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O SAB�

Conhecido por muitos como A M�o Negra, o Sab� apa- rentemente evoluiu de um culto medieval � morte. Muito pouco de sua natureza tem mudado desde ent�o. � a maior seita depois da Camarilla, e est� tentando aumentar seu dom�nio pela for�a. A M�o Negra governa atrav�s do medo, �dio, raiva e viol�ncia f�sica. Na Am�rica do Norte mant�m controle absoluto sobre Detroit, Toronto, Montreal, Nova York, Filad�lfia, Pittsburgh e Portland, e est� pr�xima de con- quistar supremacia em Boston e Baltimore. At� pouco pou- co tempo tamb�m Miami se encontrava sob o poder do Sab�, mas eventos recentes causaram uma altera��o no equil�brio de poder daquela cidade. O Sab� � organizado em unidades conhecidas como �bandos� que s�o fortemente leais umas �s outras, alimen- tando-se e viajando como um s� grupo. Na Camarilla tor- nou-se um termo pejorativo chamar um c�rculo de �ban- do�. Os Membros do Sab� v�m de v�rias linhagens, embora a organiza��o seja dominada por dois cl�s: o Lasombra e o Tzimisces. Embora seja poss�vel filiar-se ao Sab�, quase to- dos os Membros s�o prole de outros integrantes. A M�o Negra requer devo��o irrestrita e obedi�ncia � vontade do grupo. O procedimento de inicia��o no Sab� � planejado para aniquilar toda vontade remanescente num novo vampiro. Os iniciados s�o sacrificados, lenta e dolorosamente, e em seguida recebem o Sangue. Este sangue n�o vem de um Membro do Sab�, mas de quantos estiverem presentes na inicia��o, formando um coquetel servido num c�lice. De- pois que o Iniciado houver recebido o Sangue, � enterrado vivo, e precisa sair sozinho da cova para viver. Aqueles que n�o conseguem passam a eternidade enterrados. O proces- so de sair da tumba dilacera a humanidade do Iniciado e deixa-o vulner�vel � lavagem cerebral realizada pelo Sab�. Depois que o Iniciado se liberta, adquire um V�nculo de Sangue com o Bando que o Abra�ou. Num ritual estra- nho, que ocorre durante mais de duas noites, o Iniciado recebe mais sangue. O �nico objetivo da M�o Negra � a obten��o de poder sob todas as formas. Ela est� envolvida ativamente com a Diablerie e op�e-se fanaticamente � vida e suas belezas. O Sab� considera os mortais como animais inferiores a serem dominados e usados conforme a necessidade. O Sab� pres- ta adora��o �s resid�ncias dos mortos � cemit�rios, tum- bas e capelas mortu�rias. Os do Sab� reconhecem-se como mortos-vivos, e comportam-se de acordo. Qualquer um que se opuser a eles � queimado vivo � os Membros do Sab� s�o fascinados pelo fogo, embora n�o sejam mais imunes a ele que os outros Membros. Os Membros do Sab� orgulham-se de ser vampiros e extravazam seus instintos. Desprezam os outros Membros porque se esfor�am muito para reter sua humanidade. Para o Sab�, essa � a maior blasf�mia. O Sab� costuma enviar bandos �s cidades governadas pela Camarilla, tanto para investigar a oposi��o, como para ca�ar alimento para aqueles que escapam das covas. A pre- sen�a de Membros do Sab� invariavelmente complica a pol�tica da Camarilla. Acredita-se que o Sab� esteja envolvido com uma es- tranha forma de Diablerie, na qual os Membros sacrificam ritualmente seus pr�prios anci�es, de modo que Membros mais jovens e agressivos possam tomar seu lugar. Por�m, como a maioria das coisas dita pelos Membros fora do Sab�, isto n�o � confirmado. Os pr�ncipes das principais cidades pagariam alto para obter informa��es sobre as maquina- ��es do Sab�. Todos eles temem o perigo do seu cresci- mento constante. No fim das contas, nada pode ser dito com certeza so- bre a seita. Na verdade, tudo que a Camarilla acredita so- bre ela poderia ser falso, rumores de Antediluvianos que desejam que as duas seitas entrem em conflito. � improv�- vel, mas perfeitamente poss�vel.

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