Atlético esquece time e investe na estrutura
Clube adota política de reestruturação interna e investe no patrimônio simultaneamente à formação de um elenco modesto

Por Guilherme Ibraim e Thaís Pacheco
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Fundado em 25 de março de 1908, o Atlético Mineiro é um dos mais tradicionais clubes do país. Foi o primeiro campeão da história do Campeonato Brasileiro  e é um dos recordistas de público nos jogos da competição.Entretanto, nos últimos 30 anos, o time nunca passou por uma fase tão difícil quanto a de agora, com a equipe rebaixada à segunda divisão da competição.

A queda para o segundo escalão do futebol nacional gerou a redução em dois terços da folha de pagamento do clube. Orçada em R$ 1,8 milhão no ano de 2005, os gastos em 2006 não podem ultrapassar R$ 600 mil. Em contrapartida, um centro de treinamentos com oito campos de futebol, alojamento para as categorias de base e um hotel da alto luxo para os atletas profissionais está em fase de acabamento. A idéia é destinar boa parte dos poucos recursos do clube para a conclusão das obras, que não têm previsão de término.

Dirigentes e atletas aprovam a política de privilegiar a infra-estrutura em detrimento da contratação de atletas renomados. Já a torcida pede reforços para a disputa das competições deste ano, uma vez que há um alto índice de insatisfação por parte dos atleticanos. O presidente da agremiação, Ricardo Guimarães , tenta equacionar a  dívida do clube, enquanto prepara o Atlético para a formação de futuros craques com a ampliação da estrutura para as categorias de base. A venda dos talentos formados "em casa"  pode ajudar a resolver os problemas financeiros do clube. O meio-campo Rafael Miranda é um exemplo de atleta "prata da casa" e sente a mudança nas condições de trabalho após a melhora da estrutura.

Ao que parece, o período no Atlético é de reestruturação interna e só os resultados dirão se a escolha da diretoria do Galo de investir na estrutura física foi a correta.Como  primeiro resultado, um grupo de atletas jovens já integra a equipe profissional e vem sendo cotado para futuras transações com equipes do exterior. Mas todo cuidado é pouco: um novo rebaixamento da equipe no ano de 2006 pode até inviabilizar, pela falta de receita com patrocínios, direitos de transmissão e falta de crédito junto aos torcedores , a conclusão da "Cidade do Galo" , como foi denominado o centro de treinamentos. x

Dirigentes e atletas aprovam a política de privilegiar a infra-estrutura em detrimento da contratação de atletas renomados. Já a torcida pede reforços para a disputa das competições deste ano, uma vez que há um alto índice de insatisfação por parte dos atleticanos. O presidente da agremiação, Ricardo Guimarães , tenta equacionar a  dívida do clube, enquanto prepara o Atlético para a formação de futuros craques com a ampliação da estrutura para as categorias de base. A venda dos talentos formados "em casa"  pode ajudar a resolver os problemas financeiros do clube. O meio-campo Rafael Miranda é um exemplo de atleta "prata da casa" e sente a mudança nas condições de trabalho após a melhora da estrutura.

Ao que parece, o período no Atlético é de reestruturação interna e só os resultados dirão se a escolha da diretoria do Galo de investir na estrutura física foi a correta.Como  primeiro resultado, um grupo de atletas jovens já integra a equipe profissional e vem sendo cotado para futuras transações com equipes do exterior. Mas todo cuidado é pouco: um novo rebaixamento da equipe no ano de 2006 pode até inviabilizar, pela falta de receita com patrocínios, direitos de transmissão e falta de crédito junto aos torcedores , a conclusão da "Cidade do Galo" , como foi denominado o centro de treinamentos. x

 

Saiba mais:

Clube Atlético Mineiro: Site oficial do clube com a história do time, símbolos, jogos, torcida e notícias.
Wikipédia: página da Wikipédia sobre o Galo

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