24/12/03
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Humano Humano, nome comum dado a qualquer indivíduo da espécie Homo Sapiens (reino Animalia pois é animal, filo Chordata uma vez que tem espinha dorsal, subfilo Vertebrata pois tem medula espinhal, classe Mammalia pois amamenta na infância, subclasse Eutheria devido à presença da placenta, ordem dos Primatas já que é equipado com cinco dedos nas extremidades, com clavícula, e um único par de glândulas mamárias no peito, subordem Anthropoidea devido aos olhos na frente da cabeça, visão tridimensional, e cérebro proporcionalmente grande)[1]. As adaptações fisiológicas fizeram os humanos mais flexíveis que os outros primatas, possibilitando o desenvolvimento de uma vasta gama de habilidades e uma versatilidade sem paralelos no seu comportamento. O tamanho do cérebro, complexidade e lenta maturação, com as conexões neurais sendo adicionadas durante pelo menos os primeiros 12 anos de vida, significou que comportamento assimilado poderia largamente modificar respostas instintivas. Exigências de novos ambientes poderiam ser satisfeitas com ajustes mais rápidos do que a lenta seleção genética. Desta forma a sobrevivência em diversos meios e sobre condições extremas tornou-se possível sem diferenciação de espécies.
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Características Primárias Os humanos têm em média 1,7m, peso entre 60 e 80kg, força (F) de 4 a 6, e destreza (D) de 4 a 6. Seus cabelos variam do negro, ruivo, loiro, a liso, cacheado, encaracolado, tendo olhos das cores negras, castanhas, verdes, azuis, cinzas e até violetas, com tom da pele variando do leitoso, bege, moreno, amarelado, avermelhado, e o negro. Os cabelos variam com a moda e a nacionalidade, mas no sexo masculino costumam ser curtos. A cor da pele fica avermelhada se exposta ao sol. Os humanos de pele mais escura têm o tom de voz mais grave e forte. As roupas, assim como os cabelos, variam com o lugar, a estação e a moda, preferindo tons discretos no frio e tons vivos no calor. As mulheres costumam usar bolsas com itens de uso geral, bijuterias e perfumes de flores. Os do sexo masculino costumam ostentar armas e outros equipamentos bélicos (de acordo com o nível tecnológico), quando isso não é proibido pelas leis locais ou regras sociais. O homem é diurno e mais bem adaptado aos campos, onde pode plantar seus cereais e cuidar de seu gado, num clima agradável entre o temperado e o tropical. Entretanto nada o impede de habitar ambientes inóspitos como cavernas escuras, desertos e geleiras. Pode-se ainda encontrar todos os tipos de organizações sociais entre os homens, desde matriarcados militares até repúblicas religiosas.
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Comportamento Os humanos costumam ser cordiais e hospitaleiros para membros da mesma classe e religião. A grande maioria evita ativamente o contato com membros de classes sociais e econômicas distintas, e simplesmente abomina tal contato com outras raças, considerando as inumanas como sendo monstros[2], algumas vezes até mesmo atacando-as por puro preconceito. Entretanto os humanos aventureiros e mercadores vêem as outras raças com curiosidade, sendo receptivos para todas as criaturas pacíficas e comunicativas. Por essa dissonância na opinião humana, eles não têm, em geral, inimigos naturais, e somente em alguns lugares surge competição por recursos com outras espécies (como gigantes, dragões e goblinóides[3]), que acabam gerando conflitos e batalhas. Os humanos se adaptam rapidamente ao cenário geográfico, social, político, econômico, e religioso em que são colocados. Este dinamismo somado com um sentimento intrínseco de superioridade os torna péssimos escravos e grandes revolucionários, nunca satisfeitos com a situação vigente.
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Natureza da raça e Detalhes A infância do humano acontece em média até os 12 anos de idade, em que ele alcança aproximadamente dois terços de sua altura final. Nesta fase o foco é as brincadeiras e o aprendizado espontâneo através do contato com outras crianças. O sobrenatural e o desconhecido são encantadores, e a criança acredita no sonho, na magia e nas criaturas dos contos de fadas. Dos 12 ao 18, entra-se na fase da adolescência, onde ocorrem transformações no corpo das crianças (os transformando aos poucos em adultos), fazendo-os descobrir a sexualidade, e quebrar perspectivas inocentes e infantis. Devido a estas rápidas transformações, a perspectiva do humano torna-se instável, impaciente, controversa e agressiva perante o meio. O proibido e o errado se tornam atraentes, a idéia infantil de magia some aos poucos e em seu lugar vão surgindo aspectos religiosos, divinos e paranormais. A partir dos 18 anos, já com sua altura final, o humano toma uma perspectiva mais séria e pragmática em relação ao meio que convive, buscando ativamente o trabalho e o convívio político-social. Nesta fase já está preparado para realizar os acordos conjugais, a reprodução da espécie e a criação da prole. Em torno dos 40 anos as marcas físicas da idade começam aparecer, assim como a paciência e a sabedoria começam a aumentar. Depois dos 70, são poucos os humanos que ainda têm saúde para trabalhar, necessitando do auxílio dos mais jovens para sobreviver. Os valores sociais, políticos e religiosos do humano adulto variam de lugar para lugar, desde a comunidade fanática pagã até a aristocracia ateísta paranormal. Mas quanto mais educação e cultura o indivíduo acumula, mais ele se afasta dos contextos de massas, procurando uma perspectiva mais técnica e menos fervorosa de suas crenças, conservando os aspectos éticos e morais que mais lhe satisfazem. Entretanto um aspecto é compartilhado por todos os indivíduos da raça, o senso de competição. Tal sentimento aflora um egoísmo intrínseco em ser melhor, ou ao menos se imaginar melhor. Algumas vezes isto prejudica a gigantesca capacidade de cooperação que o homem tem, trazendo comportamentos de parcialidade e ódio. Algumas sociedades conseguem minimizar este aspecto através do hábito de esportes, entretanto os conflitos então sempre presentes, e a competição por vezes é desleal. Segundo alguns estudiosos, é esse sentimento que faz a evolução econômico-social humana dinâmica e o mercantilismo possível, mesmo que isso signifique prejudicar indiretamente outros indivíduos[4]. Na área de mitos, lendas e deuses, o homem se expressa através de diversas religiões e pequenos cultos. Algumas politeístas, com divindades representando aspectos naturais da vida cotidiana; outras monoteístas, com um único deus que representa um símbolo maior para todo o povo, como o amor ou a guerra. Cada uma com suas próprias histórias de criação do mundo e do homem. Sendo que seus clérigos possuem milagres poderosos. A arte e cultura são representadas por bardos, artistas, trovadores, poetas, pintores, escultores, acadêmicos e pesquisadores. Sendo que o homem não possui habilidades mágicas naturais, como os dragões e as fadas, por isso tem que usar de artifícios indiretos como a feitiçaria e as ciências ocultas para alcançar efeitos sobrenaturais. Durante o ano, os humanos realizam diversos ritos e festividades. Algumas têm caráter religioso, enquanto que outras são a simples comemoração da entrada de uma estação ou colheita. Dentre as recreações mais comuns, como dito anteriormente, estão a prática periódica de esportes e competições. Em alguns lugares mais brutais, há a prática de arena, em que homens lutam até a morte para o deleite dos espectadores. [1] "Human" Microsoft® Encarta® 97 Encyclopedia. © 1993-1996 Microsoft Corporation. [2] Segundo Dust, o Caçador: "Uma raça é considerada inumana quando, mesmo possuindo intelecto para comunicação, tem características a mais ou a menos que um humanóide comum. Os dragões são uma raça inumana, pois são répteis gigantes com asas, mesmo tendo cabeça, tronco e membros. Para ser considerado monstro, basta não ter intelecto suficiente para realizar comunicação". [3] Goblinóide é o termo que os elfos, humanos e anões usam para caracterizar os orcs, goblins e ogros. [4] Segundo o dramaturgo irlandês, George Bernard Shaw: "O homem é o lobo do homem".
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