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Estes animais pertencem ao mesmo grupo que os c�es, sendo que diferem a partir da fam�lia. S�o vertebrados (filo Chordata), da classe Mammalia, subclasse Theria, infraclasse Eutheria, ordem Carn�vora, fam�lia Felidae.

Pertencem � esp�cie Felis catus e conhecidos como gatos dom�sticos. Segundo dados da National Geographic Society (1981), h� mais de trinta ra�as diferentes de gatos dom�sticos.

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Tamanho

 

O comprimento do corpo (exceto a cauda) mede aproximadamente 46 cm e a cauda 30 cm, embora existam relatos de um macho selvagem com 52,2 cm de comprimento do corpo e 26,9 cm de cauda e uma f�mea de 47,8 cm de comprimento do corpo e 25,2 cm de cauda, ambos achados na Ilha Macquarie, no sul da Austr�lia.

 

Cor 

 

A colora��o varia muito tanto do macho para a f�mea como de ra�a para ra�a. O tamanho dos p�los tamb�m � uma caracter�stica da ra�a. H� relativamente poucos estudos a respeito da esp�cie, apesar da conviv�ncia junto dos seres humanos.

 

Hist�rico

 

Atualmente s�o encontrados em, praticamente, todo o mundo gra�as a domestica��o pelo homem. H� evid�ncias de que os gatos dom�sticos s�o descendentes dos gatos selvagens da �frica e do extremo Sudoeste da �sia. Nos dias de hoje, ainda podemos encontrar popula��es de gatos selvagens, mas muitas delas s�o de gatos dom�sticos que fugiram ou nasceram longe do conv�vio humano.  

S�o animais carn�voros, mas como outros animais dom�stico, alimentam-se de toda a sorte de alimentos que podem encontrar. Os gatos selvagens, costumam alimentar-se de coelhos, ratos, camundongos, p�ssaros e carni�a.

H� relatos de que apareceram em cidades (antes da domestica��o) h� mais de sete mil anos atr�s. A atual domestica��o ocorreu no Egito por volta de quatro mil anos atr�s. Foram introduzidos na Europa por volta de dois mil anos atr�s e da� se erradicaram para o resto do mundo. A domestica��o, ao que tudo indica, teve uma base religiosa. 

O gato era um objeto de culto adorador no Egito antigo, onde a cidade de Bubastis, era dedicada para sua adora��o. Os seguidores de Bast, a deusa do prazer, colocavam estatuetas de gatos em santu�rios e mumificavam cuidadosamente o corpo de centenas de milh�es de gatos. Embora tenha sido objeto de adora��o algumas vezes, tem sido tamb�m associado com o mal. 

Algumas culturas afirmam que os gatos t�m sete ou nove vidas, mas essa afirma��o est� relacionada apenas com o fato de que estes animais podem cair em p� se eventualmente despencam de uma determinada altura. Na verdade podem cair em p� v�rias vezes ao longo de sua vida, pois o ato de cair em p� � uma adapta��o para o h�bito de ca�ador de espreita (ou de espera), pois quando o animal se atira contra a presa pode se desequilibrar e cair e, portanto, desenvolveu essa t�cnica ao longo da evolu��o. Outra supersti��o muito conhecida � o fato de cruzar com um gato preto trazer m� sorte. � uma afirma��o infundada, j� que a colora��o da pelagem � um fator gen�tico e a m� sorte n�o.  

 

Vida

 

O gato dom�stico � basicamente solit�rio, mas indiv�duos em uma dada �rea apresentam uma organiza��o social e uma hierarquia. Um macho recentemente introduzido na �rea, normalmente, tem de passar por uma s�rie de brigas antes de se estabelecer em uma posi��o em rela��o aos outros machos. Machos e f�meas, algumas vezes agrupam-se dentro poucos metros uns dos outros, aparentemente sem hostilidade. A f�mea entra no cio duas vezes por ano. Elas podem se acasalar com mais de um macho por esta��o e, se a ninhada � perdida, elas logo entram no cio novamente. O per�odo de gesta��o � de, aproximadamente, sessenta e cinco dias. Geralmente, nascem quatro jovens, mas o n�mero de nascidos pode variar de um a oito. 

Os gatinhos abrem os olhos entre os nove e vinte dias de idade, desmamam ap�s oito semanas e tornam-se independentes ap�s seis meses.  

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