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QUEM FOI MONS. LUIS DE CARVALHO ROCHA

 

 


DADOS BIOGR�FICOS

  1. Monsenhor nasceu em Sobral, no dia 22 de abril de 1886, Luis Gonzaga S�tero e Caio era o seu nome. Foi levado � Pia Batismal da Igreja do Ros�rio, em Sobral, no dia 24 de junho de 1886.
  2. Seus pais: Cassiano Mendes Rocha e Francica C�ndida de Carvalho Rocha; sua m�e era conhecida por "Mocinha".
  3. Aos 12 anos de idade ficou �rf�o de pai. Dona Mocinha fez um segundo casamento, com Raimundo Liberato de Carvalho, mudando-se para Fortaleza.
  4. Mosenhor fez seus estudos no Liceu do Cear�. Aos domingos, costumava ir � Igreja da S� com sua tia Terezinha. Um dia fora com ela a uma novena, na S�. O Padre fez um serm�o sobre o JUIZO FINAL. Impressionado com a separa��o que se daria no fim do mundo, chegou em casa e disse para sua m�e: "Quero entrar no Semin�rio. Vou ser Padre".
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PREPARANDO-SE PARA O SACERD�CIO

  1. Monsenhor s� conseguiu licen�a para entrar no Semin�rio, em 1901. Foram sete anos de prepara��o. No dia 30 de novembro de 1908, foi ordenado Sacerdote na Igreja da Prainha. No dia 08 de dezembro, celebrou a sua primeira Missa.            
    Foi ordenado por Dom Joaquim Jos� Vieira, segundo Bispo do Cear�.
  2. Em janeiro de 1909, Padre Luis foi nomeado coadjuntor de Maranguape. Monsenhor falava com muito ardor, de uma primeira comunh�o que preparava na Capela do Juvenal.
  3. Em 1. de setembro de 1911 foi nomeado vig�rio de Reden��o, onde passou 12 anos e tr�s meses. Numa das pedras da serra, em Reden��o ele deixou constru�da uma linda Capelinha de Santa Rita de C�ssia, devo��o de que ele foi propagador at� a morte.            
    Em 21 de janeiro de 1924, foi transferido para Fortaleza, por Dom Manuel da Silva Gomes, Arcebispo de Fortaleza.
  4. Ap�s um ano de vig�rio da Igreja do Patroc�nio, coube-lhe a nomea��o para vig�rio da Freguesia de S�o Jos� e Cura da S�, com data de 05 de fevereiro de 1925. A posse deu-se no dia 08 de fevereiro.
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VIG�RIO DA FREQUESIA DE S. JOS� - CURA DA S�

  1. Logo no dia 25 de mar�o, Padre Luis instalou-se na Catedral, a Congraga��o Maria Masculina. No dia 17 de outubro de 1926, foia a vez da Cruzada Eucar�stica Infantil. Em 1927, a 27 de novembro, Dia da Medalha Milagrosa, fundou a Congrega��o para Mo�as, reunindo em fervoroso Retiro Espiritual, 150 Jovens.
  2. O Apostolado da Ora��o, com os seus grupos reorganizados, de adoradores, as Sentinelas Eucaristicas, as Grinaldas de Jesus H�stia, com o movimento de Amor e Repara��o fez com que a Catedral atravessasse um per�odo de fervor e espiritualidade inesquec�vel.
  3. Obras de catequese, Obras de Propraga��o da F� e da Santa Inf�ncia, Ber�o do Pobre, Ano Santo Eucar�stico - 1933, Jubileu de Prata de Ordena��o Sacerdotal do Cura da S�, idea;iza��o do nosso muito amado Instituto Josefino - marcaram o ano de 1933 do nosso querido Vig�rio da Catedral.
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�LTIMOS ANOS DE VIDA DE MOSENHOR LUIS ROCHA

  1. Monsenhor n�o tocou mais no assunto das Senhoritas Josefinas. Por�m, em 1947, lendo no jornal "O NORDESTE" alguma coisa sobre o Documento da Provida Mater Eclesia, nos disse: "Ah! � como aquilo nosso!!! Vamos fazer de novo! mas n�o fez.
  2. Em 1949, muito perto de morrer, conversando com algumas Josefinas do in�cio, perguntou-lhes: "Voc�s se sentem felizes na vida do s�culo, como est�o vivendo..." (parecia preocupado).
  3. Depois de alguns dias, j� tendo tomado a Un��os dos Enfermos, num momento de mais intimidade, falou: "S� descansarei no c�u, quando as vir reunidas" (achavam-se presentes as tr�s que come�aram a primeira CASA COMUM, a 03 de agosto de 1950: Rosita, Maria Luiza e Zeneida Fontenelle).
  4. E aqui termina a primeira parte da BELA HIST�RIA DO NOSSO INSTITUTO JOSEFINO.
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HINO AO MONS. LUIS ROCHA

L. Bernardete e Dom M. Edmilson
M. M. Luiza

"O zelo de tua casa me devora"
Imitando Jesus, o Salvador,
Mons. Luis Rocha, a tua vida
Nos revela qu�o firme � teu amor.

"Cora��o de fogo para Deus
Cora��o de carne para o irm�o
Cora��o de bronze pra si mesmo"
O amor! Eis a tua voca��o!

Na lucidez do olhar foste mais longe
Antes de outros bem cedo imaginavas
Desafios urgentes do futuro
No sens�vel cora��o prenunciavas.

Contra a Igreja no M�xico a viol�ncia
Desafiam novos tempos a miss�o
Nos crist�os perseguidos vendo o apelo
Respondeste � divina inspira��o

Pe. Pr�, Juliana e de La Luz
O seu sangue jorrando em profus�o
Espalhou a semente al�m fronteiras
Fez nascer o Instituto em nosso ch�o.

�s tuas filhas indicas a miss�o
Seja em face da morte ou da dor
Dar a vida por Cristo "at� o mart�rio
Nos ensinas se necess�rio for".

Pelo Pai j� chamado h� meio s�culo,
Tua mem�ria guardamos com amor
L� no c�u quando vir todas reunidas
S� enfim descan�arei junto ao Senhor

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