|
PAZ - Divindade aleg�rica filha de J�piter e da Justi�a (T�mis). Adorada num suntuoso templo situado na via Sacra, constru�do por Vespasiano em honra da pacifica��o da Jud�ia em 70DC. Seus atributos eram a cornuc�pia e o ramo de oliveira. As vezes, representavam-na com um caduceu, um archote virado para baixo, espigas de trigo, e tendo, no colo, Pluto, o deus das riquezas. |
|
edif�cio de Agripa, no lugar do atual Pal�cio Peretti Faino-Almagia, na
esquina do Corso e da Via in Lucina.
Fragmentos de suas esculturas decorativas, achado em 1568, est�o na Vila M�dici, no
Vaticano, no Uffizi e no Louvre; outros achados foram reconhecidos como partes do mesmo
monumento por Von Duhn em uma publica��o de 1881. Escava��es sistem�ticas em 1903 sobre o
pal�cio trouxeram a luz outros vest�gios do monumento, tanto arquitet�nico como decorativo.
O trabalho ainda n�o foi finalizado, mas levado o suficiente para presumir a reconstru��o
que � bastante acurata em alguns aspectos, apesar de ainda haver problemas sem solu��o em
conex�o com o arranjo e interpreta��o dos relevos. A maior parte dos fragmentos est�o no
Museo della Terne, apesar de outros ainda permanecerem no lugar.
O altar em si n�o � achado. permanece dentro de um muor de m�rmore branco de 6 metros de
altura, que forma um ret�ngulo medindo 11,6m leste-oeste e 10,5 norte-sul. No meio do lado
leste e oeste est�o entradas ladeadas por pilares, e outros permanecem junto a cada �ngulo
da estrutura. O interior da amurada est� decorado com uma coroa de girlandas e cabe�as de
reses. Uma coroa de flores e palmas adorna o exterior da murada e sobre esta, no lado norte,
estam relevos representando a prociss�o em honra da deusa, com muitas figuras da fam�lia
imperial e os fl�mines, e ao sul, os senadores, magistrados e outros. No lado norte da
entrada leste h� um grupo de Honos, Pax e Roma, enquanto no sul h� um relevo de
Tellus, Italia ou Pax. A entrada oeste � ladeada ao norte por Marte e F�ustulo
na Ficus Ruminalis, a Figueira Ruminal, e no sul por En�ias
sacrificando quando acha a porca predita pelo or�culo do Tibre (ver a Eneida). Uma
engenhosa tentativa foi feita para explicar o esquema arquitet�nico e decorativo como uma
constru��o em m�rmore definitiva, representando a inaugura��o, feita em lugar da murada de
madeira provis�ria existente na cerim�nia de consagra��o em 4 de julho. Os relevos deste
altar representam a mais alta conquista da arte romana que nos � conhecida.
![]() | ![]() |
Ficava no meio do f�rum da Paz, ao norte da Bas�lica Em�lia,
provavelmente no cruzamento da moderna Via Alessandrina e dei Pozzi. Estator
atribui o t�rmino do templo a Domiciano mas a reinvidica��o deste Imperador parece
ter pouca fundamenta��o. Dentro do templo, ou junto dele, estava uma biblioteca, a
bibliotheca pacis. No Templo foram postos numerosos tesouros trazidos de
Vespasiano de Jerusal�m, assim como famosos trabalhos de artistas gregos. Pl�nio fala
que a Bas�lica Em�lia, o F�rum de Augusto e o Templo da paz eram os mais belos monumentos em
Roma.
Logo antes da morte de C�modo, provavelmente em 191, o templo foi destruido pelo
fogo,
mas deve ter sido restaurado,
provavelmente por Severo, pois � mencionado nos s�culos seguintes como um dos mais
magn�ficos pr�dios da cidade. Em 408DC houve uma s�rie de tremores s�smicos por sete dias
consecutivos no f�rum da Paz e o templo pode ter sido danificado ent�o. De qualquer forma,
Proc�pio, escrevendo no sexto s�culo diz que acabara de ser destruido por um raio,
apesar de ainda haver numerosas obras de arte nas vizinhan�as.
O cercado em que o Templo estava n�o � mencionado como forum na literatura at� depois
do tempo de Constantino
. O cercado e o
Templo juntos aparecem em Pl�nio como Opera Pacis e em escritores
gregos como astemenos Eirenes. A express�o F�rum Pacis � encontrada em
Ammianus, Polemius Silvius e Marcelinus Comes, phoron Eirenesin
em Proc�pio; forum Vespasiani primeiro na ep�stola de Eul�lio antipapa em
418DC, depois citado assim por Polanius Silvius e indubitavelmente por Aurelius
Victor.
No noroeste foram juntos depois o
forum transitorum e no sudoeste a Basilica de Constantino, sendo retangular em
formato e orientada com outros edif�cios imperiais. Seu comprimento era 145 metros e sua
largura quase dois ter�os, apesar de seus limites nordeste serem incertos. Tinha cercado um
muro de peperino polido com m�rmore com numerosas portas. Os blocos de peperino marcaram a
massa da Bas�lica de Constantino, na face noroeste onde foram encostados. Na esquina
sudoeste havia uma passagem para a Via Sacra atrav�s da passagem monuemntal que
depois de muitas mudan�as � hoje a igreja de S�o Cosme e Dami�o. Novas investiga��es
levaram a conclus�o que o edif�cio hoje conhecido como opus quadratum era o Templo
dos Penates restaurado por Augusto. De qualquer forma, Max�ncio acrescentou o
pr�dio circular que tinha sua fachada para a Via Sacra.
A Hist�ria do F�rum da Paz � a de seu
Templo, e fora a entrada descrita, poucos tra�os foram encontrados exceto uma por��o de
pavimento de giallo antico e pavonazzetto da quina sul, dez metros abaixo do
presente n�vel da Via del Tempio della Pacis.
De volta ao �trio do templo