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Escultura
� uma obra que resulta do exerc�cio da arte de esculpir.
Essa arte pode ser realizada atrav�s de cinzelamento e/ou
entalhamento de figuras ou ornamentos em alguma mat�ria dura,
como madeira e m�rmore. Uma escultura tamb�m pode ser criada a partir de
metais fundidos, soldados ou montados.
Do mesmo modo que a pintura , a
escultura � um produto de imagina��o do artista. Ao contr�rio de um quadro, que pode ser olhada de diversos �ngulos e tocada.
Lugares p�blicos,
como parques e pra�as, recebem esculturas para embelezar o ambiente e
torn�-lo mais interessante.
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Curiosidades |
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A hist�ria da constru��o de est�tuas
gigantescas e extensas, � digna de respeito, pois deixou-nos um registro
permanente de esfor�os do homem para se imortalizar ou para prestar
homenagem aos seus pa�s em edif�cios de pedra ou metal. |
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O Colosso de Rodes, com uma altura de 35m,
justamente considerado uma das 7 Maravilhas do Mundo Antigo, dominava
outrora a entrada do porto da ilha Graga de Rodes. |
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No ano 280AC o escultor Chares, um disc�pulo
de Lisipo, iniciou a constru��o de grande est�tua de bronze, que no alto
mar servia de guia � navega��o, conclu�da ao fim de 12
anos. |
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T�o gigantescas eram as propor��es do
colosso que os navios que entravam no porto ou dele sa�am passavam por
entre o arco formado pelas suas pernas. Tragicamente, a est�tua foi v�tima
do seu pr�prio tamanho. |
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Mas, por monumental que tenha sido a
estatu�ria erguida pelos Romanos e os outros povos antigos, as est�tuas de
maiores dimens�es de todos os tempos s�o atuais. |
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A Est�tua da Liberdade � oficialmente
chamada Liberdade Iluminando o Mundo � ergue-se nos acessos ao porto de
Nova Iorque. A est�tua apresenta galerias panor�micas no facho e na
cabe�a, a primeira das quais, no entanto, se encontra h� v�rios anos.
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A Torre
Eiffel foi oferecida aos Americanos em 1886 pelo
povo Franc�s, para comemorar o nascimento dos Estados Unidos e a amizade
entre os dois pa�ses. |
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Mas a est�tua mais alta do Mundo � outra
figura feminina, representando a Terra-M�e, que se ergue no monte Mamayev,
nos arredores de Volgrogado, na R�ssia. Executada em 1967 pelo escultor
Yevgeyi Vuchetich, com o objetivo de comemorar a Batalha de Estalinegrado,
mede 81m desde a base � extremidade da espada que aperta na m�o
direita. |
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O desejo de esculpir figuras em pedra,
inerente � natureza humana, remonta ao tempo do homem das cavernas. Mas
ningu�m expressou t�o convincentemente esse desejo como o escultor
americano Gutzon Borglum. |
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Em 1916, Borglum come�ou a esculpir uma
cabe�a gigantesca do general Robert E. Lee, na encosta �ngreme, de 90m, da
Stone Mountain, na Ge�rgia. A obra, deveria incluir a figura de Stonewall
Jackson, Jefferson Davis, bem como as de 1200 soldados confederados. A
cabe�a de Lee foi descerrada em 1024, mas um diferendo que surgiu ent�o
entre Borglum e as Filhas da Confedera��o levou aquele a abandonar o
projeto. A obra foi continuada por Augustus Lukeman, que trabalhou at�
1930 e que, al�m de destruir a cabe�a gigantesca, pouco mais
adiantou. |
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Nas rochas escarpadas do monte Rushmore, nos
Black Hills de Dakota, esculpiu-se as cabe�as de 4 grandes presidentes dos
Estados Unidos da Am�rica � Washington, Lincoln, Jefferson e Theodore
Roosevelt. Cada um dos rostos gigantescos mede 18m do queixo ao cimo da
testa. |
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Antes de terminar esta obra monumental,
Borglum resolvera o seu diferendo com as Filhas da Confedera��o e
concordara em retomar o seu trabalho na Stone Motain. Morreu, por�m antes
de poder realizar o que se propunha. |
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Cer�mica
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Material fabricado a partir de produtos
qu�micos inorg�nicos, n�o met�licos, processados em altas temperaturas. As
cer�micas fazem parte de uma das tr�s principais classes de materiais
utilizados na engenharia, sendo as outras duas classes constitu�das pelo
metal e pelo pl�stico. Al�m da cer�mica tradicional baseada na argila , as
cer�micas modernas empregadas na engenharia , tais como a alumina e o
carboneto de sil�cio. S�o caracter�sticas comuns das cer�micas sua dureza,
friabilidade e resist�ncia ao calor. Muitas s�o isolantes el�tricos ou t�m
outras propriedades el�tricas rec�m � descobertos
supercondutores.
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Cer�mica de
vidro |
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Cer�mica manufaturada pela cristaliza��o
controlada de vidro contendo s�lica. Tal controle permite que o material
seja modelado enquanto est� na forma de um flu�do viscoso e depois seja
cristalizado para obter as propriedades mec�nicas superiores de uma
cer�mica cristalina. � poss�vel obter cer�mica de vidro com muitas
propriedades diferentes. Aquelas baseadas no sistema
l�tico-alumino�silicato possuem uma expans�o t�rmica quase nula e s�o
empregadas na manufatura de utens�lio de cozinha e tampos de fogueiro
el�trico.
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Porcelana |
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� o mais e luxuoso tipo de cer�mica, feito
de argila pura de cor branca (caulim) e feldspato aquecido a altas
temperaturas . A porcelana geralmente � branca e pode ser decoradas com
pinturas e vernizes. Alguns conhecedores consideram a porcelana um produto
distinto, ao contr�rio de outros que a consideram uma forma de cer�mica .�
claramente diferente da cer�mica de barro , que � mais grosseira e porosa.
Na China, a porcelana se originou, ela � conhecida p�r sua fragilidade.
No
Ocidente, o fator de diferencia��o � sua transpar�ncia (observada quando
colocada sob a luz ). Os diferentes tipos de porcelanas s�o geralmente
baseados com o nome da f�brica produtora.
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Peltre |
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� uma liga de estanho , chumbo , antim�nio ,
e outros metais ,cuja principal caracter�stica � n�o enferrujar . Por isso
, na Idade M�dia , foi muito utilizado para recobrir objetos de cobre e
bronze .
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Jade |
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Mineral duro , e geralmente esverdeado .O
jade foi utilizado na confec��o de um grande n�mero de objetos
ornamentais, onde depois de serrado , era limado, lapidado, e polido com
p�s abrasivos.
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Ouro e
metal |
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O ouro e a prata estavam entre os primeiros
metais que foram trabalhados e premiados pelas primeiras civiliza��es
ganhando o s�mbolo de poder na Terra. O ouro cuja naturalidade ocorreu
numa pura declara��o, era usado para decora��es a muito tempo atr�s (3000
d.C ), mas a prata que � geralmente encontrada com outras subst�ncias n�o
estava sendo usada at� as t�cnicas de modelagem serem descobertas durante
a "IDADE DO BRONZE". |
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Os primeiros trabalhos a serem esculpidos,
os primeiros m�todos decorativos ,de tal real�o e grava��o surgiram
rapidamente e aconteceram com o ouro e a prata. Estes tornaram-se
incrivelmente utilit�rios e bastante usados em lugares de classes m�dia e
alta. |
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A Revolu��o Industrial foi um fator importante
na hist�ria desses metais. No inicio atrapalhou nas t�cnicas utilizadas e
os possuidores desses metais tornaram-se empresas com o corpo
administrativo do artes�o.
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Esculturas Modernas |
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Na escultura moderna, os tra�os mercantis
s�o as formas abstratas e a integra��o entre espa�o, movimento, luz e at�
mesmo o som. Na verdade, isso � um reflexo da realidade eletr�nica e
espacial que vivemos atualmente. |
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A superf�cie das obras em m�rmore ou metal
recebia primoroso polimento, de modo a refletir os efeitos luminosos, que
acabavam despertando sensa��es t�teis no observador. |
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cinzel: instrumento cortante em uma das extremidades, usado na escultura e na grava��o.
cinzelar:
lavar a cinzel.
entalhar:
abrir cortes em madeira ou outro material a fim criar uma
esculturas.
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Exemplos
[1][2][3]
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[1]
Um sugestivo exemplo de
escultura barroca encontramos em Roma, na famosa Fontana di
Trevi. Esta fonte � o resultado do trabalho de muitos artistas,
incluindo Giovani Lorenzo Bernini.
Observando a figura central, sentimos at� o vento que agita suas
vestes. Os cavalos, � esquerda e � direita, transmitem agita��o, tentando
ser contidos por homens, cuja tens�o dos m�sculos aumenta a impress�o de
movimento.
Nota-se
o conjunto escult�rico ligado fisicamente � parede do edif�cio que
ornamenta. No Barroco, arquitetura e escultura se completam.
O
elemento �gua foi incorporado �s esculturas barrocas, completando a
composi��o com fontes e sugerindo um intenso dinamismo, por sua pr�pria
caracter�stica fluida.
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[2]
Na
Fontana dei Quattro Fiumi (Fonte dos Quatro Rios), chama a aten��o
a tor��o dos corpos, pernas e bra�os que avan�am no ar.
Este
conjunto de esculturas tamb�m foi realizado por Bernini, entre 1648 e
1651. Observam-se quatro fortes homens que simbolizam os quatro maiores
rios que j� eram conhecidos naquela �poca: rios Ganges, Nilo, Dan�bio e o
Rio da Prata.
Esta fonte est� em uma linda pra�a, a Piazza Navona
(Pra�a da Barca�a), cujo projeto tamb�m � de Bernini, sendo que seu
tra�ado oval acompanha o contorno original de um est�dio da �poca do
Imp�rio Romano.
Constata-se ainda o dinamismo t�pico do Barroco, comparando o
David, de Michelangelo, escultura renascentista, com o David
de Bernini, escultura barroca.
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[3]
O David, de Michelangelo, sugere calma,
tranq�ilidade e parece que est� posando.
Esta �
uma escultura em m�rmore, com 4,20m de altura, esculpida entre 1501 e 1504
e idealizada para representar o s�mbolo da rep�blica florentina;
encontra-se na Galeria da Academia, em Floren�a, It�lia.
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