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Como a advogada já tinha terminado suas tarefas no fórum, entrou na sala do juiz juntamente com o sócio, para assistir à audiência. Antes de começar as perguntas, o juiz lembrou que deveria estar na sala um advogado que representasse o réu em sua defesa. A advogada, até então calada, se ofereceu para defender o réu. A promotora levantou a cabeça e perguntou: "O que você é da testemunha?"
"Sócia"
Uma promotora de Justiça, por
ter muitos serviços e para facilitar o seu trabalho, mandou fazer carimbos com
os dizeres mais comuns utilizados em quotas ministeriais.
Certa feita, em Campo Belo (MG), num julgamento pelo Tribunal do Júri, o réu se chamava José Cobreola, e o co-réu, Vicente Cobreola. Mas o promotor, durante toda a sua sustentação oral, sempre chamou o réu de "Tarzan", seu apelido. Durante a defesa, o promotor lançou questionamento, ao que respondeu o advogado: "Já que o digníssimo representante do Ministério Público tanto insinuou o nome do réu como sendo Tarzan, iremos agora então completar o filme chamando o co-réu de Chita." O que provocou é claro gargalhadas até do Juiz Presidente, e da platéia em geral. No fim, o co-réu foi absolvido, não tendo sido recolhido ao cativeiro. (Fonte: José Francisco das Chagas)
Uma cidade pequena tinha apenas um travesti, chamado Marcinha, conhecido por todos. Um dia, ele se meteu numa briga de bar e acabou tendo que ir depor no fórum. O promotor, que era novo na cidade, chegou na sala quando ele respondia o nome: "José Fulano da Silva".
O promotor respondeu: O travesti disse que seu nome era aquele mesmo. Aí o promotor se tocou e falou bem alto: "Ah bom! Então você é travesti! Eu não sabia! Tá certo!". Ao olhar para o lado, percebeu que sua constatação estava sendo observada pelo juiz e pelo escrivão...
Um procurador de Justiça, ao dar seu parecer num processo de estupro em que o acusado tinha o sobrenome Cortez, gracejou: "Cortez nada mais fez à vítima do que uma cortesia". (Fonte: Folha de S.Paulo)
Em um certo processo sobre acidente de trânsito, um promotor de Justiça arrolou como testemunha um bebê de seis meses. (Fonte: Folha de S.Paulo)
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