Apocalipse 17: Explicações e Comentários

(Última Parte)

Shalom, irmão Carlos Oliveira! Que YHWH continue abençoando e iluminando o irmão e seus familiares...

Continuando as explicações e comentários referentes ao seu último e-mail, agora serão apresentados os outros itens: 04 a 06.

No item 04 o irmão diz: "Se a Igreja Católica é a grande cidade que reina sobre os reis da Terra..."

Embora a "aplicação do termo mulher no contexto profético", tenha sido aplicada quase que exclusivamente "para representar reinos", não se pode afirmar que ele (o termo mulher) não deva ser aplicado, também, à igreja. De acordo com a sua colocação, e em função do que já comentei no item 01 (do artigo anterior), podemos ver claramente que a "mulher vestida do sol com a lua debaixo dos seus pés e uma coroa de doze estrelas na cabeça" (Apoc. 12:1), representa o reino (nação) de Israel. E diante dele foi que o dragão vermelho – Roma Pagão parou. No entanto, será que a mulher de Apoc. 17:3 pode ser interpretada apenas como um reino? Por que não uma igreja sobre um reino? Será que o animal (dragão vermelho) de Apoc. 12:3 é o mesmo animal (besta escarlate) de Apoc. 17:3? – (Veja o foi escrito no item 01, no artigo anterior).

Em Apoc. 12:6 é dito que a mulher fugiu para o deserto. Esta mulher é exclusivamente a nação de Israel ou se refere apenas à igreja do Messias? Ou se refere tanto à nação quanto à igreja? (Analise em função de todo o contexto de Apoc. 12).

Pelo conhecimento que temos até o momento, o termo mulher no contexto profético foi aplicado exclusivamente para representar reinos; o encontramos também sendo utilizado por Paulo como ilustração em seus escritos, e não como profecias. Portanto cremos não haver necessidade de responder as perguntas referentes ao texto em análise.

Quanto ao Vaticano ser o país mais rico do mundo, não tenho fonte para comprovar; mas não podemos negar que o Vaticano seja dono de uma grande riqueza, tendo por base tanto o ouro que ele possui quanto a tudo que comercializa.

Visto não haver comprovação de que o Vaticano seja o país mais rico do mundo e no entanto existir uma vasta comprovação publicada pela mídia mundial de que os EUA seja a nação mais rica do mundo, a mulher apresentada em Ap 17:13, sendo possuidora de grande riqueza (ricamente adornada), e assentada sobre uma besta (nações européias), representa os EUA.

No entanto o Vaticano é reconhecidamente o menor país do mundo. Ele possui embaixadas – com núncios apostólicos (são os embaixadores) – em quase todos os países. Também não se pode negar que quase todos ou todos os reis, presidentes (inclusive os últimos presidentes americanos – especificamente desde 1980), primeiros-ministros reverenciam ao papa e o procuram para serem "abençoados" por ele. Mas este (o papa) não os reverencia nem é abençoado por meio das autoridades que lhe fazem visita. Para entendermos o que isso significa, precisamos ler e entender o relato de Hebreus 7:7:

"Evidentemente é fora de qualquer dúvida que o inferior é abençoado pelo superior". (ARA).

Na verdade, o Vaticano só é conhecido no mundo por ser a sede da ICAR, e nada mais. Ele não exerce nenhuma influência no mundo que o coloque em destaque na comunidade internacional.

Já a ICAR, embora continue existindo como uma instituição religiosa tendo sua sede no Vaticano, não mais em Roma (sede do império Romano - trono do dragão), já não detém aquele poder exercido no passado visto que conforme Dn 7:11, aquele animal (poder religioso que mantinha os reinos submissos a sua autoridade) foi morto, e o seu corpo (conjunto de reinos que lhe davam sustentação) foi desfeito (se tornaram livres ao romperem os laços que os unia a ICAR)

Por meio desse verso também entendemos Apoc. 17:18: "A mulher que viste é a grande cidade que domina sobre os reis da terra". (ARA).

Entender que a nação dos EUA seja a mulher do verso acima, é dizer que ele tem domínio e autoridade sobre o papa, também, em assuntos religiosos. Exercendo "todo o domínio" (Apoc. 13:12), mas não é isso que acontece em assuntos religiosos. O termo "domina" necessariamente não se aplica com exclusividade à área política-militar; mas também a influência religiosa que a "mulher" tem "sobre os reis da terra". Por isso, mesmo sem ter exército a primeira besta (Apoc. 13:1-10) fez o que conforme está escrito em Apoc. 17:4-6.

Verdadeiramente os EUA exercem domínio sobre as nações do mundo através de seu poder político, econômico e militar, e embora seus dirigentes tenham o costume de visitar o papa (visitas estas de cortesia e não de submissão) podemos ver claramente como as resoluções papais são desconsideradas pelo governo americano (vide por exemplo as recomendações papais em relação aos conflitos no Oriente Médio).

Que os EUA exercem tão grande poder e autoridade, podemos verificar em sua decisão de invadir o Iraque em 2003, desconsiderando até mesmo a autoridade da ONU, o que gerou uma grande crise de identidade para a própria ONU que se viu sem condições de reagir a tão grave afronta visto que ela mesma é dependente dos EUA. (Ap 13:14 e 15).

Vide revista "ÉPOCA" do dia 24 março 2003 páginas 60 e 61, das quais destaco o seguinte texto:

"QUAL O FUTURO DA ONU ?

Depois de ser atropelada pelos EUA, ainda há sentido para ela?

Durante um ano o Conselho da ONU ocupou o centro das atenções do mundo. Na Quarta-feira, o Conselho estava às moscas. Após o ultimato de George W. Bush a Saddam Hussein, os olhares se deslocaram para Washigton. Dos 15 países representados no Conselho, apenas seis enviaram seus chanceleres. O secretário de Estado americano, Colin Powell, ausentou-se alegando que tinha de receber o ministro das Relações Exteriores de Angola. "É um dia triste para as Nações Unidas. Sei que milhões de pessoa ao redor do mundo dividem essa decepção", afirmou o presidente da ONU, Kofi Annan. Durante a reunião, ele e o chefe dos inspetores de armamentos, Hans Blix, conversaram brevemente antes que cada um partisse para uma tarefa desagradável. Blix foi cuidar da retirada de seus subordinados do Iraque. Annan foi redigir uma circular pedindo aos funcionários da entidade que não fizessem protestos contra a guerra, para evitar confronto com os Estados Unidos. Grupos conservadores que apóiam Bush fazem há meses uma campanha para acabar com a organização, que julgam inútil na Nova Ordem Mundial. O ambiente de incerteza criado nos Estados Unidos pelo ataque de 11 de setembro só contribuiu para reforçar essa impressão." ‘Ernesto Bernardes’

Embora o irmão de grande ênfase à influência religiosa exercida pela ICAR que manteve as nações européias em submissão a Roma, tenho a dizer que foi justamente a esse animal (domínio religioso), que Daniel em Dn 7:11 se referiu ter sido morto, ou seja, o domínio religioso europeu exercido pela ICAR deixou de existir, e quanto ao corpo do animal (conjunto de nações que lhe davam sustentação) ser desfeito, significa que as nações européias se tornaram livres dos laços que as mantinham submissas à ICAR.

Já a ICAR não sendo mais detentora daquele antigo poder com o qual subordinava as nações européias e após ter sido expulsa de Roma (antiga sede do império romano = trono do dragão), subsiste como uma religião tendo sua sede no Vaticano, e não mais sustentada pelas demais nações, e sim por suas igrejas e instituições espalhadas pelo mundo, como também por suas aplicações no mercado financeiro como qualquer outra religião de grande porte.

Quanto a não fazer parte do G-7 - não é isso que realmente conta. Porrque embora o Vaticano não seja membro, com certeza dentro do G-7 ele têm os seus representes, para reivindicar os seus (do Vaticano) interesses.

Quanto ao segundo tópico, sabemos que os líderes do Vaticano são dissimulados. Eles agem em várias frentes. Nunca se sabe realmente o que eles querem. Mas uma coisa é certa, o interesse da ICAR tem que prevalecer. Por isso, não se pode afirmar que as recomendações da ICAR sejam de fato passadas por alto.

Já o terceiro tópico pode ser ligado ao que foi dito sobre o segundo. Para que você entenda e responda às perguntas feitas por você, no segundo e no terceiro tópico do item 04, recomendo, mais uma vez que o irmão leia o livro: O Papa de Hitler.

Quanto ao último tópico, faço algumas perguntas. Será que o silêncio significa que o Vaticano não fez nada, por meio de seus agentes invisíveis? Deixo também as seguintes perguntas: o que aconteceu realmente com o bispo Sérgio Von Heeder da igreja universal? Onde e como ele vive hoje? Além do mais, será que ele realmente era um bispo ou era um jesuíta querendo jogar a opinião pública brasileira e mundial contra a igreja universal?

Aqui o irmão esta apresentando apenas fatos abstratos, mas o que precisamos são de fatos concretos para que possam ser analisados; sendo assim, nada temos a considerar neste parágrafo.

Vivemos em outra época e a ICAR não pode agir mais abertamente como agia. Por isso existe uma profecia que trata da segunda besta, que ainda não está agindo, de fato, em assuntos religiosos, como agia a primeira besta. Por outro lado, de maneira alguma podemos dizer que a "primeira besta" não tenha mais "poder e autoridade".

Na verdade a ICAR não tem e nunca terá mais condição de agir como no passado. Hoje em dia a religião ainda tem força política no Oriente, e principalmente entre as nações Islâmicas, já no Ocidente a influência religiosa nos assuntos políticos acabou (morreu), sendo sucedida pelo poder econômico.

Quanto ao último parágrafo do item 04, especialmente no que diz respeito a Daniel 7:11, já foi comentado no artigo anterior – no item 03. No entanto, vale ressaltar que em Daniel capítulo 7 foram relatados quatro animais, e no verso 11 foi dito que o quarto animal morreu, mas os outros três continuaram vivos (Dan. 7:12). Além disso, um detalhe que não podemos jamais esquecer – o animal possuía dez chifres na cabeça e surgiu, depois o décimo primeiro chifre (Dan. 7:7-8). Então, sendo assim, dizer que o décimo primeiro chifre foi morto em 1798, implicará, naturalmente, também na morte dos outros chifres. Porque todos estavam no mesmo animal que fora morto segunda a profecia. Contudo, se você entender que "o corpo desfeito" (Dan. 7:11) significa o desmembramento do que restava do Império Romano, e conseqüentemente veio a surgir várias nações, além das sete que restaram, representadas pelos sete chifres, e mais a ponta pequena – totalizando oito chifres, você também entenderá que a ponta pequena – o décimo primeiro chifre, também representava o domínio do que ainda restava do quarto animal, pois governava a partir de Roma. Mas Dan. 7:11 também diz: "e entregue para ser queimado pelo fogo". Desde 1793 Roma sofreu várias intervenções:

"Em 1793 o Estado Pontifício foi ocupado por tropas francesas e no tratado de paz o papa foi coagido a pagar a soma de um milhão e a entregar manuscritos e obras de artes valiosas. Quando Pio VI, mais tarde, se aliou com a Áustria e Nápoles, Napoleão invadiu o Estado Pontifício e ditou uma paz ainda mais dura. Em 15 de fevereiro de 1798, foi proclamada a República em Roma, o papa foi declarado deposto e celebrada, na → basílica de São Pedro, um culto de ação de graça pelo restabelecimento da República. Como o papa se negasse a deixar Roma, foi levado com violência a Siena e dali para o convento dos cartuxos em Florença. ..." – (FISCHER, Rudolf, Wollpert. Os Papas. 2ª ed. Petrópolis – RJ, Editora Vozes. 1997. pp. 147-148.).

"Em 1809, Napoleão incorporou o Estado Pontifício ao Reino da Itália. Em conseqüência da Revolução Francesa, os direitos reais dos príncipes e dos Estados haviam passado por uma transformação, que redundou em redução do Estado Pontifício. ..." – (Ibibem. p. 268.).

"... Em Roma, proclamou-se a República, em 9 de fevereiro de 1849. Em 12 de abril de 1850, o papa, protegido por tropas francesas, voltou para Roma. As tropas italianas conquistaram grandes áreas do → Estado Pontifício. Foi proposta ao papa a conservação da soberania sobre a cidade de Roma e uma doação fixa, em troca da desistência de suas pretensões sobre o Estado Pontifício. Pio" (Pio IX) "recusou a proposta. Em vista disso, o governo italiano, por iniciativa própria, estabeleceu as normas referentes a suas relações com a Igreja: Em 1871, foi assegurada ao papa a imunidade e a soberania, uma renda anual, e assinada a garantia do domínio papal sobre os palácios do Vaticano e do Latrão (assim como da vila de Castel Gandolfo). Já em 15 de maio de 1871, condenou o papa a lei em referência. A partir de então, viveram os papas como ‘prisioneiros do Vaticano’. Até o ano de 1929, em que se chegou a uma regularização da questão romana, os papas não saíram do Vaticano". – (Ibidem. p. 153.).

"... Contudo, por efeito das aspirações de unificação da Itália, em 1866, acabou perdido (até o ‘Patrimonium Petri’). Em 1870, tornou-se parte da Itália. A partir de então os papas se consideravam ‘prisioneiros do vaticano’. De Pio IX a João XXIII não mais saíram da → cidade do Vaticano". – (Ibidem. p. 269.).

Assim, entendemos que o quarto animal relatado em Daniel 7:11 morreu. E a ponta pequena (décimo primeiro chifre) que representava a continuação do quarto animal, pois era ela que o conduzia. Sofreu uma ferida mortal (1870) – "uma de suas cabeças como golpeada de morte". Uma de suas cabeças eqüivale a um de seus chifres. Mas reviveu (1929 – com o Tratado de Latrão) – Apocalipse 13:3.

Parece-nos que o irmão ainda não conseguiu assimilar o significado do termo besta no contexto profético.

Besta são animais com os quais o Eterno representou os diversos domínios que já surgiram ou mesmo ainda surgirão na história deste mundo.

Quando o Eterno da destaque especial a uma besta em Suas profecias, Ele está ensinando que este animal eqüivale a um governo formado por um conjunto de reinos subordinados a um reino dominante que após dominá-los, exerce toda sua autoridade sobre os mesmos. Neste caso, o corpo de uma besta [cabeça (incluindo os chifres), tronco e membros] corresponde ao conjunto de reinos submissos a autoridade do reino dominante.

Sendo assim, o animal que foi morto segundo Dn 7:11, representa o poder que mantinha unido todos os reinos que davam sustentação ao governo exercido pela ICAR, portanto, com a morte desse animal (poder unificador = religião),a ICAR perdeu sua influência sobre todos os demais reinos representados quer sejam pelos chifres, cabeças tronco ou membros desse animal, como também sobre o próprio trono do dragão (cidade de Roma – antiga sede do império romano), de onde foi expulsa e colocada no Vaticano onde permanece ainda em nossos dias, ou seja, a morte do animal não corresponde à extinção dos reinos que o formavam, mas sim do poder centralizador que exercia o domínio que no caso de Dn 7:11 era a ICAR com sua sede em Roma, a sede do antigo império romano, o trono do dragão.

O corpo desfeito (conjunto de nações que davam sustentação à besta)significa tão somente que essas nações ficaram livres do domínio religioso exercido pela ICAR.

Não consegui entender o raciocínio do irmão (vide texto acima sombreado em amarelo) ao declarar que um animal já morto ainda possuía uma de suas cabeças viva e com uma ferida mortal que foi curada posteriormente; se o animal já se encontrava morto, é impossível que ainda tivesse uma de suas cabeças ainda com vida, mesmo que ferida mortalmente, pois, se este fosse o caso, o animal não poderia ser considerado morto. Concorda ? Mas

Daniel foi explícito ao declarar que o animal estava morto, não agonizante.

É um erro afirmar o que o irmão afirmou: "o domínio político religioso que era exercido pela ICAR cessou, embora a mesma continue existindo como mera instituição aguardando a sua sentença que fora decretada pelo Altíssimo."

De acordo com Apoc. 13:12, "toda autoridade" que é utilizada pela "segunda besta" é utilizada para benefício da "primeira besta", pois assim está escrito: "Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada".

Então, quase tudo que está relatado como feitos da segunda besta visa fortalecer a autoridade e adoração a primeira besta. Além do mais, os santos dos últimos dias têm que vencer a primeira besta, não aceitando a sua marca, número nem adorando à sua imagem (Apoc. 14:9-11, 15:2 e 20:4).

O texto de Ap 13:12 é bem claro ao mencionar que a 2ª besta (EUA) faz com que as nações adorem (obedeçam) a 1ª besta (nações européias – UE), e hoje em dia, através da mídia podemos observar como os EUA procuram através da Europa pressionar as nações que contrariam seus interesses, não porque a Europa seja um poder religioso, mas sim por exercer uma grande influência econômica no mundo, e como exemplo podemos citar o caso do Irã e da Coréia do Norte com seus programas nucleares.

Agora, o texto de Ap 13:14-17 é muito claro ao mencionar que a 2ª besta (EUA) conferiu vida, poder e autoridade à imagem da 1ª besta (Império Romano – domínio pagão e domínio cristão), e não propriamente à 1ª besta. Não devemos e nem podemos nos esquecer e nos confundirmos, de que é a imagem da 1ª besta que tem poder para falar e matar todos os que não a adoram (obedecem), e não a primeira besta em si.

Recomendaria ao irmão analisar no site http://geocities.yahoo.com.br/ibzaituni uma pesquisa sobre as duas bestas do apocalipse 13 e a imagem da besta que se encontra no link Apoc. 13, pois para que nosso comentário não fique muito longo, mencionarei um pequeno resumo do que vem a ser a imagem da besta mencionada em Ap 13:14.

Sendo a 1ª besta (império Romano) um poder centralizador que usava de sua autoridade para que os outros reinos cumprissem suas determinações, hoje em dia o único poder existente na terra que possui a mesma autoridade dos imperadores no passado é a ONU, Organização das Nações Unidas, é ela que detém o poder de convocar qualquer nação para boicotar, intervir ou mesmo combater qualquer nação que lhe desobedeça. Devemos nos lembrar também que é justamente os EUA que da vida e sustentação à ONU.

Agora para finalizar os comentários deste item, analisemos o que foi dito sobre a segunda besta em Apoc. 13:13 e 14:

"Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens. Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu".

Conforme é apresentado na pesquisa sobre o Apocalipse 13 no site acima mencionado, os grandes sinais tais como fogo descendo dos céu sobre a terra diante dos homens, correspondem aos sofisticados armamentos (mísseis que são como fogo descendo dos céu sobre a terra) que possui a 2ª besta (EUA).

Já a imagem da besta corresponde a ONU, a quem os EUA não somente promoveu a sua formação como também lhe dá vida.

Vide revista "Notícias de Israel" março 2005, páginas 12 – 15, publicada pela "Obra Missionária Chamada da Meia Noite" da qual extraímos o seguinte texto do artigo "O Dia em que Israel Nasceu"

"... Ainda em Londres, Horowitz avistou-se com Harold Beeley, a sombra por trás de Bevin, que lhe jogou um balde de água fria, afirmando que os Estados Unidos e a União Soviética jamais chegariam a um acordo sobre a Palestina e, caso chegassem, não havia a menor chance de os judeus terem dois terços dos votos da Assembléia Geral, número necessário para a aprovação de qualquer decisão nas Nações Unidas. Enquanto isso, em Washington, as perspectivas não eram favoráveis à partilha. A recomendação da UNSCOP esbarrava na firme oposição do general-secretário George Marshall, apoiado por altos funcionários do Departamento de Estado. O presidente Truman, por seu turno, convenceu Marshall de que como os Estados Unidos haviam apoiado de forma decisiva a criação das Nações Unidas, não fazia sentido rejeitar o parecer de uma comissão da própria ONU. " (grifo nosso)

Em Apoc. 16:13 a segunda besta é chamada de falso profeta. Se ela é o falso profeta a primeira besta ainda continua sendo o que é. Pra que não reste dúvida de quem realmente seja o falso profeta devem ler e entender Apoc. 19:20:

"Mas a besta foi aprisionada, e com ela o falso profeta que, com os sinais feitos diante dela, seduziu aqueles que receberam a marca da besta, e eram os adoradores da sua imagem. Os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo, que arde com enxofre".

Portanto, não resta dúvida que a primeira besta continuará exercendo o seu papel e que a segunda besta é o falso profeta, ou seja, é também o porta-voz da primeira besta. Por isso exercerá "toda autoridade da primeira besta na sua presença" (Apoc. 13:12).

Em Apoc. 16 aprendemos que a besta ali mencionada corresponde aos EUA, o dragão ao antigo império romano atual União Européia, e o falso profeta às nações islâmicas seguidoras do profeta Maomé. Quanto às maravilhas feitas pelo falso profeta mencionadas em Ap 19:20, correspondem aos atentados terroristas feitos pelos seguidores de Maomé.

Quanto à primeira besta estar sempre aliada aos reis da terra, isso já podemos observar ao contemplarmos a intima ligação que a União Européia vem desenvolvendo junto à ONU, órgão com representantes de todas as nações, com exceção do Vaticano.

Outro fato curioso digno de nota é o que foi relatado em Apoc. 16:12-16, em conexão com Apoc. 17:14 e 16 e com o capítulo 19:19. A primeira besta é apresentada, sempre, aliada aos reis da terra (Apoc. 18).

Como então alguém pode dizer que a primeira besta perdeu sua autoridade e poder? (Apo. 17:18).

Meu irmão, você mesmo declara neste texto que a 1ª besta apresenta-se agora sem aquela autoridade que exercera no passado quando então ditava as ordens, e no entanto, hoje em dia precisa fazer aliança.

Recomendaria a leitura da pesquisa sobre o Apoc. 16 que se encontra no site acima mencionado.

No item 05 o irmão diz: "Só existe uma mulher em Apocalipse 17."

Quanto a este item, você diz:

"Que a mulher dos versos 3 e 9-10 é a mesma que aparece no verso 15, é bem evidente na declaração do anjo a João". Depois o irmão citou: "Vem, mostrar-te-ei o julgamento da ...".

O irmão não esta levando em conta que o anjo fez uma revelação afirmativa ao profeta João: primeira – "Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas". – (Apoc. 17:1 - ARA).

Mas no verso 3 do mesmo capítulo é o profeta que faz o relato do que viu: "Transportou-me o anjo, em espírito, a um deserto, e vi uma mulher montada numa besta escarlate, besta repleta de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres".

As palavras sentada (verso 1) e montada (verso 3) vem da mesma palavra grega. Portanto, podemos interpretar que a mulher do verso 1 tornou-se prostituta. Já a mulher do verso 3 não pode ser vista como prostituta e muito menos como uma mulher fiel, a semelhança da mulher que foi apresentada em Apoc. 12:1 (Esta é fiel). Porque a mulher de Apoc. 17:3 é inimiga dos santos e das testemunhas do Messias (Apoc. 17:6).

Tudo isso nos leva a entender que a semelhança da nação de Israel no passado, quando se prostituía com outros deuses. YHWH julgava a por meio das nações, assim, nos últimos dias Ele julgará a meretriz de Apoc. 17:16, por meio da besta e dos dez chifres. Agora o que devemos procurar entender é se a grande meretriz de Apoc. 17:1 é a mesma meretriz de Apoc 17:16. No entanto, por enquanto só direi isso sobre Apoc. 17:1 e 16.

Você afirmou que existe apenas uma mulher em Apoc. 17. Eu concordo em parte com o irmão que existe uma e apenas uma mulher que não é chamada diretamente de meretriz. No entanto o próprio capítulo chama a mulher de: "A mãe das meretrizes". Então, existem meretrizes que não foram chamadas de mulher. Portanto, como explicar o termo meretrizes? Será mesmo que existe apenas uma meretriz que também é mulher? Ou você deverá entender que a mulher (EUA) é a mãe das outras nações? Afirmar que a mulher é a nação americana é o mesmo que dizer que ela deu origem às meretrizes (outras nações). No entanto, dizer que a mulher é a ICAR podemos perfeitamente entender e aceitar que as demais igrejas são originárias dela, cronologicamente e doutrinariamente falando.

Certo dia Yehoshua HaMachiach disse a um grupo de judeus que eles tinham por pai ao diabo; será que com essa declaração Ele estaria ensinando que o diabo havia coabitado com algumas mulheres judias e delas ter gerado aquele grupo de judeus, ou estaria simplesmente ensinando que por fazerem a vontade do diabo, aqueles judeus eram considerados como sendo seus filhos ? Da mesma forma, as diversas nações que seguiram os costumes ditados pela meretriz (EUA), são consideradas como sendo suas filhas.

Recapitulemos alguns símbolos proféticos:

Não vejo muita necessidade de comentar este tópico pois basta o irmão verificar que no contexto profético tanto o termo águas quanto o termo besta tem um mesmo significado. Portanto, a mulher sentada sobre muitas águas é o mesmo que dizer uma mulher sentada sobre uma besta; trata-se de um mesmo evento sendo apresentado através de dois símbolos diferentes; vide Gn 41:14-31.

Mais uma vez não consegui entender vosso raciocínio ao declarar (vide trechos sombreados em amarelo) que a mulher mencionada em Ap 17:3 não é prostituta já que o vs 4 menciona que ela tinha em sua mão um cálice cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição.

Tanto Ap 17:1; 17:3-4; e 17:16 apresentam a mulher como sendo uma prostituta, o que não se harmoniza com vossa declaração.

No item 06 o irmão diz: "Ao final, sua linha de pensamento me pareceu confusa."

Quanto ao primeiro parágrafo do item 06, já foi comentado tanto no artigo anterior quanto neste.

Os três parágrafos citados abaixo, os últimos dos itens 04 e 05 e o segundo do item 06, parece que estão em contradição.

"Em nossos dias, segundo Daniel 7:11, este reino (animal), foi morto, ou seja, o domínio político religioso que era exercido pela ICAR cessou, embora a mesma continue existindo como mera instituição aguardando a sua sentença que fora decretada pelo Altíssimo."

Como já foi dito, os chifres estavam no animal – inclusive a ponta pequena; mas nem a ponta pequena nem os chifres eram o animal. Ou seja, os chifres faziam parte do animal e o animal não era composto apenas por um chifre, contudo foi mais identificado com o décimo primeiro chifre. Ao fim da história do quarto animal restavam ainda oito chifres e não apenas 01. Mas sobre isso já foi comentado acima e no artigo anterior.

No outro parágrafo o irmão disse:

"Devemos considerar também que a mulher esta sentada sobre os sete montes, ou seja, é apoiada por sete reinos ao mesmo tempo, e não sete reis que se sucederam dentro de uma mesma nação pois então ela deveria estar assentada apenas sobre um monte, ou seja, apoiada por apenas um único reino, o que não é o caso mencionado pelo anjo em Ap 17:9."

Quanto aos sete montes e sete reis, o assunto já foi abordado no item 02 do artigo anterior. Quanto a Dan. 7. Lá o quarto animal é morto, mas os chifres (sete), mais a ponta pequena não são destruídos. E durante o período em que reinavam os sete chifres (montes) deram sustentação política-militar à ponta pequena que governava a partir de Roma – Roma Papal (Estados Pontifícios)totalizando oito chifres. No entanto, com a morte do animal a ponta pequena sofreu uma ferida mortal, mas foi curada (Apoc. 13:3 e 14). Com tudo, o anjo declarou positivamente que os sete chifres também são sete reis. Ele não disse: os sete chifres são os sete reis. E sim: "São sete chifres", "também são sete reis".

Esta nova explicação pareceu-me mais confusa que a primeira; o irmão parece não ter compreendido que o animal corresponde ao conjunto de nações (quer tenham sido representadas por cabeças, chifres ou outra parte qualquer do animal) subordinadas a um governo central. Ao este animal ser morto, ou seja, extinguindo-se esse poder centralizador, todos os reinos que o formavam (quer tenham sido representados por chifres, cabeças ou outra parte qualquer da besta), deixando de ser submissos a esse poder, passam a existir independentemente daquele poder centralizador.

No caso da 1ª besta (ICAR), ao ela morrer (perda de sua autoridade, inclusive o próprio trono do dragão – cidade de Roma, sede do antigo império romano), as nações européias se tornaram livres de um poder centralizador durante muitos anos e, nos dias atuais com a formação da União Européia (besta que era, não é, mas tornará a ser), ressurge novamente a 1ª besta, não mais subordinada a um poder religioso, mas sim a um poder econômico.

"Quanto a União Européia ser a besta do Apocalipse 17:3, as evidências históricas são bem nítidas, o que não ocorre em relação ao Vaticano."

Um detalhe importante é encontrado em Apoc. 17:11 (veja também o verso 8): "A besta que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha pra destruição".

Fica incoerente afirmar que a besta é a União Européia, segundo a afirmação que ela também é o oitavo rei que está sobre ela e que procede dos sete chifres. Por outro lado, entende em primeiro lugar os sete chifres como sete montes (nações da antiga Europa), àquelas que deram sustentação política-militar a Roma Papal, entenderemos perfeitamente o surgimento do oitavo chifre como besta e rei, conforme Apoc. 17:11. Porque literalmente o Vaticano encontra-se dentro dos limites geográficos de uma das pontas (nações) do quarto animal de Dan. 7. Por isso, o oitavo rei – política e geograficamente procedeu dos sete (especificamente de um dos sete povos que lhe deram sustentação política-militar). A ponta pequena (era o oitavo chifre de Dan. 7, após três deles (dos dez chifres) terem sido arrancados diante dela – ponta pequena). Agora, após ter recebido a ferida mortal e ser curada (Apoc. 13:3 e 14) surge novamente como o oitavo rei e besta (Apoc. 17:8 e 11).

Mas essa interpretação dos sete chifres como sendo também sete nações não invalidam a interpretação dos sete chifres como sendo também sete reis governando a partir do oitavo poder. O poder religioso conhecido como - primeira besta.

Além do mais, quando você diz que a besta de apocalipse 17:3 é a União Européia, fica uma afirmação que não é precisa. A União Européia é recente. E a influência dos EUA sobre a Europa (antigo Império Romano) veio a ser uma realidade após a segunda guerra mundial. Mais especificamente após a queda do Muro de Berlim. Por outro lado, interpretando o quando você afirmou - a besta de Apoc. 17:3 é a União Européia. Devemos entender que os dez chifres (Apoc. 17:4) da besta devam representar seus reis/presidentes/governantes. Só que a própria Escritura Sagrada também nos afirma: "Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam reino, mas recebem autoridade como reis, com a besta, durante uma hora". (Apoc. 17:4 - ARA).

Por esse verso e pelo verso 11, está evidente que existe o oitavo rei e não reino que por identificar-se tanto com a besta que é chamado de besta. No entanto, também foi dito que o oitavo rei reinará (governará) com os dez chifres (que governaram como reis por uma hora com a besta/oitavo rei). Daqui surgem algumas perguntas: o oitavo rei/besta representa a ICAR ou a União Européia? Se representar a ICAR, então, os dez chifres/reis podem ser identificados com quem e/ou a quem eles representam? Caso o oitavo rei/besta represente a União Européia – os dez chifres/reis representam quem? Em qualquer dos casos existe uma possibilidade de ser a autoridade papal o oitavo rei/besta, tanto como líder do Vaticano quanto líder moral da União Européia.

Sei que há duas possibilidades de interpretarmos Dan. 7:11 relacionando-o com Apoc. 17:8. Se identificarmos que o animal morto (o quarto) foi o que restou do poderio do Império Romano. Podemos fazer uma aplicação do mesmo poder a atual - União Européia (Assim sendo, no futuro ela deverá apontar 7 cabeças/reis e dez chifres/poderes). Contudo, também, podemos interpretar literalmente que a ponta pequena (primeira besta) existiu até o ano de 1870; e no período de 1870 até 1929 ela deixou de existir, mas surgiu novamente a partir de 1929. Por essa maneira de interpretar, podemos entender a teoria dos sete reis e a possibilidade do atual papa governar a igreja católica e o Vaticano com 10 cardeais. Pois estes são príncipes, aspirantes a reis do Vaticano. Por isso foi dito que eles ainda não receberam reinos; mas governaram ("recebem autoridades como reis") com a besta durante uma hora. O que podemos entender que seja uma possibilidade de ocorrer durante os últimos dias de vida do atual papa até a escolha do seu sucessor. Quando os dez chifres devolverão o poder para o novo papa.

Portanto, para concluir, prefiro crer que a União Européia seja a legitima representante do Antigo Império Romano, sendo assim ela pode ser identificada como sendo o dragão. Principalmente no que diz respeito a Apoc. 12:3-4 [13:2 e 4] e 16:13-16; embora saibamos que o dragão também é símbolo de Satanás (Apoc. 12:7-12 [13:2 e 4] e 20:1-3).

Achei muito confusa vossa explicação no tópico acima pois a mesma parece misturar eventos que já sucederam com eventos atuais e mesmo futuros.

Precisamos entender que embora cada nação européia continue mantendo sua soberania (permaneçam como reinos distintos), ao se unirem para formarem um poderoso bloco econômico (União Européia), deram origem a um novo governo (reino) cujo corpo é formado pelas diversas nações européias.

Quanto ao governante desse bloco (União Européia), sabemos que ele sempre provém de entre as próprias nações que o formaram pois, periodicamente é escolhido dentre as nações que lhe dão sustentação, aquela que há de governá-la durante um período de tempo determinado.

Quanto a caminhar para a destruição, podemos observar que a UE desde sua formação tem procurado manter uma aliança com as nações islâmicas, possivelmente em virtude dos atentados terroristas praticados pelos radicais muçulmanos (Ap .19:20), como também pelo potencial econômico daquela região.

Quanto a ferida mortal em uma das cabeças da besta, sugiro examinar a pesquisa no link Apoc. 13 do site já mencionado, na qual esta ferida é apresentada como já tendo ocorrido ainda no tempo do Império Romano, justamente no período de transição do poder dos imperadores para a autoridade religiosa, e não como é apresentada pelo irmão.

Devemos nos lembrar que segundo Ap 13:3-8, a 1ª besta exerce toda autoridade durante 42 meses em um período após a cura da ferida mortal em uma de suas cabeças, quando então perseguiu os santos, exerceu domínio sobre cada tribo, povo, língua e nação, eventos esses ocorridos durante a supremacia papal no período da Idade Média. Já o que ocorreu nos séculos XVIII/XIX EC, não foi a ferida mortal em uma das cabeças da besta, mas sim a própria morte da mesma pois podemos verificar que além de perder o seu poder sobre as demais nações, a ICAR também foi expulsa da cidade de Roma, sede do antigo império romano (trono do dragão), e restrita a uma pequena faixa de terra (Vaticano) onde permanece até os dias atuais.

Podemos observar também que o poder religioso que um dia dominou a Europa extinguiu-se (morreu), e foi substituído pelo poder econômico que domina atualmente não somente a Europa, mas todo o mundo.

O texto que o irmão escreveu, o qual coloco em destaque abaixo, tendo em vista os últimos acontecimentos ocorridos no Vaticano em relação a saúde do papa (01/04/2005), se mostra muito oportuno para analisarmos vosso comentário em relação ao capítulo 17 do Apocalipse.

"Por essa maneira de interpretar, podemos entender a teoria dos sete reis e a possibilidade do atual papa governar a igreja católica e o Vaticano com 10 cardeais. Pois estes são príncipes, aspirantes a reis do Vaticano. Por isso foi dito que eles ainda não receberam reinos; mas governaram ("recebem autoridades como reis") com a besta durante uma hora. O que podemos entender que seja uma possibilidade de ocorrer durante os últimos dias de vida do atual papa até a escolha do seu sucessor. Quando os dez chifres devolverão o poder para o novo papa."

 

O objetivo dos artigos que escrevi foi de mostrar que a besta de Apocalipse 17 não é a União Européia e que a mulher montada na besta não é a nação dos EUA. E sim que a besta é a primeira besta de Apoc. 13 (no aspecto político-militar) e que a mulher (aspecto religioso) é a ICAR - igreja católica apostólica romana. Portanto, a mulher que está montada na besta constitui o mesmo poder político-religioso do passado (Apoc. 17:4-6); mas não é a grande prostituta que está montada/sentada sobre muitas águas. – [email protected]

Conclusão

Gostaria de concluir dizendo ao irmão que apreciei muito vossa lealdade à IASD (lembrou-me a experiência de Paulo antes de sua conversão), ao procurar sustentar suas doutrinas nos diversos comentários que apresentaste; no entanto, como não consegui conciliá-los com os ensinos modernos das Escrituras juntamente com os conhecimentos revelados pela História Geral e Contemporânea, mantenho uma posição independente em relação a certas doutrinas da IASD, sem no entanto deixar de freqüentá-la, procurando não promover contendas e divisões em seu meio, e conversando esses assuntos apenas com aqueles que a sua semelhança, procuram conhecer qual seja a vontade do Eterno.

 

Shalom Aleichem!

Carlos Oliveira

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