Yukito beijou com delicadeza o pesco�o de Touya abra�ando-se a ele com for�a arranando a camisa de seu corpo. Touya levantou Yukito sentando-o na pia de ferro do pequeno banheiro. Yukito permitiu que Touya tirasse suas cal�as e as jogasse longe. Yukito abaixou as cal�as de Touya e abra�ou com suas pernas o corpo forte e musculoso de seu parceiro despido.
Touya procurou os l�bios macios e frescos de Yukito quando o penetrou com delicadeza e ternura. Yukito abra�ou-se a ele com for�a transformando a dor em prazer. Sentiu calor por todo seu corpo e confortou-se, chegou a sentir Touya tremer de prazer enquanto copulavam.
- Amo voc�, Touya. - sussurrou ao ouvido de Touya bem baixinho, t�o baixo que Touya n�o p�de nem entender o que ele estava lhe dizendo.
Yukito beijou Touya com for�a e vontade abra�ando-se a ele em prazer.
A voz do piloto logo soou nos alto falantes seguida da voz da Aeromo�a explicando o t�pico roteiro de seguran�a antes da decolagem.
Yukito afastou-se de Touya e sorriu:
- Acho que nos atrasamos!
Touya n�o lhe deu aten��o voltando a beij�-lo com carinho.
- Touya, eu estou falando s�rio.
- Eu sei.
- Ent�o vamos...
Touya pegou do ch�o as roupas de Yukito estendendo-as para ele.
Yukito sorriu em acgradecimento e se vestiu. Esperou que Touya terminasse de se vestir e colocou a m�o na porta:
- J� pensou se est� uma fila enorme l� fora?
- O que voc� faria se tivesse?
- O que voc� faria se tivesse? - repetiu Yukito virando-se de costas para a porta e encarando Touya.
- Eu n�o ligaria. - disse Touya o abra�ando.
Yukito circulou o pesco�o de Touya com seus bra�os e o beijou. Touya abriu a porta saindo do banheiro com Yukito em seus bra�os ainda o beijando.
A Aeromo�a de cabelos loiros parou assustada bem como uma mulher que segurava a m�o de sua filha de cinco anos.
Touya as viu e soltou-se de Yukito imediatamente.
- *ahem* - disse a Aeromo�a fingindo que nada aconteceu e voltando aos seus afazeres.
A m�e da crian�a entretanto pegou o beb� no colo tapando seus olhos:
- "Don�t look at then, Jeanne."
Yukito sabia falar ingl�s fluentemente e mostrou-se desapontado com o comet�rio e atitude da mulher. Touya percebeu seu descontentamento e o puxou para longe dali visando voltar para onde Sakura e Tomoyo estavam. Mas parou de andar encarando Yukito que tinha o olhar castanho entristecido.
- Voc� n�o devia ficar assim.
- E como deveria ficar? - indagou Yukito abaixando os olhos. N�o queria falar mais nada, quanto mais ali, naquele corredor cheio de gente sentada nas cadeiras, os observando... os julgando que nem aquela mulher.
Touya o abra�ou para seu desespero. Yukito ficou com vergonha rosando seu rosto claro. Afastou-se de Touya sem o encarar.
- Eu entendo. - disse Touya. Yukito segurou-se para n�o come�ar a chorar depois dessas palavras. Touya conseguia ser t�o sens�vel mesmo agindo com tanta frieza! - Vamos voltar.
Yukito concordou sem levantar o olhar e seguiu Touya.

Sakura sorriu para o irm�o quando ele voltou. Levantou o copo com suco de laranja:
- Quer um pouquinho?
- N�o. - disse ele abrindo espa�o para Yukito passar e sentar-se na ultima cadeira. Touya sentou-se ao seu lado.
Sakura olhou atrav�s do irm�o para Yukito percebendo que ele estava um pouco triste. Mas n�o comentou nada.
- Sakuraaa! Olha pra c�! - pediu Tomoyo que ainda a filmava.
- Eu quero mais suco! - reclamou Kero dentro da bolsa de Sakura.
- ��; xii, Kero, seja discreto. - disse Sakura baixinho.
Kero voltou para dentro da bolsa de mau-humor. S� n�o ia gritar porque as pessoas podiam sair correndo do avi�o.

Sakura abriu os olhos devagar. Havia dormido no havi�o. Deparou-se com o irm�o lendo uma revista ainda acordado. Co�ou os olhos e viu que do seu lado estava Tomoyo dormindo. Ela saiu de sua poltrona e andou at� Touya. Yukito estava dormindo tamb�m, com a cabe�a recostada no ombro de Touya.
Touya virou os olhos para ela fechando a revista:
- O que foi Sakura?
- Quanto tempo falta?
- Pouco.
- Quanto?
- Uma hora e meia.
- Puxa eu dormi tudo isso?
- Dormiu. - ele sorriu de leve como quase nunca vazia. Sakura percebeu que tanto ela quanto seu irm�o haviam amadurecido.
Sakura sentou-se no colo de Touya balan�ando as pernas. Encarou Yukito dormindo e acariciou seus cabelos cinzas. Depois encarou Touya que a fitava:
- N�o aguento mais esperar!
- Seja paciente.
- Eu seeei... mas � que... - ela sorriu - Eu estou com saudades do Eriol! Da Nakuru do Suppi e do...
- Hah. - disse Touya enciumado.
- ��;
Um sil�ncio ficou entre os dois at� que Sakura decidiu sorrir e beijou a bochecha de seu irm�o com carinho.
- Voc� sempre cuidou de mim, e eu sempre briguei com voc�. Ser� que voc� me desculpa?
Touya a encarou confuso. Por que ela estava dizendo essas coisas absurdas? Quase gargalhou mas manteve sua calma. Deu dois tapinhas na cabe�a dela.
- Por isso voc� � uma monstrenga.
- ��;
- T�, eu sei. Voc� n�o � uma monstrenga.
Sakura sorriu,
Uma aeromo�a loira aproximou-se. Sakura a encarou confusa. Touya a reconheceu do corredor. Ela parou na frente deles.
Sakura desceu do colo do irm�o
- Vou no banheiro.
A mo�a esperou que a menina se afastasse deles e sorriu para Touya que permaneceu calado em seriedade.
- Meu nome � Audrey. Queria pedir desculpas pelo o que aconteceu no corredor.
- N�o precisa.
- Do mesmo modo que foi constrangedor para voc�s, foi para aquela senhora.
- Eu disse que n�o precisa. - disse Touya mais uma vez.
- Est� bem, s� estava tentando ser genti. Desculpe.
- N�o precisa pedir desculpas.
- Ah, sim. Precisam de alguma coisa?
- Privacidade. - disse com um tom um pouco grosseiro, o que deixou Audrey muito sem gra�a.
Yukito segurou no ombro de Touya e abriu os olhos.
- N�o seja t�o est�pido. - disse baixinho. Co�ou os olhos e encarou Audrey sorrindo.
Audrey sorriu de volta sentindo-se muito mais confort�vel com Yukito do que com o mal-humorado de cabelos castanhos escuros.
- Obrigado, Srta. Audrey.
- N�o h� de qu�. Com licen�a. - disse ela saindo.
Yukito virou o rosto de Touya em sua dire��o:
- As vezes � bom ser educado.
- �, t�... eu sei.
Yukito sorriu e beijou de leve os l�bios de Touya afastando-se rapidamente lutando contra sua pr�pria vontade. Voltou a encostar-se no ombro de Touya para dormir.
Touya n�o disse nada. Apenas continuou ali, abrindo novamente a revista, de fato, estava come�ando a se sentir culpado pelo o que dissera aquela Aeromo�a, mas a culpa s� veio depois das palavras de Yukito. Suspirou. A verdade era que ele sempre agia como um idiota!

Sakura pulou os �ltimos degraus da escada descendo do tubo de desembarque. Ela rodopiava de um lado para o outro sob o olhar da c�mera de Tomoyo que n�o perdia nenhum segundo. Kero chacoalhava-se dentro da bolse de Sakura com vontade gritar para ela ficar quieta, mas claro que ele sabia que nunc apoderia fazer isso. Sair assim, gritando do nada?! O que as pessoas do aeroporto achariam?
Yukito passou logo depois seguindo as duas meninas e ajudando com um pouco da bagagem de m�o. Touya foi o �ltimo.
- Boa viagem, senhor. - disse a Aeromo�a pela qual ele passou sem prestar muita aten��o. Ap�s ouvir a voz, parou de andar e virou-se para ela.
Audery assustou-se com o olhar frio de Touya. Ser� que ele ia gritar com ela e reclamar para a companhia a�rea?
- Desculpe, Srta. Audrey. - ele disse antes de voltar a andar e seguir Yukito.
Audrey sentiu seu rosto rosar e logo colocou uma m�o no rosto como que para sentir a temperatura da bochecha. Ela sabia o significado daquelas palavras, e quase n�o acreditou quando ele as disse. Observou Touya andar at� a fam�lia novamente e desejou estar no lugar do garoto de cabelos cinzas. Touya era t�o lindo e as vezes sabia ser t�o gentil.
Yukito olhou para tr�s e esperou Touya se aproximar. Depois sorriu suavemente como sempre costumava fazer, parando ao lado da porta mantendo-a aberta para Touya. Touya pensou em sorrir.
- AAAAAA Touyaaaaaaaaaaaaa! - gritou Nakuru pendurando-se no pesco�o de Touya como sempre. Seus cabelos castanhos soltos com beleza. Ela usava um vestido rosado que a deixavam parecer mais crian�a do que j� era.
- �� Por que voc� est� me agarrando?
- Porque estou com saudades! ^_^ - disse ela ainda agarrada com ele e dificultando seus passos.
Touya encarou Yukito que sorriu mais uma vez. Como ele conseguia manter a calma desse jeito? Ou ser� que n�o era calma mas sim indiferen�a? Touya afastou esse pensamento de sua cabe�a. N�o.
Sakura abra�ou Eriol com for�a.
- Onde ele est�?
- Sakura eu tenho que te dizer que... - Sakura temeu as palavras do calmo garoto de cabelos e olhos azuis com ar experiente. - ele foi no banheiro.
- Oi Eriol. - disse Tomoyo acenando a m�o. Eriol rosou-se antes de responder de mesmo modo.
- Oi Yukito, oi Touya. - continuou.
- Ol� Eriol. - disse Yukito sorrindo e dando dois tapinhas na cabe�a de Eriol que sorriu de volta.
- � bom ver voc� novamente. - disse Eriol enfim.
Nakuru enciumou-se. Odiava saber que Yukito, ou Yue, estava sempre no lugar em que ela queria ocupar. Prefeirdo de Eriol... alvo do amor de Touya... sentiu-se triste mas motivada. Ainda lutaria pelo que por direito era dela!
Sakura virou a cabe�a para olhar Tomoyo e por cima de seu ombro viu um rapaz de cabelos castanhos e olhos de mesma cor, com o olhar s�rio. Era ele. Sentiu seu cora��o acelerar t�o r�pido quanto seus passos. Abra�ou-se a ele quase o jogando no ch�o.
- Syaoraaaaaan!
Aquele grito lhe lembrou de Meiling. Mas era muito mais confort�vel ouv�-lo na voz de Sakura no que da escandalosa menina de cabelos negros. Ele sorriu envergonhado enquanto Touya se segurava pora n�o jogar Nakuru longe e afastar ele de sua irm�.
- Que saudades! - disse Sakura o abra�ando novamente.
Syaoran n�o demorou para abra��-la tamb�m, o que fez seu cora��o querer pular pela boca. Sakura levantou a cabe�a esquecendo-se que estava no meio do aeroporto - n�o que fizesse diferen�a, ali n�o era mais o Jap�o. - encarando os olhos de Syaoran. Ele sorriu para ela finalmente. Ele ficava t�o lindo quando sorria...
- � bom te ver. - disse ele come�ando a ficar vermelho.
Sakura lhe deu um estalado "smack" na bochecha antes de se levantar e ajudar Syaoran a fazer o mesmo. Continuaram de m�os dadas enquanto andaram de volta para perto dos outros.
- Tem um carro nos esperando. - disse Eriol. - Voc�s podem ficar na minha casa.
- O qu�? Syaoran e Sakura na mesma casa?! Nem pensar! - disse Touya. Na verdade, ele n�o quis dizer aquilo, as palavras escorregaram do pensamento para tomar forma de som.
Yukito deu uma risadinha:
- O que � isso Touya?
- N�o h� com que se preocupar. - disse Eriol. - Mas se preferir um hotel.
- �, eu prefiro. - reclamou Touya soltando-se de Nakuru, que resolveu dar um tempo para tentar mais tarde.
- Mas eu n�o prefiro. - disse Sakura.
Touya rapidamente recorreu a Yukito como se ele fosse o salvar da forca. Mas Yukito sorriu para seu desgosto, que j� imaginava a resposta.
- Eu n�o vejo qual o problema de ficarmos na casa de Eriol.
- �timo. Venham! - disse Eriol n�o demorando.

A noite era estrelada e apenas o vento era frio. Os olhos castanhos de Touya estavam firmes no jardim, olhando atrav�s da janela de vidro. Dali ele podia ver Sakura e aquele moleque inconveniente conversarem no jardim. Quase socou o vidro da janela quando viu os dois se beijarem e come�ava a se convencer a ir at� l� separ�-los quando ouviu dois toques na porta. Era Yukito.
- Entra.
Yukito abriu a porta devagar sem fazer nenhum barulho e a fechou logo em seguida. Touya n�o virou-se para ele, ainda encarando a cena entre sua irm� e o namorado. Yukito o abra�ou colocando as duas m�os em seu torax. Touya arrepiou-se. Yukito sabia que n�o havia se arrepiado por seu toque, n�o dessa vez, mas sim porque a janela estava aberta desprovida de cortinas e o quarto estava iluminado. Mesmo assim, sorriu feliz, por saber que Touya gostava de manter seus sentimentos em segredo apenas para ele, em uma caixinha preciosa a qual apenas Yukito sabia abrir. Yukito aspirou o perfume da roupa de Touya e apertou seus bra�os abra�ando Touya com mais for�a.
Touya n�o surpreendeu-se quando as m�os de Yukito escorregaram para dentro de sua cal�a. Em um s� segundo ele soltou-se de Yukito virando-se de frente para ele e segurando-o nos ombros.
- Yuki. N�o � hora e nem lugar para...
- N�o sabia que tinha hora e lugar para se amar. - disse Yukito o encarando e cortando-o pela primeira vez. Yukito nunca atravessava suas palavras.
Touya o encarou nos olhos. Havia algo de errado com ele ou era s� impress�o?
- E n�o h�. Mas voc� entendeu o que eu quis dizer.
De fato, tinha entendido. Mas queria ignorar. Yukito enla�ou seus bra�os em torno do pesco�o de Touya e sorriu.
- Prove.
- Yukito... eu...
Yukito o soltou abaixando os olhos com pesar. N�o conseguia acreditar no que acabara de fazer. Obrigar Touya a...
- Eu te amo.
Yukito o encarou com surpresa virando-se rapidamente para ele.
- O qu�? - piscou duas ou tr�s vezes surpreso.
Touya sorriu e colocou uma das m�os no rosto do rapaz.
- Eu disse que um dia ia conseguir dizer para voc�, n�o disse?
Yukito segurou suas l�grimas, para seu desconforto, Touya as percebeu.
- Yuki?
Yukito abra�ou-se a ele jogando-o contra a janela.
- Eu nunca disse... mas queria tanto ouvir isso de voc�.
Touya abra�ou-se a ele com for�a.
- Eu sei.
Yukito levantou a cabe�a para encarar Touya que beijou seus l�bios.

Nakuru tirou os olhos da fechadura com raiva e quase chutou a porta. Mas se fizesse isso, Yukito e Touya saberiam que ela estava ali.
A menina suspirou e abaixou os olhos. O que ia fazer? Obrigar Touya a ficar com ela? Claro que n�o. Ela sabia o significado do amor embora n�o acreditassem. Sabia que se fizesse algo contra os dois ela estaria fazendo algo contra ela mesma, porque ela seria a primeira a chorar quando pussesse os olhos nas l�grimas de Touya. Era melhor evitar isso.
Nakuru deu meia volta e abandonou o corredor. Depois de tr�s passos correu para seu quarto enterrando-se no travesseiro para chorar em paz.
Eriol n�o se mexeu embora pudesse sentrir a tristeza de sua preciosa Ruby Moon. Ou talvez devesse... n�o. Continuou sentado no sof� lendo um bom livro enquanto Tomoyo filmava pela janela Sakura e Syaoran.
- Eu vou fazer um filme de romance.
Eriol rosou-se e a encarou sorrindo:
- Que bom!
- Quer participar?
Eriol fechou o livro e andou at� ela olhando pela janela.
- E como eu iria participar?
- Voc� pode ser o irm�o da Sakura.
- Mas a Sakura j� tem um irm�o. - disse Eriol chamando a aten��o de Tomoyo que parou de filmar o encarando surpresa.
- �. O que quer ser ent�o? ^_^ - indagou ela sorrindo.
- Seu namorado.
Tomoyo quase deixou a c�mera cair no ch�o. Como Eriol conseguia ser t�o... direto?
- Eu.. er..
Eriol segurou com as duas m�os o rosto de Tomoyo e a beijou. Tomoyo rosou-se mas permitiu tal ato. A verdade era que tinha gostado dele, de sentir seus l�bios tocando os dela, de uma maneira que ela nunca pensou que fosse gostar.
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Ah, Amor...!
Autor: Kyn Sunset Suu
PART II
O t�tulo foi alterado.
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*Aya-chan tomando suco de laranja*: Eca, que horror!
*Kyn-chan brava com o coment�rio*: O que foi Agora Aya?!��
*Aya-chan olhando s�rio para Kyn-chan*: Essa Nakuru � muito fuxiqueira, credo! Olhando pela fechadura! Que inconveni�ncia!
*Kyn-chan cai no ch�o*: Ahn? Era isso?
*Aya-chan olha pra Kyn-chan sorrindo sedutoramente*: U�, era pra ser o qu�?
*Kyn-chan derrete e desmaia s� de olhar para o sorriso dele*
*Aya-chan desapontado*: Ahn, que droga, ela sempre derrete :/!
Infelizmente os personagens de Sakura Card Captors e Aya n�o me pertencem e nem � Sabor de Cereja! Eles tem Copyright de seus respectvos autores.
A Autora gostaria de ouvir seus coment�rios sobre o fanfic. Portanto, escreva um e-mail ou assine o Guest Book!
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