NÃO É O MOMENTO DE SE RENDER!
O MOMENTO É DE ACIRRAR A LUTA!
PODEMOS VENCER!
A UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA ESTÁ HÁ 24 DIAS EM GREVE. ESTAMOS ACAMPADOS DIANTE DO PALÁCIO DO GOVERNO E DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA LEVANDO UMA VIDA MUITO SACRIFICADA. ROMPEMOS O SILÊNCIO DO GOVERNO DO ESTADO NA RAÇA E O OBRIGAREMOS A NEGOCIAR. NÃO NOS IMPORTA QUANDO. PERMANECEREMOS EM GREVE E ACAMPADOS NA PRAÇA ATÉ QUE NOSSAS REIVINDICAÇÕES SEJAM ATENDIDAS. O MOVIMENTO DOCENTE DAS FEDERAIS TEM SIDO UM EXEMPLO PARA TODOS. NÃO SE RENDER, MESMO COM OS SALÁRIOS CORTADOS, REPRESENTA UMA LIÇÃO PARA O PAÍS NESSE MOMENTO POLÍTICO. NOSSA DIGNIDADE NÃO TEM PREÇO.
NÃO SE RENDAM! SOMOS UM MICROUNIVERSO DIANTE DA UFRJ MAS , MESMO ASSIM NOS ATREVEMOS A DIZER: NÃO SE RENDAM!
LUCIA COUTO
COMANDO DE GREVE DA UEPB
"Parabéns ao CEG.UFRJ pelo adiamento do vestibular; sou professora do Colégio Técnico da UFRRJ e muitos de nossos alunos farão vestibular da UFRJ, esta medida é justa. Estamos com nossos propósitos firmes e sabemos da importância da nossa luta." - Prof. Marília
"Gostaria de deixar o meu apoio a greve pois é de suma importância um movimento como este onde a defesa de todos é o objetivo central. Há uma necessidade estudantil, uma necessidade dos servidores e um preocupação com o Brasil onde a greve tem como mola mestre a luta pelo país. Necessária também se faz a união do todos por esta luta e mudança para o país!!! Quero ressaltar aqui também a importância e necessidade desta página onde me informo quase que diariamente tendo assim informções sobre as negocições, agendas e apoio de outros movimentos que fortalecem a greve." - Marcelia T. de Castro - Serviço Social - UFRJ
Neoliberalismo, seu sinônimo é FHC! O nosso sociólogo fez carreira no governo Itamar e foi eleito pelo Plano Real, que segurou o preço do frango e o salário de milhões de brasileiros, sem falar no aumento do desemprego nesses oito anos de luto no país.
Falar em FHC é lembrar do buraco de 1.5 bilhões de dólares que o Brasil acaba de se afundar com o FMI, ditadura da política neoliberal em que vivemos. Com o projeto de dependência ao grande capital das multinacionais, ele e sua gangue levam o país a falência, com a maior crise de recessão já passada, trazendo o aumento da miséria, violência e desemprego. O também o desmonte da universidade pública é sua obra, igualzinho como foi com as privatizações, só que dessa vez aos poucos, com cobranças de taxas, reformas curriculares que esvaziam a formação crítica dos novos profissionais e com o reitor-interventor da UFRJ Vilhena, imposto pelo MEC.
Falar em FHC é falar do estado de falência da saúde desse país e da fome e seca que assolam o país, um dos piores índices de mortalidade infantil das Américas e de tantas empresas multinacionais que roubam trilhões de dólares as custas dos baixos salários.
Falar em FHC é lembrar do presidente do nhém nhém, nhém, do “aposentado é vagabundo” e tantos desrespeitos como a população.
Por tudo isso GREVE, por tudo isso FORA FHC!
Os constantes ataques que a UFRJ sofre não são decorrentes unicamente de projetos insanos da cabeça de nosso REItor e de seus comparsas. Todos os atos e desmandos estão ligados ao projeto de universidade que interessa ao neoliberalismo, a face do capitalismo. Tenta-se de todas as formas destruir o caráter crítico da universidade pública, seja concedendo seus espaços para as grandes empresas, direcionando a produção científica para interesses mercadológicos, modificando seus conteúdos e disciplinas, esvaziando o cérebro de nós, futuros profissionais, e enchendo-os de tecnicismos. Um bom exemplo é a Reforma Curricular da Escola de Comunicação da UFRJ.
O MEC veio com a sua LDB (Lei de Diretrizes e Bases) e a mudança da carga-horária para 200 dias letivos, obrigando os cursos a realizarem suas reformas curriculares. Na ECO, alunos e professores esperavam discutir um projeto pedagógico para os antigos currículos (alguns da década de 70). Porém, os defensores do projeto neoliberal aproveitaram o contexto da reforma para cortar disciplinas, enxugando o que realmente constrói um profissional crítico e atuante na sociedade, incluir conteúdos voltados a nichos mercadológicos e ao adestramento profissional, treinado para funções específicas, sem uma visão completa da sua profissão e de seu meio Os interesses são vários, pois profissionais pouco qualificados são mais baratos e dão “menos aporrinhação”, além de servirem como Assessoria de Imprensa da Voz Oficial.. As discussões foram levadas de forma autoritária pela Direção, não dando voz para os alunos e postergando a discussão do ciclo profissional.
Com o ciclo básico, a direção ainda jogou a semente da discórdia entre os estudantes: a disputa pelo CR (coeficiente de rendimento) entre os calouros para a escolha da habilitação (Na ECO existem 4 habilitações: Jornalismo, Rádio&TV, Produção Editorial e Publicidade). Se houve uma unidade em compreender o campo da Comunicação, cria-se uma desconfiança e desunião dentro do curso, com situações que enfraquecem as nossas lutas e nossa organização.
A Reforma ainda não acabou! Temos muita coisa para discutir na greve e dentro dos cursos para construirmos a ECO e a Universidade que queremos. Aproveite esse espaço antes que seja tarde demais.
O momento político em que vivemos exige uma forte ação estudantil para enfrentar a política neoliberal. As transformações econômicas e políticas conduzidas pela burguesia atingem a educação intensamente, tornando-a elitista e subordinada ao capital. Isso reforça a necessidade de politizarmos as lutas estudantis. A análise da conjuntura nacional deve estar em consonância com as questões da universidade para que possamos aglutinar forças e contestar a ordem vigente.
Na UFRJ, é fundamental um M.E.combativo para enfrentar a Reitoria e suas ações, como os sucessivos esvaziamentos do Conselho Universitário (CONSUNI) e a instalação dos “condomínios” que já começados, com grades isolando ainda mais as unidades.
Os atuais processos demonstram que os movimentos sociais estão com mais força e maior poder de interferência na sociedade. As manifestações anti-globalização são uma prova, mesmo com seu caráter e formas de ação fluidas, congregando estudantes, sindicatos, associações de moradores e outras organizações contra as reuniões do “donos” do capital, o G-8, como na última, ocorrida em Gênova. A fluidez e falta de perspectiva revolucionária do seu conjunto fica evidente na palavra de ordem “um outro mundo é possível”, sem fincar a bandeira do socialismo como a única proposta de ruptura ao sistema capitalista. Para a construção dessa bandeira, é fundamental a conquista de cada agente político em potencial. Por vivermos um processo de transformações, o cunho ideológico deve ser claro para a organização popular e estudantil: o projeto expropriador e excludente do capital ou o projeto construído pela classe trabalhadora e suas organizações, includente e socialista.
O momento político em que vivemos exige uma forte ação estudantil para enfrentar a política neoliberal. As transformações econômicas e políticas conduzidas pela burguesia atingem a educação intensamente, tornando-a elitista e subordinada ao capital. Isso reforça a necessidade de politizarmos as lutas estudantis. A análise da conjuntura nacional deve estar em consonância com as questões da universidade para que possamos aglutinar forças e contestar a ordem vigente .
Textos de Bruno Dias, sexto período de Rádio e TV, Comunicação
UM POUCO DA GREVE NA UNB(Tirado do site www.midiaindependente.org)
Na UnB, assim como em outras federais, os três setores estão em greve: professores, funcionários e estudantes. Sim, estudantes em greve. Pode parecer estranho, mas não se trata de um mero protesto (o que por si só já seria muito conveniente): há reivindicações também. Por exemplo, além do famoso discurso da universidade pública, gratuita e de qualidade (o que inclui investimentos em professores, em infra-estrutura, pesquisa, etc), temos uma pauta específica para a UnB: a discussão da paridade entre os três setores nos conselhos em que eles se fazem presentes. Vejam que só pedimos a discussão da paridade, a abertura da discussão sobre a democracia na universidade e essa é considerada uma das reivindicações mais polêmicas, de difícil aceitação da parte dos professores. Essa é uma das razões de mantermos nosso apoio à greve deles de forma condicionada.
No entanto, a greve não é um espaço apenas para resoluções políticas. É também um espaço de discussão da crise da universidade e da educação como um todo para que possamos, ao menos, iniciar uma séria de discussões sobre essa crise e tentar resgatar a função social dessa instituição. Um dos objetivos é ultrapassar o sentido, talvez instintivo, de manutenção de um privilégio ( o de ser parte de um pequeno grupo de cursa uma universidade pública) e passar a ser um movimento que busque a ampliação do acesso à universidade pública, ao mesmo tempo em que seja recuperada sua qualidade. E a partir disso (ou simultaneamente) tentar repensar a sociedade (com ela) para buscar alternativas à exclusão. Acho que é um pouco isso que esperamos dessa greve.
Algumas informações: há algum tempo a UnB está sem DCE, e o comando de greve de estudantes é formado e aberto a qualquer estudante que se disponha a participar dele. Na UnB, num ato simbólico, dezenas de estudantes estão acampados numa das áreas de maior circulação da universidade, e com a criação do comando nacional de greve, a cada dia chegam estudantes do país inteiro.
Texto de Renata, estudante da UnB
APOIO CONDICIONAL DOS ESTUDANTES À GREVE (Tirado do site www.midiaindependente.org)
Sou estudante da UFSC e quero dar minha moção de apoio ao e-mail escrito pela Renata, da UnB.
A posição dos estudantes lá, se for esta realmente a verdade, trata-se de algo proveitoso. A pauta de reivindicações dos estudantes deve ser direcionada aos professores e reitoria (não ao governo), num apoio CONDICIONAL à greve.
Não se trata de aproveitar o impulso da greve dos professores e servidores para pedir melhoras na Biblioteca, etc., pois isto nunca chegará ao governo. Trata-se de aproveitar este papinho de DEMOCRACIA, que os professores vêm defendendo, para cobrar deles cargos de poder para os estudantes neste universo universitário.
Mais cadeiras no Conselho Universitário, eleições paritárias para diretor de centro e reitoria, e até mesmo o poder de decidir onde serão gastas certas verbas universitárias, numa analogia ao gaúcho orçamento participativo.
Os professores não são nosso amigos, e nunca o foram. Trata-se aqui de uma aliança absolutamente interessada.
Texto de Guilherme Becker Lutz, estudante da UFSC
Estamos encerrando o primeiro mês de greve e a luta dos servidores públicos federais continua. 39 instituições de ensino superior estão em greve, mais o Colégio Pedro II, a Previdência Federal e outros setores, demonstrando disposição para seguir em frente.
Neste primeiro mês, foram feitas diversas assembléias de professores, alunos e servidores em diversos cursos da UFRJ, UFF e UNI-Rio, atos de rua criativos, divulgando a greve. Furar o bloqueio e boicote da mídia tem sido a tarefa mais difícil desse período, que assim impede um franco diálogo com a sociedade sobre o papel da greve como instrumento de luta política e de conquistas para os movimentos populares.
O governo FHC não pára de atacar, lançando notícias paliativas e dispersoras como a cota para negros nas universidades públicas. A única forma de acabar com o racismo e com a miséria da população é investir em educação, coisa que o governo neoliberal, segundo os ditames do FMI, se nega a fazer.
Em reportagem publicada na 2ªfeira no Jornal do Brasil, mais de R$ 130 milhões estão parados nos cofres públicos, esperando liberação orçamentária do MEC para chegar às universidades. Uma comissão parlamentar realizou um levantamento apontando as áreas das universidades mais esquecidas: atividades de extensão e hospitais universitários, justas as áreas que deveriam receber as maiores verbas por servirem a sociedade. Até a ANDIFES (Associação Nacional de dirigentes das Instituições federais de ensino) coloca o governo contra a parede, provando que o governo exige o aumento do número de matrículas mas não repassa as rubricas necessárias. A tática é matar a universidade de asfixia de pensamento crítico e inanição de verbas. Contra a falência da Educação no país, continuamos em GREVE.
E esta semana promete. Haverá um ato geral dos servidores públicos federais na 4ª feira, com concentração as 14 horas no sambódromo e demais atividades espalhadas nas unidades e universidades (ver agende de manifestação). Por isso, vista sua camisa listrada e na siga na luta da educação.
Texto de Bruno Dias, sexto período de Rádio e TV, Comunicação
Fernando Henrique Cardoso está rindo à toa. O príncipe dos sociólogos sabe que a greve das universidades federais não vai dar em nada. Como é dado a modos de imperador, faria melhor se decretasse solenemente a morte do ideal de universidade pública e gratuita. Economizaria tostões que talvez lhes sejam úteis na manutenção de sua política cambial.
Repare: quando FH saca no final do mês sua aposentadoria de 4500 reais que recebe da USP, deve lembrar-se dos tempos de cátedra e de luta na ditadura militar pela excelência das universidades públicas. Pensativo, também deve recordar de episódios em que alguns colegas denunciavam os outros aos porões do regime. Talvez sinta raiva dos detratores, afinal foi devido aos judas que se submeteu ao exílio em outras paragens - espaço de tempo que lhe rendeu a tal aposentadoria de 4500 reais.
Tosca ironia. Oriundo da eticamente auto-suficiente elite da inteligência de Pindorama (leia-se USP), o príncipe se assaltaria de ódio caso lhe contassem que seus pares acham que fez igual. Inevitavelmente, coraria se lhe dissessem que inúmeros companheiros consideram que fez pior, pois além de abandonar a mãe aos sabores da vida, maltrata-lhe continuamente, a chibatadas. Mais: o ultraje o dominaria se, inadvertidamente, descobrisse que em círculos acadêmicos comenta-se sobre sua crueldade, visto que não só castiga a mãe como também arroga-se a vaidade de estar inequivocadamente certo em seus atos - devido à sua escola de origem, aquela, a auto-suficientemente ética...
Mas FH é inteligente. Sabe que a greve não vai amealhar nada concreto, pois o ensino superior na comarca vai muito bem, obrigado, e seu ministro da Educação conduz brilhantemente sua genial política universitária, de fomento à pesquisa e qualificação de corpo docente. Tolos, pensa o príncipe, os organizadores de tão vil greve não percebem que em um cenário virtuoso como este não há como aglutinar e mobilizar a universidade, visto que são poucos os descontentes.
Ignorante oposição. Não se dá conta de que a greve fracassará simplesmente porque é "política" (sic). Nitidamente, o insucesso não decorrerá da genialidade da política neoliberal do Consenso de Washington, que minou a organização política das bases insatisfeitas da sociedade ao fragilizar sua condição social (exceto MST); ou do pragmatismo cínico de fatia considerável do quadro docente, a qual acredita que não se pode fazer nada (niliismo burro) - aliás, grupo que conhece as conseqüências da tal política, porém não sabe como ela se constitui.
Tolices. O príncipe sabe das coisas. Destarte, tem mais com que se preocupar. E quanto à universidade? Xeque-mate.
Texto de Diego Escosteguy, tirado do editorial do site www.lente.jor.br, produzido por estudantes de Comunicação da UnB.
Na quarta feira (26) reuniu-se no MEC, o comando nacional de greve, representados pela ANDES –SN, FASUBRA e UNE com o Ministro Paulo Renato e assessores do governo. O Ministro exigiu a volta imediata das atividades acadêmicas para a continuação das negociações e como contra-partida propôs a criação de sete grupos de trabalho para as negociações com o comando nacional. As entidades negaram veementemente qualquer acordo impositivo para as negociações e reforçaram a greve como instrumento de luta e pressão política. Algumas unidades da UFRJ voltaram suas atividades. Economia, ADM e Ciências Contábeis, desligadas do movimento de greve geral, retornaram suas atividades na 5ª feira (Economia) e nesta 2ª feira. Dizendo possuir uma pauta própria e não concordando com as mobilizações sindicais, esses cursos enfraquecem o movimento e com esta atitude fazem a greve perder força. É papel de todos ocupar o espaço desses cursos e discutir a participação na greve e forças de mobilização, integradas aos demais cursos da Praia Vermelha da UFRJ e de outras unidades da UNI-Rio.Texto de Bruno Dias, estudante de Comunicação da UFRJ
SERVIDORES DEVEM LUTAR PARA NÃO ISOLAR O MOVIMENTO DOCENTE
Companheiros do Comando Local de Greve docente da UFRJ
Gostaria de manifestar o mais irrestrito apoio a luta docente em nível nacional, luta esta que já contabiliza uma vitória - a mais importante, conforme decisão congressual do ANDES-SN - que é o sepultamento do famigerado emprego público, assim como do RJU com previdência complementar. Nas próximas semanas, muito provavelmente, o governo e a mídia devem desenvolver esforços para isolar politicamente o movimento docente e vender suas mentiras sobre o movimento em
nível nacional.
Quero dizer que a luta do segmento técnico-administrativo, caso chegue ao fim nesta semana conforme proposta do CNG FASUBRA, terá que continuar com o esforço militante de não permitir tal isolamento. A luta da Universidade Pública não vai acabar enquanto a derrota da política do governo FHC não for também uma expressão no movimento docente. Como técnico-adminstrativo e estudante de
nossa universidade, quero renovar neste pequeno espaço meu compromisso com os
propósitos deste movimento.
Até a vitória!
Texto de Lenin Pires, técnico de Química e estudante de Ciências Sociais da UFRJ, (22/10/2001)
NÃO É O MOMENTO DE SE RENDER!
O MOMENTO É DE ACIRRAR A LUTA!
PODEMOS VENCER!
A UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA ESTÁ HÁ 24 DIAS EM GREVE. ESTAMOS ACAMPADOS DIANTE DO PALÁCIO DO GOVERNO E DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA LEVANDO UMA VIDA MUITO SACRIFICADA. ROMPEMOS O SILÊNCIO DO GOVERNO DO ESTADO NA RAÇA E O OBRIGAREMOS A NEGOCIAR. NÃO NOS IMPORTA QUANDO. PERMANECEREMOS EM GREVE E ACAMPADOS NA PRAÇA ATÉ QUE NOSSAS REIVINDICAÇÕES SEJAM ATENDIDAS. O MOVIMENTO DOCENTE DAS FEDERAIS TEM SIDO UM EXEMPLO PARA TODOS. NÃO SE RENDER, MESMO COM OS SALÁRIOS CORTADOS, REPRESENTA UMA LIÇÃO PARA O PAÍS NESSE MOMENTO POLÍTICO. NOSSA DIGNIDADE NÃO TEM PREÇO.
NÃO SE RENDAM! SOMOS UM MICROUNIVERSO DIANTE DA UFRJ MAS , MESMO ASSIM NOS ATREVEMOS A DIZER: NÃO SE RENDAM!
LUCIA COUTO
COMANDO DE GREVE DA UEPB