| Data v�nia, p�rolas advocat�cias Estas s�o piadas retiradas do livro "Desordem no tribunal". S�o coisas que as pessoas realmente disseram e que foram transcritas textualmente pelos meirinhos, que tiveram que permanecer calmos enquanto estes di�logos aconteciam � sua frente. P: Essa doen�a, a miastenia gravis, afeta sua mem�ria? R: Sim. P: E de que modo ela afeta sua mem�ria? R: Eu esque�o das coisas. P: Voc� esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que voc� tenha esquecido? P: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou naquela manh�? R: Ele disse, "Aonde estou, Betty?" P: E por que voc� se aborreceu? R: Meu nome � Susan. P: Me diga, doutor... nao � verdade que, ao morrer no sono, a pessoa s� saber� que morreu na manha seguinte? P: Sobre esta foto sua... o senhor estava presente quando ela foi tirada? P: Entao, a data de concep��o do seu beb� foi 08 de agosto? R: Sim, foi. P: E o que voc� estava fazendo nesse dia? P: Ela tinha 3 filhos, certo? R: Certo. P: Quantos eram meninos? R: Nenhum. P: E quantas eram meninas? P: Sr. Wilson, por que acabou seu primeiro casamento? R: Por morte do c�njuge. P: E por morte de que c�njuge ele acabou? P: Poderia descrever o suspeito? R: Ele tinha estatura mediana e usava barba. P: E era um homem ou uma mulher? P: Doutor, quantas aut�psias o senhor j� realizou em pessoas mortas? R: Todas as aut�psias que fiz foram em pessoas mortas... P: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, ok? Que escola voc� freq�enta? R: Oral. P: Doutor, o senhor se lembra da hora em que come�ou a examinar o corpo da v�tima, o sr. Dennis? R: Sim, a aut�psia come�ou �s 20:30. P: E o sr. Dennis j� estava morto a essa hora? R: N�o... Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu estava fazendo aquela aut�psia nele. P: O senhor est� qualificado para nos fornecer uma amostra de urina? P: Doutor, antes de fazer a aut�psia, o senhor checou o pulso da v�tima? R: N�o. P: O senhor checou a pressao arterial? R: N�o. P: O senhor checou a respira��o? R: N�o. P: Ent�o, � poss�vel que a v�tima estivesse viva quando a aut�psia come�ou? R: N�o. P: Como o senhor pode ter essa certeza? R: Porque o c�rebro do paciente estava num jarro sobre a mesa. P: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim? R: Sim, � poss�vel que ele estivesse vivo e exercendo Direito em algum lugar - no seu,por exemplo!! |