Amizades poveiras da Alexandrina

 

Conjecturas

 

Temo-nos perguntado várias vezes como nasceram as amizades poveiras da Alexandrina. Como é que começou a corrente que se gerou desde tão cedo entre a Póvoa e o Calvário.

Pelos vistos na casa da professora Angelina Ferreira havia até uma cama para a Alexandrina. Isto é, talvez que a Alexandrina tenha passado alguns dias em sua casa quando, antes de acamar definitivamente, veio para cura de banhos e de sol à Póvoa. Mas uma jovem pobre e doente não tinha nada de especial, de notável. Entretanto na mesma rua ainda haveria memória da sua infância lá passada e do carpinteiro e sua família que a recebeu. A memória da Alexandrina nunca aí se apagaria.

A Deolinda era costureira. Será que trabalharia também para senhoras poveiras?

A professora de Balasar, a Çãozinha, foi íntima da Alexandrina desde muito cedo. Já lhe escrevia de Lisboa em 1935 e numa carta declara-se sua aluna. Era um bom caminho para chegar a outras professoras.

O P.e Mariano Pinho chegou lá em pregação. Mas, na sua reserva, não propalou o nome da sua dirigida. Contudo, o Dr. Abílio de Carvalho já intervém em 1927 no «Congresso Nacional do Apostolado da Oração», certamente a seu convite. É provável que cedo o tenha levado a Balasar e lhe tenha confidenciado alguma coisa acerca desta estranha doente.

 

 

A situação mudou-se inteiramente com a intervenção do P.e Terças. Então a Póvoa terá ficado a saber e o que antes era curiosidade de alguns terá então provocado o espanto de muitos.

 

 

A história dos Lacerdas, da filha do Dr. Jorge Barbosa (mamar de noite e catequese), a D. Virgínia Campos

 

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