Marie Sklodowska nasceu a 7 de Novembro de 1867 (no ano da morte de Faraday) em Varsóvia, na Polónia onde o seu pai era professor.
Aos 24 anos de idade foi estudar para a Universidade de Paris onde conheceu Pierre Curie com quem casou em 1895. Juntos, Marie e Pierre Curie dedicaram-se ao estudo da radioactividade (descoberta pelo seu amigo Henri Becquerel).
O seu trabalho consistiu fundamentalmente no isolamento de elementos radioactivos como o polónio e o rádio, bem como na análise de emissões radioactivas destes e de outros elementos. Por estas investigações, em 1903 receberam o Prémio Nobel da Física.
Em 1906, Pierre Curie morre num acidente, mas Marie Curie prossegue as suas investigações vindo a receber novo Prémio Nobel, agora da Química, em 1911. Foi a primeira pessoa a quem tal galardão foi atribuído por duas vezes.
Iréne Joliot - Curie (1897-1956), casada com o físico Fréderic Joliot (1900-1957), recebeu também, e juntamente com seu marido, o Nobel da Química, em 1935, pela descoberta da radioactividade artificial.
Tal como a mãe, Iréne Curie lutou pelos direitos da mulher
e, também como ela, acabou por morrer de leucemia, devido às
longas horas de trabalho com substâncias radioactivas.