Sr. Osvair Munhoz,

Shalom Aleichem !  

Estivemos analisando à luz dos conhecimentos modernos das Kitvei Hakodesh (Escrituras Sagradas) o vosso estudo, e observamos que o mesmo apresenta uma linguagem teológica que dificulta a compreensão por parte dos irmãos de classe mais humilde.

Outro fato que observamos é que vosso estudo apresenta alguns ensinos herdados diretamente da ICAR, e outros que se desenvolveram a partir desse legado.

Devido ao mesmo ser muito extenso, comentaremos apenas alguns tópicos que achamos bem interessantes; iniciaremos analisando o título de vosso estudo:  “O ÚLTIMO CONVITE DIVINO À SUA IGREJA”

 

Continuaremos apresentando nossas considerações em cor verde.

O Último Convite Divino À Sua Igreja
Por Pr. Osvair Munhoz
Ministério Cristo Nossa Justiça

Resumo: Este artigo visa contribuir de um modo cuidadoso para a compreensão do último convite divino de Jesus Cristo à Sua igreja. Ele deseja perfumar, embelezar e distribuir a Sua verdadeira riqueza que é seu amor ágape. Estou pessoalmente encantado com Cristo, é inigüalável o Seu amor por Sua igreja (esposa).  

 

O título de vosso estudo apresenta-se como uma valiosa apologia à doutrina da substituição, uma herança legada pela ICAR onde é ensinado que a igreja cristã é o novo Israel, e desta forma, todos os acontecimentos profetizados para os últimos dias em relação a Israel, deverá cumprir-se em relação à igreja cristã. No entanto, quando aplicamos estas profecias em relação à nação de Israel, observamos a harmonia entre os textos proféticos e os acontecimentos mundiais. Já quando o aplicamos em relação à igreja cristã, por mais que tentemos acomoda-los, não conseguimos harmonizar os textos proféticos de maneira coerente com os acontecimentos mundiais, e precisamos nos contentar com uma explicação abstrata e confusa.

Como exemplo citaremos a profecia contida no livro do Apocalipse 12:1.

A quem se aplica esta mulher vestida do sol com os pés na lua, tendo sobre a cabeça uma coroa com doze estrelas e estando grávida de um filho varão que há de reger as nações com cetro de ferro ?  

·      Pela Doutrina da substituição esta mulher representa a igreja cristã. Porem, como provar pelas Escrituras tal ensino, visto que a igreja só teve sua origem  após a ressurreição de Yeshua, e sendo exatamente ele o filho varão que a mulher trazia em seu ventre;  poderia porventura o filho ter nascido antes de sua mãe ?  

·      Os conhecimentos modernos nos trazem à lembrança o sonho de José, filho de Jacó, relatado em Gn 37:9-10, onde estes astros , o sol, a lua e as estrelas simbolizavam a origem da nação de Israel.  Portanto, essa mulher que aparece em Ap 12:1 ostentando toda simbologia apresentada no sonho de José, só poderia ser um símbolo para representar a nação de Israel.  Quanto a estar grávida, significava que o Messias deveria nascer na referida nação.

·         Dizer que a nação de Israel foi rejeitada pelo Eterno após a morte de Yeshua, também não corresponde à realidade profética pois após a ressurreição e ascensão de Yeshua, encontramos em Ap 12:6 o relato do Eterno tendo grande cuidado para protegê-la.  

·         Posteriormente, quando expulso dos céus satanás passou a perseguir a mulher que dera a luz o filho varão (perseguição aos judeus no período do holocausto nazista), observamos mais uma vez o Eterno protegendo-a e conduzindo-a a seu antigo território. A terra de canaã (atualmente conhecida por palestina) (Ap 12:14) quando então foi restabelecida a antiga nação de Israel em 14 de Maio de 1948.

O que tem dificultado a compreensão da profecia mencionada em Apocalipse capítulo doze versos 1-6, é um legado deixado pela ICAR aos cristãos de uma maneira geral, sobre o período da expulsão de satanás e seus anjos dos Céus.

·         Segundo a tradição cristã, satanás e sua hoste foram expulsos do Céu dos Céus antes mesmo da criação de nosso mundo (Terra).

·         Estudos modernos das Escrituras nos mostram que satanás e seus anjos foram expulsos dos Céus em um período após a ressurreição de Yeshua; e mais precisamente em  torno do século XIX EC. Vide estudo em anexo extraído do site  http://geocities.yahoo.com.br/ibzaituni

 

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Analisando alguns tópicos do item 2.

2.5. Cristo, o Filho de Deus Foi Abandonado Por Deus na Cruz!

Cristo clamou "Elí Elí Lamá Sabactaní - Deus meu, Deus meu, por que me abandonastes?" Não estava peguntando: ‘por quê me abandonas por três dias?’, e sim " por quê me tens abandonado?" Sabes o que isso significava para Cristo? Significava a renúncia da esperança de ressuscitar. Percebia Cristo, que quando o Pai o abandonou, tinha também o abandonado na esperança da ressurreição igualmente. Jesus estava agora ‘pisando o lagar sozinho’. Não podia olhar para o Pai com sentimentos de esperança e segurança. Sentia a agonia do abandono de Deus, sentia como os malvados quando a misericórdia não interceder mais pela raça culpada.

Nos escritos da irmã White, encontramos uma passagem chave a este respeito - "O Salvador não podia enxergar além dos portais do sepulcro. A esperança não lhe apresentava Sua saída da sepultura como vencedor, nem lhe falava da aceitação do sacrifício por parte do Pai. Temia que o pecado fosse tão ofensivo a Deus, que sua separação houvesse de ser eterna. Cristo sentiu a angústia que há de experimentar o pecador quando não mais a misericórdia interceder pela raça culpada. Foi o sentimento do pecado, trazendo a ira divina sobre Ele, como substituto do homem, que tão amargo tornou o cálice que sorveu, e quebrantou o coração do Filho de Deus. Com assombro presenciara os anjos a desesperada agonia do Salvador."

Compreendes o quanto foi tentado Cristo, quando subiu na cruz? O Pai o havia abandonado! Podia haver-se de sua divindade, e ter descido da cruz para salvar-se. Jesus, sofrendo e moribundo, ouvia a cada palavra, ao declararem os sacerdotes: "Salvou os outros, e não pode salvar-se a Si mesmo. É Rei de Israel desça agora da cruz, para que O vejamos e acreditemos" Mt. 27:42 - "Cristo poderia haver descido da cruz. Mas foi porque Ele não se salvou a Si mesmo que o pecador tem esperança de perdão e favor para com Deus".

Sabes por quê? Porque nenhum outro ser humano experimentou a "ira" de Deus plenamente, tal como sucedeu com Cristo. Ele foi o único que experimentou a plenitude do abandono de Deus, que equivale a segunda morte. Cristo foi tentado a descer da cruz e salvar-se a si mesmo. Podes compreender essa tentação? Se tratava de dizer adeus a vida para sempre, nunca mais a ver seu Pai, nem volver jamai ao céu. Significava entregar sua glória, entregar sua vida. Isso consistia a maldição de Deus.

2.6. Jesus Escolheu Morrer para a Eternidade, a Fim de que Vivéssemos em Seu Lugar!

Jesus teve que tomar uma decisão. Não podia salvar-se a si mesmo e o mundo de uma vez. Escolheu morrer para a eternidade, a fim de que eu e você pudéssemos viver em seu lugar. Isso foi o que transformou os discípulos. Jamais haviam concebido um amor dessa magnitude. Esse conceito do ágape que comoveu o mundo: Pelo que o Filho de Deus não só se fez carne e habitou entre nós e viveu em carne caída, mas Ele ainda demonstraria o amor eterno de Jeová ao desistir da vida eterna, afim de que nós pudéssemos viver em seu lugar. "Mas Deus demonstrou o seu amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." Rm. 5:8

 

Minha filha estuda em uma escola adventista, e certa noite, em uma programação da igreja, meu filho que naquela época tinha 06 anos de idade que também se encontrava lá, sofreu um acidente e então veio para junto de mim segurando seu ante-braço na altura do punho e queixando-se de dor porém sem chorar;  pensei que fosse mais uma de suas travessuras que ele aprontava e deixei-o ali junto a mim enquanto terminava de lanchar.  Em seguida, fui examinar o braço de meu filho, e quando pedi para que ele soltasse o punho, verifiquei que havia uma grande deformação em seu punho, típico de uma fratura; o senhor não pode imaginar o remorso que senti naquele momento por ter feito meu filho esperar, imagine, eu terminar de lanchar, quão estúpido eu fui. Naquele mesmo instante, peguei meu filho no colo  e o sentei sobre uma mesa que havia próximo ao local onde se vendiam os lanches, pedi a minha filha o seu lenço de Dbvd com o qual providenciei uma tipóia para  imobilizar o membro fraturado. Neste mesmo instante, o pastor que era o professor de religião de minha filha e que também se encontrava no local veio em nosso auxílio, conduziu-nos a um hospital próximo onde meu filho fez uma radiografia que constatou uma fratura nos dois ossos do ante-braço na altura do punho, mas como não houvesse ortopedista no local, recebemos um encaminhamento para outro hospital mais distante, e novamente aquele pastor que ficara nos aguardando, nos conduziu até o referido hospital onde então conduzi meu filho até o ortopedista que ao avaliar a radiografia, optou por fazer uma redução incruenta (sem ato cirúrgico, tracionar  o membro fraturado para encaixar os ossos) e então imobilizá-lo com aparelho gessado.

Durante todo o momento não deixei meu filho um único instante sequer; observei quando o ortopedista orientou a médica que o assistia todo o procedimento que ela deveria realizar. Deitei meu filho sobre a maca e delicadamente inclinei-me bem próximo a ele para segurar-lhe o braço e confortá-lo durante aqueles momentos que iriam se seguir.  Quando a médica tomou o braço de meu filho e tracionava o local da fratura na tentativa de encaixar os ossos nos devidos lugares, o irmão pode imaginar a angústia que eu sentia ao ver meu filho que não havia tomado nenhuma medicação anestésica chorando e gritando, olhar para mim pedindo para que largassem sua mãozinha, e eu, agora também segurando o membro fraturado para facilitar o trabalho da médica, procurava confortar meu filho dizendo-lhe  não para que parasse de gritar e chorar pois eu sabia que realmente a dor que ele sentia era intensa, eu apenas dizia-lhe que já ia passar, não iria demorar mais.

A médica não conseguiu efetuar a redução da fratura, minha angustia aumentava ao ver o sofrimento de meu filho que, embora sofrendo, sentia-se confortado com a minha presença a seu lado. Em meu intimo, sofria com meu filho, e em pensamento clamava ao Eterno para que o mesmo guiasse a mão do ortopedista para que a fratura fosse reduzida (os ossos fossem encaixado na devida posição) sem a necessidade de um ato cirúrgico. Quando o ortopedista tomou o braço de meu filho das mãos da doutora, e novamente meu filho olhando para mim e para o médico que tracionava sua mãozinha para poder efetuar a redução, gritava e chorava, eu bem juntinho dele novamente lhe dizia que não iria demorar, faltava pouco.

Graças ao Eterno o ortopedista conseguiu fazer a redução, meu filho agora apenas soluçava e eu passei a segurar sua mãozinha na posição que o médico me orientara enquanto ele preparava o gesso para fazer a devida imobilização do membro fraturado.

Feita a imobilização, foi realizada outra radiografia para controle e o médico me recomendou para que durante a noite observasse se as extremidades de sua mão não mudaria de cor (ficasse arroxeada), pois se fosse o caso, deveria retornar imediatamente ao hospital; recomendou-me também que mantivesse a mão sempre elevada e, após prescrever um analgésico (remédio para aliviar a dor), marcou o dia para retorno e controle ambulatorial.

Peguei meu filho no colo e o levei para a recepção onde o pastor como também minha filha com sua mãe o aguardavam com ansiedade pois ouviam com apreensão lá da recepção seu choro e gritos. Enquanto nos conduzia para casa, o pastor nos perguntou se tinhamos a medicação prescrita pelo médico, e como não a tivéssemos, ele retornou para o centro da cidade onde então pude comprá-la, e só então nos conduziu para nossa residência onde chegamos tarde da noite, e só então ele se dirigiu a sua residência.

Sou grato ao Eterno pelo cuidado para com meu filho, pois, depois quando ele me explicou como ocorreu o acidente, vi que ao invés do braço, ele poderia ter fraturado até mesmo o pescoço, no entanto durante a queda de uma cadeira de juiz de volei ele suportou todo o impacto com o seu bracinho que não suportando tamanha pressão, veio a sofrer a fratura;  sou grato pelo homem de Deus (o pastor que nos acompanhou durante todos aqueles momentos); sou também grato a toda a equipe de saúde que atenderam meu filho.

Com essa experiência que vivenciei, aprendi quão insondável é o amor do Eterno, e quão terrível é essa heresia ensinada pelas igrejas cristãs quanto ao relacionamento entre o Eterno e Seu Filho no momento em que este mais precisou do apoio paterno.

Se o próprio Yeshua ensinou que se nós mesmo sendo maus sabemos dar boas coisas a nossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará de Seu Espírito (poder) àqueles que lhe pedirem, como ensinar que o Eterno além de abandonar Seu Filho ali no Calvário, descarregou toda Sua ira sobre Ele, mesmo sabendo que não tinha culpa alguma ?

Na verdade, quando Yeshua em agonia buscou a presença de Seu Pai no Jardim do Getsemani,  lembro-me do momento em que meu filho se aproximou de mim segurando seu bracinho em busca de auxílio e, a partir do momento que vi a gravidade do acidente, não mais deixei meu filho um único instante sequer até que tudo se resolvesse, então pude compreender que sendo o amor do Eterno infinitamente superior ao nosso, a partir daquele momento Ele não mais se afastou de Seu Filho assim como eu não me afastei do meu. Assim como estive ao lado de meu filho quando ele foi conduzido para o hospital, para a sala de radiografia e o consultório médico, da mesma forma o Eterno esteve continuamente com Seu Filho quando ele foi conduzido pela turba à presença de Anás, Caifás, Poncio Pilatos, Herodes e os soldados romanos.

Quando meu filho sofrendo dores terríveis visto não ter tomado nenhuma medicação anestésica vendo-me ali bem junto a ele e não impedindo que os médicos tracionassem seu braço, gritando e chorando pedia-me para que os médicos largassem sua mãozinha, eu sofria com o sofrimento de meu filho mas sabia que não deveria interferir no procedimento médico pois o mesmo era necessário para a recuperação do membro fraturado, procurava consolá-lo dizendo-lhe que faltava pouco para tudo acabar.

Hoje eu entendo que Yeshua quando lá no Calvário, sofrendo terrível agonia, e sentindo a presença de Seu Pai ao Seu lado a consolá-Lo porém não impedindo que satanás o torturasse então clamasse: Deus meu, Deus meu, porque me abandonaste, vejo então como se o Eterno aproximando-se mais ainda Lhe dissesse: “Meu Filho, Tu sabes que Eu Te amo, Tu sabes que Eu Sou justo e imparcial, e nesta batalha que estas a travar  não devo intervir, lembra-te da acusação que satanás fez de Jó, o mesmo se dá contigo, por isso mesmo preciso, para o bem de todo o Universo, que vocês acabem com essa divergência. Filho, não temas, falta pouco para tudo terminar e Tu sabes que Eu Sou justo em Meus juízos”.

Essa experiência que relatei para o irmão me ajudou a compreender a imensidão do amor do Eterno e Sua Justiça e Misericórdia para com Seu próprio Filho e todas as Suas criaturas; esse é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o Deus de Israel, aquele a quem entreguei a minha vida através de Yeshua e a quem continuamente dedico minha família. Agora, o deus que é apresentado em vosso estudo, um deus capas de abandonar seu próprio filho quando este mais dele necessitava, e ainda,  mesmo sabendo de sua inocência lhe desferir violento castigo por faltas não cometidas, tendo que para isso violar sua própria lei por ele mesmo estabelecida, esse deus que apresenta um amor inferior ao amor de suas criaturas, esse deus eu o rejeito.

 

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Analisando alguns tópicos do item 3

3.5. Nós não nos Perdemos Por Causa de Nossas Fraquezas e Pecados, mas, nos Perdemos Pela Nossa Incredulidade na Obra de Cristo na Cruz.

Na cruz do calvário Cristo fez a provisão para a expiação dos nossos pecados que são removidos através do trabalho que Ele realiza no Santuário Celestial. Certamente não podemos ser condenados por pecados que Jesus já pagou. Então, o único pecado que pode trazer condenação, e pelo qual Jesus não pagou, é a descrença na obra de Jesus, ou seja, a incredulidade.

Considerando o texto acima sombreado em amarelo, gostaríamos de fazer as seguintes perguntas:

·        Violaria o Eterno as Leis por Ele mesmo estabelecidas ?  vide Ez 18:20

·        Se o Eterno ter permitido que Yeshua morresse no lugar do pecador (conforme é ensinado pela cristandade), não teria Ele mentido a Abraão (Gn 18:23-26),   e  a  Moisés (Ex 32:32-33)  ?

·        Se Yeshua morreu em nosso lugar e sendo a morte eterna o salário do pecado, poderia Ele ter ressuscitado  ?

·        Se os nossos pecados já foram pagos por Yeshua (conforme ensinado pela cristandade), porque então no Dia da Expiação,  Ele que deveria estar morto aparece lançando sobre satanás simbolizado pelo bode emissário os pecados que já haviam sido pagos anteriormente ?  É justo cobrar uma dívida duas vezes ?

 

No momento em que o pecador crê em Cristo, ele se apresenta à vista de Deus sem condenação; pois a justiça de Cristo é sua; a perfeita obediência de Cristo é-lhe imputada". O que você deseja exatamente agora? Deseja a justiça de Deus ou deseja manter os seus pecados?

Considerando o texto acima sombreado em azul, gostaria de saber se de acordo com os teólogos o Eterno está mentindo para todos nós ao afirmar que a justiça do justo permanecerá apenas sobre aquele que a possui (Ez 18:20), e que a nossa salvação depende unicamente de nosso arrependimento e entrega de nossa vida a Yeshua conforme ilustrada pela oferta pelo pecado em Lv  4:27-30, 32-34.

 

3.6. Viva e Obedeça:

O primeiro passo é receber pela fé a vida nova que Cristo nos outorga e depois a obediência é um resultado da vida de Cristo em nós.

"Se mediante a graça de Cristo seu povo transforma-se em vasos novos, Ele os encherá com vinho novo. Deus concederá luz adicional e se recuperarão algumas verdades antigas, que serão repostas na prateleira da verdade, e onde quer que vão seus obreiros, triunfarão. Como embaixadores de Cristo, examinarão as escrituras para investigar as verdades que se acham ocultas debaixo dos escombros do erro. E comunicarão a outros cada raio de luz que receberão. Haverá um só interesse prevalecente, um só propósito que absorverá todos os demais: Cristo, justiça nossa"

Considerando o texto acima sombreado em amarelo, porque os líderes da IASD, não acatam este conselho dado pela Sra E.G. White procurando não somente analisar mais incentivar a todos os membros da IASD a fazerem o mesmo, ao invés de criticarem e marginalizar todos os que procuram conhecer cada vez mais a vontade do Eterno ?

Conclusão

Com o exposto acima, entendemos não haver necessidade de considerar os demais parágrafos apresentado em vosso estudo que caso alguém desejar conhecer na integra, bastará visitar o site  www.adventistas.com

 

 

Ley Traot !

 

 

Carlos Oliveira

 

 

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