Visto que a pesquisa em consideração foi retirada do site http://www.adventista.com/ , os nomes não foram abreviados visto que se trata de uma pesquisa já de conhecimento público e podendo ser consultada no referido site.
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Shalom Aleichem !
Sr. Josiel Teli
Estivemos analisando vossa
pesquisa sobre o Juízo Investigativo na Bíblia, mas devido à escassez de tempo,
só agora estamos apresentando algumas considerações para as quais, se possível,
aguardamos vossa apreciação.
Você dividiu as pesquisas em sete partes, das quais à medida do possível, iremos considerar alguns itens de diversos tópicos que se encontram nas sete divisões de vossa pesquisa. Consideraremos apenas alguns itens, pois achamos não ser necessário considerar todos visto que a crença em um Juízo Investigativo trata-se tão somente de mais uma tradição teológica predominante no segmento adventista (movimento do qual também faço parte), assim como o arrebatamento da igreja predomina no segmento pentecostal, tendo os dois em comum a falta de suporte bíblico para sustenta-los.
(apresentaremos nossas considerações em verde)
JULGAMENTO
(ΚRÍMA) X JULGAMENTO (KRÍSIS) - PARTE
1
O assunto do momento
é Juízo. Por conseguinte, julgamento. Muito se tem escrito sobre esses dois
assuntos. Muitas pessoas, bem intencionadas, têm feito diversos comentários
sobre vários versos da Escritura Sagrada, uns para defender que os santos
entraram em um determinado tipo de Juízo, ou seja, terão que comparecer a um
Tribunal. Outros para se opor a essa idéia. Abaixo citarei um comentário de um
professor, sobre algumas palavras que geralmente são traduzidas por julgar e
suas derivações e julgamento.
“- Nomes linguais, oriundos de tema
verbal, radical
terminado em τ
precedido da sílaba
μα, daí, o gen. sin. a
exibir o final ματος, são sempre neutros e expressam RESULTADO ou PROPÓSITO da ação em contraposição direta aos substantivos ne nom. sing.
terminado em
σις, femininos de tema em vogal fechada,
ι, que lhe
exprimem o PROCESSO”.
A seguir temos um exemplo, onde ele cita
um verso de Romanos.
- Entretanto, δικαίωμα expressa propriamente a
justificação como ato,
ou resultante, ou produto, enquanto δικαίωσις a apresenta antes como ação, ou operação, ou
processo;
- Logo, δικαίωμα diz respeito à sentença
liberatória, à
absolvição judicial;
δικαίωσις ao processo envolvido, à ação justificante no seu
todo”.
Apenas para complementar o que foi dito
pelo professor, e para que não haja mal entendido. Ele apresentou
δικαίωμα como um “ato, ou resultante, ou
produto”. Depois disse,
em sua conclusão, que diz respeito “à absolvição judicial”. No entanto, ele sabe e nós também
sabemos que em um tribunal
também há a possibilidade de alguém ser condenado, e não apenas absolvição.
Em seguida o professor Waldyr Carvalho Luz
faz um pequeno comentário sobre as palavras: “κρίμα” e “κρίσις”, que possuem a mesma terminação das duas
últimas palavras apresentadas.
“- Procedentes do tema κριν, do verbo κρίνω – julgar -, κρίμα (Tiago 3.1) e κρίσις (Ap 18.10), aquela a englobar o sufixo
μα (τ), esta o sufixo σις, traduzem-se ambas as formas por
juízo ou julgamento;
- Contudo, κρίνω expressa, mais adequadamente,
a sentença lavrada, o
veredicto ou acórdão,
enquanto κρίσις se refere ao processo, ao julgamento de
que resulta a sentença”. 1
Nos próximos artigos estudaremos muitos
Textos da Escritura Sagrada, onde encontramos, ora o verbo “κρίνω”, ora o substantivo neutro
“κρίμα”, ora o substantivo feminino
“κρίσις”, ou duas delas ou mesmo em um contexto
maior, onde essas três palavras. – [email protected]
Que YHWH faça resplandecer o Seu rosto
sobre ti, e tenha misericórdia de ti...
Referência:
1LUZ, Waldyr Carvalho. Manual de Língua
Grega. Vol. I. 1ª ed.
Casa Editora
Presbiteriana;São Paulo – SP,1991. pp. 228-229.
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Esta primeira parte de
vossa pesquisa, como se trata apenas de uma explicação sobre a língua
grega nos tempos bíblicos e não a interpretação de temas bíblicos, achamos
por bem nada considerar.
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Ley Traot ! |
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Carlos Oliveira |
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