Hierarquia de mem�ria

����������� Para uma manipula��o correta de informa��es dentro de um computador, houve h� necessidade de se ter uma grande variedade de tipos de mem�ria, pois n�o � poss�vel implementar um sistema de computa��o com uma �nica mem�ria.

����������� H� muitas mem�rias no computador, as quais se interligam de forma bem estruturada, constituindo um sistema em si. Parte do sistema global de computa��o, podendo ser denominada subsistema de mem�ria. O subsistema � projetado de modo que seus componentes sejam organizados hierarquicamente em forma de pir�mide. A varia��o crescente dos valores de certos par�metros que caracterizam um tipo de mem�ria pode ser mostrada no formato inclinado de uma pir�mide. O valor maior (base) ou menor (pico) de algum par�metro foi � causa da utiliza��o de uma pir�mide para representar a hierarquia do sistema de mem�ria de um computador.

Tempo de Acesso-
����������� � o per�odo de tempo decorrido desde o instante em que foi iniciada a opera��o de acesso at� a informa��o requerida tenha sido efetivamente transferida. O tempo de acesso varia de acordo com o tipo de mem�ria analisado numa faixa entre 50 e 150 nanossegundos (ns) para a mem�ria principal, de 12 a 60 milissegundos para discos magn�ticos e CD-R, enquanto fita magn�tica tem tempo de acesso da ordem de poucos segundos.

����������� vObs: O tempo de acesso varia conforme a dist�ncia f�sica entre dois acessos consecutivos.

Ciclo de mem�ria-
����������� � o per�odo de tempo decorrido entre duas opera��es sucessivas de acesso � mem�ria. Sejam visando escrita ou leitura. Esse tempo depende de fatores relacionados ao tempo de funcionamento do sistema.

Capacidade-
����������� � a quantidade de informa��o que pode ser armazenada em uma mem�ria. A unidade de medida � o byte, embora possam ser usadas outras unidades tais como: c�lulas (mem�ria principal ou cache), setores (discos) e bits (s�o os registradores). Dependendo do tamanho da mem�ria (sua capacidade), indica-se o valor num�rico total de elementos de forma simplificada, atrav�s da inclus�o de k (kilo), M (Mega), G ( Giga) ou T(Ter�).

Volatilidade-
����������� Mem�rias - Podem ser do tipo vol�til ou n�o vol�til. Mem�ria vol�til � aquela que perde a informa��o armazenada quando a energia el�trica desaparece (interrup��o de alimenta��o el�trica ou desligamento da chave ON/OFF do equipamento). Uma mem�ria n�o vol�til � a que ret�m a informa��o armazenada quando a energia el�trica � desligada.

����������� Obs.: Mem�ria magn�tica e �ptica, como CR-R e fitas, e tamb�m mem�rias de semicondutores do tipo ROM, EPROM.

����������� Obs: Registradores s�o um tipo de mem�ria cujas caracter�sticas s�o: do tipo vol�til, capacidade de 1 byte a cada 8 bits (ou seja, computadores de 32 bits possuem capacidade de 4 bytes), velocidade de transmiss�o da ordem de nanosegundo.

����������� � importante que se salve os documento sempre que puder. Ao longo do tempo, diversas tecnologias v�m sendo desenvolvidas para a fabrica��o de mem�rias. Algumas dessas tecnologias j� est�o ultrapassadas, como as mem�rias de n�cleo de ferrite (magn�ticos), e outras n�o tem aplica��o comercial tal como as mem�rias de bolha. Algumas das tecnologias mais conhecidas e utilizadas s�o:

Mem�ria de semicondutores -
����������� S�o dispositivos fabricados com circuitos eletr�nicos e baseados em semicondutores. S�o r�pidas (nanosegundo) e relativamente caras, se comparadas com outros tipos. Dentro desta categoria geral h� v�rias tecnologias especificas, cada uma com suas vantagens, desvantagens, velocidade e custo.

Mem�ria de meio magn�tico -
����������� S�o dispositivos, como os disquetes, discos r�gidos ("hard disks") e fitas magn�ticas (de carretel ou de cartucho), fabricados de modo a armazenar a informa��es sob a forma de campos magn�ticos. Devido � natureza eletromec�nica de seus componentes e � tecnologia de constru��o em compara��o com mem�rias de semicondutores, esse tipo � mais barato e permite, assim, o armazenamento de grande quantidade de informa��o.

Temporariedade-
����������� Trata-se de uma caracter�stica que indica o conceito de tempo de perman�ncia da informa��o em um dado tipo de mem�ria. Informa��es podem se armazenadas em CD-R ou disquetes e l� permanecem armazenadas indefinidamente. Mas h� sempre a possibilidade de perda de magnetismo com o passar do tempo. Ao contr�rio dos registradores que armazenam um dado por um tempo extremamente curto (nanossegundos), o suficiente para o dado ser, em seguida, transferido para a UAL (Unidade Aritm�tica e L�gica), isto se chama mem�ria do tipo transit�ria, outros exemplos de mem�ria de perman�ncia transit�ria de dados s�o a mem�ria cache e a mem�ria principal, embora os dados nelas permane�am armazenados mais tempo de que nos registradores.

Custo-
O custo de fabrica��o de uma mem�ria � bastante variado em fun��o de diversos fatores, entre os quais se pode mencionar principalmente a tecnologia de fabrica��o, que redunda em maior ou menor tempo de acesso, ciclo de mem�ria, quantidade de bits armazenado em certo espa�o f�sico.


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