Esta aventura se passa nos anos 90 e é intencionada
em seguir os eventos que aconteceram na Hungria em 1920, detalhado em “Povo do
Monólito” da Chaosium
Nesta aventura, os investigadores farão parte de um grupo que estão criando um documentário num antigo local oculto. Mais especificamente, os investigadores viajarão para a Hungria a procura de um Monólito com um passado negro e problemático. Eles encontrarão o Monólito, mas eles também encontrarão mais coisas que não previram.
Os investigadores serão contatados por um homem
chamado Bruce Baston que é representante da Corporação Steiger. Baston
informará aos investigadores que a Corporação Steiger, está produzindo um
programa de televisão. O programa tem como característica apresentar lugares ao
redor do mundo que tenha significância com o oculto. Dessa forma, muitos
programas já cobriram grandes áreas conhecidas (como a Stonehenge), este
programa está para cobrir coisas mais obscuras, mas mantendo lugares
interessantes e característicos. Porque sua reputação é o que importa. Baston
dirá, A Corporação Steiger quer contratá-los para trabalhar neste segmento.
Se os investigadores se interessarem, Baston
organizará um encontro com eles, em um restaurante para discutir sobre o
trabalho. Baston dirá para os investigadores que ele deseja contratá-los como
consultores especiais para uma expedição para uma curiosa Pedra Negra na
Hungria. Se eles perguntarem por mais detalhes. Baston dirá que ele foi informado
que a pedra tem uma negra e curiosa história, mas que parte do trabalho dos
investigadores será compreender mais sobre a história do Monólito.
Se os investigadores concordarem em pegar o trabalho, Baston assinará um termo de responsabilidades e preparará contratos especificando pagamentos apropriados para finalizar o acordo. Por exemplo, investigadores com uma alta Library Use será indicado para fazer as pesquisas.
Algumas alternativas para envolverem os
investigadores são dadas abaixo.
Incontáveis anos atrás, pessoas que adoravam um
errante ser em forma de sapo, habitavam uma área na qual hoje em dia é
conhecida como a Hungria. Essas pessoas ergueram um monumento para seu deus e
perfaziam terríveis rituais ao redor dessa pedra, os malditos ritos ocorriam
numa noite de solstício (23 de junho). A presença de um servo de seu deus, que
possuía uma aparência esverdeada em forma de sapo, em seus blasfemos rituais
imbuiu a pedra com um grande e poderoso mal: sombras de muitos seres que adoravam
e celebravam passaram a ser parte do próprio corpo da pedra.
A área infectada com o mal até soldados Turkos
encontrarem a “Cosia-Sapo” e destruírem com armas abençoadas, antigas magias e
fogo. Infelizmente, a morte da “Cosia-Sapo” não dissipou inteiramente o horror.
Como mencionado acima, a pedra disseminou o mal e a loucura. Por causa disso,
sombras do passado apareceram ao redor da pedra numa noite de solstício,
trazendo loucura e horror para qualquer tolo o suficiente que visite a pedra.
A existência da pedra só foi conhecida pelo povo
local e por poucos velhos estudiosos, até um poeta inglês chamado Justin
Geoffrey visitar a pedra, escrevendo um poema sobre ela, e então ficou louco. Brevemente depois que Geoffrey morreu
em um asilo, um pequeno grupo de corajosas almas contratadas por um editor para
investigar o Monólito, visitaram a pedra em uma Noite de Solstício e
comprovaram o horror e a loucura. Retornando para casa, eles assumiram uma
batalha contra os Mythos.
A pedra foi imensamente ignorada por estrangeiros
até 1995 quando Dave Bunson, David Metz (agora conhecido como Christopher
Russel) e Sarah Killeans foram ao Monólito para uma revista de ocultismo. Metz,
que era conhecedor do oculto, sugeriu que eles visitassem a pedra em uma Noite
de Solstício e os outros concordaram. Esta desastrosa decisão resultou na
loucura de Metz (que nunca foi estável). Em sua loucura, Metz matou seus amigos
como um “sacrifício”. Depois escondendo seus corpos em uma caverna nas
proximidades (ironicamente, o mesmo local onde os turcos mataram a
“Cosia-Sapo”). Metz vagou pelo mundo,
esperando um meio de servir ao seu novo deus.
Metz
tingiu seu cabelos, fez algumas cirurgias plásticas, mudou seu nome para
Christopher Russel e adotou esta nova identidade. Depois disto, ele passou os
anos seguintes pesquisando livros e encontrando com pessoas e coisas que
possuíam maiores conhecimentos que ele não sabia. Russel aprendeu uma magia de
contato com seres, The Lesser Toades, que serviam ao deus associado com a pedra
negra.
Invocando um desses Toades, ele foi informado que
poderia ser recompensado com poder se ele recomeçasse os antigos sacrifícios na
pedra. Completamente e irreversivelmente insano, Russel com entusiasmo
concordou.
Através dessa conecção (Russel rapidamente construiu
uma reputação como de um estranho, mas talentoso fotógrafo) Russel teve
conhecimento sobre o documentário da Steiger e conseguiu um meio de ingressar
nO grupo. Russel não sabe que a Steiger tem algum conhecimento sobre os Mythos
e está, desse modo, enviando os investigadores para ver se qualquer coisa
está ocorrendo com a pedra negra.
Os investigadores, com certeza, irão querer adquirir alguma informação antes de partirem para as coisas. As seções que seguem, detalham algumas das informações que os investigadores podem descobrir.
Livros e artigos
Há alguns livros que os investigadores podem encontrar, através de Library Use ou outras formas, no curso de suas pesquisas por informações
O Monólito
Se os investigadores procurarem por uma referência
sobre o Monólito que agora é na Hungria, eles poderão encontrar MEMÓRIAS DE
DOSTMANN DO IMPÉRIO PERDIDO, que foi publicado em 1809 em Berlim. Este livro é
muito difícil para encontrar e sua edição completa só é disponível na Alemanha.
Há uma parcial tradução para o Inglês, que foi escrita por um estudante
graduando americano em 1973. Há somente algumas cópias da parte traduzida para
inglês, que foi completada por Hilary Stanton. Stanton morreu de uma overdose
antes de completar seu trabalho.
Dostamnn cita que o Monólito
é uma construção relativamente recente, provavelmente erguida para comemorar a
vitória mongol. Dostamnn baseia-se em suas citações que caracteres marcados no
Monólito é de origem Mongol. E admite que ele nunca entenderá claramente os
caracteres no Monólito, ele ainda não consta em suas citações sobre a origem da
pedra. Dostamnn notifica que uma vila próxima à pedra é conhecida como
“Stregoicaver”, que traduzindo significa “Cidade das Bruxas”.
Se
os investigadores encontrarem a tradução parcial de Stanton, eles poderão
decidir seguir em frente. Se eles assim fizerem, eles poderão encontrar um
artigo, escrito em um velho jornal de antropologia, algo de interesse. No
artigo, “Artefatos de Culto na Europa Oriental”, publicado em 1972, ela cita o Unaussprechlichen Kulten de Von Juntz: “A teoria de Otto Dostamnn que o Monólito é resquício da
invasão huna e foi erguido para comemorara a vitória de Attila sobre Os Godos é
tão lógico como assumir que Guilherme (Willian) o Conquistador ergueu a
Stonehenge”(página 63 do Shadows of Yog Sothoth).
Os
artigos de Stanton referem-se a diversos livros que poderão ser úteis para os
investigadores. Estes livros podem ser encontrados também por pesquisas
independentes se os investigadores não encontrarem o Artigo de Stanton.
Em
1901 Folclore Magiar, por Dornly, foi publicado. Em seu capítulo Mitos
dos Sonhos Húngaros, ele menciona um pedra conhecida como o “Obelisco
Negro”. De acordo com Dornly, este
obelisco possui estranhos e terríveis poderes. Se alguém dorme próximo do
obelisco, ele atormentará com terríveis pesadelos até que permaneça vivo.
Dornly também menciona varias lendas de pessoas visitando o obelisco numa noite
de solstício. Dessas visitas, as estórias surgem, findadas em loucura e morte.
Dornly também cita que a área na qual o obelisco está localizado foi chamada de
“Xuthtlan”. Dornly ressalta que “Xuthtlan” não é um nome Magiar e, de fato, é
um nome bem mais antigo.
Os
investigadores podem querer investigar a origem da palavra “Xuthtlan”. Um livro
de Schuman chamado Mitos e Magia foi publicado em Nova Iorque em 1912. Este
livro é raro e será difícil de encontrar. O livro menciona explicitamente
Xuthtlan como uma cidade de maléfica reputação. De acordo com as inscrições, os
habitantes capturavam jovens mulheres como sacrifício em seus maléficos
rituais. Schuman escreveu que os habitantes desta vila foram assassinados pelos
turcos. Posteriormente pessoas de
Schonvaal, um vilarejo próximo, migraram para as ruínas e, depois a
reconstruíram, chamando o local de “Stregoicavar”.
Stregoicavar
Os investigadores podem também querer investigar mais o local conhecido como “Stregoicavar.”, Schomvaal e a invasão turca.
Num escrito de 1892,
Caminhos da Hungria, Rachismoff escreveu sobre Stregoicavar. Em seu livro ele afirma que
Stregoicavar é um vale “belo e fértil” nas Montanhas Escarpas. Como um ponto de
anotação histórica, ele menciona que uma batalha foi travada em 1526 em
Schomvall. Nesta batalha, Conde Boris Viadinoff lutou contra forças de Suleiman
o Magnífico. A cidade, de acordo com Rachismoff, está a três dias de cavalo de
Biscke. Rachismoff sugere que um
viajante observou várias ruínas da guerra turca ao longo das estradas.
Se
os investigadores mantiverem suas investigações, eles podem encontrar o livro
de 1890 de Larson, Guerras Turcas. Essa massiva série de seis volumes
mencionam, em um capítulo, a batlha de Schomvall, de acordo com Larson,
Um chamado para um pequeno caso encoberto que foi registrados por um
famoso historiador e escriba turcos, Selim Bahadur, que foi morto na luta. O
conde conseguiu um pergaminho e começou a ler, mas ele não leu muito antes de
empalidecer, sem dizer uma palavra, recolocou o pergaminho dentro de seu manto.
No mesmo instante, uma surpresa bateria turca abriu fogo, e... as muralhas
caíram em ruínas, encobrindo
completamente o conde (página do Shadows of Yog Sothoth).
Sem
a liderança do conde, seu exército foi esmagado pelas forças de Suleiman.
O
capítulo finaliza com as linhas: “Hoje os nativos situaram uma enorme e
decrépita ruína próximo a Schomvaal que abaixo, dizem, permanecer os restos deixados ao longo dos
séculos de Boris Viadinoff (página 63
do Shadows of Yog Sothoth).
Justin Geoffrey
O único livro recente mencionado no Artigo de Stanton, Homens, Mitos e Loucura (1970) de David Dormley menciona Xuthltan assim como Justin Geoffrey. Geoffrey foi um jovem e brilhante poeta que teve sua carreira interrompida por um internato em um asilo e sua súbita morte no início dos anos 1990. Dormley afirma que o estranho poema de Geoffrey, “Povo do Monólito”, foi escrito como resultado de sua jornada para um lugar chamado “Xuthltan”. Dormley também afirma que Geoffrey tornou-se louco por que ele viu e experimentou em Xuthltan.
Se os investigadores procurarem outras informações de Geoffrey, eles poderão encontrar a coleção de seus poemas. A obra, Trabalhos Completos de Geoffrey , está sendo impressa por uma pequena imprensa. “Povo do Monólito” é seu último e estranho poema. Os outros poemas são de boa qualidade, mas são completamente diferentes de “Povo do Monólito”.
Em 1920 Justin Geoffey foi a Hungria a procura do Monólito. Se os investigadores encontrarem Os Trabalhos Completos de Geoffrey, eles saberão da ida de Geoffrey a Hungria e então veio a enlouquecer. Se os investigadores contatar a editora do livro, Diane Hutton, ela poderá dar uma ajuda sobre o estilo da poesia de Goffrey e uma breve história. Se questionado sobre “Povo do Monólito” ela dirá que é o seu poema menos favorito. Se questionada sobre este fato, ela dirá que ele foi a uma vila chamada Stregoicaver. Há uma história de que ele encontrou uma pedra negra que o conduziu a loucura. Hutton principalmente interessada na poesia e sabe poucas informações sobre a pedra negra.
Se o Keeper desejar uma caminho alternativo para envolver os investigadores, eles podem contatar a pequena imprensa para pesquisar a “Pedra Negra”. A pequena imprensa possui fontes muito limitadas, então os investigadores terão de providenciar seus próprios transportes.
O Povo Perdido
Se os investigadores concluírem, eles entenderão que não são os primeiros a irem a procura do monólito. Justin Geoffrey visitou a pedra próximo ao século XX e ficou louco. Há também rumore e histórias sobre outras pessoas que visitaram a pedra, algumas das quais nunca retonaram. A mais recente história, que é a única com sustentada com duras evidências, é de dois jornalistas que desapareceram em 1995. De acordo com a história, que foi publicada em um jornal em 1995, Dave Bunson e Sarah Killeans estavam fazendo uma história da “pedra negra” localizada em algum lugar obscuro da Hungria. De acordo com a história, os dois jornalistas nunca retornaram da Hungria. As autoridades locais investigaram o desaparecimento, mas não encontraram nada. Alguns jornalistas particularmente especulam que os jornalistas, que trabalhavam para a Revista Segredos do Oculto, cruzaram com alguma atividade criminal local e foram assassinados. E especulam também que as autoridades locais foram pagas para não encontrarem nada. Os dois repórteres estão desaparecidos e provavelmente mortos. Suas famílias mantêm esperanças em acha-los e tem feito muitos esforlos para encontra-los.
Outra alternativa para os investigadores se envolverem nas aventuras é ter sido contatados pelas famílias dos dois desaparecidos. As famílias têm recursos limitados, então os investigadores terão de providencias seus próprios transportes.
Lugares
Os lugares seguintes detalham locais onde os investigadores visitarão ao curso da aventura.
Hungria
O grupo viajará para o aeroporto na Áustria. De lá eles dirigirão até a Hungria. A Corporação Steiger, providenciará todos recursos para que a viagem seja tranqüila.
Stregoicavar
Stregoicavar não é um lugar real, mas Bisckes está a 130km de Budapeste. A viagem para Stregoicavar fará com que o grupo passe pelas ruínas onde o Conde Boris Viadinoff foi morto a muito tempo atrás pelos turcos. Em 1990, Stregoicavar foi uma pequena e pacata cidade, permanecendo no século XVIII. A Segunda Guerra Mundial, seguida da Guerra Fria, e mais eventos recentes por pouco não esvaziaram a vila. Muitas das estruturas permanecem erguidas, mas as pessoas jovens em sua maioria a deixaram a procura de melhores oportunidades. Dessa forma quem sobrou em sua maioria foram os moradores antigos.
A Estalagem
A estalagem em Stregoicavar possui reservas para os investigadores (os únicos convidados). Laszlo Yukarskin dono, administrador do local e conhecedor de uma boa quantidade de histórias locais. Se bem tratado, e questionado sobre Justin Geoffrey, ele irá dizer que “lendas locais dizem que um poeta inglês com este nome foi ver a pedra. De acordo com velhas supertições, dizem que a pedra causa loucura. E no caso do poeta dizem que isso ocorreu. Disseram que o encontraram balbuciando, babando e gemendo”.
Se questionado sobre a pedra negra, ele dirá ao grupo onde encontrá-la. Se questionado o que ele sabe sobre isso, ele dirá “Bem, eles disseram que a pedra é... sobrenatural. Eu não conheço muitas histórias de horror e semelhantes. Então novamente, Eu não desejo visitar a pedra, especialmente a noite”.
Se questionado sobre as pessoas que desapareceram, ele dirá que todos três estiveram na estalagem e que ele enviou os pertences de dois para casa. Se questionado sobre a terceira pessoa, ele dirá que não enviou nada porque ele soube que não tinha parentes. Se questionado sobre a terceira pessoa, o estalajadeiro irá checar em seus registros e dirá que seu nome é Metz. Se questionado sobre o que ele acha que aconteceu, ele não saberá. Ele especula sobre a máfia, mas diz que pareciam ser boas pessoas.
Falando com os aldeões
Contando que os investigadores sejam polidos (e falem a língua) os aldeões falarão sobre a pedra.
Normalmente, os investigadores saberão que a pedra mantém uma má reputação e que as pessoas a evitam. Lendas locais têm que a pedra foi erguida por algum culto maligno que foi eliminado pelos turcos. De acordo com as lendas, aquele que tentar destruir a pedra sofrerá de “convulsões, loucura e terríveis sonhos”.
A melhor fonte de informações da vila é Geoff Stakuski. Stakuski serviu a uma unidade armada da SS alemã (com um nome diferente) e se mudou (anonimamente) para a pequena villa. Stakuski, que casou-se com uma mulher local, era fascinado pela história local e aprendeu muito sobre ela. Ele sabe que os aldeões originalmente a chamavam de Xuthltan. Ele acredita que o monólito foi erguido pelo povo que adorava a um “deus não bem conhecido pelo homem”. A mãe de sua esposa ajudou a um americano que veio no começo de 1990. De acordo com Stakuski, o americano fazia parte de um pequeno grupo de homens que vieram para ver a pedra. Os homens ficaram na vila por algum tempo e o americano, de nome Sam Lorenzo, depois retornou por instante, deixando alguns livros e outro itens. Se Stakuski for questionado sobre os livros, ele dirá que eles se perderam quando o telhado caiu. Ele diz que só restaram um bloco de notas e um frasco com uma estranha pólvora.
O bloco de notas está em inglês e rasgado e desgastado. As passagens mais interessantes e relevantes são:
Nós presenciamos o horror que atormenta este local numa noite de Solstício. É algo que não pode ser dito ou escrito. Dr. Harveld acha que é apenas uma imagem do passado, de alguma forma presa eletricamente ao corpo da pedra. Eu acho que é algo bem pior.
Eu retornei novamente a vila para visitar Mary. Ela é uma delicada mulher, mas as coisas que eu senti e experimentei previne-me que perguntar a ela. Depois de tudo, como posso prometer protegê-la, quando não há proteção Deles? De qualquer forma, eu posso fazer algo por ela. Eu finalmente entendi os segredos dos pergaminhos árabes e descobri que A poeira é como ácido para os horrores. Eu criei um frasco de poeira, suficiente para duas tentativas, e deixo a Mary com as instruções de como usa-lo. Ela parece cética, mas ela viu a pedra.
Eu deixo amanhã na procura da ilha. Eu tenho esperança de retornar para Mary.
Se os investigadores forem persuasivos, ele permitirá que leiam o bloco de notas. Se eles forem muito persuasivos, ele permitirá que levem a pólvora. A pólvora é A Poeira de Suleiman, que provoca 1d20 de dano quando arremessada em um Mytho, como o Toades. Stakuski possui duas cargas da pólvora.
Stakuski falou bastante com Russel (Metz) e seus dois amigos quando eles vieram a vila. Stakuski pensa que eles podem ter sido mortos pela máfia ou que de alguma forma sumiram. Stakuski dirá que Metz “tem alguma coisa em seus olhos...” e que ele pode ter feito alguma coisa. Porque ele conhece que Stakuski possa reconhece-lo, Russel o evita.
A pedra negra
A pedra negra está no cume de uma montanha próxima a vila. O monólito é uma rude forma octogonal. Possui cerca de 20m de altura e uma base de 15cm de espessura. A pedra parece ser extremamente polida e marcada com estranhos símbolos. A pedra parece danificada e tem terríveis danos. Os símbolos na pedra não aparentam ser de qualquer linguagem conhecida e está tão danificada que dificilmente alguém seria capaz de traduzir. Um investigador que tenha um sucesso em Arqueologia notará que os símbolos lembram vagamente pedras trabalhadas por homens em Yucatan. Muitos arqueólogos acreditam que as marca de Yucatan são arranhões ou talvez algum tipo de arte. Se um investigador com Geologia examinar a pedra, será capaz de dizer que a rocha parece ser de origem vulcânica, mas definitivamente não há local assim nessa área.
A pedra é surpreendentemente resistente a dano. Dessa forma o uso de equipamentos modernos (brocas) e explosivos poderão destruir a pedra em fragmentos. Infelizmente, danos físicos a pedra, faz com que a pedra “produza” fragmentos e peças de horríveis coisas que surgem próximo. O efeito é quando a pedra toma dano, pessoas que estão a 50m de distância terão horríveis imagens, sentimentos e sensações invadindo suas mentes. Em termos de jogo, para cada 10 pontos de danos produzidos na pedra, todos a 50 metros deverão fazer uma jogada de Sanidade. Se o personagem falhar ele perderá 1 Sanity Point. Se a jogada tiver êxito, ele não perderá nada. Se todo a pedra for abalada de uma só vez, sua onda massiva de choque causará 1d6/1d20 Pontos de Sanidade para todos que estiverem a 50 metros de distância, 1d3/1d10 Pontos de Sanidade para todos a 100 metros, 1/1d6 Pontos de Sanidade para todos a 150 metros, e 0/1d3 Pontos de Sanidade para todos a 200 metros. A onda de choque causará péssimos sonhos nas pessoas a 100km de distância. Se a pedra for destruída em pedaços, perderá todos os seus poderes e simplesmente se tornará uma pedra normal.
Visitando a pedra durante o dia
Se o monólito for visitado durante o dia, verá que é bizarro, fora do comum e estranho. Dessa forma nada acontecerá.
Visitando a pedra durante a noite
Visitando a pedra pela noite não é uma boa idéia. Aquele que estiver em sua presença sentirá uma fraqueza, e como se alguma coisa fria tocasse sua espinha. As sombras na área criam ilusões bastante convincentes que a pedra é um centro de uma vasta, cidade não terrenos de sombrias torres e escuros espirais sobre naturais. Luzes artificiais fazem as ilusões ficarem igualmente fortes, com o brilho da luz as sombras ficam de alguma forma mais sólidas. Passando o tempo na área durante a noite custará 1 Sanity Point, a menos que faça uma jogada de Sanidade.
Visitando a pedra numa noite de solstício
Visitando a pedra numa noite de solstício (23 de Junho) é essencialmente uma má idéia, como mencionado acima, a pedra foi preenchida com horror e loucura ocorridos a seu redor. Este horror e loucura são parcialmente liberados em 23 de junho. Qualquer um ao redor da pedra nesta vez escutará um fraco sussurro, como sons dos ventos sobre as árvores.
Uma cena do passado será reapresentada próxima a pedra por fantasmas do passado. E a meia noite uma fraca imagem do povo se formará, surgindo de uma forma mais sólida movendo-se ara a direção da pedra. Quando eles tornarem-se mais sólidos, um sacerdote começará a lidera a obscena cerimônia. Se alguém assistir a cerimônia das 00:00h até 00:30h, perderá 1 Sanity Point, a menos que faça uma jogada de Sanidade. Às 00:30h a cerimônia tem um ápice, quando uma jovem começa a dançar sobre a pedra enquanto o sacerdote corta o corpo da jovem com chicotadas de couro. Enquanto ocorre a dança, os outros cultistas direcionam as pessoas com olhares aterradores para tábuas de madeira, obviamente para a preparação de um sacrifício. A 01:00h quem continuar a presenciar o ritual perderá 1d3 Pontos de Sanidade a menos que faça uma jogada de Sanidade. Das 01:00h às 01:30h, os cultistas continuam seus rituais, culminando com um sacrifício as 01:30h. Quando o sangue cai no chão, a imagem de uma horrível Coisa Em Forma De Sapo aparecerá sobre a pedra. Aqueles que virem este fantasma perderão 1d6 Pontos de Sanidade a menos que faça uma jogada de Sanidade. Um sucesso nesta jogada implica a perda de 1 Sanity Point.
O sangrento sacrifício é, como descrito acima, meramente uma horrível cena fantasma do passado. Mesmo que custe Sanidade, as imagens são meramente reencenação do passado e não causará qualquer outro tipo de injúria. Enquanto as imagens aparecerem sólidas, eles podem caminha por elas. Movendo-se pelas imagens não afetará em nada a cerimônia, mas causará ao personagem um horror de grande intensidade. Em termos de jogo, o personagem necessita de uma jogada de Sanidade extra cada vez que mover-se pelas imagens. Uma falha resulta na perda de 01 Sanity Point.
As Ruínas
As ruínas onde Boris Vladinoff morreu ainda existem, ainda que estejam encobertas de escombros e plantas. Se os investigadores decidirem adentrar as ruínas, eles só poderão encontrar ossos, mas também podem quere examinar meticulosamente.
O corpo da ação se concentrará em Russel. O plano
dele é conduzir o grupo até o monólito, invocar o Servo-Sapo e matar todos em
um sacrifício de sangue.
Russel é muito esperto e tentará detectar qual dos
investigadores é o mais perigoso ou armado antes de efetuara a ação. Se
possível, ele tentará danificar qualquer arma que os investigadores tenham
trazido.
Se os aventureiros não quiserem ir ao local próximo
a 23 de Junho, Russel terá um plano para discutir com os investigadores.
Especificamente o plano dele é. Primeiro, ele falará com o grupo para tirar uma
foto a noite. Quando eles concordarem, ele invocará O Servo-Sapo e esperará em
uma caverna próxima. Pela noite, ele dirá que está indo acima para acertar a
iluminação. Ele fará isso, mas ele também visitará o Sapo e dirá para atacar
quando vir um flash. Russel modificará o equipamento para criar um poderoso,
ofuscante flash de luz. Se o grupo fizer uma jogada de Luck, eles só
ficarão cegos por 15 segundos (divida a metade todas perícias baseadas em
visão, bem como as perícias de combate). Se eles falharem na jogada de Sorte,
eles ficarão cegos pelo flash por 15 segundos (todas perícias baseadas em visão
ficarão a ¼ do normal) e o parcialmente cegos por outros 15 segundos (como
acima).
Depois do flash, o Servo-Sapo se aproximará do mais
próximo, rasgando e atacando. Enquanto isso, Russel, sacará sua 9mm e começará
a disparar. O Sapo e Russel farão o máximo para matar todos. Se algo acontecer
contra eles, Russel e o Sapo tentarão escapar.
Se os investigadores forem visitar a pedra em Junho,
Russel fará o melhor para convence-los a irem no dia 23. Russel espera que com
os acontecimentos causem loucura ao grupo, aumentando suas chances de
derrotá-los. Neste caso, ele invocará o Sapo, na qual atuará como se fosse
meramente uma imagem do passado. O Sapo ficará assistindo o grupo, esperando
pelos eventos e seu aparecimento (ver o Sapo requer uma jogada separada de
Sanidade) para pegar o grupo. Se alguém do grupo ficar Insano, O Sapo e Russel
terão essa vantagem para atacar o grupo. O Servo-Sapo se aproximará do mais
próximo, rasgando e atacando. Enquanto isso, Russel, sacará sua 9mm e começará
a disparar. O Sapo e Russel farão o máximo para matar todos. Se algo acontecer
contra eles, Russel e o Sapo tentarão escapar.
A aventura finaliza quando os investigadores deterem Russel e o Sapo, ou fugirem, ou forem mortos (ou ficarem insanos)
Se os investigadores deterem Russel e o Sapo, eles deverão receber 1d8 Pontos de
Sanidade de recompensa. Se os investigadores
forem capazes de destruir o monólito, eles receberão um extra de 1d10 Pontos de
Sanidade de recompensa.
Se os investigadores trabalharam para a Corporação
Steiger, eles receberão o pagamento pelos seus trabalhos. A Corporação Steiger ficará bastante
impressionado com o trabalho dos investigadores neste caso. Se os
investigadores completarem seu trabalho de uma má forma (membro do grupo morto,
por exemplo), então o Keeper decidirá o que se suceder.
Se os investigadores fugirem sem deter Russel e o
Sapo, eles perderão 1d3 Pontos de Sanidade. Russel conseguirá sacrifícios para
trazer de volta a “velha religião” e ele em breve reunirá alguns seguidores
cultistas e expandirá sua operação. Os investigadores podem dá de cara com um
mal bem maior no futuro.
STR: 14 CON: 15 SIZ: 14 INT: 13 POW: 14 DEX: 13
APP: 13 EDU:19 SAN: 70 HP: 15
DB: +1D4
Perícias: Bargain 55%, Credit Rating 45%,
Direct 65%, Fast Talk 60%, Jump
45%, Law 15%, Mechanical Repair 40%, Occult
35%, German 25%, Russian 15%,
Persuade 35%, Photography 27%, Psychology 37%,
Spot Hidden 41%, Swim 55%,
Handgun
40%
Armas:
Nenhuma
Brent Travis, Artista
STR: 11 CON:12 SIZ: 13 INT: 11 POW: 11 DEX: 10
APP: 15 EDU: 15 SAN: 55 HP: 13
DB: Nenhum
Perícias: Bargain 25%, Fast Talk 32%, German
45%, French 55%, Japanese
45%, Russian 11%, Persuade 55%, Psychology 25%
Armas:
Nenhuma
Christopher Russell, Fotógrafo louco
STR: 12 CON:13 SIZ:13 INT:14 POW: 12 DEX:14
APP:13 EDU:18 SAN:00 HP: 14
DB: +1D4
Perícias: Bargain 21%, Fast Talk 35%, Hide 25%,
Law 16%, Library Use 45%,
Listen 35%, Mechanical Repair 37%, Occult 45%,
Spanish 35%, French 25%, Persuade
24%, Pharmacy 15%, Photography 83%, Sneak 25%,
Handgun 35%
Armas: 9mm Pistol 35% Damage 1D10 Range 20
yards Attacks 3 Shots 15 HP 8
Malfunction 99, Combat Knife 45% 1D4+2+1D4 HP
15, BlackJack 53%, Damage
1D8+1D4 HP 4.
Magias: Contact Lesser Toade, Summon Lesser
Toade
Sam Gussett, Câmera
STR: 15 CON: 14 SIZ:17 INT: 13 POW:12 DEX:9
APP:11 EDU: 14 SAN:60 HP: 16
DB: +1D4
Perícias: Fast Talk 22%, Electrical Repair 55%,
Electronics 15%, Drive
Motorcycle 45%, Hide 25%, Law 15%, Mechanical
Repair 60%, Operate Heavy
Machinery 50%,Photography 65%
Armas: Knife 35% Damage 1D4+1D4 HP 9
Diane
Gussett, Câmera e Som
STR: 12 CON:13 SIZ: 11 INT:14 POW:12 DEX:14
APP:12 EDU: 15 SAN: 60 HP: 12
DB: Nenhum
Perícias:Fast Talk 25%, Electrical Repair 35%,
Electronics 25%, Drive
Motorcycle 35%, Hide 20%, Listen 55%,
Mechanical Repair 35%,Photography 60%,
Sound Recording 60%
Armas: Nenhuma
Geoff Stakuski, Old Man
STR: 9 CON:10 SIZ: 12 INT:14 POW:12 DEX:14
APP:12 EDU: 15 SAN: 60 HP: 12
DB: Nenhum
Perícias: Bargain 45%, Electrical Repair 32%,
First Aid 55%, Hide 55%,
History 48%, Mechanical Repair 75%, Natural
History 35%, Operate Heavy
Machinery 56%, German 55%, English 24%, Handgun
28%, Machine Gun 55%, Rifle
45%
Armas: 12-gauge Double Barrelled Shotgun 60%
Damage 4D6/2D6/1D6 Shots 2
Range 10/20/50 yards HP 12
Sapo-Servidor
Descrição:
Está criatura é uma horrenda forma de sapo. Serva de Tsathoggua e relacionada de alguma
estranha forma com A Cria-sem-forma (The Formless Spawn).
O
Sapo é inteligente, e fala muitas línguas humanas, freqüentemente serve como
emissário de Tsathoggua
quando as horrendas entidades estão com “negócios” no mundo. Eles aparentam
como grandes sapos com um estranho e gelatinoso corpo. Diferentemente dos sapos normais, este sapo
é enorme, têm irregulares presas negras e afiadas garras. Em combate, o Sapo
ataca com as duas garras e um golpeia seus inimigos com seus deformados e irregulares
presas. Por causa da sua estranha composição gelatinosa, o Sapo só sofre a
metade do dano produzido por energia cinética, como revólveres e facas.
Todos
os sapo conhecem duas magias: Contact Tsathoggua, Contact Formless Spawn.
|
Características |
Jogadas |
Média |
Valor |
|
STR |
3D6+6 |
16-17 |
18 |
|
CON |
2D6+6 |
13 |
16 |
|
SIZ |
3D6+8 |
18-19 |
21 |
|
POW |
3D6+3 |
13-14 |
15 |
|
DEX |
3D6 |
10-11 |
12 |
|
HP |
|
15-16 |
19 |
|
Dano |
|
+1D6 |
+1D6 |
|
Bônus |
|
|
|
Move: 7
Armas: Duas garras, 55%
1D6+db, Mordida, 55%, 1D10
Proteção: Nenhuma, só sofre a metade do dano
produzido por energia cinética
Magias :Contact Tsathoggua, Contact Formless Spawn
Perda de Sanidade: 1/1D8