Miranda, Fábio Júnior, Daniela Mercury e Daniel, já sem João Paulo.
Amigos 99 (1999)
Sem Leandro, este disco não obteve grandes vendas como os outros e
voltou a ser gravado em seu lugar de origem: São Caetano do Sul. A partir
deste disco, a Globo criou o programa semanal "Amigos & Amigos".
Amigos 2001
Os Amigos voltaram aos palcos para um show beneficente ao Hospital do
Câncer de Barretos. Foi a última vez que eles tocaram juntos com o nome
"Amigos", que pertence à Globo.
Reencontro
Quando: 13 de julho (quinta), a partir da meia-noite
Onde: No Villa Country (av. Francisco Matarazzo, 774, Água Branca, tel.
0/xx/11 3868-5858)
Quanto: R$ 30 (ingressos antecipados)
fonte : kamymusic.com.br
27/06/2006
Dia 13 tem show *Reencontro* na Villa Country
No dia 13 de julho acontecerá
no Villa Country em São Paulo o show "Reencontro" com Chitão, Xororó,
Zezé, Luciano e Leonardo.
Ingressos já a venda no Villa.
Fonte: www.kamymusic.com.br
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28/06/2006
Protestos marcam
Dia do Orgulho Gay |
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Entidade promete
quebrar CDs e DVDs do cantor Leonardo hoje na Praça do Bandeirante. O
desfile sai domingo do Bosque Botafogo |
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Camila Blumenschein
Da editoria de Cidades
Iniciam-se hoje em Goiânia, Dia
Nacional do Orgulho Gay e da Consciência Homossexual, movimentos
organizados pela AGLT (Associação de Gays, Lésbicas e Transgêneros)
que têm o intuito de reagir à violência e discriminação a que esse
grupo afirma ser submetido. Está marcado para hoje, às 10 horas, na
Praça do Bandeirante (Centro) o movimento onde gays, lésbicas e
simpatizantes pretendem destruir CDs e DVDs do cantor Leonardo em
protesto a uma declaração dada por ele na televisão, considerada
homofóbica. A polêmica declaração foi dada após Leonardo ser
indagado sobre a reação de uma mulher ao flagrar o parceiro com
outro homem. O sertanejo respondeu que ele deveria levar uma “pisa”.
No domingo, 2, a partir das 12 horas, no Bosque Botafogo (em frente
ao Mutirama) será realizada a Parada Gay de Goiânia, que por meio de
discursos, desfiles e apresentações irá desenvolver o tema “Brasil
sem Homofobia”.
Segundo levantamento da ONG Grupo Gay da Bahia (GGB) o número de
crimes de homofobia tem aumentado muito nos últimos anos. Nos
últimos 25 anos foram contabilizados 2.600 assassinatos de gays,
lésbicas e travestis no Brasil, resultado de mais cem ocorrências
desse tipo por ano. Foram 169 mortes em 2004 contra 125 registradas
em 2003. Goiás lidera o ranking de crimes dessa natureza da região
Centro-Oeste e a segunda colocação nacional, atrás somente de
Pernambuco.
Data – O Dia Nacional do Orgulho Gay foi criado no Brasil com
o intuito de se associar oficialmente ao movimento iniciado em 28 de
junho de 1969 em Nova York, quando gays, lésbicas e transgêneros
sairam às ruas para reagir à violência e discriminação a que foram
vítimas no bar gay conhecido como Stonewall. Foi a partir desse dia
que surgiram as paradas do orgulho GLBT.
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Como leitor assíduo deste conceituado
jornal, fiquei indignado ao ler a matéria que tratava do assunto
sobre a reunião dos GLTS, que iriam quebrar todos os CDs E DVDs do
cantor Leonardo na Praça do Bandeirante, após sua declaração no
Programa do Faustão. O cantor toda vida foi e sempre será um
brincalhão, gente boa toda vida, e ama as coisas de Goiás, e, ao
fazer tal declaração, ele está corretíssimo, pois, no meu
entendimento, os gays extrapolam e querem respeito. Quando quer
seduzir um homem e não são correspondidos, eles quase os agride,
falando palavrões onde quer que estejam. Não respeitam ninguém.
Portanto, eles, em vez de quebrar os CDs e DVDs, devem é tomar
vergonha e procurar rumo em suas vidas.
Carlos Roberto da Silva, via e-mail
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30/06/2006
Cantor Leonardo descansa em João
Pessoa
Minha pulguinha hoteleira veio me contar que
viu o
cantor Leonardo num hotel neste final de semana na
praia de Tambaú, em João Pessoa (PB). O local é um dos
cartões portais da cidade. O curioso, segundo minha
pulga, é que parece que o artista não tinha
apresentação na região naqueles dias. Fiquei sabendo
que ele queria apenas descansar mesmo. Tá certo!
fonte: Portal Leão Lobo
30/06/2006
Estrelas do sertanejo resgatam parceria de *Amigos*
Mais de dez anos depois de sua primeira reunião nos palcos com o especial de
TV Amigos, da Globo, os sertanejos Chitãozinho & Xororó, Zezé di Camargo &
Luciano e Leonardo vão se apresentar juntos novamente no show Reencontro.
Com um integrante a menos da formação original dos "Amigos", já que
Leandro morreu de câncer em 1998, os músicos mudaram o nome da reunião.
A primeira vez que os ídolos dividiram o mesmo palco foi em 1995, em São
Caetano do Sul. O show atraiu cerca de 100 mil pessoas e foi transmitido
pela emissora carioca. A reunião se repetiria ainda mais duas vezes.
A apresentação está marcada para o dia 13 de julho, no Villa Country, na
cidade de São Paulo.
Os ingressos antecipados custam R$ 30.
Fonte:
www.kamymusic.com.br
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