EaD e TIC na transição paradigmática

A EaD cumpre um papel relevante como modalidade de educação do futuro, com alta potencialidade. Com base nisso a professora Elsa Guimarães Oliveira aponta como pontos altos os interesses de muitos.

Ao Estado, para expandir a formação universitária em todo o país; às universidades públicas para ampliar seus serviços sem precisar construir novas instalações; às instituições privadas de ensino, atraídas pela possibilidade de reduzir seus custos operacionais; aos fabricantes de equipamentos e softwares, contentes com o novo mercado e os interesses dos estudantes que percebem que a EaD democratiza o acesso ao ensino superior e quebra as barreiras geográficas.     

Mesmo com o crescimento e expansão da EaD, muitos a consideram como atividade à margem do sistema educacional, decorrentes do caráter supletivo, da forma barata e rápida de ampliar a oferta de cursos, da qualidade duvidosa, do espaço da dominação tecnológica e dos privilegiados instrumentos eletrônicos como recursos didáticos.

Um exemplo de experiências, cursos e instituições brasileiras de EaD é o da Universidade de Brasília, onde a EaD é prioridade, através de projetos de extensão universitária, educação continuada, pós-graduação lato sensu.

As potencialidades das TICs na mediação pedagógica da EaD têm como eixo a construção do saber à distância; o processo em que o professor acadêmico orienta e acompanha o percurso e o resultado dos estudos, investigações e elaborações desenvolvidas por cada sujeito aprendiz, individual e coletivamente.
 

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