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Adicionada em 10/05/04 por jrsantarem.com

Junta Central

Demissão da Junta Central - Esclarecimmnto

O CNE está a viver um momento delicado na sua já longa história de quase 81 anos, em virtude do pedido de demissão do Chefe Nacional, que coloca o órgão executivo nacional em situação de demissionário.
Para esclarecer algumas dúvidas surgidas quanto ao funcionamento do CNE ao nível nacional e em geral, o Chefe Nacional, em nome da Junta Central, enviou uma mensagem às Juntas Regionais e de Núcleo, a que a Lis On-Line teve acesso. Nela se explica a normalidade da situação, se pede “calma e serenidade” e se apela aos animadores adultos do CNE para que possam estar disponíveis para “uma missão nacional”.
Eis, no essencial, a mensagem da Junta Central:

“Como é do conhecimento geral, a Junta Central encontra-se demissionária e em actividade de gestão corrente. Assim será, até que nova Junta Central tome posse.
No entanto, é entendimento da Junta Central que há um plano de actividades e respectivo orçamento, do nível nacional do CNE, aprovado em Conselho Nacional para 2004, a que importa dar a continuidade possível, dentro de limites que não criem constrangimentos internos e/ou externos. O programa de actividades mantém-se, sendo as eventuais alterações, designadamente cancelamentos, comunicadas pelos responsáveis das respectivas áreas ou por sua indicação.
Esta interpretação da situação por parte da Junta Central visa esclarecer algumas dúvidas e perguntas que têm chegado, quer aos Serviços Centrais quer aos membros da Junta, pedindo, ao mesmo tempo, calma e serenidade para se ultrapassar este período de transição com o melhor espírito escutista possível.
A situação actual que vivemos é uma situação normal em instituições democráticas, como o CNE, que sempre soube ultrapassar os momentos de crise por que passou. Importa que todos os escuteiros do CNE, particularmente os animadores adultos, de onde sairão eventuais candidatos à Junta Central, compreendam que é também sua responsabilidade pensar o CNE que somos e, sobretudo, queremos, tendo a coragem e o espírito de sacrifício necessários para uma missão nacional.
Os Serviços Centrais continuam a funcionar com normalidade, geridos pela Junta Central, estando, como sempre, ao dispor de todo o CNE, particularmente Juntas Regionais e de Núcleo, os seus interlocutores mais directos.”



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