| A PRESERVA��O DA SA�DE � UMA QUEST�O DE H�BITO A Postura Corporal de cada indiv�duo � um contexto hist�rico, cultural e social resultante da vis�o de mundo que se tem na sociedade. Atitudes t�o particulares, t�o �ntimas a cada um de n�s, s�o o mais puro reflexo de nossas emo��es. Esta linguagem do f�sico entrega nossos pensamentos, nosso �ntimo. Tristes, tendemos a nos encolher: toda a postura se altera, todos os gestos trazem inseguran�a; felizes, ficamos alongados, de peito aberto, com a postura em equil�brio. Nosso corpo se manifesta por sinais de conforto e desconforto. Por isso, devemos prestar aten��o nessas manifesta��es corporais. Assim tamb�m ocorre com a nossa respira��o. Respirar foi a primeira coisa que fizemos ao entrar neste mundo e ser� a �ltima coisa que iremos fazer. Apesar de ser autom�tica,a respira��o est� intimamente associada �s nossas emo��ese padr�es de comportamento: quando estamos tranq�ilos, relaxados, ela � profunda e os pulm�es se expandem naturalmente. Quando estamos estressados, tensos, ansiosos, ela � curta e superficial. A respira��o alimenta todos os nossos sentidos, nossas fun��es org�nicas, c�lulas, �rg�os, etc. Durante o dia respiramos cerca de 20.000 vezes, absorvendo cerca de 300 ml de ar a cada movimento respirat�rio. Este movimento dura em m�dia 5 segundos. J� na inala��o do ar (INSPIRA��O) ele dura 2 segundos e, na exala��o do ar (EXPIRA��O), 3 segundos. Nossa respira��o cotidiana movimenta apenas 10% da capacidade pulmonar total. Portanto, devemos cada vez mais aumentarmos nossa absor��o de oxig�nio. Assim, nosso corpo e nossa mente funcionar�o plenamente, com energia. Percep��o Corporal � uma t�cnica que tem origem na observa��o atenta do movimento natural e espont�neo: como nasce, se desenvolve e se integra criando a imagem que passamos ao mundo. Seq��ncias espec�ficas de movimento, alongamentos, t�cnicas de respira��o e relaxamento, permitem a percep��o do corpo em n�vel sens�vel e profundo e a integra��o sensorial das cadeias musculares e articula��es. � medida que modificamos a estrutura do movimento, alteramos simultaneamente os padr�es r�gidos de estrutura corporal e, em conseq��ncia, a estrutura ps�quica, que se beneficia pela percep��o sensorial e pela "intelig�ncia" muscular, o que se traduz em extraordin�rio bem-estar. Mais gratificante que o reflexo de sua imagem no espelho ser� a sensa��o de encontro do corpo: o sentir-se todo. |