A VENERÁVEL ALEXANDRINA ( )

 

O P.e Terças e «A martirizada do Calvário»

 

«Autorizado a assistir aos factos que, desde Outubro de 1937, se realizam todas as sextas-feiras, no lugar chamado do Calvário, duma freguesia do Norte de Portugal, comparecei lá com mais quatro sacerdotes, à uma hora exacta da tarde do dia 29 de Agosto de 1941.» Foi com estas palavras que o P.e José Alves Terças abriu o extenso artigo que no mencionado ano publicou no fascículo X do V volume da sua revista A Paixão Dolorosa, que depopis haia de sair em livro, em cinco volumes. E foi com ele que fez estalar uma autêntica tempestade em redor da Alexandrina, a quem não foi requerido que autorizasse tal publicação, outro tanto acontecendo com o seu director, o P.e Pinho.

Teve o cuidado de informar o cardeal, mas esqueceu-se de informar o Arcebispo bracarense.

 

Artigo ilustrado e relato detalhado

 

 

 

TERÇAS (Padre José Alves).

Sacerdote, jornalista e publicista, n. em S. Martinho de Parada, Braga, a 7-V-1879   e m. no Seminários das Missões, em Fraião, Braga, a 14-1-1944.

Fez o Curso de Filosofia e Teologia no Seminário diocesano do Porto, ordenando-se nesta cidade a 17-VJI-1902. Entrou como noviço da Congregação do Espírito Santo, em Sintra, onde esteve de 1905 a 1906, ano em que aí professou. No período decorrido de 1906 a 1910 desempenhou as funções de director da Revista Portugal em África.

Em 1920 foi professor na obra de formação dos Irmãos Auxiliares Missionários, em Braga, e em 1931 exerceu o magistério no Seminário da sua congregação em Godim, Peso da Régua.

Em 1937 foi ecónomo e director do Seminário do Espírito Santo em Silva, Barcelos.

Com o conselheiro Fernando de Sousa, administrou o diário católico A Ordem. O governo presidido por José Relvas suspendeu o jornal, que, dois meses depoi3, foi substituído pelo diário A Época, dirigido por Fernando de Sousa, e tendo como admi­nistrador o padre Terças.

Anos depois tomou conta, como pároco, da freguesia de S. Mamede de Vila Verde.

Foi redactor da revista católica O Rosário e, com diversos pseudónimos, publicou artigos no jornal A Voz, e nou­tras publicações, sobre as condições económicas da vida rural e sobre política das freguesias.

Publicou: A Caminho da Terra Santa (reportagem da sua visita à Palestina); Vida de Jesus segundo as visões de Catarina Emmerich, Vida de Catarina Emmerich (póstuma) e Os Dois Eixos do Ressurgimento Nacional, firmado com um pseudónimo.

 

Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira

 

O encontro com a Alexandrina pelo seu diário, Cristo Gesù...

O comentário dela: atiraram as folhas ao vento...

 

 

 

revista

 

além do livro, o que vem na Grande Enciclopédia Port e Brasileira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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