Cap. I
Por Josiane Veiga
Este fic se passa logo após a fase de Madin Boo e antes da Bulma engravidar
da Bra
*********
Será que o amor resiste ao tempo? Será realmente que ele é mais forte que tudo?
Ela não sabia...talvez nunca descobrisse a verdadeira razão da palavra amor.
Ele pode começar pequeno, ir se construindo aos poucos ou já no primeiro olhar
aparecer com força total, arrebatando mais que sentimentos, arrebatando a
própria razão. Por que as melhores coisas na vida devem ser difíceis? Por que a
maioria das pessoas ama sem ser recompensado por isso? Simplesmente ama e não
exige nada em troca. Mas Bulma não era assim, ela não queria dedicar sua vida a
alguém que não sabia se realmente valia a pena.
Foi nestes pensamentos que ela caminhou até a janela. Estava no quarto aonde
vivera tantas noites de um amor sórdido e puro, onde as vezes Vegeta se
mostrava um animal insaciável ou alguém que queria atenção. Ela sabia que ele
havia sofrido o inferno na vida. Que nunca havia sido amado de verdade e que
era por isso que ele evitava demonstrar o que sentia. No começo, onde o amor é
aquele refugio que tudo vale a pena ela até aceitava isso. Mas agora... ela
queria mais. Ela queria palavras doces, ela queria declarações de amor, ela
queria olhares apaixonados. Desceu os olhos para o quintal, onde Vegeta
conversava com Trunks. Até com o filho ele era frio. Balançou a cabeça tentando
afastar os pensamentos que lhe ocorria. Vegeta era um bom pai. Não sentimental,
mas um bom pai. Ele havia demonstrado isso na luta contra Cell. E um bom marido
também. Goku havia lhe dito que quando o príncipe dos Sayajins soube que Madin
Boo a havia matado, ele foi tomado pela fúria. Agora que, graças as dragon
balls, ela estava de volta, devia saber que tudo aquilo representou amor. Ou
não? Vegeta podia voltar para sua vida de crimes e abandona-la mas não o fez.
Ou talvez não o fez porque queria ficar perto do filho de sangue nobre?
Balançando a cabeça mais uma vez , ela achou melhor tomar um banho e esquecer o
que pensava.
A água quente do chuveiro ela um alivio para que passava a maior parte do dia
sentada numa cadeira fazendo projetos para sua empresa. Bulma pegou o shampoo
favorito , colocou um pouco na mão e o espalhou nos cabelos azulados. Seus olhos
estavam um pouco vermelhos. Ela não conseguira segurar as lágrimas por pensar
em sua vida, e agora analisando-a de fato, concluirá que era infeliz.
-Bulma...
-Vegie... - ela acabou se assustando quuaando ele abriu o box do banheiro.
Ele estava suado, passara a tarde treinando Trunks e também parecia um pouco
cansado.
-Vou colocar água na banheira...
Isso era uma dica. Quando Vegeta falava que iria colocar água na banheira,
queria dizer que gostaria de tomar banho lá, só que com ela. Era uma maneira que
ele usava para evitar de chama-la para o sexo. Ela simplesmente tomava banho
com ele e eles acabavam transando. Como ele não gostava de pedir, usava dicas
para falar o que queria.
-Coloque... - ela disse, já secando-se..<
Logo após isso, ela vestiu o robe e foi para o quarto, com uma toalha foi
secando os cabelos e sentou-se sob a penteadeira já pensando na roupa que ia
vestir.
Ela não percebeu, mas Vegeta a seguiu abismado e quando ela o olhou, viu que
ele ainda mantinha a malícia nos olhos.
-O que houve ?
-Não houve nada - ela respondeu.
-Achei que você fosse...
Ele não terminou a frase de propósito. Ele nunca pedia nada a ela. Era
orgulhoso demais. E era exatamente este orgulho que irritava tanto a sua
esposa.
-Não estou com vontade.
-Ahhh... - ele exclamou.
Viu-a despir o robe e pegar um vestido verde do roupeiro. Colocou-o pela cabeça
e saiu do quanto.
-Mas o que foi que deu nesta mulher?
>
Voltou para o banheiro e tomou banho.
Já na sala , depois de jantarem, ele observava ela brincando com o filho deles.
Belo garoto. Muito parecido com a mãe, mas que mantinha traços claros do pai.
Estranhou o fato de que com Trunks ela se mantinha a mesma. Sorria e brincava
com um jogo de tabuleiro com o filho como fazia todas as noites. Talvez ela
realmente estava sem vontade de fazer amor com ele e não havia nada estranho.
Não! - pensou ele - ela nunca, durante todos os anos que eles estavam juntos
ficou sem vontade. Faziam amor todas as noites , com exceção " daqueles
dias" e da época que a Terra foi quase destruída, não falhava uma noite .
Bulma estrava estranha nas ultimas semanas. Será que gostava de outro? Não...
ou sim. Ele sabia que ela sempre lhe foi fiel, mas não botava a mão no fogo por
ninguém. Além disso, no coração a gente não manda , ele mesmo era uma prova
disso. Olha o que tinha acontecido por se apaixonar. Estava ali na Terra, feito
um idiota , vivendo como um idiota e sendo um idiota.
Ela levantou-se e pegou Trunks pela mão. Foi coloca-lo pra dormir.
-Boa noite pai... - falou o garoto
-Boa noite Trunks.
Ela e Trunks sumiram pelo corredor.
Ele também resolveu ir deitar. Desligou a TV da sala e foi para o quarto . 5
minutos depois apareceu Bulma. Ele já havia deitado, ela foi ao banheiro
escovar os dentes e quando voltou percebeu que ele a aguardava. Deitou-se na
berrada da cama e sentiu quando ele beijou-lhe o pescoço.
-Vegeta, foi um dia cheio, estou cansaddaa. Desculpe.
E fechou os olhos o deixando com uma certeza. Ela realmente estava com um
problema e o problema era ele.
Continua....
Abril 2003-04-28
Nota da autora: gente...obrigada pelos emails. Vocês todos são muito gentis
. eu queria aproveitar a oportunidade e dizer que um em especial me cativou.
Foi duma leitora que não se identificou com o nome. Só com o apelido de "
Misao". Ela disse que eu ando amadurecendo e os meus fics estão se
superando. Que eu analiso legal o psicológico dos personagens . valeu Misao.
Ah, descobri uma coisa. Fics em capítulos da pra trabalhar mesmo em cima da
mente dos personagens e como a maioria gostou deste fato em " a fada do
amor" eu vou fazer a mesma coisa neste fic aqui. Ele será em capítulos e
espero cada dia melhorar mais para vocês. Se você também quiser me escrever,
meu email é:
[email protected]
Eu respondo a todos! Beijos ... ^.^
Cap. II
Por Josiane Veiga
Já havia se passado duas semanas desde aquela noite com Bulma. E estas duas
semanas só haviam servido para alimentar a desconfiança de Vegeta. Ela
realmente estava muito estranha com ele. E não era só nas noites. Era de dia
também. Evitava ficar a sós com o marido e quando não havia jeito simplesmente
desconversava sobre a relação deles. Aquilo tudo para um sayajin era muito
esquisito. Vegeta realmente preocupava-se , pois gostava muito da mulher e
sentia que a estava perdendo. Mas o porque é que ele não sabia.
-Vim falar contigo...
Goku achou estranho o fato do príncipe dos Sayajins o procura-lo. Vegeta sempre
deixou claro que não gostava nem um pouco do conterrâneo.
-Pode entrar Vegeta. Chichi saiu com Goohhan e Goten.
-Esta sozinho então?
-Estou.
Menos mal, pensou Vegeta. Assim poderia falar com o Kakarotto sem serem
interrompidos.
-Quero que saiba que só vim falar contiiggo porque não tenho mais a quem
recorrer. E também porque vc cresceu na Terra e sabe como são os terráqueos
melhor que eu. - falou sentando-se no sofá.
-Estou ouvindo... - disse Goku
-É que... Bulma... é ela.
-O que tem ela?
Que inferno falar de sua vida pessoal com aquele ali. Mas realmente Vegeta
estava desesperado e aquela lhe pareceu a melhor saída.
-Ela anda esquisita.
-Ela sempre foi meia estranha. - sorriuu Goku.
-Não é isso... o fato é que ela... bem..... ela anda ...
" Me recusando como marido e eu me sinto rejeitado " pensou Vegeta,
mas não falou.
-Vocês estão tendo uma crise?
-Sim.
-Isso é normal, eu e Chichi já tivemos vaarias.
-Nos também já brigamos varias vezes, mmaas ela nunca ...
Não dava pra contar. Era humilhante demais. Vegeta alisou os cabelos e molhou
os lábios com a língua. O que estava passando por Bulma? Ela era a culpada, não
ele.
-... Vocês não andam dormindo juntos.... - completou Goku.
-Nós ainda dormimos na mesma cama...
>
-Mas não rola nada...
-Não.
Goku pensou um pouco e depois falou.
-Acho que Bulma é muito sensível...
>
-O que quer dizer com isso?
-Ela ama você. Mas não quer passar o caassamento vivendo como objeto de um homem
que ela nem sabe se a ama.
-Eu a amo. - confidenciou Vegeta.
-Não é pra mim que você tem que dizer iissso.
Vegeta engoliu seco. Levantou-se e foi embora. Talvez o maldito Kakarotto
estivesse certo.
Bulma batia nas teclas do computador com rapidez. Tinha pressa em terminar um
projeto que ela queria visualizado e pronto para o mercado até o fim do mês.
-Estou te incomodando?
-Vegie... não... eu só...
-Quero falar contigo.
-Agora não dá... mais tarde a gente connvversa.
Ele que se mantinha na porta até aquele momento entrou. E a fechou. Aquilo
irritou Bulma, era falta de respeito com seu trabalho.
-Eu disse...
-Sei exatamente o que disse...não sou ssuurdo.
Ele a observou apaixonado. Como ela era linda. A humana mais bonita que já
havia visto.
Dona de um sorriso doce, e uns olhos azuis maravilhosos. O corpo então? Uma
obra prima dos deuses.
-O que eu fiz para você me ignorar desstee jeito?
-Não o estou ignorando...
-É claro que esta...
-Vegie...estou cansada... tenho muito ttrrabalho a fazer.
-Não é o trabalho que a esta cansando..... é o nosso casamento... -falou
magoado...
Bulma não pode responder nada. A boca se abriu mas não emitiu nenhum som. Aquilo
não era verdade, ela amava o marido. Mais que a própria vida.
-- Se quer acabar era só me dizer... nããoo precisava fugir.
Ela alisou os cabelos nervosa. Era tão estranho tudo que havia se passado. Ela
não tinha certeza que queria um tempo, mas sabia que do jeito que estava não
podia continuar.
Aquela greve sexual estava a machucando mais do que a ele. E Vegeta não
ajudava. Continuava a tratando como seu dono. Na cama ele sempre foi perfeito.
Mas nem só de sexo sobrevive um casamento.
-Vou embora. Quando precisar de algo dee mim é só avisar... - e saiu pela
porta.
Bulma até tentou ir atrás dele. Mas as pernas não a obedeceram.
Continua...
Nota da autora: e aí? O que estão achando? Não esqueçam de me escrever.
[email protected]
Cap. III
Por Josiane Veiga
O desespero de Bulma era explicado pelo tempo que ficou sem noticias de Vegeta.
Três semanas. Foi exatamente este o tempo que o príncipe dos Sayajins sumiu.
Ela já havia perguntado a todos que conhecia notícias de Vegeta, mas ninguém
soube lhe explicar nada. Era como se ele houvesse desaparecido da Terra sem
deixar pistas. Deus, o que havia feito para estar passando por isso? Quando
Vegeta saiu de seu escritório naquela tarde, ela achou que seria melhor mesmo
um tempo para os dois. Talvez ele sentisse falta dela e descobrisse que a amava
de verdade. Porque ela já sabia disso. Ela já sabia que o amava mais que tudo,
e a distancia que acontecia naquele momento a estava matando; precisava de
Vegeta. Oh Deus!!! Como sentia falta dos olhos profundos, da pele macia e
principalmente da voz áspera, que a enlouquecia de paixão.
-Como vai Bulma?
Ela virou o rosto rapidamente. Já sabia quem era, mas precisava ver o rosto do
amado.
Vegeta estava parado na sua frente, em pleno jardim, com a expressão séria de
sempre, mas ela sentiu a tristeza dele pelos olhos.
-Vegie... senti sua falta.
-Vim ver Trunks.
Ela tentou evitar o desapontamento. Merecia tudo aquilo. Foi ela que duvidara
do casamento deles, e como diz aquele velho ditado: só damos valor a alguma
coisa quando a perdemos.
-Ele está na casa de Goten.
-Posso esperar?
-Claro.
Ele sentou-se em um banco, e Bulma, que até aquele momento, mexia com as
plantas , abandonou tudo e sentou-se no perto dele.
-Onde estava?
-Não interessa...
-Eu estava preocupada...
-Com que?
No fundo ela sabia que o primeiro encontro deles após a separação seria assim
mesmo. Um no ataque, outro na defesa.
-Como você esta?
A pergunta dele a surpreendeu.
-Estou bem.
-E Trunks?
-Esta ótimo. Ele perguntou muito por vooccê, e eu acabei dizendo que você estava
viajando.
-Por que não lhe disse a verdade?
-Queria poupa-lo...
-Não gosto quando mentem para o meu fillhho.
Aquilo a chocou. Nunca havia percebido que Vegeta não gostava de mentiras. Ele
sempre foi sincero demais e por isso magoava as pessoas.
-Achei que seria melhor resolvermos a nnoossa situação antes de comunicar algo a
nosso filho - murmurou ela.
Ela abaixou a cabeça e lambeu os lábios.
" Pare com isso" ordenava mentalmente ele . Aquilo era demais para
qualquer homem. Bulma havia sido a primeira e única mulher que havia amado em
toda sua vida. Mas ela o enganara em relação aos seus sentimentos. Ele sorriu
ao pensar no quão tolo fora ao imaginar que seu relacionamento com ela seria
eterno.
-Esta sorrindo por quê? - ela o encaravvaa desconfiada.
-Trunks demora muito? - perguntou ele mmuudando de assunto
-Não sei. Goku disse que o traria mais taarde.
Ela alisou os cabelos e o cheiro do shampoo o inundou de tal forma que
levantou-se rispidamente para não cometer uma loucura. Para que Bulma não
percebesse ele fingiu que olhava as flores.
-E Yamcha? - perguntou tentando não demmoostrar muito interesse.
-Ele esteve aqui semana passada.
-Você não acha estranho que durante toddoos estes anos ele não demonstrou
interesse por ninguém em especial?
-Não... não acho. Sei que Yamcha não goossta nem um pouco de compromissos.
-Acho que ele ficou esperando durante eesste tempo todo.
-Esperando? Pelo que?
-Por você.
-Onde quer chegar, Vegeta?
-Ele tinha certeza que mais cedo ou maiiss tarde nós acabaríamos nos separando.
-Não seja ridículo. Yamcha é meu amigo..<
-Ele nunca deixou de amar você!
Bulma levantou-se e se colocou na frente de Vegeta.
-Eu admiro algo nele, sabe? Ele tem perrssistência. E paciência também.
-Eu não consigo entender o porque esta mee dizendo tudo isso...
-Estou querendo dizer que até que enfimm ele vai conseguiu o que queria. Estou
surpreso que ainda não tenha se jogado nos braços dele. Ou será que não fez
isso por causa de Trunks? Um filho, principalmente de outro homem pode
incomodar o novo namorado da mamãe.
A resposta pelo sarcasmo foi um tapa no rosto. Bulma sentia vontade de mata-lo
por tudo que ele disse. Ela não era nenhuma vadia. Mesmo que mais tarde, com o
término do casamento ela viesse a sair com alguém, nada a afastaria de Trunks.
Ela amava o filho mais que tudo. Mais até do que a Vegeta. Trunks era algo
magico, mais importante que o oxigênio que respirava. Quando ele sorria, sua
alma se incendiava de felicidade, não importando o quanto estivesse triste.
Vegeta podia duvidar de tudo, menos dos sentimentos dela em relação ao filho.
-Vá embora daqui...
Ele, que após o tapa mantinha a cabeça baixa a encarou.
-A verdade machuca, não é?
-Você é um covarde... fracassado! Coloccaa a culpa nos outros por causa do fim
do nosso casamento, mas o único culpado é você.
-Não fui eu que falhei em meus deveres dee casado ..
-Não? O que é um marido para você, Vegeetta?...
Ela esforçou-se para não terminar a frase. Não queria dizer algo que depois se
arrependeria.
-Por favor, vá embora...
-Eu mato você ...e mato Yamcha também.....
Ela o encarou. Vegeta estava transtornado. Tomado por ódio, fúria total.
-Que momento difícil?
-A nossa... separação.
-Até parece que você sente algo.
-Claro que sinto...
-O que? Alívio?
Bulma sentiu vontade de esbofetea-lo de novo. Mas sentiu que não valia a pena.
Quando Vegeta colocava algo na cabeça nada o faria mudar de idéia.
-Você é um insensível, mesquinho, arroggaante...
-Você é linda...
-... e hipócrita...- ela sentiu-se conffuusa - o que disse?
-Que você é linda. Continua com o mesmoo olhar doce da época que eu te conheci.
Doce mas forte. Travessa. Tenho certeza que se fosse necessário, colocaria uma
mochila nas costas e ia atrás das Dragon Balls de novo, só para provar para si
mesma que continua a mesma aventureira.
Bulma estranhou. Ele a ofendera ao extremo e agora a elogiava.
-Vegie...eu...
Vegeta observou os lábios trêmulos. Repreendia-se por deixar escapar o que se
passava nos seus pensamentos. Mas não conseguiu...era mais forte que ele. Como
uma humana, sem poder nenhum podia deixa-lo tão vulnerável... não resistindo
mais , pousou seus lábios sobre os dela. Apertou o corpo suave contra o seu,
musculoso.
-Linda...- sussurrou.
Bulma nem tentou resistir. Não podia...simplesmente não podia...
CONTINUA...
{ Nota da autora: gente, tentei, mas não vai dar pra resistir, vou acabar
colocando um pouquinho de lemon. O fic fica mais interessante. Mais romântico.
Mas prometo que não vou começar a escrever só lemon apartir de agora, tah?
Afinal, sou uma menina séria. Ah, este fic eu quero dedicar a galera do chat
" Gremio.net" e ao pessoal aqui do Rio Grande do Sul. }
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Cap. IV
Por Josiane Veiga
Bulma não sabia como havia chegado no quarto , pois quando abriu os olhos já
estava lá. Seu cérebro trabalhava devagar e a única coisa que ela tinha
consciência era dos braços fortes de Vegeta a carregando. Ele a depositou no
chão, beijando-lhe carinhosamente no rosto e foi trancar a porta. Ela não tinha
certeza se estava agindo corretamente mas não suportaria a vida sem o marido.
Por ele agüentaria tudo, desde seu mau humor até a solidão que normalmente
vivia.
Vegeta voltou. Tomou-lhe os lábios enquanto lhe acariciava a nuca. Talvez eles
devessem conversar. Não. Eles TINHAM que falar sobre a relação e sobre o
futuro, embora ele não mostrasse nenhuma intenção de dialogo.
-Vegie... eu...
-Eu sei.
-Nossa vida... - tentou falar ela .
Mas neste momento ele arrancou a camisa e ela engasgou ao olhar o peito do
amado. Ela o tocou com delicadeza e sem pensar beijou-lhe o peito forte. De
repente parou. Por mais que o quisesse precisava conversar sobre o
relacionamento deles. Se fosse só por ela não ligava, mas existia Trunks. Ele
precisava de um lar com amor, precisava crescer com a segurança verdadeira da
palavra família. Ela levantou os olhos , mas estacou quando viu o olhar faminto
de Vegeta.
Ele desceu as mãos por sobre os ombros dela, mais para se certificar que ela
realmente estava ali e não tanto para acaricia-la. Puxou a blusa da mulher para
cima e sentiu um nó quando viu-lhe os seios. Não era possível, ela era perfeita
demais. Como uma humana consegue permanecer tão bela mesmo com a passagem do
tempo? Chichi, por exemplo, tinha rugas, e havia perdido aquele olhar
angelical. Parecia mais uma velha recalcada, mas
Bulma não, ela era tão ou mais bonita do que quando a havia conhecido. E os
olhos continuavam vivos, atentos, fortes.
Ele a puxou para beija-la e pode desfrutar a deliciosa sensação da fricção, dos
seios rosarem-se em seu peito. Como Goku não a havia percebido? Ele teve tão
próximo a ela, mas não notou a maravilhosa mulher que o acompanhava em suas
missões. Sorte de Vegeta.
-Por favor...- ela quase implorou no seeuu ouvido.
Vegeta a apertou mais e fez os beijos se tornarem mais quentes. Ela gemeu
baixinho e como num passe de magicas Vegeta arrancou a calça. Ele não tinha
nada por baixo e ela pode perceber a urgência que o corroía.
Ele desceu as mãos para a saia dela e a tirou. Bulma não tentou, nem quis
resistir. Para sua infelicidade se percebeu uma fraca, manipulada por aqueles
olhos escuros, sombrios.
-Você é linda.
Ela não entendeu porque preferia que ele disse um " eu te amo" , mas
sorriu agradecendo o elogio.
Ele tirou-lhe a calcinha e a deitou na cama. Ele voltou a beija-la com
sofreguidão, doente de desejo e a deixando em tal anseio. Seus beijos eram
almíscar de luxuria , impedindo que Bulma até respirasse corretamente.
Ela entreabriu as coxas abandonando qualquer pudor. Quando sentiu-se invadida ,
não pode reprimir as lágrimas. Estava vencida. E vitoriosa também... como pode
isso? Vegeta intensificou as investidas e ela não tinha mais certeza que
poderia sobreviver a tanto prazer. Recuando e avançando eles atingiram juntos o
êxtase da paixão.
O corpo dela ainda tremia quando ele se deslocou para o lado. Ela respirou
fundo antes de lhe encarar.
-Vegie...
-Eu sei... foi muito bom... bom como seemmpre...
-Eu queria lhe dizer...
-... mas isso não muda nada.
Ele levantou-se sobre os olhos surpresos de Bulma.
-Como assim, Vegie...?
-Você não pensou que eu estava voltandoo para você, pensou? - ele disse
sorrindo
Bulma sentiu-se morrer. Humilhada, chocada, triste, ela limpou as lágrimas.
-Bem, parece que Trunks não vem mesmo..... volto outra hora para vê-lo - disse
já terminando de se vestir e saindo do quarto - Ah, foi maravilhoso. Realmente
na cama, você é incrível.- completou já saindo do quarto.
Ela ainda achou forças para se levantar e ir tomar um banho.
Após fechar a porta, Vegeta ainda respirou fundo antes de deixar uma lágrima
cair. Maldita mulher. Ele nunca deveria ter ido para a cama com ela, ainda mais
naquela tarde. mas agora já era tarde demais . Como estava sentindo falta
daquele cheiro doce, daquela boca. Ele conseguia faze-la contorcer-se em seus
braços como jamais pensou fazer fêmea nenhuma.
Desceu as escadas e foi indo em direção a porta de saída. Limpou a última
lágrima e ergueu a cabeça antes de pegar na maçaneta. Abriu a porta e surpreso
não foi capaz de dizer nada.
-Pai? - o rosto sorridente de Trunks ddesspedaçou ainda mais sua alma.
CONTINUA....
{ Nota da autora: agradeço mais uma vez aos emails, todos vocês são muito
legais . Continuem me escrevendo porque quero fazer fics do quais vocês vão
gostar. Beijocas Lunares:
Josiane Veiga}
[email protected]
Cap. V
Por Josiane Veiga
-Trunks? - Vegeta engoliu seco.
O Filho estava na sua frente, com o sorriso mais terno do mundo.
-Pai! Eu tava com saudades... - abraçouu Vegeta.
O garoto era baixo. Conseguia alcançar apenas a cintura do príncipe dos
Sayajins mas Vegeta, talvez por estar emocionalmente abatido, reagiu como se
estivesse sendo abraçado por um urso. Empurrou um pouco o menino, mas logo se
arrependeu, pegando-o no colo. Caminhou com Trunks até um poltrona da sala e
sentou-se com o filho repousado nas suas pernas.
-Onde estava pai?
-...
Não conseguia responder. Então era por isso que Bulma evitava falar da
separação com o garoto. Vegeta que já enfrentava muitos inimigos poderosos não
conseguia enfrentar o olhar do filho.
-Fui viajar
-Que bom que voltou. Não quero que viajj de novo... mamãe chorou de saudades...
Oh Deus! Precisava mudar de assunto. Não conseguia escutar o nome de Bulma para
sentir vontade de voltar ao quarto e ama-la novamente. Desfazer-se em seus
braços e após o êxtase acariciar-lhe os cabelos e sentir a respiração tranqüila
dela em sua nuca.
Olhos eu volta a procura de um assunto quando percebeu que os cabelos de Trunks
estavam molhados.
-O que houve com vc?
-Tio Goku me ensinou a pescar. Ele pesccaa pelado... pula dentro do rio e zup...
pega o peixe.
Vegeta não pode deixar de sorrir.
-Kakarotto é um depravado!
-Trunks!!!!
A voz era de Bulma. Não demorou muito para ela descer as escadas. Tinha tomado
banho. Logo o cheiro dela impregnou-se pelo ambiente.
-Vegie...?! - ela parou no ultimo degraauu assim que o viu.
-Mãe.. papai voltou da viajem - sorriu o menino.
-Trunks, é melhor você ir tomar um banhhoo - falou ela, estendendo a mão para o
filho.
O menino olhou para o pai, e assim que este assentiu, correu para o banheiro.
Bulma se irritou um pouco. A ela, o filho, apesar de amoroso, não gostava de
obedecer, já a Vegie...
-Não precisava correr ao banheiro, não suujei você! - disse Vegeta.
Ela o encarou incrédula. Percebeu seu olhar magoado. Ele achava que ela tinha
ido tomar banho porque se deitara com ele. Mas não hesitou! Quem deveria estar
magoada era, afinal, fora ela que foste praticamente abandonada no leito.
-Quis tirar teu cheiro do meu corpo...<t;
"Já que não consigo tira-lo do meu coração" - acrescentou
mentalmente.
Aquela foi a ultima vez que viu Vegeta naquele mês.
-Você fez o q??? - gritou Chichi a amiggaa
-Não quero reprimendas! - esbravejou Buullma.
As duas tomavam chá na cozinha, enquanto Trunks e Goten jogavam video-game na
sala.
-Como pode deixar acontecer uma coisa ddeessas??? - perguntou a mulher de Goku.
-Simplesmente aconteceu.
-E agora?
-Não sei...
Bulma piscou os olhos azuis, ocultando uma lágrima que teimava em brotar.
-Você também, hem? Sempre tem que complliicar. Era muito mais fácil quando
namorava Yamcha. Alias não consigo entender como trocou um homem bom, lindo,
forte, tranqüilo pelo encapetado do Vegeta..
Bulma suspirou
-Namorei tanto tempo com Yamcha mas nãoo sentia aquele algo mais. Faltava a
química. Acho que sempre o amei como a um irmão.
-Você perdeu a virgindade com ele?
-Não...parece piada, mas eu fugia de Yaammcha. Dizia que não estava preparada,
etc., daí, numa noite, Vegeta me tocou e eu nem quis saber se era a hora ou
não...
-Sinceramente não da pra entender.
-Não consigo resistir a ele. Os olhos ddee Vegeta me desarmam. Nunca sei se eles
me odeiam ou me desejam demais.
Chichi tomou mais um gole de chá. Ela não entendia nada daquela história. Sua
vida intima com Goku sempre fora calma e sem fogo.
-Vai contar a ele?
-Não! Não quero que ele volte pra mim ppoor isso.
-Tem certeza?
-Quero que ele volte pra mim porque me amma.
Chichi sorriu.
-Esta certo! Vegeta é um bom pai?
- Eu lembro até hoje como foi quando lhhee contei que estava esperando Trunks.
Ele me pegou nos braços, me levou pra cama e fez amor comigo. Não me deixou
dormir a noite toda dizendo como iria ser o filho... o novo rei dos Sayajins.
Chichi lembrou-se de quando contara que estava grávida a Goku. Ele engasgou com
a comida e depois sorriu dizendo "legal".
Bulma tomou mais um gole de chá.
-Mas não da pra esconder pra sempre...-- disse Chichi
-Eu sei.
-E Vegeta vai ficar furioso quando desccoobrir o que esta escondendo dele.
-Ah Chichi... como vou contar?
-Ora, olhe para os olhos dele e diga: &quuot;"Amor, lembra quando vc veio
aqui para visitar Trunks, só que acabou visitando é a minha cama? Pois é...
atos de amor sem proteção tem conseqüências.."
-E a conseqüência é um bebê. Um novo prrííncipe ou princesa Sayajin. - completou
Bulma.
De repente ela viu uma figura na porta que acabara escutando a confissão.
-E o que isso quer dizer, mãe?? - perguunntou Trunks?
-Que você terá um irmãozinho. Tô graviddaa.
Continua!!!
Cap. VI
Por Josiane Veiga
Vegeta estava impaciente. Olhava para a direita e consultava o relógio seguidas
vezes, mas nenhuma novidade surgia.
Ele havia marcado de pegar o filho na praça, para passar com ele o sábado a
tarde. Bulma lhe falou -por telefone- que o garoto iria com Goku.
-Pai!
Ele respirou aliviado ao ver o filho. Tinha receio de que Bulma dificultasse
seu relacionamento com Trunks, mas pelo jeito, isso não aconteceria.
-Está entregue. - falou Goku ao menino.. Depois olhou Vegeta e lhe estendeu a
mão- como vai?
-Vou indo... e vc , Kakarotto?- pergunttoou apertando a mão.
-Estou bem.
Vegeta pegou a mão de Trunks.
-Diga a Bulma que a noite eu o levo parraa casa.
-Não se preocupe.
Os dois se despediram ali. Vegeta levou o filho para tomar sorvete numa
lanchonete próxima. Era tão bom estar perto dele. Trunks era agora , a única
família do príncipe dos Sayajins
-Quero sorvete de chocolate- falou sorrriindo o garoto.
Foi impossível não pensar em Bulma. Ela também era apaixonada por sorvete de
chocolate.
-De morango para mim. - ele completou aaoo garçom que assentiu e se retirou.
depois, os dois já degustavam o doce.
-Como vai a mamãe? - perguntou Vegeta, coomo quem não quer nada.
-Ela tá mais chata que o normal!
Ele riu. Aquele moleque estava ficando mais parecido com ele a cada dia que
passava.
-Porque ela tá chata?
-É que ela tá muito sensível agora... ee quer atenção o tempo todo.
Vegeta coçou o queixo. A barba estava por fazer. Realmente ele não tinha animo
algum, muito menos pra cuidar da aparência.
-Sensível?
-É... vc sabe...
Deve ser por causa da separação...- pensou o sayajin.
-Você deve cuidar dela, então!
-Mas é muito chato. Também da nojo.
>
-Ela sempre enjoa e acaba vomitando.
>
Vegeta se assustou.
-Ela esta doente?
-Não sei...mas eu ficaria com ele me chhuutando o tempo todo.
Ele? Chutando?
-Trunks... do que vc esta falando?
-Ué... do meu irmãozinho.
Vegeta ficou pálido.
-O que?
Trunks não ouviu a ultima pergunta. Voltou a comer, mas de repente se lembrou:
-Será que eu posso levar sorvete de chooccolate pra mamãe? Eu ouvi Gohan falar
que mulher grávida tem desejos...
A porta bateu violentamente. Bulma estava assinando alguns papéis da "
Corporação Cápsula" e nem se dignou a olhar a entrada. Num canto do
escritório estava aceso um incenso de canela, para afastar a negatividade e
acalmara futura mamãe.
O bebê mexeu-se em seu ventre. 4 meses e o futuro sayajin já se mostrava tão
inquieto qto o pai.
-Como foi sua tarde, Trunks?
-Trunks foi para o quarto dele. Estava caansado.
Ela tomou um choque. Virou-se rapidamente.
-Vegie...
Ele estava usando sua roupa preta de treinamento, mas ela notou uma grande
diferença. Vegeta estava abatido , com uma barba rasa e os olhos sem brilho.
Mas a postura arrogante ainda estava lá.
Vegeta também ficou surpreso. Arregalando os olhos ele percebeu que a barriga
dela já estava visível. Mas isso não a tornava feia. Ao contrário, aquilo mexia
com suas fantasias.
-Pq não me avisou?
-Eu...
Ela sentia-se em um labirinto. Era absolutamente impossível Bulma raciocinar. A
noite estava quente e ela sentia-se sufocar com a pressão que havia naquela
sala. O bebê em seu ventre, como se sentisse o momento difícil que sua mãe
passava, chuto-a . Ela, com a intenção de acalmar a criança, tocou o ventre. Os
olhos de Vegeta acompanharam o movimento.
-É a gravidez que a incomoda ou o fato daa criança ser minha? - perguntou, seco.
-Como ousa falar assim?
-Isso é... se a criança for minha... - elle fez uma pausa pra depois prosseguir
- ela é minha, Bulma?
A pergunta doeu mais que se ele tivesse a espancado.
-Saia daqui!
-Não vou! Quero saber se ela é minha ouu de Yamcha...
Apesar de magoada, ela demonstrou frieza.
-Vai ter que esperar nascer...se for umm sayajin é seu...
-Então vc me traiu?
-Acredite no que quiser.... me abandonoouu sem nenhum motivo e ainda exige que
eu lhe seja fiel?
De repente ele a levantou, abraçou-a e a beijou com sofreguidão. Bulma até
tentou, mas não conseguiu não corresponder.
-Pq mente pra mim?
-Sobre o q? - ela perguntou, zonza
-Sobre ter me traído. Vigiei todos os tteeus passos e sei que durante todo este
tempo, não saiu de casa e as únicas visitas que recebeu foram de Goku e Chichi.
Ela o empurrou.
-Se sabia, pq perguntou?
-Bulma... não posso viver sem vc...
>
-Vc só esta falando isso pq estou gráviidda
-Não...
Ele queria explicar-lhe tudo. Mas qdo. se aproximou, a única ação que conseguiu
foi segurar o corpo desfalecido da amada em seus braços.
-Bulma! - ele gritou
Deus... não podia perde-la... não podia!
CONTINUA...
NOTA DA AUTORA...{ DEDICO ESTE FIC A VANIA DE SP E GULHERME DE MS... AMO VCS!}
[email protected]
Cap. VII
Por Josiane Veiga
Bulma abriu os olhos com dificuldade. Se encontrava no seu quarto e devia ser
noite pois estava escuro e o calor que fez durante o dia amenizou.
-Que bom que acordou!
Ela girou a cabeça e viu Vegeta, sentado numa poltrona próxima a cama .
-O que aconteceu?
-Você desmaiou...chamei um médico e elee disse que é uma gravidez difícil e que
você não pode sofrer nenhum tipo de incomodo.
Bulma alisou os próprios cabelos tentando recuperar a postura.
-Trunks?! - ela balbuciou
-Eu já o coloquei pra dormir.
Foi então que ela notou que vestia apenas uma camisola fina.
-... minhas roupas?
-Fui eu que as tirei. Queria que se sennttisse mais confortável.
-Não se preocupe.... conheço o teu corppoo muito bem. Não há uma única parte que
eu já não tenha tocado ou beijado.
Deus! Porque ele tinha que falar daquele jeito. Ela se sentiu nua diante das
palavras, imagens dos dois fazendo amor povoando sua mente... tinha que parar
já com aquilo!
-Pode ir agora, Vegie... já estou me seenntindo bem melhor.
-Não parece!
Era verdade! Ela recostou-se nos travesseiros sentindo-se exausta... não queria
mais discutir, estava farta da insensibilidade dele.
Vegeta a encarava preocupado, mas ela não disse nada, apenas fechou os olhos.
Triste, ela queria que ele deitasse do seu lado e lhe acariciasse. Sensível ao extremo,
Bulma sentiu que ia chorar.
-Se sente mal?
Ela abriu os olhos. A tristeza transformou-se em raiva.
-Vá embora!
-Você já fez isso antes. Qual a diferennçça em fazer isso agora? Por que me olha
deste jeito? Remorso?
-Fui embora porque vc quis
-Agora a culpa é minha! - ela gritou
>
Vegeta percebeu que ela estava se alterando, preocupado chegou mais perto dela.
Uma lágrima caiu dos olhos azuis de Bulma e o sayajin secou .
-Vá embora - ela sussurrou.
-Não posso.
-A criança esta bem - ela afirmou tocannddo o ventre.
-Mas vc não esta... esta muito nervosa!!<
Ela suspirou.
-Você fala como realmente se importassee..
-Eu me importo!
-Você se importa é com o sayajin que vaaii nascer! Você só se interessa por
poder!
-Bulma... isso não é verdade! Eu fiqueii na Terra quando podia ter ido viajar
pelo universo...invadir planetas...lutar...
-Você ficou na terra pq queria ser supeerrior ao Goku!
-Fiquei na terra por sua causa!
-Por causa de Trunks!
-Sim... também ... eu o amo muito. Ele é meu filho e fruto do amor que sinto
por vc.
Vegeta tocou o ventre de Bulma.
-Então pq sempre me tratou como um simpplles objeto...um desejo qualquer...?
-Vc é tão independente...- ele disse soorrrindo- tão inteligente, única. Na cama
era o único lugar onde eu sentia que poderia chegar a sua altura.
-Vegie...
-Eu te amo, Bulma! Você sabe disso. Semmppre soube.
-Na verdade... não sabia.
-Não é possível que não percebia meus oollhares... lembra quando Trunks apareceu
e matou Freeza? Eu estava irritado porque tentava mas não conseguia disfarçar
meus olhos de você. E isso continua até hoje. Sempre que eu dormia com alguma
mulher...depois do sexo elas perdiam a graça, mas com vc... depois da nossa
primeira vez, me viciei pelo teu corpo, pela tua voz. Seu jeito de pensar me encanta.
seus beijos me enlouquecem. Preciso de vc!
-Oh, Vegie... eu o amo...volte pra mim??<
-Achei que nunca fosse me pedir - ele iinnclinou-se sobre ela e beijou seus
lábios.
Bulma acordou com a respiração do marido no seu pescoço. Ele a mantinha firme
nos seus braços e ela sorriu quando viu uma criança aos pés da cama.
-Acordou cedo, Trunks- ela murmurou sonnoolenta.
O belo menino subiu na cama e engatinhou até ela acordando o pai.
-Bom dia Trunks! - sorriu Vegeta.
-Pai, o Sr. não vai mais viajar?- perguunntou o pequeno sayajin
-Não...nunca mais- foi a resposta de veeggeta que olhava nos olhos de Bulma.
5 meses depois nascia Bra, uma linda menina, selando pra sempre aquele pacto de
amor.
Fim
Nota da autora: este fic inteiro é dedicado ao Grêmio... minha razão de
viver, e quero finalizar com uma estrofe do samba enredo do bambas da orgia
(2003)
" eu vou até a pé... porque o amor me leva"
e que todos vcs sejam levados pelo amor tbém...
um bjão