M�sica Cl�ssica

1750-1810

 

Caracter�sticas: prioridade de composi��es para instrumentos, gra�a e beleza de linha mel�dica, tessitura mais leve, uso de piano, sonatas, sinfonia.

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Em m�sica o termo cl�ssico � empregado em dois sentidos diferentes: Cl�ssico com 'C' mai�sculo designa especificamente a m�sica composta entre 1750 e 1810, que inclui a m�sica de Haydn (1732-1809) e Mozart (1756-1791), bem como as composi��es de Beethoven (1770-1827) e J.C.Bach (1735-1782). Ou pode ser empregado genericamente quando utilizamos as express�es "m�sica cl�ssica" e "m�sica popular". Encontramos outros nomes como Gluck (1714-1787) e J.Stamitz (1717-1757).

Contudo, a passagem do Barroco ao Cl�ssico n�o se fez abruptamente. Bem antes da d�cada de 1730, j� havia sinais de mudan�as, de modo que, de fato, o estilo cl�ssico come�ou a desabrochar nos �ltimos anos do per�odo barroco. A tri-sonata barroca vai gradualmente sendo substitu�da pela sonata cl�ssica, e a a abertura italiana presente em diversas �peras barrocas come�a a transformar-se na sinfonia cl�ssica.

O estilo da primeira fase do per�odo cl�ssico � chamado estilo galante - um estilo am�vel, cort�s, que visava principalmente agradar o ouvinte. Posteriormente, � medida que o estilo cl�ssico foi amadurecendo, as composi��es passaram cada vez mais a enfatizar as caracter�sticas de gra�a e beleza de linha mel�dica e de forma (concep��o musical); propor��o e equil�brio, comedimento e dom�nio de linguagem.

A tessitura cl�ssica tende a ser mais leve, mais clara e menos complicada como a da m�sica barroca.

A orquestra, que come�ara a ganhar forma durante o per�odo barroco, est� agora em pleno desenvolvimento. No princ�pio, ainda conservava o cravo cont�nuo, principalmente para amarrar a tessitura. Com o tempo, por�m, o cont�nuo caiu em desuso e os compositores passaram a empregar instrumentos de sopro, especialmente as trompas para dar unidade � tessitura.

A orquestra no fim do s�culo XVIII continha:

1 ou 2 flautas
2 obo�s
2 clarinetas
2 fagotes
2 trompas
2 trompetes
2 t�mpanos
cordas (20 violinos divididos em primeiros e segundo; 8 violas; 6 violoncelos; 4 contrabaixos)

Durante o per�odo cl�ssico, pela primeira vez em toda a hist�ria da m�sica, as obras para instrumento passaram a ter mais import�ncia do que as composi��es de canto. Muitas obras foram ent�o escritas especialmente para pianoforte - em geral chamado piano para abreviar.

Hist�ria do piano

Provavelmente ele fora inventado em 1689, na It�lia, por Bartolomeo Cristofori, que por volta de 1700 j� havia conclu�do a fabrica��o de pelo menos um desses instrumentos. Ele o chamou de "gravicembalo col piano e forte", ou seja, "cravo com suave e forte". Enquanto no cravo as cordas s�o tangidas, no piano elas s�o batidas por martelos dando ao pianista a liberdade de produzir sons fortes ou suaves, e controlar o volume sonoro. Sons: legato (mel�dico e sustentado) e staccato (curto e destacado).

No final do s�culo XVIII o cravo j� havia ca�do em desuso amplamente substitu�do pelo piano.

Sonatas

Foi o nome dado pelos compositores cl�ssicos a uma obra em diversos movimentos para um dou dois instrumentos no m�ximo, por exemplo, para piano ou violino e piano.

 

 

 
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