Perguntas e Respostas do CNPL (KTTL) e relacionadas com a Lusitânia
Pergunta: Porque é que a Lusitânia precisa de
uma região oficial, de uma Assembleia regional e de um governo
autónomo? Resposta: Simplesmente porque o povo Lusitano deve ser dono e gerir o seu próprio destino e a Lusitânia merece o melhor para ela. De outra forma a nossa nação será um deserto autêntico, uma região subdesenvolvida e envelhecida, e com a emigração o nosso povo perderá a sua identidade étnico-cultural. A criação de regiões são um pólo de atracção económico-social e cultural de forma a combater a desertificação e a pobreza. Países muito mais pequenos do que Portugal, principalmente na Europa. Alguns deles com metade da superficie ou da população deste país têm regiões próprias e prósperas para as populações locais. Na realidade, o verdadeiro problema de Portugal, é de o país estar refém das elites político-sociais portuguesas, este regime português cobarde e corrupto não permite que os povos nativos desfrutem da liberdade, a minoria portuguesa que nos governa tem medo de perder os seus privilégios, e apesar de esta minoria portuguesa prestar vassalagem a países mais poderosos, ela é incapaz de partilhar as riquezas existentes neste país com os povos nativos. As elites portuguesas nunca amaram este país nem os seus povos, é por isso que têm o dinheiro que nos saquearam em bancos no estrangeiro.
Pergunta: O que é o Congresso Nacional Popular Lusitano
(KTTL), qual o seu programa e o que quer? Resposta: O C.N.P.L. (KTTL) iniciou de facto as suas actividades no começo de 2007, de forma a trazer uma aproximação mais fresca e genuína à ainda tímida cena política Lusitana. O objectivo da nossa organização é representar aqueles que se sentem defraudados e ignorados pela máquina partidária portuguesa que alimenta a ditadura do regime bipartidário e anti-democrático português. Também queremos ser voz daqueles que acreditam no futuro da nossa região, numa Assembleia Regional livremente eleita para a Lusitânia e num Governo Autónomo Lusitano dentro da República Portuguesa. Como já existe nos Açores e Madeira, mas com a legalização de partidos regionais e locais.
Pergunta: O que torna o C.N.P.L (KTTL) diferente das outras organizações congéneres?
Resposta: Nós não somos um partido político típico no sentido tradicional do termo. Nem o poderíamos ser se o quizéssemos porque neste país ao contrário do que acontece na maioria dos países europeus, vigora uma lei profundamente anti-democrática que impede a formação e legalização de partidos regionais ou locais. Também não somos uma organização política portuguesa, somos uma organização político-social lusitana, e funcionamos mais como um grupo de pressão do que como um partido político. Portanto não utilizamos qualquer tipo de chicote partidário, os nossos membros são livres de terem as suas ideias e posições pessoais e de as expressarem dentro do CNPL, no nosso "site" ou noutros órgãos quando devidamente autorizados para tal. Um dos nossos objectivos é também julgar com rigorosa isenção as declarações e a prática política dos membros do Governo e do Parlamento português sobre todos os assuntos que digam respeito à Lusitânia, ao povo Luso e à regionalização do país, sem se olhar ao partido que representam de uma maneira claramente objectiva e plural, como tem sido feito (mais ou menos) desde o 25 de Abril de 1974. No fundo, nós pretendemos avaliar a representação do Governo e do Parlamento português, relatar os factos e denunciar as ilegalidades praticadas pelos governantes aos nossos cidadãos e ao eleitorado.
Pergunta: Como se posiciona politicamente o C.N.P.L. (KTTL) no espectro partidário português?
Resposta: Nós não estamos interessados em etiquetas políticas, não queremos de forma efectiva pertencer a uma família política nem estamos motivados por qualquer sectarismo partidário. A nós não nos interessa se uma ideia ou um programa político é de esquerda ou de direita, para nós o mais importante é saber se a aplicação de uma ideia ou de um programa político é bom para o povo Lusitano e para a nação Lusitana. Nós acreditamos na Lusitânia e no que é melhor para ela e para o povo. Nós acreditamos fervosamente numa autonomia real, na saúde e educação livre para todos, e no pequeno comércio e empresas que devem ser encorajadas a prosperarem de forma a tornarem a nossa terra numa região próspera, e dar-mos o nosso contributo ao mundo.
Pergunta: Concordam com as posições de outros grupos ou partidos regionalistas e nacionalistas lusitanos que pretendem ou apoiam o separatismo em Portugal?
Resposta: Não. E pensamos que esta é também a vontade da maioria dos Lusitanos. Embora haja uma minoria muito ruidosa que pretenda a independência da Lusitânia de Portugal. Mas no fundo tudo depende da atitude que os governantes portugueses venham a tomar nos tempos mais próximos, os governos têm de abandonar a recusa sistemática e impopular em criar regiões, como têm sempre feito até aqui. Uma grande intransigência e intolerância para com a criação oficial de regiões em Portugal, poderá levar à radicalização de outros sectores mais moderados. Nós acreditamos que os interesses da Lusitânia são superiores às vontades pessoais neste debate sobre a regionalização em Portugal. Não necessitamos de Referendos, basta fazerem-se acções de esclarecimento e de consciencialização das populações locais. Quanto a uma possível independência da Lusitânia, pensamos que esta questão é claramente desajustada, inoportuna e prematura. Pelo menos por agora.
Pergunta: Porque é que os partidos portugueses mais importantes da área governativa (PS, PSD, CDS) têm falhado na questão da regionalização do país, de nunca chegarem a um acordo ou de não cumprirem as promessas feitas anteriormente ao eleitorado?
Resposta: Bom, eles de facto, têm certos compromissos político-financeiros com os sectores mais reacionários do regime e das elites sociais portuguesas. Principalmente os dois primeiros partidos, porque o terceiro embora seja um apêndice do segundo, e seja um pequeno partido proto-fascista comprometido com o cinzentismo do anterior regime político e com empresários da alta finança, não tem qualquer influência sobre os outros dois nem peso eleitoral para impôr a sua vontade que é claramente contra a regionalização ou províncialização do país. Mas todos eles pelo que já foi dito atrás, estão contra a regionalização. Vivem numa espécie de autismo político onde se recusam a compreender os problemas do país e a escutar o desejo das populações das diferentes regiões de Portugal. Falham na acção governativa e só estão aqui para alimentar as clientelas que alimentam, como bons serventários do poder das elites portuguesas que são.
Pergunta: Até ao dia em que se concretize a regionalização em Portugal, com a criação de uma região autónoma no continente para a Lusitânia, o que fará o C.N.P.L. (KTTL) entretanto, suspende as suas actividades?
Resposta: Não. Como já foi referido anteriormente, nós estamos construindo e procurando apoios de todos os sectores da sociedade Lusitana para o nosso projecto que é também de todos. Porque a regionalização ou a criação de uma Assembleia Regional Lusitana é só um dos aspectos da nossa luta, não é o único. Nós queremos encontrar especialistas de todas as áreas da vida, técnicos de saúde, professores, advogados, ambientalistas e empresários honestos, entre outros, de forma a se juntarem a nós e de juntos trabalharmos para que a voz do povo Lusitano possa ser ouvida pelos governantes portugueses, em busca do melhor para a Lusitânia. Nós queremos ouvir todo o povo da Lusitânia, a grande massa de trabalhadores anónimos da linha da frente– operários, camponeses, professores, enfermeiras, doutores, bombeiros, funcionários públicos, desempregados e donas de casa – o povo autêntico, a gente comum que entre eles sabe qual a solução ou tem a maioria das respostas a dar para avançarmos com o nosso projecto de autonomia para a nação Lusitana dentro da República Portuguesa. São estes que raramente são ouvidos pelos governantes portugueses.
Pergunta: Acham que a moderna língua Lusitânica tem viabilidade de existir e de ser falada diariamente algum dia na Lusitânia? Resposta: No futuro certamente que sim, senão a nível social pelo menos culturalmente. O moderno Lusitânico é uma língua que foi buscar o seu vocabulário cognitivo às palavras (embora latinizadas) sagradas lusitanas (mas também calaicas, cónicas e de outros dialectos aqui falados antigamente) que sobreviveram em lápides, estelas, aras e outros monumentos. Muitas das palavras da língua portuguesa são de origem lusitana. Hoje muitas poucas pessoas falam o moderno Lusitânico, parte da nossa comunidade (a mais consciente da sua etnicidade Lusa) ainda é um pouco fechada ao exterior, mas se nos próximos 100 anos esse número aumentar para mil pessoas que falem fluentemente o Lusitânico, então isso para nós já é uma vitória. Pergunta: Como é que alguém pode tornar-se membro ou envolver-se com o Congresso Nacional Popular Lusitano (KTTP)?
Resposta: Basta clicar no "Correio" ou "Contacte-nos"
deste nosso "site" para obter mais informações. |
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