Magno Império de Hibernia - Districto Imperial de Dublin
Calendas de Janeiro do Quinto Ano - 01/01/2004
         Ano I - Número V        
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ÍNDICE

Rei Carlos III de Pathros - Entrevista
Edgard Habsburgus - História do Magno Império de Hibernia, Parte I
Notícias

Notas Finais

 

Carlos III de Pathros: Entrevista


Hibernia recebeu semana passada a visita do Rei Carlos III, do Sacro Reino de Pathros. Esta micronação recente fundamenta-se na cultura grega atual e tem uma forma de governo diferente. O Rei Carlos já foi cidadão do Principado de Sofia, com o nome de Heraldo Marquadt, e ficou famoso pela qualidade de seus trabalhos heráldicos. Ele concedeu ao Orbis Hibernianus esta entrevista, por email.

OH - Como surgiu a idéia de criar Pathros, e como foi seu planejamento?

Rei Carlos - Tudo começou quando eu, em março de 2002, andava pelas malhas da Internet a procura de figuras de elmos heráldicos, e encontrei aquele que aparece em várias páginas do site hiberno. Entrei no site e a princípio achei que fosse uma nação de verdade, mas desconfiei porque ela se dizia européia, mas falava o português e ainda por cima estava hospedada na HPG.COM. hehehe. Depois disso, o Lúcio Costa Right (de Orange) entrou em contato comigo ao descobrir meu site particular de heráldica e então ele me apresentou o micronacionalismo de uma forma mais ampla. Foi quando decidi que era isso que queria praticar também, mas o LCW mesmo me aconselhou primeiro a pegar experiência. A princípio eu iria ser até um hiberno, mas notei que na Hibernia já tinham heraldistas competentes. =o) Depois pensei em Reunião, mas aquele formulário de imigração deles é uma coisa de louco heheheh (Depois fiquei sabendo de vários micronacionalistas que não se tornaram reuniãos por isso, entre eles o Monarca do Alto-Reino). Me decidi finalmente por Sofia e fiquei lá para ganhar experiência, e foi o que Sofia me proporcionou.

Na realidade, Pathros já havia sido "incubada" antes de entrar em Sofia, e em Sofia todos sabiam que um dia eu sairia. Sofia é minha micronação-mãe. O planejamento era que eu seria o "faz-tudo", e esse é um dos meus defeitos, mas depois de amadurecer meu micronacionalismo, decidi que deixaria muita coisa por fazer, e que juntamente com os pathranos iríamos construir a nação. Não me arrependo, pois hoje tenho ótimos cidadãos ajudando, desde a parte jurídica quanto na parte artística, criativa e desenvolvimento geral. É um povo muito divertido também. =o)

OH - O que diferencia Pathros das outras micronações?

Rei Carlos - Basicamente que vivemos mais voltados para os relacionamentos do que para o exercício político-ideológico. Não sou contra isso, tanto é que em Sofia fui até Primeiro-Ministro, fui parlamentar etc. Sabemos que nosso estilo é meio fora dos padrões "usuais", e nem por isso escondo sobre nossa identidade, que está bem explícita em nosso site, inclusive na área de relações exteriores. Para nós não importa uma extensa carta de acordos diplomáticos (mas não os desprezo), mas sim, que os pathranos tenham relacionamentos com os outros povos. Isso inclui educação, cultura etc. Isso não inclui brigar do tipo: "minha MN é mais bunitinha que a sua", ou acordos visando abafar outras MN's. É um estilo que estamos semeando entre nós os pathranos, e já tem dado frutos certeiros.

OH - Pathros adota a monarquia absolutista. Este sistema é permanente ou será usado apenas até um maior crescimento do país?

Rei Carlos - Posso te garantir que, em se tratando de micronacionalismo, nada é permanente. Somos todos pessoas reais, apenas nossas culturas, geografias, títulos etc. são virtuais. Isso significa que muita coisa poderá mudar, e porque não em Pathros? Porto Claro não era uma folha de cartolina?

O Absolutismo pathrano tem mais a ver com a possibilidade de sempre haver um último no comando, já que visamos mais os relacionamentos. Uma coisa é certa: micronacionalismo é uma caixinha de surpresas, e muita coisa ainda vai acontecer. Eu sei de algo? Não! Apenas estou citando essa frase baseado nos últimos acontecimentos inesperados. Quem poderia prever com certeza que iria acontecer?

OH - Causou rebuliço na Lusofonia a incorporação de Mariana por Reunião. Alguns especulam que mais incorporações estão por vir. O que Vossa Majestade pensa disso? Vossa Majestade acredita que Pathros possa vir a se juntar a uma micronação maior?

Rei Carlos - Eu creio que se uma MN estiver "capenga", e quase querendo fechar as portas, que se agregue às mais experientes dentre as que se identifica com sua cultura, povo e política ideológico-regimental. Só acho que uma MN não deveria perder sua identidade e soberania, apenas deveria entrar em congregação tal qual a União Européia, e não como a Escócia e a Irlanda do Norte que no século 18 foram forçosamente agregadas à Inglaterra, perdendo grande parte de sua identidade nacional, coisa que só recentemente estão recuperando. Com isso não estou falando de Mariana, e inclusive nem de nenhuma MN em específico, estou falando que esse perigo pode acontecer.

Sobre Pathros? Não... essa não é nossa visão.

OH - É verdade que Pathros pretende adotar uma política diplomática diferente da vigente na Lusofonia?

Rei Carlos - Como já falei numa das minhas respostas anteriores, Pathros prima por relacionamentos, e não por conceitos político-ideológicos. Novamente volto a afirmar que não sou contra isso, mas que apenas é nossa idéia sobre essa área. Temos apenas duas classificações: "Reconhecidas", e "Amigas", aonde "Reconhecidas" são qualquer MN que nos aceitarem como somos, nosso povo, nossa cultura e nossa identidade nacional, e "Amigas" são aquelas com as quais os pathranos se relacionam nas diversas áreas de atuação, não arrolando aí ideologias políticas, economias, etc. Com isso queremos dizer que relações exteriores não é nossa prioridade, não porque não iremos ter relações exteriores, mas porque simplesmente não é nossa prioridade.

Por respeito e carinho não quero citar nomes, mas conheço várias MN's queridas por mim que seus cidadãos tem ótimos relacionamentos com outras MN's. Se "casam", se "dão em casamento", têm "filhos", trocam de idéias culturais, até comércio têm, mas politicamente falando (na área de relações exteriores), entre si dão status diplomáticos umas para as outras com o nível de "tô nem aí". É uma pena isso, mas eu respeito elas assim como são =o)

OH - Como Vossa Majestade vê a situação atual de seu ex-país, Sofia? A abdicação de Felipe Fonte prejudicou o país?

Rei Carlos - Olha, sinceramente, SA Felipe Fonte, Arquiduque de São Lourenço, está mais ativo do que nunca. Sabe aquele cara que ganhou barriga de tanto que por anos só ficou na frente do computador? E que depois ele queria fazer as mesmas corridas que fazia 3 anos atrás e se esborrachou todo? heheheh. O Felipe agora está voltando a pegar forma no micronacionalismo, pois no seu tempo de Monarca não exercitava muito seu lado ideológico, político, democrático e etc, pois sua função não requeria muito tais exercícios. Ele estava tão mal acostumado e fora de forma, que nos seus primeiros dias de "plebeu" arrumou cada encrenca que só vendo hahahahaha E hoje? Simplesmente Sofia é outra. Sofia ganhou muito mais com a troca de Monarca do que se tivesse ficado como antes. Não se trata de competência ou falta dela, mas de troca de mãos. Saiu um peso das costas do Felipe e hoje... bom... ele corre pra perder a barriga monárquica heheh. Mas tá muito bom, tá ótimo. Defeitos? Claro, ainda mais porque é uma MN cheia de cabeças pensantes bem fortes e divergentes em idealismos. Sofia cresceu muito e promete muito para 2004. Sou feliz por ser embaixador pathrano por lá e poder acompanhar tudo. Sofia é uma poderosa nação, pois tem poderosos cidadãos que a amam muito. Me orgulho de ter nascido lá =o)

OH - Como surgiu a oportunidade de visitar Hibernia? Vossa Majestade tem objetivos de Estado na visita?

Rei Carlos - Eu tento visitar Hibernia desde novembro de 2002, mas não digo isso por maldade, apenas para ressaltar o quanto eu sempre quis visitar esta MN que poderia ter sido a minha micronação-mãe =o)

Eu estava no canal #rectangular (de Reunião) no dia de sua reinauguração, e parece que foi tudo armação pois parecia um parque dos dinossauros, de tanto que aparecia gente antiga por lá (será que não foi armação mesmo não, Cláudio?) heheheh. Pois a certa altura da madrugada apareceu outro Dino, o Imperador hiberno, SSMI Edgard I, e na hora o chamei em PVT e falei que queria visitar Hibernia, e etc... Como ambos somos heraldistas, começamos a falar sobre o assunto, e só depois de 45 minutos nos lembramos que o assunto era sobre turismo, ou melhor: "peregrinação" como dizem os hibernos. =o)

Objetivos de Estado? Não! Não se trata de visita diplomática, mas de um misto de curiosidade e de satisfação por finalmente conhecer esse povo. Admiro sua cultura e estilo. Tenho certeza que assim como por esses dias está acontecendo em várias outras MN's, muitos dos hibernos estão em off, o que é uma pena. Mas ainda aparecerei mais vezes, inclusive com mais alguns pathranos.

Edgard Habsburgus: História do Magno Império de Hibernia, Parte I

Primórdios

Em Outubro do segundo ano de Cláudio I, do Sacro Império de Reunião, deixaram aquele Império Edgard Bikelis e Pedro Groszewicz e se estabeleceram na Ilha de Hibernia, na cidade que hoje chamamos Dublinius, e que outrora chamavam Dublin.

Não encontraram nesta ilha terra inabitada, mas uma série de antigos estados que definhavam. No dia vinte e cinco de Dezembro do mesmo ano, reuniram-se os potentados dos ditos estados e os recém-chegados, e redigiram e outorgaram um Tratado de União de toda aquela Ilha, que seria a partir de então sob a dinastia de Edgard Bikelis, cujo sobrenome fez com que fosse Habsburgo, hoje Habsburgus. Concomitantemente cedeu-se o Grão-Ducado de Galway a Pedro Groszewicz.

Tendo sido tal o acordo fundou-se o Magno Império de Hibernia pela coroação de Edgard Habsburgus, na Catedral de Dublin, em verdade apenas um rascunho de construção com tecto, mas que era, à época, a construção mais elaborada, senão a única, naquela região.

Seguiu-se a estruturação do Magno Império, por inspiração do Sacro Império que haviam deixado. Cogitou-se que o Magno Império fosse república, o que foi por fim descartado, mas que viria demonstrar a tendência do Governo Hibérnio até hoje.

O Primeiro Ano do Magno Império

No décimo-oitavo do ano seguinte, primeiro do Magno Império, teve início o crescimento da população, com a chegada de Patrícia Dutra a Dublin.

Dedicaram-se, então, a polir o texto para uma Magna Carta, com alguma ajuda de potentados de além-mar, como Luiz Saboya do Reino de Ludônia. Tendo sido esgotada a paciência deste, e lida uma Teoria Geral do Estado, e ainda inspirados pela Constituição de 1834 do Império do Brasil, terminaram a Magna Carta, no vigésimo-primeiro de Janeiro do ano seguinte.

No mesmo dia Sua Alteza Imperial Pedro de Galway publicou um "Jornal Imperial de Hibernia", onde se discutia sobre o domínio do Império na Internet, e assuntos outros, aqui transcriptos:

A nova Magna Constituição Imperial acaba de ser impressa, e está sendo distribuída pelos quatro cantos do Império. SMMI Edgard I, que com a ajuda do Senado Imperial, fez a nova constituição, revela que não teve muita [ajuda] do Senado, e que pretende destituir alguns senadores preguiçosos. Tomara que está "dádiva" não cai [sic] nas mãos do Senador Alpha, senão este redator que vos fala será apenas sustentado pelas vendas do jornal.

Troca de mão a responsabilidade da construção da Home Page do Império. SMMI Edgard I decide dar uma ajuda ao Grão-Duque de Galway, Pedro Groszewicz, que até o dia de hoje tinha apenas o bloco de notas para construir a Home Page. SMMI Edgard ficará com a parte do Poder Moderador e a do Poder Judiciário, enquanto Pedro Groszewicz fica com o Legislativo e com o Executivo. A principal razão de SMMI Edgard I para fazer a divisão de responsabilidades foi, além do corpo mole de Pedro, as férias de Pedro, que decidiu ir para o belo litoral paranaense, no dia 29/01.

O Povo hibérnio começou a notar os belos brasões da Home Page do Império. O redator do Jornal Imperial, sem perder tempo, entrevistou SMMI Edgard I. SMMI falou q [sic] foi ele quem fez os brasões, mas com inspiração em alguns "cliparts heráldicos". Para você, cidadão comum como eu, temos alguns dos significados heráldicos dos brasões:
O unicórnio: símbolo de coragem extrema
A flor-de-lis: Símbolo de França
A coroa de louros: Os Césares (Imperadores Romanos)
A cor púrpura: Majestade
A cor dourada: Poder

O Primeiro Caso "Felipe Chaves"

No vigésimo-sexto daquele mês Felipe Chaves Palenske Richard Hitler (sic) tornou-se cidadão, não sem alguma influência de Sua Alteza Imperial Pedro de Galway, seu amigo de partidas de RPG.

Houve então um desentendimento entre o Poder Moderador e o Legislativo, sendo deste último Sua Alteza Imperial Pedro de Galway o chefe, como Senador Alpha, pois haviam sido escritos documentos oficiais do Legislativo com o fechamento de "Just do it", que indignaram profundamente o Imperador, formalista a não mais poder.

No dia seguinte àquele foi recebida uma missiva do Sacro Império de Reunião, informando a dupla-cidadania de Felipe Chaves &c. &c. naquele Sacro Império. Prontamente o Caesar Imperatorius, que ainda não havia exercitado os belos artigos que versavam sobre os suplícios aplicáveis aos condenados, redigiu a "Condenação Imperial 0001-2000", nos termos:

De acordo com o Artigo 56 da Magna Carta, Condeno à MORTE o Senhor Felipe Chaves Palenske Richard Hitler, por crime de Traição à Pátria. Tendo adquirido a cidadania Reuniã, e perfidamente enganando o nobre e honroso Povo desta Nação, condeno este Senhor ao Guilhotinamento, a ser feito dia 28 do corrente mês e ano. Deverá a Chancelaria Imperial enviar uma carta ao Sacro Império de Reunião explicando o fato ocorrido, e as medidas que foram feitas para que a Justiça fosse feita.

Apesar de tal, o Grão-Duque de Galway providenciou para que Felipe Chaves &c &c se desculpasse publicamente pelo ocorrido, suscitando o Decreto Imperial 0002-2000:

Pelos poderes a mim conferidos por Deus, pelos antigos nobres de Hibernia, pelo bom Povo Hibérnio e pela Magna Carta, Eu, Sua Magna Majestade Imperial, o Cæsar Imperatorivs Edgard I, revogo extraordinariamente minha sentença. Não haverá de se constar como precedente normativo esta decisão, visto que na Magna Carta é expressamente proibido o desconhecimento das leis. Como temos poucos cidadãos, e todos os ativos são mui necessários, revogarei a sentença de morte.(...)

O resultado imediato deste caso foi a troca de embaixadores entre o Sacro Império de Reunião e o Magno Império de Hibernia, tendo vindo Bruno Carneiro a estas terras, e Sua Magna Majestade Edgard de Hibernia àquelas terras.

O Império de Babylon 5

O Império de Babylon 5, através de Rafael Soliaman, reconheceu este Magno Império no Undécimo de Fevereiro. E este foi todo o contacto que tivemos com aquele Império.

O Império de Ragnarok Wade

Com a chegada de Ynahrh Warazta, no décimo-nono de Fevereiro, Hibernia teve seu primeiro contacto com o Império de Ragnarok Wade, aparentemente wiccan e inspirado em RPG de Idade Média, que inspiraram sobremaneira o "virtualismo histórico" no Império.

No sétimo de Março foi redigido o Decreto Imperial 0007-2000, que concedia a todos os cidadãos de Ragnarok Wade a possibilidade de possuírem dupla-cidadania hibérnia. Ragnarok Wade então reciprocou esta "concessão extraordinária", pondo Hibernia no átrio das nações amigas. Não houve mais contactos depois disso.

Acredita-se que só o Imperador de Ragnarok Wade conseguiu ter um estilo maior que o da Magna Hibernia:

Eu, a Altíssima Majestade Ilustríssima, o Grande, Forte e Todo-Poderoso Imperador Onipotente e Plenipotenciário Senhor de Todas As Terras e Nações, Excelentíssimo Rei e Augusto César de Todas as Repúblicas, Dominador, Conquistador e Chefe Supremo, Promotor Geral da Justiça, Patriarca de Todas as Leis, Chefe de Todas as Casas, Príncipe da Casta de Odin, Único Governante Real de Todas as Províncias, Prelado Mais Elevado de Todas as Ordens Sagradas, Maior de Todos os Guerreiros, Cavaleiro-Mor de Odin, O Sempre Justo e Honrado Nobre de Todos os Nobres, Mais Rico dentre os Burgueses, Dono de Toda a Riqueza, Comandante em General de Todas as Forças Armadas e Desarmadas de Nosso Vasto Império, o Bom, o Mais, o Melhor, o Melhoríssimo Imperador Ymir de Utgard, Primeiro e Único.

No Primeiro de Março tornou-se cidadão João Marcelo de Andrade Ribeiro.

Notícias

A.D. X. KAL. - O Imperador e Censor Edgard Habsburgus publicou o Edictum Censoris de Mutatione Nominis, definindo regras para as mudanças de nome, prenome e cognome em Hibernia.

A.D. IX. KAL. - Chegam ao Império os novatos Gnaeus Iulius, outrora conhecido como Wincenty Lech Stone, Aulus Carvilius e Spurius Luvius. Sejam bem-vindos!

A.D. IX. KAL. - Publicada a Carta Régia do Reino da Islândia, aprovada pela população daquela província em discussão aberta. A Carta foi promulgada pelo Rei Tiberius Habsburgus Sophius. A assembléia islandesa, a Riksthing, já iniciou suas atividades.

A.D. VIII. KAL. - O Imperador Edgard Habsburgus faz um pronunciamento de final de ano, desejando boas festas aos hibérnios e lembrando passagens da nossa história.

A.D. VII. KAL. - Chega ao Império, como turista, o Rei Carlos Markotos, do Sacro Reino de Pathros. Veja acima a entrevista concedida por ele ao Orbis.

A.D. VI. KAL. - O Imperador Edgard Habsburgus pede aos Senadores que comecem a discutir sobre o estabelecimento ou não de relações com outras micronações. Entretanto o clima de fim de ano atingiu os Senadores, que ainda não responderam à convocação.

NOTA: Johan Sebastian Metternich nos lembra que esquecemos de noticiar seu retorno a Hibernia. Desculpe, Johann, e seja bem-vindo!

Notas Finais

Orbis Hibernianus é editado por Tiberius Habsburgus Sophius.
As colunas que contém expressam a opinião de seus autores,
mas pretende-se que, colingindo-as, crie-se um todo
em Harmonia com as convicções de seu editor, e
também de seus colunistas. Solicita-se gentil-
mente que cópias e citações indiquem a
origem, bem como os autores. Nada
infactível, ao menos cremos
que não o seja.

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