Delegacias
 
O MUNDO DAS DELEGACIAS

Virou folclore a história de um delegado da Polícia Civil, que também era coronel da Polícia Militar e bacharel em Direito, que mandou fazer um carimbo com todas as suas titulações.
Ficou algo assim: "Cel. Del. Bel. Fulano de Tal".

Numa cidade do interior de Minas Gerais, aconteceu um crime de sedução. Como a sede da comarca era uma outra cidade maior, o delegado, diligentemente, requereu que se fizesse um exame de corpo delito da vítima, e que fosse apreendida a arma do crime.

O escrivão recebeu o requerimento e respondeu de forma irônica: fazer o exame da vítima nos é possível, mas apreender a arma do criminoso é impossível, vez que não foram fornecidos os instrumentos necessários para a execução.

(Fonte: José Francisco das Chagas)

Juiz de Vara Criminal em Manaus relata ter recebido um inquérito policial remetido por uma delegacia local, o qual versava sobre o seqüestro e tortura aplicada por "capangas" do proprietário de uma loja num funcionário suspeito de dar "sumiço" numa motocicleta pertencente ao patrimônio da firma.

O empregado relatou que foi jogado no porta-mala do carro, levado para um local ermo, e ali submetido a sessão de espancamento para confessar o paradeiro do objeto.

Conclusão da autoridade policial: os "leões de chácara" que torturaram o rapaz foram indiciados como tendo infringido o art. 328 do Código Penal. "Usurpação de função pública".

Na época do governo de Getúlio Vargas, conta-se que um cidadão foi indiciado por injúria pelo fato de ter pisado numa moeda com a efígie do presidente da República que caiu de sua carteira.

Um delegado do Mato Grosso encerrou assim um relatório:

"A vítima foi encontrada às margens do rio Sucuriu, retalhada em quatro pedaços, com os membros separados do tronco, dentro de um saco de aniagem, amarrado e atado a uma pesada pedra.

Ao que tudo indica, parece afastada a hipótese de suicídio"

(Fonte: 1º Febeapá, Stanislaw Ponte Preta)

Sorocaba, março de 1999.

Um almoxarife procurou a Guarda Municipal, no sábado, reclamando que fora lesado por um traficante. Ele pagou R$10,00 por uma pedra, que imaginava ser de crack, mas era um pedaço de concreto, embrulhado em papel alumínio.

Contou que recebeu informação de que um sujeito seria traficante e o procurou para encomendar "uma pedra".

O sujeito apontado, preso, negou ser traficante e disse que dera ao almoxarife o que ele pediu. Os dois acabaram liberados.

(Fonte: Agência Estado. Enviado por Ricardo Wagner Garcia)

Hong Kong, outubro de 1999.

A senhora Chan, de 43 anos, convencida de que o bug do ano 2000 seria uma doença estomacal, pagou US$ 15,4 mil, em troca de 430 pílulas para o estômago, a dois estelionatários que se passaram por especialistas em computação.

Os golpistas disseram que ela poderia revender as pílulas, com lucro, nas portas de uma casa de apostas. Depois de meia hora esperando, sem sucesso, por clientes, a vítima ficou desconfiada e resolveu chamar a polícia.

(Fonte: Agência Estado)

Histórias realmente acontecidas nos Estados Unidos:


Em Carolina do Sul, um homem entrou numa delegacia, colocou um papelote de cocaína no balcão, reclamou que o produto estava com granulação irregular e pediu ao delegado para prender imediatamente a pessoa que a vendeu.

Em Virgínia, dois homens num caminhão entraram numa casa deserta para roubar uma geladeira, subindo escadas, muros e obstáculos. Conseguiram pegar a geladeira, fizeram o percurso de volta e colocaram-na em cima do caminhão. Só que o caminhão não saiu do lugar, e os ladrões perceberam que era por causa do peso da geladeira. Então, refizeram o percurso de volta (subindo escadas, muros e obstáculos), colocaram a geladeira DE VOLTA no lugar onde estava, e voltaram ao caminhão. Só então perceberam que esqueceram as chaves dentro do caminhão. Abandonaram o carro e foram embora.

Em Kentucky, dois homens tentaram arrombar um caixa eletrônico amarrando a ponta de uma corrente no aparelho e a outra ponta no pára-choques do caminhão deles. Quando aceleraram o caminhão, o pára-choques traseiro se soltou. Assustados, saíram em disparada. Deixaram tudo como estava lá: o caixa amarrado à corrente, a corrente amarrada ao pára-choques e a placa do caminhão grudada no pára-choques.

Um assaltante entrou numa farmácia, sacou de uma arma, anunciou um assalto e, quando foi colocar uma máscara de meia no rosto, percebeu que tinha esquecido de cortar os buracos dos olhos.

Um ladrão conseguiu entrar à noite num banco, pela janela do segundo andar, mas se feriu gravemente, perdendo muito sangue. Então ele percebeu que: não poderia chegar até o cofre de onde estava, não poderia voltar pelo caminho pelo qual entrou e estava tendo uma hemorragia gravíssima. Então pegou um telefone e ligou para o pronto-socorro para pedir ajuda.

(Fonte: Mr. Learned's Legal Humor Page)

 

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