Loucuras de Amor
 

Leonardo recebe lojistas, fãs e amigos em lançamento oficial do CD “De Corpo e Alma”

01/06/2006

Créditos: Divulgação Imediata
Por Talismã


São Paulo, 1º de junho de 2006 - O cantor Leonardo apresentou ontem, 31 de maio, no Multimídia Trade, em São Paulo, o seu mais recente trabalho, o CD + DVD “De Corpo e Alma”, lançado pela gravadora Universal Music.

O evento reuniu 600 convidados e, embora voltado para lojistas, também recebeu amigos e fãs de Leonardo.

O ponto alto da noite foi quando Leonardo subiu ao palco e deu uma “canja” cantando a música de trabalho “Latinha na Mão”.

O cantor contou com a participação mais que especial – e divertida – de Seu Martins, dono da distribuidora, que fez “as vezes” de Zeca Pagodinho durante a canção. A “dupla” conquistou o público e foi aplaudida por todos os convidados.

Em seguida à apresentação, Leonardo atendeu a todos em uma sessão de fotos e autógrafos, que durou por mais de duas horas. Após, ele aproveitou para conhecer o espaço Multimídia Trade, checar o estoque dos seus produtos e ficou impressionado com as amplas instalações.

Para brindar o sucesso do lançamento do CD “De Corpo e Alma”, da música de trabalho “Latinha na Mão” e, claro, da noite, Leonardo, sua equipe (Talismã Produções) e a da gravadora Universal Music confraternizaram em um jantar.

 

01/06/2006

Leonardo *vira* Joaquin Phoenix na capa de seu CD

  No lançamento do disco De Corpo e Alma, nesta terça-feira, o sertanejo Leonardo elogiou a capa de seu novo álbum.
  
   "É uma das melhores de minha carreira", disse.
  
   Em seguida, porém, ele entregou. A imagem, do artista com um violão das costas, foi "copiada" de uma foto de divulgação do filme Johnny & June.
  
   "É uma cópia mesmo, mas não sabia não. Tudo bem. Tem o ator de um lado e este atormentado do outro", brincou Leonardo.
  
   A recriação seguiu fielmente o original do filme, que conta a história do cantor Johhny Cash e tem Joaquin Phoenix como protagonista.
  
   Até a rua com pedrinhas, a posição do violão nas costas e a gola levantada do paletó foram cuidadosamente inseridas na capa do disco nacional.
  
   De Corpo e Alma mostra Leonardo de volta ao repertório de músicas inéditas, apostando na mistura de baladas românticas e gêneros caipiras. Cno na época em que ele tocava com o irmão Leandro.
  
   Nada de novo, afinal. Como a própria capa do CD.


Crédito: http:// www. kamymusic.com.br

 

 

01/06/2006

Vida de Leandro e Leonardo pode virar filme
 

O cantor Leonardo vem recebendo propostas de transformar em filme a história de sua vida e do surgimento da dupla com Leandro. Até o momento três produtores já o procuraram.

Ele admite que gostaria de fazer algo similar a Dois Filhos de Francisco, mas está cauteloso.

"Não sei, acho melhor esperar um pouco baixar a poeira do filme do Zezé, porque senão falta público", disse ele.
 
01/06/2006

Leonardo fala de gosto pela cerveja, apuros com mulheres e filhos ‘inesperados’

Rio - Desde a morte do irmão, há oito anos, Leonardo não gravava em dupla. Agora, em 'De Corpo e Alma', seu primeiro CD//DVD pela nova gravadora, a Universal, ele divide os microfones com Zeca Pagodinho. Na falta de uma maior afinidade musical, os dois encontraram outra: o fraco pela cerveja. E fazem dueto em 'De Latinha na Mão', que gravaram bebendo a loura gelada, entre brindes no estúdio: "Tô de latinha na mão/ Tomando todas pra esquecer/ E pra sair da solidão", diz o refrão.

Na gravação, Zeca deve ter se sentido em casa. Leonardo diz que costuma enxugar direitinho três engradados de cerveja em uma farra. “Antes, só tínhamos nos encontrado em bastidores de shows, sempre corrido. Mas nasceu uma amizade. "Outro dia, fomos a uma churrascaria e quando o cara lhe serviu um chope com três dedos de espuma, ele disse pro garçon: 'Amigo, se é pra beber xampu, deixa que eu bebo em casa'", conta Leonardo, divertindo-se.

O encontro dos dois no estúdio foi registrado no DVD. A produção ficou impressionada com o fato de Zeca nada comer e só beber. Quando finalmente conseguiram que ele aceitasse um sanduíche de queijo, acharam por bem acrescentar orégano. Ganharam mais uma tirada do Sr. Pagodinho: "Isso é pra comer ou pra fumar?".

O disco, traz outras 15 faixas, incluindo 'Sinhá Moça', música-tema da novela das seis. A predominância é de músicas românticas, apesar de Leonardo ter um histórico de relações conturbadas com as mulheres.

Casado há 10 anos, teve três filhos nesse período, um com a mulher, dois com outras duas criaturas. Ele comenta que sua mulher não encarou “numa boa a situação. “Que nada! Até hoje estou com as marcas da ferradura dela no meu peito.”
E ele garante que sua cantoria romântica, nessas horas, não ajuda em nada. "Nessa situação não adianta mentir. Só o cartão de crédito amansa elas. O negócio é levar pro shopping e deixar ela comprar” , admite.

Apesar de garantir que se cuida e usa preservativos para encarar suas seguidoras — mulheres que o perseguem após os shows Brasil afora — ele tem outros três filhos adolescentes, todos de mulheres diferentes. Nenhum deles, admite, foi planejado. "Fui sempre pego de surpresa, quando fui ver estavam todas elas com a pança grande", resigna-se.
Na briga com ele próprio
Na carreira solo, Leonardo já vendeu mais de 10 milhões de discos pela BMG. ‘De Corpo e Alma’ era um CD pronto de sua antiga gravadora, que foi comprado pela Universal, que inseriu a participação de Zeca Pagodinho e um DVD com sete músicas e mais o making of de ‘Latinha na Mão’, com a participação de Zeca.

Leonardo vai concorrer com ele próprio nas prateleiras. O novo disco chega às lojas no momento em que ‘Leonardo Canta Grandes Sucessos 2’ (SonyBMG) ocupa a sexta posição entre os discos mais vendidos do país, já tendo batido a marca das 165 mil cópias.
 
http://odia.terra.com.br/cultura/htm/geral_38827.asp

 

01/06/2006

 

Pé na estrada
Publicado em 01.06.2006
Leonardo muda de gravadora em busca de melhor divulgação para seu trabalho e lança De corpo e alma, com inéditas

MARCOS TOLEDO

Enviado especial
SÃO PAULO - Oito anos após a morte do irmão Leandro, quando deu início à sua carreira solo, o cantor Leonardo entra numa nova fase na qual espera dar uma nova guinada na carreira. Depois de sete anos na BMG (hoje, Sony-BMG, pela qual saiu há dois meses seu DVD Acústico), o artista muda para a gravadora Universal Music em busca de uma melhor divulgação de seu trabalho. Essa foi a tônica da coletiva de imprensa para o lançamento de seu álbum, De corpo e alma, que aconteceu anteontem, no luxuoso Hotel Unique, na capital paulista.
Quando você estiver lendo esta matéria, provavelmente o CD de Leonardo já deverá estar nas lojas (a data oficial foi ontem). Como não fazia desde sua estréia solo com Tempo (1999), recebeu um tratamento de estrela para falar de seu novo disco. À tarde, gravou entrevistas exclusivas com Hebe e Adriane Galisteu e, à noite, depois de receber a imprensa escrita, partiu para novas gravações de TV.
Este é o nono trabalho solo do cantor que, desde 2002, não gravava um disco de inéditas. Os dois anteriores, Brincadeira tem hora (2003) e Leonardo canta grandes sucessos (2004) continham apenas releituras de hits do passado. “O segundo já foi mais difícil um pouco”, revela o artista. “Tivemos que gravar músicas mais modernas, de 10, 12 anos atrás. A gravadora não deu a força que deu no primeiro”, ressente-se.
Nos bastidores da coletiva, fontes da nova casa de Leonardo contaram que De corpo e alma foi gravado em janeiro, quando o intérprete estava no fim de seu contrato com a Sony-BMG. A Universal, então, ressarciu o investimento e pôde assumir o artista com o trabalho que já estava pronto. Já de acordo com a diretora de Marketing da Talismã (empresa do cantor), Silvia Mariotti, o investimento, da aquisição até a divulgação, é bastante alto, embora ela não estivesse autorizada a revelar em números.
Bem-amparado e se dizendo muito feliz com a fase que está apenas começando, Leonardo fala de seu novo disco com entusiasmo, embora seu jeito meio desligadão deixe claro que toda a produção é colocada nas mãos de uma larga equipe de profissionais – comandanda por César Augusto, seu produtor há exatos 20 anos – e sua única preocupação é cantar e divulgar a obra pronta. E aparenta mesmo sinceridade ao dizer que não participa do processo de produção.
Sobre a volta a um repertório inédito – que conta com composições de César Augusto, Jairo Góes, Michael Sullivan, Paulo Massadas, Paulo Sérgio Valle e Vitor Martins, entre outros –, Leonardo diz que, se quisesse, gravaria mais três CDs só de músicas mais pop. “Mas não é bem isso que a gente quer”, explica. “Nos shows, o pessoal também não corresponde. Quer mais Festa de rodeio”, revela, referindo-se a um de seus sucessos mais empolgantes.
De um universo de centenas de opções, o cantor conta que copia 10, 15 músicas por CD e ouve no carro. “Se cai no meu gosto, cai pra 50, depois para 30, ouço a opinião dos amigos...”. Ainda num exercício de sinceridade, Leonardo fala que, com o álbum pronto, se pudesse tiraria três a cinco canções. Mas não revela quais delas.
MUDANÇA - Desde Tempo (1999), Leonardo vinha sendo produzido para fugir do rótulo sertanejo (o qual ele acha que nunca foi) e ficar com uma característica mais romântico-urbana. Com o novo De corpo e alma, disco mais acústico que os anteriores, a produção tenta resgatar o perfil das baladas românticas da época da dupla Leandro & Leonardo com referências às raízes rurais dos dois irmãos filhos de lavradores do interior de Goiás.
As citações ao universo caipira estão em faixas mais dançantes como De latinha na mão, Meto o pé na cara dele e Alô Goiás. Algo que lembra o forró e o sertanejo, mas com uma levada muito pop. O release do artista talvez tenha a definição mais próxima: “country-pop-rock”. Rock é pouco provável, mas é inegável a influência do country na urbanização da música da roça.
“Depois que fiquei sozinho, tomei cuidado para não dizer que estava fugindo do sertanejo”, lembra o intérprete, que afirma ter continuado a cantar ritmos tradicionais como guarânias e rasqueados. “Mas fiquei sempre gravando baladas com guitarra, distorção... Isso acaba descaracterizando”, reconhece. “Aliás, Leandro & Leonardo nunca foi uma dupla caipira, embora eu goste disso. Nosso grande sucesso foi Entre tapas e beijos, que nada tem a ver com sertanejo”, diz o cantor, que revela querer, um dia, realizar um projeto de música sertaneja de raiz.
PAGODINHO - O carro-chefe do novo disco de Leonardo – e grande aposta da Universal Music para o período da Copa do Mundo e das festas juninas – é De latinha na mão, faixa que divide com Zeca Pagodinho a quem foi apresentado pelo ator Eri Johnson. “Quando gravei minha participação em (a novela) América, tomamos umas cervejinhas e ele (Pagodinho) acertou. Achamos que era conversa de bar. Mas, depois, acertamos. Rolou muito legal a gravação”, lembra Leonardo. Para ele, foi a melhor parceria que fez até hoje (obviamente, além de seu irmão), e com a qual espera abrir mais espaço no Rio de Janeiro.
O álbum, que sai com uma tiragem de 200 mil exemplares, conta com duas edições: uma simples (preço sugerido: R$ 30) e outra que acompanha um DVD (R$ 40) no qual Leonardo apresenta um pocket show em estúdio – tipo um acústico com platéia reduzida – acompanhado apenas por dois violonistas. Como bônus, há um clipe da música De latinha na mão com a dupla boa de copo. Um mimo certamente idealizado como mais uma ferramenta de combate à pirataria.
Tal recurso se alia a um encarte sofisticado em papel cuchê de alta qualidade que traz, além das letras e ficha técnica, um ensaio do cantor inspirado no filme Johnny & June, que retrata a carreira do compositor e intérprete Johnny Cash. Nas fotos, o brasileiro aparece sempre acompanhado de um violão, embora não toque no CD. Tudo pela estética.
Leonardo quer, agora, viajar o Brasil para divulgar seu novo álbum. Para isso, pretende contratar um diretor “de peso”. No Nordeste, diz que já tem uns cinco shows agendados e demonstra intimidade especialmente com Pernambuco: “Como vai a Chevrolet Hall? Muito shows bons?”. Por enquanto, porém, não há nenhuma data marcada.
* O repórter viajou a convite da Universal Music

Créditos ao Jornal do Pernambuco e a UOL

 

03/06/2006

Vida do cantor Leonardo pode virar filme

Leonardo está sendo sondado por três produtoras cinematográficas que querem transformar em filme sua história com o falecido companheiro de dupla, Leandro.
  
   O sertanejo confirmou que tem o desejo de ver sua carreira nas telas de cinema, mas que pretende esperar um tempo até confirmar o longa-metragem.
  
   Segundo o músico, se a produção fosse lançada em breve, seria prejudicada pelo sucesso do recente filme "Dois Filhos de Francisco", que relata o começo do sucesso da dupla Zezé di Camargo e Luciano.

Fonte: www.kamymusic.com.br

 

04/06/2006

Entrevista com Leonardo na revista Época

  Em 20 anos de carreira Leonardo já vendeu 25 milhões de disco.
  
   Hoje, em tempos de pirataria, seu novo disco De Corpo e Alma já sai com tiragem de 200 mil cópias.
  
   No lançamento do CD o cantor disse que pretende entrar para o mundo da política já concorrendo ao cargo de governador de seu estado natal, Goiás. E acrescentou, “se for para perder, que seja logo em um cargo de visibilidade”.
  
   É difícil levar o cantor a sério. No mundo sertanejo ele já é uma lenda por conta de suas piadas e tiradas. Em entrevista à Época o cantor reafirma seu bom-humor e diz que em política nunca mudou de lado porque sempre foi governo e fala do orgulho (inclusive etílico) de ter gravado uma música com Zeca Pagodinho.
  
   ÉPOCA - Como foi cantar com o Zeca Pagodinho na faixa Lata na Mão, que está no seu novo CD?
  
Leonardo - Foi uma força muito grande do Zeca. Todo artista queria ter um cantor como ele participando de um disco, ainda mais que nenhum outro sertanejo teve uma participação dele em um disco. E o bom é que a música já saiu tocando muito, inclusive em rádios que nunca tocaram as minhas músicas. E isso graças graças a ele.
  
   ÉPOCA - Você tem fama de festeiro, o Zeca também. Como foi essa reunião no estúdio?
   Leonardo - Cara, você precisa ver. Com o meu novo CD vem um DVD com imagens das gravações do estúdio, por ali dá para você ter uma idéia. E estamos bem com a lata na mão mesmo. Foi muito legal.
  
   ÉPOCA - Mas vocês beberam muito?
 
  Leonardo - Bebemos bastante, muita cerveja, foi pra cima, foi alegre demais.
      
   ÉPOCA - Você é um dos artistas mais tocados em rádio há diversos anos. Por que há rádios que você ainda não entra? Ainda há preconceito contra o sertanejo?
  
Leonardo - Tem emissora que ainda barra sertanejo. Com certeza ainda sofremos preconceito. São Paulo tem mais de 100 rádios e só quatro ou cinco tocam música sertaneja. No Rio de Janeiro é a mesma coisa.
  
   ÉPOCA - Mas há mais de dez anos o sertanejo está entre os gêneros musicais mais vendido no Brasil...
  
Leonardo - É verdade, não sei, o povo diz que a gente é brega, que faz música de chifrudo, corno. Então a gente tem que ficar calado porque é de corno mesmo. É música para quem tomou chifre mesmo.
  
   ÉPOCA - E você já tomou chifre?
 
  Leonardo - Claro, quem nunca tomou chifre? Mas chifre é igual dentadura, depois de uma semana a gente acostuma.
  
   ÉPOCA - Mas o rótulo sertanejo ainda pode ser usado para cantores como você, Zezé Di Camargo e Bruno e Marrone?
  
Leonardo - É verdade, o povo está modernizando demais. É um pop romântico. Eu diria que o povo tá falando que não existe mais esse negócio de sertanejo porque realmente as músicas caipiras no estilo do Tonico e Tinoco quase não existem mais. De vinte anos pra cá mudou muito. O povo diz que não existe mais sertanejo, mas eu ainda me considero sertanejo. E cantar em dueto é sertanejo.
  
   ÉPOCA - Mas você canta sozinho.
  
Leonardo - De vez em quando faço uns duetos comigo mesmo.
  
   ÉPOCA - Como assim?
  
Leonardo - É só no disco, às vezes faço primeira e segunda voz. No show a backing vocal faz segunda voz. Mas realmente está modernizando demais. Mas música raiz é um público muito restrito, quem gosta de raiz é tatu.
  
   ÉPOCA - Há algum cantor em que você se inspire?
  
Leonardo - Tem sim, gosto muito do José Augusto. Acho que ele grava muito bem e o repertório dele é muito bonito. Eu gravaria todas as músicas que ele já gravou, porque é muito bom. E pode ver que todos os meus discos tem uma música dele.
  
   ÉPOCA - A música "Mania Nacional" que está no seu disco foi feita há mais de dez anos para a Xuxa. Na sua opinião, quem é a Mania Nacional atualmente?
  
Leonardo - Acho que é a Juliana Paes, maravilhosa. Ela é muito legal. Conheci a Juliana há uns seis anos e era sensacional. Depois disso não vi mais, não sei se depois do sucesso ela continua aquela pessoa brilhante e humilde que era, mas deve estar do mesmo jeito.
  
   ÉPOCA - Você sempre fez shows para políticos, agora há um projeto no sentido de proibir showmícios. O que você acha disso?
  
Leonardo - Fiquei triste demais. Ia ganhar um dinheirinho e agora me lasquei. Fazia e faço shows para políticos se puder.
  
   ÉPOCA - Teve uma polêmica há alguns anos quando você em uma eleição fez campanha para um candidato e na eleição seguinte fez campanha para o concorrente dele. Você ficou ofendido quando te chamaram de vira-casaca?
  
Leonardo - Eu não mudei de lado, eles que mudaram. Eu sempre sou governo, não mudo, quem muda são eles.
  
   ÉPOCA - E por que você não foi naquele show da CUT na comemoração do Dia do Trabalho?
 
  Leonardo - Falei que não ia e eles anunciaram que eu ia. Eu insisti falando que não iria e eles continuaram anunciando. Falei que não iria e não fui. Falei que não ia! Se eu falar que eu vou, eu vou.
  
   ÉPOCA - Você faz em média 12 shows por mês, se quisesse poderia fazer muito mais. Por que você limita o número de shows?
  
Leonardo - Dez, doze tá bom, tem que segurar um pouco se não você trabalha muito, já estou com 20 anos de carreira. Mas mudei de gravadora, agora estou na Universal e cheio de pique para trabalhar.
  
  

   Fonte: revistaepoca.globo.com
   GUILHERME RAVACHE

 

05/06/2006

“Charme com Adriane Galisteu” anima a sua tarde, de segunda a sexta, às 17h15m

 

Confira uma entrevista exclusiva com o sertanejo Leonardo, que está lançando um novo disco.

 

05/06/2006

Saudades do Leonardo? Pois se preparem, além de estar tocando em todas as rádios do Brasil a música "Latinha na Mão", Leonardo se apresenta no Programa do Faustão no dia 11 de Junho. E tem mais: Ele participa dia 12 da gravação do programa da Hebe Camargo que irá ao ar no dia 19 de Junho.

 

 

06/06/2006

LEONARDO E O “BARRA DA SAIA”

Recebo um telefonema de São Paulo do meu amigo Augusto Cano convidando-me para criar e dirigir o Show do Leonardo, que seria apresentado no Olympia.                            

Feliz da vida pego o rumo de Sampa e vou direto ao encontro de Leonardo, um dos maiores amigos que eu tenho.

A nossa amizade vem da época que eu dirigi o Especial Amigos para o final de ano da TV Globo. Leandro e eu tínhamos a mesma afinidade, mas o lado profissional era mais forte.

Já Leonardo era um relacionamento sacana, cafajeste, putanheiro, e brincávamos o tempo todo.

Repetindo o que já escrevi aqui na minha coluna, eu ouvi do Leonardo, a caminho de Campinas, o seguinte elogio:

– Nettinho, eu nunca vi uma pessoa tão parecida comigo... Eu te adoro cara...

E é ai que começa a história desta semana.

Entro no palco do Olympia no primeiro dia de ensaio; a orquestra na posição e as vocalistas na frente de seus microfones.

Leonardo passa a primeira música com as paradas para correções do maestro.

Depois de algum tempo, eu vou no ouvido do Leonardo que estava muito feliz com o trabalho, e falo:

– Zóio de Frango... As suas vocalistas são lindas né? Cada uma mais bonita que a outra... Adorei aquela da blusa amarela...

[Até hoje ela não sabe que foi a minha escolhida]

Segundo dia de ensaio, Leonardo estava com a corda toda de felicidade.

Eu no meio do palco olhando a iluminação, Leonardo me segura pelas costas e fica me tirando um “sarro”, morrendo de rir...
Como não sou “mordido de cobra”, fiquei na minha rindo muito...

As meninas rindo e fuxicando...Minutos depois...

Lá vem o cara novamente e me passa a mão na bunda...
E sai andando...

Assim foi o tempo todo me sacaneando...

Dia do Show

Chegamos cedo para o ensaio geral. Leonardo, ao entrar no palco, veio na minha direção, tira o chapéu de “Cow-boy” que ele me deu, um caríssimo 100X – Stetson, registrado, preto, joga no chão e segura a minha cabeça e fica me “zuando”, dando beijos e cheiros.

As meninas do vocal morrendo de rir, nesta altura eu já estava de “viadinho” na história.
 
Elas eram integrantes do conjunto “Barra da Saia”, um quarteto maravilhoso, afinadíssimo, instrumentistas de primeira, eu já não sabia o que elas poderiam estar imaginando...Riam muito...

Fernanda [Violino]
Adriana Sanchez [ Acordeon - Teclado - Voz]
Adriana Farias [Viola-Violão-Voz]
Júlia [Contra-Baixo]

E eu na minha paquera discreta com a moça de blusa amarela.

Terminei o ensaio três horas antes do Show para Leonardo descansar.

Sai caminhando pelo Olympia e fui para o meu camarim no segundo andar.
 
No corredor tinha uma porta aberta e ouvi um dedilhado muito bonito...Entrei, era uma das vocalistas, Adriana, que estava dedilhando o seu violão.

Sentei e fiquei ouvindo a moça tocar...

Começamos a conversar e ela perguntou:

– Você é muito amigo do Leonardo, não é?

Sorrindo respondi que sim...

– Deu para perceber o carinho que ele tem por você... [RINDO]

Falei da nossa amizade que eu sentia por morar tão longe, que morava no Rio...

Somente ai a moça perguntou o que eu fazia, pois andava sempre “Traiado” vestido de “Cow-boy”, botas longas, cinto de fivelão, chapéu...Se eu era fazendeiro...

Percebi que a moça não sabia nada a meu respeito e respondi sorrindo a pergunta:
– Sou o diretor do show...O meu nome é Paulo Netto...

Ela levou um susto: – O Diretor? O Paulo Netto? Eu vi o seu nome na entrada do Olympia...
Levantou correndo e chamou o resto do grupo que estava no camarim ao lado.

Morreram de rir por eu ser tão calmo, tranqüilo e discreto...
Que o Leonardo judiava muito de mim...
Neste dia nasceu outra grande amizade...
Apaixonei-me por todas as integrantes...

A de blusa amarela quando eu vi de perto, deve ter percebido que eu estava encantado, mas fiquei na minha, como estou até hoje.

Ganhei um CD do grupo que eu ouvi em casa. Bom demais...
Virou meu CD de cabeceira.

Vou para São Paulo dirigir os meus amigos Chitãozinho&Xororó no programa Raízes do Campo.
Primeira coisa que faço: mando chamar as minhas meninas do Barra da Saia.

Sete meses depois, termina a minha participação no Raízes e monto o Terra Sertaneja, com apresentação do Sergio Reis, outro grande amigo meu.

Chamo o Barra da Saia...
O auditório vibra com a apresentação das meninas...Audiência no horário garantida...Muita animação...Sérgio Reis vem para o palco e canta e dança com elas...
As meninas são maravilhosas...


Sabem dominar um palco, charmosas, afinadas, simpáticas...
Lutam como todos os artistas do mundo sertanejo por uma colocação mais confortável no mercado de trabalho...
È um gênero que jamais vai morrer pelas origens do estilo...
Mas que tem altos e baixos pela falta de programas...
Mas a hora chega... É um público certo...
Público que gosta de um “Boi Bandido”...

Olha, gente, vale a pena ouvir estas moças...
Está vindo aí um novo CD...Aguardem...
O meu sonho é dirigir um show delas...

E quem quiser saber qual delas é a moça da “blusa amarela”...

O telefone de contato para show é: 11-38739169

 

 

08/06/2006

Leonardo no Faustão!!!

 

Leonardo – Pouco antes da Copa de 98, Leonardo foi forçado a se enveredar pela carreira solo. Trabalho difícil no começo. Leandro, seu parceiro de toda a vida, fazia muita falta. Depois de um período de reavaliação, Leonardo decidiu continuar sua carreira, lembrando sempre de que este seria o desejo de seu irmão.

O tempo passou e Leonardo acabou dando a volta por cima. O cantor é hoje um dos maiores sucessos nacionais de todos os tempos com milhares de discos vendidos. Quem já não se identificou com alguma canção romântica dele? Pois é! Vai arriscar perder?

Confira dia 11/06 TV GLOBO

 

 

13/06/2006

Léo pop?
 

Cada vez mais urbano, Leonardo lança álbum que traz hits românticos, com pitadas de pop-rock

Por Humberto Baraldi

http://guiadasemana.uol.com.br/noticias.asp?ID=14&cd_news=15849
 

Divulgação


Proveniente lá das bandas de Goiás, um tal Emival Eterno Costa chegou de mansinho com seu estilo caipira de ser e logo conquistou uma legião de fãs com a sua música "romântica", estilo que ele mesmo define, apesar de muita gente considerá-la como melodia breganeja, ou seja, um mix de brega com sertaneja. A voz rouca e o jeitão carismático, que chega a enlouquecer algumas mulheres, passaram a ser conhecidos por todo o país. O tal rapaz de nome estranho, adotou o pseudônimo Leonardo, fez muito sucesso dividindo o palco com Leandro, e após a morte repentina do irmão, investiu em uma carreira solo. De gravadora nova, hoje, o goiano lança mais um álbum, desta vez com faixas inéditas, e revela não saber que rótulo dar às canções. "Acho que são hits que falam de amor. Na verdade não sei que p... de estilo é esse. Quero que faça sucesso, uai!", brinca o artista, em uma animada coletiva de imprensa para divulgar De corpo e Alma, seu novo trabalho.

Apesar das novas fotos de divulgação serem inspiradas no movimento violão nas costas, usado pelo famoso cantor country Johnny Cash, o CD, primeiro produzido pela Universal Music, não traz composições que seguem o tal ritmo do artista norte-americano. Na realidade, o produto resgata o clima alegre e brejeiro dos tempos da dupla Leandro & Leonardo, e traz também baladas do pop-rock. "Nos últimos dois discos, fiz regravações. Desta vez, queria algo novo, então optei por um de inéditas e resolvi ainda mudar de gravadora. A antiga não estava me dando a atenção necessária", comenta Leonardo.

A canção candidata a sucesso instantâneo é De Latinha na Mão, ainda mais por contar com a presença de Zeca Pagodinho. "Eri Johnson estava em uma festa na minha casa, ouviu a tal música e sugeriu para eu fazer uma parceria com o Zeca. Achei que o cantor não fosse aceitar". Passado alguns dias, o sambista e Léo se encontraram nos bastidores do Domingão do Faustão (TV Globo) e o convite foi aceito. "Essa foi a melhor experiência musical que tive. Nunca bebi tanta cerveja em uma gravação", conta, entre gargalhadas, o sertanejo.



Com uma tiragem de 200 mil exemplares, o novo trabalho traz ainda versões de músicas cantadas originalmente em espanhol, como Talvez, sucesso de Ricky Martin, e De Corpo e Alma, hit que dá nome ao disco. Para a escolha do repertório, que conta com 14 melodias e uma faixa bônus (Sinhá Moça, tema da novela da TV Globo), Leonardo teve que ouvir mais de 1000 músicas, um trabalho que levou dois anos. "A escolha sempre é muito difícil. Mesmo com o disco pronto eu tiraria umas cinco canções. Só não falo quais", zomba.

Acompanhando o CD vem também o DVD Leonardo Ao Vivo. No vídeo, o goaiano aparece em estúdio, rodeado por algumas fãs, cantando as novas faixas. "Na gravação, eu ainda não sabia todas as letras. Lia tudo em um telão. Foi muito divertido". Nos extras há ainda o clipe De Latinha na Mão, gravado com Zeca Pagodinho. Nesta parte, os amantes de uma boa cerveja gelada, vão ficar com água na boca, com tantas aparições da bebida.



De bem com a vida e feliz por esta nova fase, Leonardo revela aos jornalistas uma outra paixão: a política. "Penso um dia em me candidatar a governador de Goiás". Se depender da quantidade de fãs que ele tem no estado, o cantor até pode chegar lá.

Um dos maiores sonhos de Léo é cantar em cima de um trio elétrico, no carnaval de Salvador. "Ivete (Sangalo) e Bel Marques (Chiclete com Banana) já me chamaram várias vezes para participar da festa. Eu estou criando coragem. Quem sabe o ano que vem não vou para lá!?". Agora, o cantor está mais preocupado com De Corpo e Alma e já começa a preparar a nova turnê que começa em novembro. O disco já está à venda nas principais lojas do país.

Nascido em Goianápolis, Goiás, Emival tornou-se Leonardo em 1981, quando ele e o irmão José Luis Costa, o Leandro, decidiram tentar uma carreira artística. A dupla desfez-se 17 anos depois, com a morte de Leandro, vítima de câncer, em 23 de junho de 1998.




Após algumas ações em homenagem ao irmão, Leonardo lançou o CD Tempo (1999), o primeiro em que ele foge do rótulo sertanejo, apresentando um trabalho neo-romântico, com baladas e a regravação de 120.150. 200 Km por hora, de Roberto Carlos. O disco incluía também uma música em homenagem a Leandro. O lançamento do álbum foi um marco em sua carreira. A partir dele, Léo deu cara nova ao visual e tornou-se mais urbano.

 

14/06/2006

Cantor Leonardo comemora o lançamento de seu novo CD
 
Leonardo está em festa! Sabem por quê? É que em com apenas uma semana de lançamento do seu mais novo CD, intitulado como "De Corpo e Alma", o disco já emplacou como o quarto CD mais vendido do país. Não preciso nem comentar o quando Leonardo está animado com a novidade, né?

Fonte: Leão Lobo

 

16/06/2006

Repúdio
Movimento GLS critica Leonardo

Associação de Gays, Lésbicas e Transgêneros de Goiás diz que declaração de cantor sertanejo, feita no domingo, é homofóbica

     
 
Juliana Luiza
Da editoria de Cidades


A opinião emitida pelo cantor goiano Leonardo no programa de auditório da TV Globo Domingão do Faustão, no último dia 11, está provocando protestos de ativistas do movimento homossexual de todo o País. De acordo com o presidente da Associação Goiana de Gays, Lésbicas e Transgêneros (AGLT), Léo Mendes, Leonardo disse que um homem que fica com outro na cama deve levar “uma pisa” [apanhar, “levar um couro”].

Segundo Léo, a afirmação do cantor foi feita após uma fã ter revelado que o fato ocorreu com o noivo e, em seguida, perguntado a ele o que faria se estivesse no lugar dela. Em repúdio à resposta de Leonardo, considerada homofóbica, a AGLT enviou, na última segunda-feira, dia 12, uma carta à produção do Domingão do Faustão.

A organização quer que o antropólogo, historiador e ativista Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB) vá ao programa para que possa defender a diversidade sexual e o respeito aos gays, especialmente aos que assistem ao Faustão. Luiz é conhecido por todo o Brasil por suas contribuições em estudos na área de homossexualidade. Seu nome é conhecido por estudiosos e citado em obras estrangeiras em vários países.

Na carta, a AGLT manifesta indignação por estar “ciente da abrangência nacional do programa do Faustão” e “a responsabilidade social de um programa como este”. Até ontem, a Globo não respondeu o comunicado.

Boicote – A AGLT soube do ocorrido no mesmo dia em que enviou a carta, por meio de denúncia recebida por Rafael Carvalho, presidente da ONG baiana Glich (Grupo Liberdade e Cidadania Homossexual). Desde então, a associação tem incentivado a comunidade homossexual a deixar de comprar CDs, DVDs e ir aos shows do cantor.

“Nossa campanha pelo respeito e direitos humanos de todas as pessoas passa pelo compromisso ético de cada formador de opinião deste País no respeito à dignidade e à vida dos seres humanos. A AGLT não deixará de medir esforços para levar ao conhecimento dos gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros, seus familiares e amigos, o pedido para que engrossem a legião daqueles que perderam o encanto com o cantor Leonardo”, afirma a entidade no comunicado.

“Pisaço” – De acordo com Léo Mendes, a AGLT prepara para o dia 28, Dia do Orgulho Gay, uma manifestação contra o cantor na Praça do Bandeirante, no Centro de Goiânia, às 10 horas. Na ocasião, ONGs promoverão um “pisaço” sobre dez CDs de Leonardo e, ao mesmo tempo, vão atirar tomates na foto do artista, em referência à antiga profissão dele antes de se tornar famoso. “Isto se ele não se retratar publicamente até lá”, explica o presidente.

A assessoria de imprensa de Leonardo disse que não seria possível encontrá-lo ontem porque ele estaria “num lugar onde não pega celular”. Adiantou que “tudo não passou de brincadeira”. “Leonardo é muito brincalhão e não fez nada por maldade. Ele tem muito respeito ao ser humano e jamais faria ofensa a qualquer um, independente da opção sexual, idade ou religião”, acrescentou a assessoria.
 
 

CAPA
De alma lavada
O cantor Leonardo lançou nesta semana seu novo disco, recheado de músicas inéditas. "De Corpo e Alma" mostra um Leonardo mais leve, alegre e cheio de disposição. O Buchicho esteve na coletiva de imprensa do lançamento do disco, em São Paulo, conta tudo o que rolou por lá e ainda traz um pôster exclusivo autografado

Paula Lima
Enviada a São Paulo

 

03/06/2006 19:14

Depois de dois discos gravados com antigos sucessos, Leonardo volta com força total às rádios e às prateleiras das lojas de discos. E o melhor de tudo: com um disco de inéditas que traz a mesma alegria dos tempos da dupla Leandro e Leonardo. O novo disco "De Corpo e Alma" traz até uma música baiana "Náufrago Ilhado" e, ainda o vaneirão que já é sucesso ôDe Latinha na Mão®, em que o cantor faz um dueto com Zeca Pagodinho. O CD chegou essa semana às lojas nas versões CD simples e CD e DVD.

Na última terça-feira em São Paulo, Leonardo fez uma coletiva de imprensa, depois de sete anos sem dar muita atenção à imprensa. Desde o momento que aparece no salão do Hotel Unique até a hora de ir embora, Leonardo não desfaz o sorriso, diz saber da presença do irmão. Leandro, ali e não perde a chance de dar palhinhas mesmo quando fala de músicas antigas como "Entre Tapas e Beijos".

Brincalhão e extrovertido, Leonardo parece mesmo estar de bem com a vida. O Buchicho conta para você tudo o que ele falou na coletiva e ainda traz um pôster autografado pelo cantor, que mesmo longe das TVs nunca deixou de ter sua fiel legião de fãs e fazer parte da história de muitos brasileiros.


Pergunta – Demorou muito tempo para você lançar um disco de inéditas, e esse trabalho promete ser uma volta às suas origens. Como você explica isso?
Leonardo – Nos últimos dois anos eu lancei dois discos de regravações de grandes sucessos e, durante esse tempo eu pude refletir sobre meu trabalho, mas não fiz esse disco com o propósito de voltar às origens. Quando o disco ficou pronto foi que algumas pessoas vieram falar que o disco voltava à época da dupla Leandro e Leonardo. Mas ontem que eu fui ver isso. Eu já vinha trabalhando com a música romântica e agora tem esse golaço aí que é a música da latinha (De latinha na mão). Mas dizer que é um trabalho parecido com o da dupla, isso vou deixar para quem quiser achar que seja.

Pergunta – Como foi que aconteceu essa parceria com o Zeca Pagodinho, na música De Latinha na Mão?
Leonardo – Eu sempre gostei muito do trabalho do Zeca, e aí no final do ano passado o Eri Johnson foi passar o Natal na minha casa e eu cantei o refrão da música pra ele ouvir, aí ele disse: "Por que você não chama o Zeca Pagodinho para gravar com você?". E teve um dia que eu fui gravar a novela América, o Zeca, eu e o Eri saímos depois para uma cervejaria, engatamos numa cervejinha e o Eri falou com o Zeca que eu tinha uma música para gravar com ele e ele disse: Beleza! Eu achei que era conversa de bar, mas, no dia seguinte, reforçamos o convite e ele aceitou, fizemos uma gravação ótima. No dia ele chegou lá com um cajá manga e uma cachaça! (risos) Eu disse: esse é que é parceiro bom! ( risos).

Pergunta – Conta essa história da gravação?
Leonardo – Ah, rolou muito legal, o pessoal da rádio gostou muito da música, eu tô feliz demais. E a hora de tocar a música nas rádios é de tardezinha e no começo da noite, a hora que as pessoas estão com a latinha na mão mesmo (risos). Na gravação do DVD o Zeca não largava a dele (risos).

Pergunta – E você acompanhava, estava com sua latinha na mão também?
Leonardo – Mas claro! Não sou de largar o outro de arribada não! (risos) Eu não sei nem dizer quantas a gente tomou, mas o Zeca ia pedindo e eu ia acompanhando. Acabou a gravação e a gente continuou (risos) Foi a melhor parceria que fiz até hoje. (risos).

Pergunta – Você chegou mais perto do sertanejo, nesse novo trabalho. É uma volta ao gênero?
Leonardo – Uai, depois que eu fiquei sozinho (sem o irmão Leandro), tomei cuidado para o pessoal não dizer que eu estava fugindo do sertanejo. Mas você acaba modernizando, chega na gravadora e tem um teclado novo, uma guitarra e a música vira um pop-romântico, mas não sei explicar essas coisas não (risos). Neste disco tive a felicidade de gravar uma música guarânia (música típica do Paraguai, bem lenta), mas o papo é moderno, a letra fala de amor. Mas também Leandro e Leonardo nunca foi uma dupla caipira não. Eu adoro o gênero, compro todos os discos. Mas a primeira música que gravamos foi "Entre Tapas e Beijos", que não é sertaneja. Aí logo depois veio "Vou Chorar", que um amigo passou lá na minha casa em Goiânia e disse: Olha a música que eu vou levar para o Fábio Jr. gravar. Eu disse: que Fábio Jr. o que! Me dá ela pra mim (risos), assim foi também com "Solidão" que o Zezé de Camargo ia dar para o Amado Batista e eu pedi primeiro. E ainda tenho projetos de lançar um disco com músicas de raiz.

Pergunta – Você diz estar numa nova fase, que é diferente do romantismo que você estava cantando nos discos anteriores. Qual música representa esse novo trabalho?
Leonardo – Quando o disco ficou pronto a gente pensou em qual música iria trabalhar, e já decidiu que era "De Latinha Na Mão". Porque quando chegasse na rádio já ia mostrar que era uma coisa nova. É como um Vaneirão, que em São Paulo parece com axé, mas o que eu quero é me achar ( risos). Me salvar porque o trem tá difícil viu gente (risos).

Pergunta – Mas você está mais para romântico ou para animado?
Leonardo – Depende. Você fala para essa noite? (risos).

Pergunta – Como foi feita a seleção das músicas. Você começou com 300 selecionadas, então como chegou ao resultado final, você participa de todo o processo?
Leonardo – Eu participo de 100% do processo. Eu e minha equipe ouvimos mais de mil músicas, mas também só escuto até a metade. Porque música tem que ter começo, meio e fim, e quando toca na rádio se for ruim a pessoa muda logo de estação. Mas também não sou sabedor da verdade e daí você acaba chegando e pede opinião dos amigos e fecha o repertório, mas sempre dá vontade de mudar.

Pergunta – Você mudaria alguma no disco já pronto?
Leonardo – Desse aí eu tiraria umas cinco, mas não digo quais senão você acaba comigo. Os compositores já receberam dinheiro, já gastaram e tudo (risos). Não conto de jeito nenhum. ( risos).

Pergunta – Você deixou de lado o repertório antigo e resolveu mandar as inéditas agora. Cansou das velhas músicas?
Leonardo – A idéia de regravar grandes sucessos na verdade nasceu de uma idéia que eu tinha de gravar boleros. Mas aí a minha gravadora na época, a BMG, disse que não era todo mundo que gostava de bolero, então preferimos gravar os hits dos anos 80, foi fácil escolher as músicas, até porque a maioria são canções bonitas. E o disco foi super bem aceito. Agora o segundo disco foi mais difícil, mas também tinha um grande repertório. Para fazer um terceiro disco de regravações já não daria certo. E estava com saudades de gravar disco de inéditas. Nos shows o pessoal sempre pedia os hits mais dançantes também e essas regravações foram de músicas românticas.

Pergunta – E como vai ser o novo show?
Leonardo – Ainda não sei. É ano de Copa do Mundo, e de eleição também, por isso não sei nem se vou poder cantar (risos). Mas vamos chamar um diretor de nome aí para fazer o show que em novembro vamos sair em turnê. Mas antes disso, vou subir para o Nordeste no São João, adoro aquilo lá. Mas já estou ansioso, para ver a reação dos fãs com o novo trabalho e, quero saber o que a imprensa vai achar também.

Pergunta – Você fica muito nervoso em relação a isso?
Leonardo – Rapaz, deixa a gente sem dormir (risos), mas soube agora que a tiragem inicial é de 200 mil cópias, então vou dormir tranqüilo essa noite. (risos).

Pergunta – O disco é bem alegre e para cima. Reflete seu momento de felicidade?
Leonardo – Como dizem por aí: Nada se cria tudo se copia. O povo gosta de ouvir músicas para frente, até gosta de romantismo, mas para você ver: até hoje nos shows me pedem "Paz na Cama" e "Rodeio". Então a gente vai colocando coisas dançantes. E claro que eu to feliz (risos) bem casado (risos).

Pergunta – Os programadores de rádio têm um certo preconceito com a música sertaneja. Você acha que vão ter preconceito com a parceria que você fez com o Zeca Pagodinho?
Leonardo – Espero que não. Sei que existem lugares que tocam Zeca, mas não tocam Leonardo. No Rio de Janeiro acredito que a parceria vai trazer uma abertura maior para mim, mas lá também tem gente que é apaixonada por música sertaneja.

Pergunta – Nesse ano de eleição, você pretende se engajar em algum partido?
Leonardo – Posso até me engajar, mas se for no partido das mulheres (risos). E também ainda penso em me candidatar a governador de Goiás (risos). Porque se for para perder é melhor perder num trem grande (risos).

Pergunta – Você gravou uma música baiana no disco. Tem muita vontade de tocar num trio elétrico no Carnaval de Salvador?
Leonardo – Eu estou criando coragem de ir lá. (risos). Garanto que ano que vem eu vou! Eu adoro aquilo lá, Ivete, Timbalada, só não levanta naquela festa quem está morto e o Brasil inteiro ama. A música baiana eu tenho vontade de gravar desde o sucesso de "Cumadi e Cumpadi", estou sempre procurando algo parecido. Mas não é só o baiano que eu tento copiar não, o vaneirão do gaúcho eu também copio. (risos).

Pergunta – Todas as músicas refletem um pouco da sua personalidade?
Leonardo – Não, nenhuma delas, quer dizer só a "De Latinha na Mão"(risos).

Pergunta – Você prefere fazer shows em rodeios ou em casas de shows fechadas?
Leonardo – Em rodeio eu estou mais em casa, tenho menos preocupação. Você entra mais tranqüilo no palco, quem abre o show são outros grupos sertanejos, a gente está em casa. E a festa de rodeio é que anima a gente, que dá mais vida ao nosso trabalho.

Pergunta – Quase oito anos depois da morte do Leandro, seu irmão, a presença dele ainda é muito forte na sua carreira?
Leonardo – Tudo o que eu vou fazer, peço proteção a ele. Um amigo meu até disse para eu parar de pedir às coisas para o Leandro, porque eu pedindo ele não descansa em paz. Mas eu não vou cumprir isso não (risos). Tenho certeza que tem a presença dele em tudo o que faço, e aqui agora também.

Pergunta - Você esteve distante da mídia mesmo com o lançamento dos discos de regravações. Agora você vai voltar aos programas de TV e aos jornais?
Leonardo – Agora eu estou em uma nova fase da minha carreira, há sete anos que eu não fazia uma coletiva de imprensa. Com a gravadora nova muita coisa vai mudar, vamos atender todo mundo agora. Antes também eu andava com uma preguiça (risos). O povo vinha dizer: "Vamos fazer televisão", e eu dizia: Não! Eu tô doido, não quero não, mas era preguiça mesmo (risos). Mas agora quero trabalhar, vocês vão é enjoar de mim (risos).

Serviço: Leonardo – De Corpo e Alma. CD + DVD: R$ 40 e CD simples : R$ 30.


Confira a letra da canção que já estourou nas rádios de todo o País e que marca o primeiro dueto de Leonardo e Zeca Pagodinho:


De latinha na mão

Quem foi que disse
Que paixão não fere a alma
Que uma fera não se acalma
Nas garras de um grande amor
Desprevenido eu caí numa arapuca

Me deixou de calça curta
Essa paixão me dominou

Quem foi que disse
Que tem homem que não chora
Não conhece a minha história
E não sabe o que é sofrer
Depois que ela me deixou na solidão
Tô de latinha na mão
Tomando todas pra esquecer
Depois que ela me deixou na solidão
Tô de latinha na mão
Tomando todas pra esquecer

E pra sair da solidão
Latinha na mão, latinha na mão
Pra esquecer dessa paixão
Eu tô de latinha na mão
Se ela me disser que não
Latinha na mão, latinha na mão
Pra encontrar a solução
É só com latinha na mão

 

23/06/2006

DVD do programa Amigos

exibido de 95 a 98

  Cantor(es): Chitãozinho & Xororó, Leandro & Leonardo, Zezé Di Camargo & Luciano
   Participação especial de Daniel
  
   Após 11 anos de espera, a Som Livre e a Globo Marcas viabilizaram o primeiro DVD do programa AMIGOS.
  
   Este produto reúne os melhores momentos deste histórico programa que foi exibido nos anos de 95, 96, 97 e 98.
  
   São as estrelas do universo sertanejo em apresentações inesquecíveis eternizadas agora em DVD.
  
   Oportunidade de relembrar parcerias trocadas: os músicos cantam canções uns dos outros, todos cantam juntos - momentos que só um show ao vivo pode dar.
  
   Participação especial do cantor Daniel. Uma noite de muita emoção em 1998, cantando a saudade de Leandro, Os fãs vão delirar na entrevista com Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano e Leandro & Leonardo, superdescontraídos.
  
   Eles revelam os bastidores dos shows Amigos, contando as brincadeiras, a emoção ao lembrar do amigo Leandro, brincam com Leonardo, e muito mais.
 

Faixas DVD Amigos
 
 
   01. Disparada
   02. Fio De Cabelo
   03. É o Amor
   04. Temporal de Amor
   05. Evidências
   06. Páginas De Amigos
   07. Não Aprendi a Dizer Adeus
   08. Você Vai Ver
   09. Andança
   10. Pense Em Mim
   11. O Homem De Nazaré
   12. De Volta Pro Aconchego
   13. Canção Da América - Part. Esp. Daniel
   14. Canção Da Amizade
   15. Um Sonhador
   16. Casa Do Campo
   17. Eu Menti
   18. Entre Tapas e Beijos
   19. Nascemos Para Cantar
   20. Força Estranha
   21. Marcas Do Que Se Foi


 

24/06/2006

Após 5 anos, amigos sertanejos se reencontram para único show

  Eles fazem mistério, não querem dar detalhes, mas o martelo foi batido: dia 13 de julho, Leonardo, Zezé Di Camargo & Luciano e Chitãozinho & Xororó voltam ao palco para a única apresentação do show "Reencontro", que lembra bastante o programa "Amigos" (Globo), sucesso de público nos anos 90 (veja abaixo).
  
   O local também já foi definido: Villa Country, tradicional casa sertaneja de São Paulo, que já vende os 10 mil ingressos para o evento.
  
   A última apresentação de todos juntos foi em 2001, durante a Festa do Peão de Barretos. Em dezembro do ano passado, os amigos programaram apresentação em São Paulo, mas não conseguiram autorização para tocar no estádio do Pacaembu.
  
   Segundo Zezé, os artistas estão juntos sempre que podem, e se divertem muito, inclusive quando cantam juntos. Finalmente, cinco anos depois, o show "Reencontro" foi viabilizado. Que fique bem claro: não será mais um da série "Amigos", da Globo. Mas as semelhanças são muitas, com a diferença (talvez única) que, desta vez, a iniciativa partiu dos próprios artistas. Por enquanto, não foi fechado acordo para a transmissão com nenhuma TV.
  
   Ainda em fase de produção, o show começou a ser formatado na última terça-feira, quando os artistas e suas equipes se reuniram para acertar os primeiros detalhes. Quanto ao repertório, ainda fazem suspense. O que se sabe, com certeza, é que sucessos de todos eles não ficarão de fora.
  
   Como todos estarão com trabalhos recém-lançados --O CD de Zezé e Luciano têm lançamento previsto para julho, Chitão & Xororó e Leonardo lançaram álbuns nos meses passados-- algumas inéditas serão apresentadas. Também está decidido que serão só os cinco no palco, sem a presença de convidados especiais.
  
   Além de apresentações individuais, haverá momentos em que estarão todos juntos no palco e também "novas" duplas, como Xororó & Luciano e Zezé Di Camargo & Chitãozinho, entre outras possíveis combinações.
  
   Amigos tanto nos palcos quanto fora deles, é certo que o clima do reencontro será de festa.
  
   Confira a evolução do "Amigos" ao longo da carreira:
  
   Amigos (1996)
   Gravado em São Caetano do Sul com um público de cem mil pessoas, o especial de natal "Amigos" deu origem ao primeiro disco, que vendeu um milhão de cópias.
  
   Amigos 2 (1996)
   Gravado em Paulínia, interior de São Paulo, o segundo disco contou com a participação dos "amigos dos amigos" Gian & Giovani e João Paulo & Daniel.
  
   Amigos 3 (1997)
   Gravado em Belo Horizonte, o show teve a participação de Roberta Miranda, Fábio Júnior, Daniela Mercury e Daniel, já sem João Paulo.
  
   Amigos 99 (1999)
   Sem Leandro, este disco não obteve grandes vendas como os outros e voltou a ser gravado em seu lugar de origem: São Caetano do Sul. A partir deste disco, a Globo criou o programa semanal "Amigos & Amigos".
  
   Amigos 2001
   Os Amigos voltaram aos palcos para um show beneficente ao Hospital do Câncer de Barretos. Foi a última vez que eles tocaram juntos com o nome "Amigos", que pertence à Globo.
  
   Reencontro
   Quando: 13 de julho (quinta), a partir da meia-noite
   Onde: No Villa Country (av. Francisco Matarazzo, 774, Água Branca, tel. 0/xx/11 3868-5858)
   Quanto: R$ 30 (ingressos antecipados)

 

fonte : kamymusic.com.br

27/06/2006

Dia 13 tem show *Reencontro* na Villa Country

 

  No dia 13 de julho acontecerá no Villa Country em São Paulo o show  "Reencontro" com Chitão, Xororó, Zezé, Luciano e Leonardo.
  
   Ingressos já a venda no Villa.

Fonte: www.kamymusic.com.br

 

28/06/2006

Protestos marcam Dia do Orgulho Gay

Entidade promete quebrar CDs e DVDs do cantor Leonardo hoje na Praça do Bandeirante. O desfile sai domingo do Bosque Botafogo

     
 
Camila Blumenschein
Da editoria de Cidades


Iniciam-se hoje em Goiânia, Dia Nacional do Orgulho Gay e da Consciência Homossexual, movimentos organizados pela AGLT (Associação de Gays, Lésbicas e Transgêneros) que têm o intuito de reagir à violência e discriminação a que esse grupo afirma ser submetido. Está marcado para hoje, às 10 horas, na Praça do Bandeirante (Centro) o movimento onde gays, lésbicas e simpatizantes pretendem destruir CDs e DVDs do cantor Leonardo em protesto a uma declaração dada por ele na televisão, considerada homofóbica. A polêmica declaração foi dada após Leonardo ser indagado sobre a reação de uma mulher ao flagrar o parceiro com outro homem. O sertanejo respondeu que ele deveria levar uma “pisa”.

No domingo, 2, a partir das 12 horas, no Bosque Botafogo (em frente ao Mutirama) será realizada a Parada Gay de Goiânia, que por meio de discursos, desfiles e apresentações irá desenvolver o tema “Brasil sem Homofobia”.

Segundo levantamento da ONG Grupo Gay da Bahia (GGB) o número de crimes de homofobia tem aumentado muito nos últimos anos. Nos últimos 25 anos foram contabilizados 2.600 assassinatos de gays, lésbicas e travestis no Brasil, resultado de mais cem ocorrências desse tipo por ano. Foram 169 mortes em 2004 contra 125 registradas em 2003. Goiás lidera o ranking de crimes dessa natureza da região Centro-Oeste e a segunda colocação nacional, atrás somente de Pernambuco.

Data – O Dia Nacional do Orgulho Gay foi criado no Brasil com o intuito de se associar oficialmente ao movimento iniciado em 28 de junho de 1969 em Nova York, quando gays, lésbicas e transgêneros sairam às ruas para reagir à violência e discriminação a que foram vítimas no bar gay conhecido como Stonewall. Foi a partir desse dia que surgiram as paradas do orgulho GLBT.

 
 

28/06/2006

 
Apoio a Leonardo
 
     
 

Como leitor assíduo deste conceituado jornal, fiquei indignado ao ler a matéria que tratava do assunto sobre a reunião dos GLTS, que iriam quebrar todos os CDs E DVDs do cantor Leonardo na Praça do Bandeirante, após sua declaração no Programa do Faustão. O cantor toda vida foi e sempre será um brincalhão, gente boa toda vida, e ama as coisas de Goiás, e, ao fazer tal declaração, ele está corretíssimo, pois, no meu entendimento, os gays extrapolam e querem respeito. Quando quer seduzir um homem e não são correspondidos, eles quase os agride, falando palavrões onde quer que estejam. Não respeitam ninguém. Portanto, eles, em vez de quebrar os CDs e DVDs, devem é tomar vergonha e procurar rumo em suas vidas.
Carlos Roberto da Silva, via e-mail
 


30/06/2006
Cantor Leonardo descansa em João Pessoa

Minha pulguinha hoteleira veio me contar que viu o
cantor Leonardo num hotel neste final de semana na
praia de Tambaú, em João Pessoa (PB). O local é um dos
cartões portais da cidade. O curioso, segundo minha
pulga, é que parece que o artista não tinha
apresentação na região naqueles dias. Fiquei sabendo
que ele queria apenas descansar mesmo. Tá certo!
 

fonte: Portal Leão Lobo

30/06/2006

Estrelas do sertanejo resgatam parceria de *Amigos*

  Mais de dez anos depois de sua primeira reunião nos palcos com o especial de TV Amigos, da Globo, os sertanejos Chitãozinho & Xororó, Zezé di Camargo & Luciano e Leonardo vão se apresentar juntos novamente no show Reencontro.
  
   Com um integrante a menos da formação original dos "Amigos", já que Leandro morreu de câncer em 1998, os músicos mudaram o nome da reunião.
  
   A primeira vez que os ídolos dividiram o mesmo palco foi em 1995, em São Caetano do Sul. O show atraiu cerca de 100 mil pessoas e foi transmitido pela emissora carioca. A reunião se repetiria ainda mais duas vezes.
  
   A apresentação está marcada para o dia 13 de julho, no Villa Country, na cidade de São Paulo.
   Os ingressos antecipados custam R$ 30.


 Fonte: www.kamymusic.com.br

 

 

 

 

 
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