CANÇÕES

Turma Jubileu de Prata de 1996 do Colégio Militar de Manaus

Canção do CMM  Canção do Expedicionário

Canção do Exército  Canção do Soldado da Amazônia

Canção da Cavalaria  Canção da Artilharia

Canção da Infantaria

 

CANÇÃO DO CMM

Meu Brasil, a tua juventude

Se integra na ordem e progresso,

Nosso amor, por ti, não há quem mude,

Aceita Pátria amada, nosso ingresso

 

Hoje somos a jovem esperança

Amanhã, força viva e varonil,

Sempre em frente com garbo e segurança,

Na defesa do teu solo meu Brasil.

 

Cantamos nossos feitos e vitórias,

Civis e militares, a cantar,

Cantamos o hino pátrio e suas glórias,

E a canção do Colégio Militar.

 

É bem árdua a missão desenvolver

E defender a terra conquistada,

Mais difícil porém foi se manter

A Amazônia imensa e cobiçada.

 

Com o caboclo, soldado da fronteira,

Sem alarde, com fé e desassombro

Na vigília da selva brasileira

Na estacada lutaremos ombro a ombro.

 

 

CANÇÃO DO EXPEDICIONÁRIO

Você sabe de onde eu venho?

Venho do morro, do engenho,

Das selvas, dos cafezais,

Da boa terra do côco,

Da choupana onde um é um pouco,

Dois é bom, três é demais,

Venho das praias sedosas,

Das montanhas alterosas,

Dos pampas, do seringal,

Das margens crespas dos rios,

Dos verdes mares bravios,

Da minha terra natal.

 

Por mais terras que eu percorra,

Não permita Deus que eu morra,

Sem que eu volte para lá,

Sem que leve por divisa

Esse "V" que simboliza

A vitória que virá;

Nossa Vitória final,

Que é a mira do meu fuzil,

A ração do meu bornal

A água do meu cantil

As asas do meu ideal,

A glória do meu Brasil.

 

Eu venho da minha terra,

Da casa branca da serra

E do luar do meu sertão;

Venho da minha Maria

Cujo nome principia

Na palma da minha mão,

Braços mornos de Moema,

Lábios de mel de Iracema

Estendidos p´ra mim.

Ó minha terra querida

Da Senhora Aparecida

E do Senhor do Bonfim!

 

 

CANÇÃO DO EXÉRCITO

Nós somos da Pátria a guarda,

Fiéis soldados,

Por ela amados.

Nas cores de nossa farda

Rebrilha a glória,

Fulge a vitória.


Em nosso valor se encerra

Toda a esperança

Que um povo alcança.

Quando altiva for a Terra

Rebrilha a glória,

Fulge a vitória.

A paz queremos com fervor,

A guerra só nos causa dor.

Porém, se a Pátria amada

For um dia ultrajada

Lutaremos sem temor.

Como é sublime

Saber amar,

Com a alma adorar

A terra onde se nasce!

Amor febril

Pelo Brasil

No coração

Nosso que passe.

 

E quando a nação querida,

Frente ao inimigo,

Correr perigo,

Se dermos por ela a vida

Rebrilha a glória,

Fulge a vitória.

 

Assim ao Brasil faremos

Oferta igual

De amor filial.

E a ti, Pátria, salvaremos!

Rebrilha a glória,

Fulge a vitória.

A paz queremos com fervor,

A guerra só nos causa dor.

Porém, se a Pátria amada

For um dia ultrajada

Lutaremos sem temor.

 

 

CANÇÃO DO SOLDADO DA AMAZÔNIA

Nossa origem se prende às glórias

Da bravura sem par das bandeiras,

Pois de Pedro Teixeira as vitórias

Demarcaram as nossas fronteiras

Estes feitos heróicos da história

E o povo ancestral denodado

Estão sempre presentes à memória

Nas ações de seu forte soldado 

 

Vamos, companheiros avante

Com desassombro total

Para vermos, triunfantes

Na Pátria o nosso ideal

 

Valorosos vigias tenazes,

De presença altiva e valor

Sentinelas da Selva audazes,

Ao Brasil dedicamos amor

Destemidos e bravos soldados

Esta terra juramos guardar

E cumprir os deveres sagrados

Da gloriosa missão militar

 

Vamos, companheiros avante

Com desassombro total

Para vermos, triunfantes

Na Pátria o nosso ideal

 

 

CANÇÃO DA CAVALARIA

Arma ligeira que transpõe os montes,

Caudais profundos, com ardor e glória

Estrela guia nos negros horizontes,

Pelo caminho da luta e da vitória.

 

Cavalaria, Cavalaria

Tu és na guerra a nossa estrela guia!

 

Arma de tradição que o peito embala

Cuja história é de luz e de fulgor

Pelo choque, na carga, ela avassala

E ao inimigo impõe o seu valor.

 

Cavalaria, Cavalaria

Tu és na guerra a nossa estrela guia!

 

Montado sobre o dorso deste amigo:

O cavalo, que altivo nos conduz,

Levamo-lo também para o perigo,

Para lutar conosco sob a cruz.

 

Cavalaria, Cavalaria

Tu és na guerra a nossa estrela guia!

 

De Andrade Neves e Osório, o legendário,

E outros heróis que honram a nossa história,

Evocamos o valor extraordinário

Pelo Brasil a nossa maior glória!

 

Cavalaria, Cavalaria

Tu és na guerra a nossa estrela guia!

Cavalaria, Cavalaria

Tu és na guerra a nossa estrela guia!

 

 

CANÇÃO DA ARTILHARIA

Eu sou a poderosa Artilharia

Que na luta se impõe pela metralha,

A missão das outras armas auxilia

E prepara o campo de batalha

Com seus tiros de tempo e percussão

As fileiras inimigas levo a morte e a confusão.

 

Se montada sou par da Infantaria

Nos combates, nas marchas, na vitória!

A cavalo acompanho a Cavalaria,

Nos contatos, nas cargas e na glória

Com rajadas de fogo surpreender

As vanguardas inimigas e depois retroceder.

 

Quer de costa, antiaérea ou de campanha,

Eu domino no mar, no ar, na terra,

Quer no forte, no campo ou na montanha,

Vibra mais no canhão a voz da guerra:

Da batalha sinistra a melodia

E mais alta na garganta da Pesada artilharia.

 

Se é mister um esforço derradeiro

E fazer do seu corpo uma trincheira,

Abraçado ao canhão morre o artilheiro,

Em defesa da Pátria e da Bandeira,

O mais alto valor de uma nação

Vibra n´alma do soldado, ruge n´alma do canhão.

 

Hurra! Hurra! Hurra!

 

 

CANÇÃO DA INFANTARIA

Nós somos estes infantes

Cujos peitos amantes

Nunca temem lutar;

Vivemos,

Morremos,

Para o Brasil nos consagrar!

Nós, peitos nunca vencidos,

De valor, desmedidos,

No fragor da disputa,

Mostremos, que em nossa Pátria temos,

Valor imenso, no intenso da luta.

 

És a nobre Infantaria,

Das armas a rainha,

Por ti daria a vida minha,

E a glória prometida,

Nos campos de batalha,

Está contigo,

Ante o inimigo,

Pelo fogo da metralha!

És a eterna majestade,

Nas linhas combatentes,

És a entidade,

Dos mais valentes.

Quando o toque da vitória

Marca nossa alegria,

Eu cantarei,

Eu gritarei:

És a nobre Infantaria!

 

Brasil, te darei com amor,

Toda a seiva e vigor,

Que em meu peito se encerra,

Fuzil!

Servil!

Meu nobre amigo para guerra!

 

Ó! meu amado pendão,

Sagrado pavilhão,

Que a glória conduz,

Com luz,

Sublime

Amor se exprime,

Se do alto me falas,

Todo roto por balas!

Refrão { És a nobre Infantaria, etc...}

 

 

 

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