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APÊNDICE 1: TERMINOLOGIA

APÊNDICE 2: GESTOS E SINAIS COM AS BANDEIRAS
ANÚNCIOS E GESTOS DO ÁRBITRO CENTRAL





OS SINAIS DOS ARBITROS AUXILIARES COM
BANDEIRINHAS


APÊNDICE 3: REFERÊNCIAS PRÁTICAS PARA ÁRBITROS E
AUXILIARES
Este apêndice tem como objetivo ajudar os Árbitros e auxiliares no
caso de não haver orientação clara nas regras ou explicações.
CONTATO EXCESSIVO
Quando um competidor realiza uma técnica pontuável imediatamente
seguida de outra que faz contato excessivo, o Quadro de Árbitros não
deve considerar o ponto, mas sim aplicar uma advertência ou
penalidade da Categoria 1 (a menos que seja por culpa do próprio
receptor).
CONTATO EXCESSIVO E EXAGERO
Quando um competidor simular ter recebido um contato excessivo e o
Quadro de Árbitros decide ao invés disto que a técnica em questão
foi controlada, satisfazendo todos os seis critérios de pontuação,
então a pontuação será considerada e aplicada uma advertência ou
penalidade de Categoria 2 por simular ou exagerar, (Sempre levando
em conta que casos graves de simulação ou exagero de lesão podem
merecer Shikkaku).
MUBOBI
Dar-se-á advertência ou se penalizará com MUBOBI quando um
competidor receber um golpe ou se lesionar por sua própria falta ou
negligência. Isso pode ocorrer dando as costas ao oponente, atacando
com guiaku tsuki chudan largo e baixo sem prever o contra-ataque
jodan do oponente, deixando de combater antes que o Árbitro diga “Yame”,
baixando a guarda ou reduzindo a concentração e falhando
repetidamente ou não querendo bloquear os ataques do oponente. A
explicação XVI do artigo 8 diz:
No caso de que o ofensor receba contato excessivo e/ou se lesione e
a falta seja considerada do receptor, a Árbitro dará uma advertência
ou penalidade da Categoria 2 e poderá não penalizar o oponente.
Um competidor que seja golpeado por falta própria ou exagere as
conseqüências para confundir ao Quadro de Árbitros poderá receber
uma advertência ou penalização por Mubobi, bem como uma penalidade
adicional por exagero ao haver cometido duas infrações.
Deve-se assinalar que não há nenhuma circunstância sob a qual se
possa pontuar uma técnica que tenha feito contato excessivo.
ZANSHIN
Zanshin descreve uma atitude contínua na qual o competidor mantém
concentração, observação e consciência absoluta da potencialidade do
oponente para contra-atacar. Alguns competidores giram seu corpo
parcialmente para o lado oposto do oponente depois de realizar uma
técnica, porém seguem observando e estando atentos para continuar a
ação. O Quadro de Árbitros deve poder distinguir entre este estado
contínuo de alerta, e no que o competidor tenha se virado
completamente, baixando a guarda e perdido a concentração, e assim,
tendo deixado de lutar.
SEGURAR UM CHUTE CHUDAN
Deve o Quadro de Árbitro atribuir uma pontuação quando um competidor
aplica um chute chudan ao qual o oponente segura a perna antes que
ele a possa recolher?
Supondo que o competidor que realize o chute mantenha o Zanshin não
há impedimento para que essa técnica seja pontuada se cumprem os
seis critérios de pontuação. No caso em que se produzem dois guiaku
zuki quase simultaneamente, é habitual pontuar ao competidor que se
considere que tenha efetuado primeiramente sua técnica, ainda quando
ambas as técnicas possam ser consideradas pontuáveis. Na teoria, em
um combate real um chute com plena potência considera-se que
deixaria fora de combate o oponente e por esse motivo a perna não
seria agarrada. O controle apropriado à zona em que se realizou a
técnica e o cumprimento dos seis critérios são os fatores decisivos
para que uma técnica seja pontuavel ou não.
QUEDAS E LESÕES
Está permitido agarrar ao oponente e derruba-lo sob certas
circunstâncias, porém é indispensável para todos os treinadores
assegurar-se de que seus competidores estão treinados para isso, e
podem aplicar técnicas e quedas seguras.
Um competidor que realize uma técnica de queda deve cumprir as
condições impostas nas explicações dos artigos 6 e 8. Se um
competidor derruba o seu oponente cumprimento os requerimentos
exigidos e se produz uma lesão por incapacidade do oponente de cair
adequadamente, é responsabilidade da parte lesionada e o que
derrubou não deverá ser penalizado. Lesões por falta própria podem
produzir-se quando um competidor que é derrubado cai em cima de um
braço estendido ou no cotovelo, ou se agarra ao atacante e se atira
em cima dele.
Produz-se uma situação potencialmente quando um competidor agarra as
duas pernas do oponente para lança-lo para trás. O artigo 8 –
Explicação X expõe: “....e o oponente deve ser segurado, de forma
que uma técnica segura possa ser feita”. Como é difícil de assegurar
uma queda, uma projeção como esta pode cair em uma categoria
proibida. Se resultar em uma lesão, isto deve ser tratado como
Categoria 1. No entanto, se não há nenhuma lesão ou o processo de
projeção é interrompido pelo Árbitro, então uma advertência ou
penalidade categoria 2 podem ser impostas com base no artigo 8,
categoria 2, parágrafo 6. Deve-se enfatizar que este tipo de técnica
de projeção não é proibida por si, mas será um fator decisivo a
maneira como será executada.
TRÊS MIENAIS
Pode o Árbitro pontuar ou penalizar se os auxiliares anunciam MIENAI
depois que o Árbitro tenha detido o combate?
O parágrafo III das Explicações do artigo 12 expõe: “Quando o
combate for detido prevalecerá sempre o acordo majoritário”. Dado
que os auxiliares não viram nada, eles, não podem dar sua opinião ou
votar, sendo o Árbitro considerado maioria. Essa situação pode
acontecer quando a ação se desenvolve perto do perímetro da área de
competição no lado do Árbitro, estando os auxiliares sem visão.
DOIS AKA, UM MIENAI
O Árbitro pode pontuar a AO depois do Yame se dois auxiliares
indicam pontuação para AKA e o outro sinaliza Mienai?
O Regulamento estabelece que o Árbitro não pode ser contrário a dois
auxiliares, a menos que ele tenha o apoio positivo de uma auxiliar.
Mienai não pode ser considerado como apoio positivo, pois indica que
o auxiliar não viu uma técnica pontuável. Assim, o Árbitro não tem
nenhum apoio e deve pedir aos auxiliares para reconsiderarem suas
decisões, indicando por que eles devem fazê-la.
RECONSIDERAÇÃO
O Árbitro pode pedir aos auxiliares para reconsiderarem suas
opiniões quando “....ele acreditar que eles se equivocaram , ou
quando a decisão representar uma violação às regras”. No entanto, a
reconsideração deve ser solicitada somente uma vez. Se a solicitação
do Árbitro não acatada, então a decisão da maioria deve ser dada.
CLAREZA NOS SINAIS
Para evitar confusões, os auxiliares devem dar um sinal de cada vez.
Se uma técnica não é pontuável, não é necessário indicar o porquê em
primeiro instante. O procedimento correto é cruzar e descruzar as
bandeiras (torimasen). Sinais como “bloqueado”, “falhou”, etc. devem
ser dados apenas se, e quando o Árbitro pedir reconsideração. A fim
de evitar enganos e pedidos desnecessários para reconsideração,
todos os três auxiliares devem indicar suas opiniões quando o
Árbitro parar o encontro e voltar a sua posição.
JOGAI
Os auxiliares devem lembrar que quando da indicação de Jogai, eles
devem bater no chão com a bandeira apropriada. Quando o Árbitro
parar a luta e retornar a sua posição, eles devem então indicar a
infração da Categoria 2.
PROCEDIMENTOS DE RECONSIDERAÇÃO PARA AUXILIARES
Quando o Árbitro pedir por reconsideração, o auxiliar deve primeiro
considerar o pedido do Árbitro. No entanto, se o auxiliar discordar,
deve mostrar seu argumento e então reafirmar sua decisão original.
Se o auxiliar em uma análise retroativa concluir que o Árbitro
estava em uma posição melhor para ver ou interpretar a ação, ele
pode mudar sua decisão com base na do Árbitro.
Quando o auxiliar sabe que existiram duas técnicas, mas pôde ver só
uma atingir realmente a área de pontuação, não obstante ter certeza
que a sua decisão está correta, ele deve indicar “Mienai” para
decisão do Árbitro, e então reafirmar sua própria escolha.
Quando uma auxiliar sabe que existiram duas técnicas, mas pôde ver
só uma atingir a área de pontuação e acredita que a escolha do
Árbitro foi primeiro (o auxiliar pôde ver a ação do corpo do
competidor, mas não o real atingimento da área de pontuação) então,
o no auxiliar deve indicar “Mienai” para a decisão do Árbitro e não
indicar pontuação para o outro. Isto não indica que não houve
preferência e nem voto, deixando a responsabilidade com o Árbitro
para solucionar a situação.
INDICAÇÃO DE INFRAÇÃO AO REGULAMENTO
Para infrações da Categoria 1, os auxiliares primeiro deverão agitar
em círculo a bandeira da cor correspondente e depois estender a
bandeira que foi girada para a sua esquerda se for para AKA,
colocando a bandeira vermelha na frente, e para sua direita no caso
de AO, colocando a bandeira na frente permitirá ao Árbitro ver
claramente que competidor é considerado o infrator.
APÊNDICE 4: MARCAÇÕES DAS PONTUAÇÕES

APÊNDICE 5: DISPOSIÇÃO DA ÁREA DE COMPETIÇÃO DE
KUMITÊ


APÊNDICE 6: DISPOSIÇÃO DA ÁREA DE COMPETIÇÃO DE
KATA

APÊNDICE 7: LISTA DOS KATAS OBRIGATÓRIOS
Lista de katas obrigatórios (Shitei) da W.K.F.

APÊNDICE 8: LISTA PRINCIPAL DE KATAS

APÊNDICE 9: O KARATÊ-GI (kimono de competição)


APÊNDICE 10: JULGAMENTO COM BANDEIRAS EM
SITUAÇÕES DIVERSAS


REGRAS DE COMPETIÇÕES PARA MENORES DE 16 ANOS
REGRAS DE KUMITÊ
AS REGRAS DA WORLD KARATÊ FEDERATION SÃO VÁLIDAS COM AS SEGUINTES
EMENDAS:
Artigo 1o. – Área de competição
Á área de competição para os atletas acima de 14 anos será de 8
metros de cada lado;
Abaixo de 14 anos, a área será de 6 metros de cada lado.
Artigo 2o. – Coaches and parent (técnicos e pais)
O Coach (técnico) deverá usar em todos os momentos durante a
competição, traje completo específico, exibindo seu crachá de
técnico. Será designado para ele um lugar para sentar-se durante a
contenda, sendo que ele não poderá interromper a disputa por meio de
instruções ou gesticulação para seus competidores;
Aos pais não será permitida a presença na área de competição e nem
contestar as decisões dos árbitros. Comportamento tido como
inaceitável, poderá implicar em desqualificação do competidor ou de
toda a equipe.
Artigo 5º. – A duração dos combates de Kumitê será de 2 minutos para
os de 14 anos ou acima e 1m30s (um minuto e meio) para os menores de
14 anos.
Artigo 8º. – Comportamentos Proibidos
Todas as técnicas visando cabeça, rosto e pescoço, deverão ter
absoluto controle. Se o pé ou a luva tocarem o alvo, o conjunto de
árbitros não consignará ponto;
Em primeira instância, um toque leve poderá implicar em chukoku, mas
toques subseqüentes receberão keikoku, hansoku chui, e finalmente,
hansoku;
Não há necessidade de ocorrer, de fato, alguma lesão para se
penalizar um dos atletas;
Qualquer técnica visando cabeça, rosto ou pescoço que produza lesão,
não interessa quão leve seja a gravidade, deverá gerar advertência
ou penalidade, a menos que seja provocada pelo defensor (mubobi);
Qualquer comportamento descortês de um competidor, companheiro de
equipe, técnico ou de um dos pais, pode provocar a desqualificação
do ofensor, de toda a equipe ou de toda a delegação do torneio.
Explicação:
No caso de crianças ou jovens, não se pode esperar que exibam o
mesmo grau de controle e coordenação dos adultos. Portanto, o quadro
de juízes deve permitir uma margem mais larga de segurança na
distância requerida para técnicas de pontuação. Chutes altos, socos
e golpes que satisfaçam os demais critérios e que atinjam até 10cm
do alvo, devem ser consignados.
Árbitros e Juízes devem lembrar-se que crianças e jovens ainda não
amadureceram fisicamente e que o contato firme visto em combate de
adultos não é permitido neste nível. Técnicas visando o corpo
poderão fazer contato leve, mas controlado. O uso da proteção para o
corpo, homologada pela W.K.F., é obrigatório.
Quando avaliar contato, o árbitro central(Referee) deve levar em
conta todas as circunstâncias. O atacante gerou contato por descuido
ou malícia, ou a vítima o gerou por falhar em sua atitude defensiva
?
O Juiz Central (Referee), também deve considerar os efeitos de uma
notável disparidade de tamanho entre os competidores, como ocorre em
disputas de crianças.
REGRAS KATA
Crianças abaixo de 14 anos poderão, além dos 08 katas obrigatórios
da W.K.F. , escolher para apresentação os Pinan, Heian ou
equivalentes nas duas primeiras rodadas, somente.
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