Auto-avaliação
Repensar paradigmas não se faz tarefa fácil e
irrelevante. É algo que desperta conflitos interiorizados até então
adormecidos, além de causar certa estranheza por parte de quem o
pratica. Rever conceitos sobre a EaD discutidos desde o primeiro
contato com a disciplina, trouxe à tona questionamentos pautados numa
visão tradicional de ensino que somos fruto e eu particularmente o
sou também. Estes geraram conflitos e principalmente dúvidas
referentes a
diversos aspectos que permeiam o tema.
Descobri enquanto aluna e agente participante do meu processo de aprendizagem uma nova maneira de repensar educação. Não uma educação centralizada e unidirecional, mais uma pedagogia pautada na igualdade de oportunidade, de acesso e de disponibilidade de criação. Assim a cada nova discussão e cada novo conteúdo a ser pesquisado ou elaborado me faço construtora do meu processo orientado de educação. Descubro habilidades, e produções que me reconheço enquanto produzo, pois sei que me são caras a medida que me oportunizam maiores conhecimentos e autonomia. Superando e reconstruindo vou reformulando e aprendendo. A cada novo trabalho proposto percebo também o desafio de adequação as novas exigências, a adequação as novas propostas rompendo com limitações, desenvolvendo habilidades e principalmente descobrindo. Essa a chave para minha superação a motivação para novas descobertas, descobertas essas que possibilitam meu desenvolvimento e aprendizado. |