Valdemir Costa
Tens no olhar a aurora matutina
Nas tuas mãos as carícias que almejo
És bela, enfim, pois tudo me fascina
Procuro um defeito em ti, não vejo.
Das deusas
tu herdastes esse jeitinho
Pois tens em ti tudo aquilo que se quer...
Um coração a transbordar carinho...
És um poema de amor que se tornou mulher
Mas lembra
que na vida tudo passa
Vive com amor, luta com perseverança
E se um dia sofreres, sorri ... disfarça
Confia
tão somente na amizade
Porque dos sonhos só ficarão lembranças
Porque da vida só restará saudade.

|
O POETA
O POEMA
Ouça o poema na voz de seu autor
|
![]()
![]()
Simples,
conciliador, com um permanente brilho amistoso no olhar. Ele é o
paraense Valdemir Costa, desenhista, terapeuta holístico,
ciclista, místico e, acima de tudo, poeta.
Autor de dois livros, ambos rimados. O primeiro foi Elo de Rimas, onde se encontram suas poesias romântico-sensuais. Aliás, "Mulher", que você viu e ouviu acima, é uma delas. O mais recente é Poesias do Oráculo Maia, no qual ele poetiza cada Selo do Sincronário Oracular daquele que muitos chamam de "Calendário da Paz", a cujo estudo se dedica. Como todo ser humano, Valdemir tem lá seus defeitos, mas nenhum deles é capaz de fazer sombra à maior de sua virtudes: Ele é o tipo de amigo que muitos desejam e poucos (como eu) tem o privilégio de possuir. Alvaro Rodrigues (Belém, abril de 2008)
|