APRENDA BRINCANDO COM A TIA T�


� BRINCANDO QUE SE APRENDE !

COMO ALFABETIZAR SEU FILHO ATRAV�S DE BRINCADEIRAS !

A verdade � que aquela crian�a que fomos n�o ficou l� atr�s no passado  deixada em algum canto . Ela � parte do que somos hoje ...
Pensar na inf�ncia � entrar no nosso mundo interior de buscas, sonhos, descobertas incr�veis e encontrar o que h� de mais verdadeiro e espont�neo em cada ser humano.
� imprescind�vel que possamos ter consci�ncia da import�ncia de ser crian�a, cultivando sonhos, desenvolvendo a imagina��o e a criatividade .
� necess�rio permitir que a crian�a tenha uma vida plena, que ela possa ser verdadeiramente crian�a, deixando ela construir a sua pr�pria experi�ncia, entendendo as suas pr�prias necessidades, mantendo a esperan�a, a espontaneidade e a transpar�ncia sempre, pois isso ser� sin�nimo de um adulto feliz .
Nunca concluir nossas crian�as em fun��o da nossa hist�ria de vida ...
Acredito que a alfabetiza��o seja talvez a etapa mais decisiva e importante da vida de um indiv�duo .
Haver� um tempo em que nossos filhos ter�o crescidos e n�s n�o encontraremos mais brinquedos espalhados pelo ch�o, nem  ouviremos mais barulho ...
Quem sabe poderemos olhar para tr�s com alegria e n�o tristeza, pois participamos do processo de alfabetiza��o de nossos filhos, vivenciando com eles cada experi�ncia nova e contribuindo assim para o despertar de um g�nio, pois a crian�a possui um enorme talento e precisa apenas ser estimulada, desafiada e motivada para ser cada vez melhor.
A crian�a necessita brincar, n�o s� para vivenciar a inf�ncia, mas para desenvolver seu aprendizado, pois � atrav�s da brincadeira que se d� o desenvolvimento infantil . A brincadeira desenvolve na crian�a o crescimento afetivo, o motor, a linguagem oral e o racioc�nio. � a forma que a crian�a encontra para conhecer o mundo .
Atrav�s das brincadeiras a crian�a come�a entender a necessidade das regras, possibilitando o cumprimento das mesmas.
Em todos os tipos de brincadeiras dirigidas ou livres, a imagina��o e a imita��o est�o presentes .
Para que a aprendizagem se efetive, torna -se necess�ria n�o s� a intelig�ncia, mas tamb�m a afetividade, pois esta � o v�nculo que a crian�a cria com quem ensina e com o objeto de aprendizagem.  Este v�nculo determina as emo��es que ser�o mobilizadas na hora de aprender: alegria, tristeza, medo, raiva , etc.
Afeto e intelig�ncia est�o interligados. N�o existe aprendizagem que envolva somente um aspecto: aprendendo a jogar bola com o pai, fazer tric� com a m�e ou aprendendo franc�s ou �lgebra, a crian�a coloca em a��o as suas emo��es e intelig�ncia. � preciso desenvolver afeto nas m�nimas a��es.
Segundo a Teoria de Piaget [Constru��o do conhecimento], a intelig�ncia n�o � um dom, � uma constru��o. Ao agir sobre os objetos e situa��es, a crian�a vai construindo esquemas cognitivos, reconstruindo o mundo e ao mesmo tempo constr�i sua intelig�ncia.
Copiar palavras, reconhecer s�labas, repetir frases ou fazer letra bonita n�o s�o os principais objetivos da alfabetiza��o. Alfabetiza��o n�o � um ato de adestramento, n�o tem como instrumentos fundamental as m�os e os dedos e n�o � exerc�cio de habilidades motoras.
Ler e escrever s�o atividades que envolvem racioc�nio cr�tico, descobertas, reflex�es, portanto o objetivo maior da alfabetiza��o � levar a crian�a a ler o mundo com seus significados .
Os grandes desafios da alfabetiza��o � tornar o aluno capaz de apropriar-se de saberes e atrav�s dele:  interpretar, criar, desenvolver e interagir, fazendo uma releitura do mundo .
N�o existe nenhum processo tecnol�gico no mundo capaz de substituir a capacidade pensante, criadora e transformadora do ser humano, pois at� o pr�prio avan�o da tecnologia depende dessa capacidade .
Essa proposta de alfabetiza��o leva o aluno a participar ativamente do pr�prio aprendizado mediante a experimenta��o, a pesquisa , o trabalho em grupo, o est�mulo ao desafio, o desenvolvimento do racioc�nio e a busca constante .
Os conhecimentos n�o s�o dados prontos, mas trabalhados e vivenciados pelo aluno.
O ensino � sempre inovador, � uma constante descoberta respeitando as caracter�sicas do aluno .
� uma linha de trabalho que desenvolve  a cidadania, porque d� oportunidade ao aluno de discutir situa��es de todos os segmentos sociais, opinar, apresentar sugest�es, etc.
O aluno � respeitado em seus direitos e deveres, podendo sugerir, contestar e aceitar conscientemente .
Oportunizar situa��es onde as crian�as tenham condi��es de expor suas id�ias, expressar seu ponto de vista, possam ter opini�es diferentes e sejam respeitadas .

Entre as atividades desenvolvidas destacam-se:

1-Adapta��o social  (toda a semana um tema novo, explora-se o tema em artes, poesias, dramatiza��es)
2-Hora do afeto -momento para trabalhar a auto-estima e o emocional .
3-Artes - 2 vezes por semana con tintas, cola, massas, etc.
4-Divertimento - uma atividade diferente cada semana (ex :brincar de cabelereiro: a sala de aula transforma-se num sal�o de beleza)
5-Vida pr�tica  (ex.: preparo de lanches)
6-Linha - exerc�cios de equil�brio e lateralidade
7-Conceitua��o e concretiza��o atrav�s de opostos
8-Poesias
9-Discrimina��o visual, auditiva, t�til, gustativa e olfativa
10-Hist�ria - ouvir, contar e reproduzir hist�rias
11-Horticultura - plantar e acompanhar o processo todo
12-Excurs�es - experi�ncias do cotidiano
13-Piquenique - explorar alimentos e preserva��o do ambiente]
14- Linguagem - relatos de hist�rias ouvidas, produ��o de textos
15-Matem�tica - no��es de grandeza, jogos
16-Geografia - partes da casa, vizinhos, escola
17-Ci�ncias - homem, animais, alimenta��o, h�bitos de higiene

Essa proposta tem como base:

Teoria do Conhecimento de Piaget - su��o, que observando seus filhos, desvendou muito dos enigmas da intelig�ncia infantil.
Emilia Ferrero - Psicopedagoga Argentina  - Proposta Construtivista onde a �nfase do m�todo � dada em como o aluno aprende e n�o como o professor ensina.
Paulo Freire  -  Educador Brasileiro conhecido mundialmente. Pedagogia da Liberta��o [Pedagogia da Autonomia, Educa��o como Pr�tica da liberdade - livros de sua autoria ]
Pedagogia da Seicho-No-Ie  - Mestre Masaharu Taniguchi - M�todo baseado no elogio que extrai a capacidade latente existente na crian�a
* Minha experi�ncia em sala de aula (inclusive alfabetizando meus dois filhos e sendo professora dos mesmos durante as 8 s�ries do primeiro grau).
Trabalhei com todas as s�ries do Primeiro Grau
-Primeira s�rie � Quarta s�rie - todas as disciplinas
-Quinta s�rie � Oitava s�rie - Matem�tica, Ci�ncias e Hist�ria
No Segundo Grau - Hist�ria
Fui supervisora de ensino do Curr�culo por Atividade, respons�vel pela dire��o de Segundo Grau, vice-diretora do curr�culo por Atividade, sendo professora do Ensino P�blico no Estado do Rio Grande do Sul-Brasil, desde 14 de mar�o de 1979 (atualmente em licen�a).
Professora do Ensino Particular no Estado do Paran�-Brasil.
Possuo Magist�rio de Primeira � Quarta s�rie, Licenciatura de Primeiro Grau em Ci�ncias - habilita��o em Matem�tica e Ci�ncias  e Licenciatura Plena em Hist�ria - habilita��o em Hist�ria - Primeiro e Segundo Grau .

Trabalho com EDUCA��O INFANTIL, atividades � partir dos dois anos de idade.

T� Moraes - Fone: 6092-7347
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