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Quando
a gente está só,
a vida
parece tão vazia,
por mais que
se faça
para preenchê-la,
nada dá
certo...
O rosto, a
face, sente,
um pequeno
tremor,
como se
fossemos
chorar,
só de
pensar...
Fui tão
feliz,
com meus
amores
que se
foram, mas me deram,
horas, dias, meses
e anos,
grande
alegria,
felicidade...
E deixaram,
o que é pior,
uma coisa
que maltrata,
uma coisa tão
ingrata,
chamada tão
só,
de
saudade...
Uma só
palavrinha,
com um
sentir tão imenso,
que só o
tempo, esse amigo,
não a leva,
só diminui.
Ela se torna
menor,
mas ainda tão
sofrida,
por lembrar
que ao seu
lado,
eu, um ser
apaixonado,
já fui
feliz nesta vida.
E agora, à
procura,
de um novo
amor,
ninguém a
mim vem.
Para suprir
essa falta,
de um beijo,
um carinho,
daquilo que
tanto gosto,
um cheirinho
com denguinho...
Não só
recebo, mas dou,
pois meu
peito é completo,
o meu âmago
repleto,
de muito
amor para dar...
Enquanto você
não aparece,
vou
pensando, vou sonhando,
dizendo a
mim mesmo,
em
pensamento:
_ Não
sofra, não chore,
e nem se
lamente,
sorria, se
faça contente...
Não custa fazer
de conta,
que um novo
amor,
um novo alguém,
lhe trouxe
amor e carinho,
deixando seu
coração
pleno de
felicidade.
Quem sabe
que esse jogo,
fazer de
conta dê certo,
e pela
manhã eu desperto,
com um novo
amor
do meu lado.
JOSÉ MACIEL
19-08-2001
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