SISTEMA OPERACIONAL DE DISCO ( D.O.S.)

Para que um computador funcione e comunique-se com o usu�rio, � indispens�vel a exist�ncia de um programa que permita a operacionaliza��o do equipamento e o uso dos softwares nele existentes. Este programa � chamado de Sistema Operacional. No caso espec�fico dos microcomputadores� chamado de Sistema Operacional de Disco (D.O.S.).

O QUE � O D.O.S. ?

� um grupo de programas de comandos que administram os recursos do computador e de outros programas nele utilizados. Os sistemas mais utilizados s�o o MS/DOS 5.0, MS/DOS 6.2, MS/DOS 6.22 e o DR/DOS 6.0. Existem outros.

Recentemente foi lan�ado o MS/DOS 6.22. O nome adv�m do fato de que os computadores que utilizaremos trabalham com unidades de disco para entrada e sa�da de informa��es do computador. S�o nestes discos, que ser�o gravadas e acessadas as informa��es com as quais trabalharemos no computador. Estas unidades s�o meios (m�dia) do tipo magn�tico compostas de disquetes (discos flex�veis com reduzida capacidade de mem�ria) e/ou "winchesters" (discos r�gidos com grande capacidade de mem�ria ).

Para que os comandos do D.O.S. possam ser reconhecidos pelo computador, existe um programa interpretador de comandos que � indispens�vel para o funcionamento do D.O.S. � o COMMAND.COM.

GRAVANDO INFORMA��ES NO DISCO

Quando adquirimos um disco r�gido ou um disquete, estes v�m no formato virgem, de forma que n�o conseguiremos gravar qualquer informa��o nestes discos sem antes prepar�-los adequadamente.

Este processo chama-se FORMATA��O e � realizado pelo pr�prio sistema operacional D.O.S.. A formata��o � uma divis�o eletr�nica do espa�o f�sico do disco, em trilhas, setores e bytes para que este receba informa��es posteriormente. Aqui vamos nos referir � formata��o de disquetes, visto que a formata��o de discos r�gidos � um processo mais complexo e que exige um conhecimento maior, assim como o utilit�rio apropriado do sistema operacional. Somente ap�s estarem formatados podemos gravar informa��es nos discos.

Estas informa��es s�o gravadas sob a forma de arquivos. Arquivos s�o cole��es de instru��es ou dados relacionados, armazenados em disco. Ao gravarmos um arquivo precisamos determinar-lhe um nome, que � chamado nome-de-arquivo (nomearq).

Existem regras para isto.

Um nome de arquivo pode ser qualquer palavra ou express�o de 1 a 8 caracteres (letras, n�meros ou s�mbolos) e uma extens�o (.ext) de nome de arquivo de 0 a 3 caracteres, separados do nome-de-arquivo por um ponto (.).

Ex.:command.com

trip.doc

autoexec.bat

Existem alguns s�mbolos que n�o podem ser usados em nomes de arquivos:

^ * = + [ ] ; : . , / \ ? ! { } < > ` ' "

Existem tamb�m, extens�es de nome arquivo, padronizadas:

.$$$ - arquivo tempor�rio.

.TMP - arquivo tempor�rio.

.BAK - c�pia reserva de arquivo.

.BAS - arquivos em linguagem BASIC.

.PAS - arquivos em linguagem PASCAL.

.PRG - arquivos de rotina em linguagem texto.

.COM - arquivos compil�veis.

.EXE - arquivos execut�veis.

.PRN - arquivos com rotinas de drivers de impress�o.

.SYS - arquivos com informa��es de sistema.

.TXT - arquivo texto.

.BAT - arquivo com rotina autoexecut�vel (batch file).

CARACTERES GLOBAIS

Quando nos utilizarmos dos comandos do D.O.S. ou mesmo durante a execu��o de um programa poderemos utilizar dois caracteres do teclado que junto a um nome de arquivo, s�o reconhecidos pelo sistema operacional de forma padr�o. S�o chamados de caracteres globais ou wildcards e s�o utilizados para uma maior amplitude de alcance dos comandos. S�o eles: o <?> e o <*>.

- o [?] - compara caracteres substituindo-os um a um. Por exemplo se tivermos 4 arquivos com os seguintes nomes e desejarmos apagar os 3 primeiros :

aula.doc

aula1.doc

aula20.doc.

aula300.doc

Podemos apag�-los um a um. Ou podemos apag�-los de uma s� vez com o caracter [?] da seguinte forma:

del aula??.doc. Este comando permitir apagar qualquer arquivo com a extens�o .Doc desde que tenha o nome aula ou inicie pelo nome aula e tenha um m�ximo de 6 caracteres. O exemplo aula300.Doc n�o ser� apagado, pois tem sete caracteres.

- o [*] - significa tudo. Usando o exemplo acima poder�amos apagar os 4 arquivos da seguinte forma:

del *.doc. Apagaria qualquer arquivo com a extens�o .Doc .

Aten��o !!! � necess�rio bastante cuidado no uso destes caracteres, principalmente quando estivermos apagando informa��es do computador. Quanto mais amplo for o alcance do comando, maior a possibilidade de cometermos erros e apagarmos coisas que n�o desejamos eliminar.

PROGRAMAS UTILIT�RIOS DO D.O.S.

S�o programas de comandos que executam fun��es para facilitar o trabalho com os discos.

Existem dois tipos de comandos no sistema operacional. Os comandos internos e os externos.

Comandos Internos - s�o comandos que por serem usados com maior freq��ncia, s�o inerentes ao sistema, sendo carregados na mem�ria toda vez que o sistema operacional � carregado. Fazem parte do COMMAND.COM.

Ex.: DIR, COPY, DEL, PROMPT, MD, CD, RD, PATH e outros.

B>

Comandos Externos - s�o comandos usados com menor freq��ncia e que por isso tem que ser carregados em R.A.M. toda vez que for necess�ria sua utiliza��o.

Ex.: FORMAT, DISKCOPY, BACKUP.

Sintaxe - � a maneira correta de escrever um comando.

Nesta apostila, usaremos a seguinte nota��o para descrevermos sintaxe dos comandos do D.O.S. :

Ex.: COMANDO [drive:][nomearq.ext][/parametros]

COMANDO - que ser� o nome do comando em quest�o.

[drive:] - que representar� a unidade de drive A:, B:, C:.

[nomearq.ext] - nome do arquivo e extens�o (quando houver)

[/par�metros] - parametros, normalmente, opcionais dos comandos.

COMANDOS DO SISTEMA OPERACIONAL

 

OBS.: Os comandos precedidos de asterisco (*) s�o da vers�o 6.0 ou superior.

COMMAND.COM - � o processador de comandos do D.O.S.. Toda vez que ligamos o computador ele carregado na mem�ria e permite que possamos trabalhar com o sistema. � nele que est�o contidos os comandos internos do D.O.S..

 

DIR - disp�e no v�deo o conte�do do diret�rio de um disco.

Sintaxe : DIR [drive:][/p][/w][/2]

[/p] - faz uma pausa � cada tela.

[/w] - divide o diret�rio em cinco colunas de informa��o.

[/2] - divide o diret�rio em duas colunas de informa��o.

Ex.: DIR A:

O volume da unidade A � ESCOLA

diret�rio de A:\

COMMAND COM 38371 20/04/89 12:00

FORMAT COM 23211 20/04/89 12:00

DISKCOPY COM 10556 20/04/89 12:00

DISKCOMP COM 9985 20/04/89 12:00

CHKDSK COM 18315 20/04/89 12:00

LABEL COM 4540 20/04/89 12:00

SYS COM 11648 20/04/89 12:00

AUTOEXEC BAT 422 12/04/92 17:15

CLOCK EXE 1536 01/01/86 0:10

SCAN EXE 51870 07/10/91 15:44

CLEAN EXE 68283 04/10/91 21:36

VIRLIST TXT 6974 17/07/90 17:49

12 Arquivo(s) 39936 bytes livres

Exerc�cio : Digite : Dir/w <enter>

Dir/p <enter>

Dir *.exe <enter>

Observe o resultado na tela e analise o que aconteceu.

FORMAT.COM - � o formatador de discos do D.O.S.. Ou seja, estabelece marcos eletr�nicos que determinam a divis�o do disco em trilhas, setores e capacidade de bytes, de forma que este possa ser reconhecido pelo sistema operacional e ent�o receber e transmitir

informa��es.

Sintaxe : FORMAT [drive:][/4][/s]

[/4] - formata um disco de 360 Kb em um drive de 1,2 Mb.

[/s] - formata um disco transferindo para este o D.O.S.

Para formatarmos um disquete seguimos os seguintes passos :

Trabalhando com "HARD DISK" :

- Ligue o computador e aguarde aparecer o prompt C:\>

- Digite FORMAT tecle um espa�o + a letra do drive onde estar o disco a ser formatado, no caso a letra A seguida de dois pontos. Ficar� assim :

- C:\>format a:

Tecle ENTER. Aparecer� a seguinte mensagem:

Insert target disk in drive A:

and press ENTER when ready...

_ percent of format concluded - 0 a 100 porcento.

format concluded

Pergunta se quer dar um nome (VOL) ao diret�rio.

O D.O.S. apresenta uma estat�stica da formata��o.

Pergunta se deseja formatar outro disco :

format another disk?(Y/N)

Caso responda Sim (Y), basta colocar o disquete no drive e teclar ENTER, o processo se repetir�. Se responder N�o (N), o processo ser� encerrado.

Trabalhando com dois disquetes :

- Ligue o computador, coloque um disquete com o D.O.S. no drive A: e aguarde aparecer o prompt a:\>

- Digite FORMAT e tecle um espa�o + a letra do drive onde estar o disco a ser formatado, no caso a letra B seguida de dois pontos. Ficar� assim :

- A:/>format b:

Tecle ENTER e o restante do processo ser� id�ntico ao descrito anteriormente.

 

DISKCOPY.COM - permite fazer uma c�pia integral de um disquete para outro formatando o disquete destino ou apagando-o caso j� tenha algo gravado, e copiando todo o conte�do o disco de origem para o de destino:

Sintaxe : DISKCOPY [drive-origem:] [drive-destino:]

Ex.: para realizar uma c�pia integral, utilizando o drive A:

Coloque o disquete que cont�m as informa��es que deseja copiar no drive A: e digite:

DISKCOPY A: A:

Vai aparecer a seguinte mensagem:

Insira o disco de origem no drive A:

e pressione qualquer tecla para continuar....... <tecle enter>

Vai aparecer a seguinte mensagem:

Lendo do disco de origem... <aguarde pela pr�xima mensagem>

Quando aparecer a seguinte mensagem :

Insira o disco de destino no drive A:

e pressione qualquer tecla para continuar....... <tecle enter>

Coloque o disco de destino ,tecle algo e aguarde

Aparecer� a seguinte mensagem:

Gravando para o disco de destino

Ao termino da c�pia aparecer� a seguinte mensagem:

Voc� deseja gravar outra c�pia deste arquivo (S/N)?

Se voc� pressionar (S) o processo de c�pia se repetir� (n�o pedindo mais disco de origem).

Se voc� pressionar (N), aparecer� a seguinte mensagem:

Copiar outro disco (S/N)?

Se voc� pressionar (S) o precesso de c�pia � recome�ado pedindo para voc� colocar outro disco de origem.

SE voc� pressionar (N), o processo � interrompido.

OBS.: Durante o processo de c�pia, o D.O.S. pode pedir para colocar o disco de origem e o disco de destino mais de uma vez.

 

DISKCOMP.COM - permite comparar uma c�pia de disco feita utilizando o DISKCOPY com o disco original, para verificar a qualidade da c�pia. A maneira de utiliza��o � semelhante � do DISKCOPY.

Sintaxe : DISKCOMP [drive-origem:] [drive-destino:]

Ex.: para comparar uma c�pia integral, utilizando o drive A:

DISKCOMP A: A:

 

CHKDSK.COM - permite checar a mem�ria de um disco, relacionando o espa�o ocupado, espa�o livre e a capacidade total do disco, al�m de poss�veis setores ruins.

Sintaxe : CHKDSK [drive:][/f]

[/f] - restaurar arquivos com problemas.

Ex.: Um disquete com as seguintes caracter�sticas:

diret�rio de A:/

LOTUS ARC 269135 04/04/91 0:55

123 SET 32935 25/09/85 1:23

COPYHARD COM 40112 25/09/85 1:23

3 Arquivo (s) 18432 bytes livres

Vamos checar a situa��o deste disquete atrav�s do CHKDSK:

CHKDSK A:

Neste caso aparecer o seguinte na tela do micro:

362496 bytes de espa�o total em disco

344064 bytes em 3 arquivo(s) de usu�rio

18432 bytes livres no disco

1024 bytes em cada unidade de aloca��o

354 unidades de aloca��o total no disco

18 unidades de aloca��o dispon�veis no disco

653312 bytes de mem�ria total

578768 bytes livres

Exerc�cio : Digite CHKDSK C: <enter> e analise o resultado.

Coloque um disquete em A: e digite CHKDSK A: compare com o resultado de C:

 

LABEL.COM - permite que voc� crie, modifique ou apague o volume (nome) de um disco. O volume de um disco pode ter at� 11 caracteres ou nenhum.

Sintaxe : LABEL [drive:][nome do disco]

Ex.: Mudar o volume de um disco chamado AULA para ESCOLA, em A:

LABEL A:ESCOLA

VOL - permite checar o volume de um disco.

Sintaxe : VOL [drive:]

Ex.: VOL A:

Aparecer� a mensagem:

Volume in drive A is ESCOLA.

TREE.COM - este comando permite visualizar o caminho dos diret�rios de um disco de forma hier�rquica.

Sintaxe : TREE [drive:][/a/f]

[/a] - disp�e uma representa��o gr�fica dos diret�rios.

[/f] - lista os arquivos por diret�rio.

Ex.: TREE C:

Ex.: TREE/a

Ex.: TREE/f

DEL - remove um ou mais arquivos especificados de um diret�rio. A especifica��o pode ser de um arquivo em particular ou de um grupo de arquivos, utilizando-se os caracteres globais [*][?].

ATEN��O: o comando DEL deve ser usado com muito cuidado !!!

Sintaxe : DEL [drive:][nomearq.ext]

Ex.: DEL A:SCAN.EXE (Apaga o arquivo do drive "A" com o nome de scan.exe)

DEL A:*.* (Apagar� todos os arquivos do drive "A")

DEL A:*.BAT (Apagar� todos os arquivo do drive "A" com a exten��o .BAT)

 

UNDELETE - Recupera arquivos que foram exclu�dos com o comando DEL.

Sintaxe: UNDELETE [caminho] (especifica que o undelete deve recuperar todos os arquivos do diret�rio especificado, emitindo aviso de confirma��o).

UNDELETE [unidade:][caminho] (especifica que o undelete deve recuperar todos os arquivos do drive e diret�rio especificado).

UNDELETE [unidade:] (especifica que o undelete deve recuperar todos os arquivos do drive especificado).

UNDELETE C:\*.BAT /ALL (especifica que o undelete deve recuperar todos os arquivos de extens�o .bat do diret�rio principal da unidade C, sem emitir aviso solicitando a confirma��o de cada arquivo).

Par�metros: [unidade:][caminho]nome-de-arquivo (especifica a localiza��o e o nome do arquivo ou conjunto de arquivos a serem recuperados).

Op��es: /LIST (lista os arquivos exclu�dos passiveis de recupera��o, mas n�o os recupera).

/ALL (recupera os arquivos exclu�dos sem emitir aviso solicitando a confirma��o de cada arquivo. Se ja houver um nome-de-arquivo duplicado, esta op��o tentar�, em seguida, cada um dos caracteres a seguir, na ordem listada, at� que o resultado seja um nome de arquivo �nico: #%&0123456789abcdefghijklmnopqrstuvwxyz.

OBS.: As sintaxe e op��es aqui descritas s�o as mais utilizadas.

Ex.: Recuperar os arquivos exclu�dos do diret�rio TEMP.

UNDELETE Temp

UNDELETE C:\Temp

C:\Temp>UNDELETE

* DELTREE - Apagar� um diret�rio e todo o seu conte�do (Arquivos e subdiret�rios.)

Sintaxe: DELTREE C: \paula

Aparecer� a seguinte mensagem:

Excluir diret�rio "c:\paula" e todos os seus subdiret�rios?[S/N]

Se voc� pressionar (S), apagar� todo o diret�rio, seus arquivos e subdiret�rios.

Se voc� pressionar (N), o precesso ser� interrompido.

 

COPY - a principal fun��o de COPY � copiar um ou mais arquivos para outro diret�rio no mesmo disco ou para outro disco.

Sintaxe : COPY [driveorigem:][nomearq.ext] [drivedestino:]

onde :

[driveorigem] � a letra do drive ( A:, B:, ou C:) onde se encontra o arquivo que voc� deseja copiar.

[nomerq.ext] � o nome do arquivo que voc� deseja copiar.

[drivedestino] � o drive para o qual voc� deseja copiar o arquivo escolhido.

Veja os exemplos abaixo :

Ex.: Copiar o arquivo VIRLIST.TXT do drive A: para o drive C:

COPY A:VIRLIST.TXT C:

Ex.: Copiar o arquivo CLEAN.EXE do drive A: para o drive C: trocando o nome para LIMPA.EXE.

COPY A:CLEAN.EXE C:LIMPA.EXE

 

RENAME - [REN] - permite que se mude o nome de um arquivo ou que se movam arquivos de um diret�rio para outro.

Sintaxe para renomear:

REN [drive:][nomevelho.ext] [nomenovo.ext]

onde :

[nomevelho.ext] � o nome atual do arquivo que voc� deseja renomear.

[nomenovo.ext] � o novo nome que voc� deseja atribuir ao arquivo em quest�o.

Ex.: Mudar o nome do arquivo aula.doc para turma.txt no drive A:

REN A:AULA.DOC TURMA.TXT

Ex.: Mudar o nome do arquivo olho.prg para boca.prg no drive em uso.

REN OLHO.PRG BOCA.PRG

Sintaxe para mover arquivos :

REN [drive:][\diret�rio1\nomerq.ext] [drive:][\diret�rio2]

onde :

[drive:][\diret�rio1] � o local onde se encontra(m) o(s) arquivo(s) que voc� deseja mover para outro diret�rio.

[drive:][\diret�rio2] � o local para onde voc� deseja mover o(s) arquivo(s) escolhidos.

Ex.: Mover o arquivo CADTET.DBF do diret�rio \LOJA do drive C: para o diret�rio \TEXTO no drive C:

REN C:\LOJA\CADTET.DBF C:\TEXTO

Ex.: Mover todos os arquivos do diret�rio \AULA do drive C: para o diret�rio \TESTE do drive C:

REN c:\aula\*.* c:\teste

ATTRIB - permite que se estabele�a n�veis de prote��o a um arquivo (atributo).

Sintaxe : ATTRIB [drive:][nomearq.ext][+/-a][+/-r][+/-s][+/-h]

onde :

+ --> coloca o atributo

- --> retira o atributo

[a] - marca de atributo.

[r] - impede que o arquivo seja alterado e visualizado.

[s] - identifica os arquivos de sistema e impede que sejam apagados ou alterados.

[h] - oculta um arquivo de forma a n�o aparecer no diret�rio.

Ex.: ATTRIB ibmdos.com +h --> ocultar este arquivo.

ATTRIB config.sys +r --> impedir a leitura e a exclus�o do arquivo.

* SCANDISK - Analiza e corrige erros em uma unidade de disco.

Funciona em unidades compactadas ou n�o.

Sintaxe: Scandisk [unidade:] (analiza a unidade especificada).

Scandisk [unidade: [unidade: ...]/ALL] [/CHECKONLY /AUOFIX [/NOSAVE] /CUSTOM][/SURFACE][/MONO][/NOSUMMARY] (procura erros em mais de uma unidade).

Scandisk nome-do-volume [/CHECKONLY | /AUTOFIX [/NOSAVE] | /CUSTOM][/SURFACE] [/MONO] [NOSUMMARY] (procura erros em um arquivo de volume compactado que foi desmontado.

Scandisk /FRAGMENT [unidade:][caminho]nome-de-arquivo (procura fragmenta��o em um ou v�rios arquivos.

Scandisk /UNDO [unidade-a-recuperar:] (recupera corre��es anteriormente efetuada.

Par�metros: unidade: (especifica a(s) unidade(s) que voc� deseja verificar e corrigir.

nome-do-volume (especifica o nome do arquivo de volume compactado que foi desmontado, o qual voc� deseja verificar e corrigir. Ex. H:\DRVSPACE.OOO).

[unidade:][caminho]nome-do-arquivo (especifica os arquivos nos quais voc� deseja examinar a fragmenta��o).

unidade-a-recuperar: (especifica a unidade que cont�m o disco de recupera��o).

op��es

/ALL (verifica e corrige todas as unidades locais).

/AUTOFIX (recupera danos sem aviz�-lo antes. Pode ser usado com as op��es /CHECKONLY OU /CUSTOM).

/CHECKONLY ( procura erros em uma unidade, mas n�o os corrige. N�o usar com as op��es /AUTOFIX OU CUSTOM).

/CUSTOM (executa o Scandisk usando as configura��es na se��o [CUSTOM} do arquivo SCANDISK.INI. N�o usa com as op��es /AUTOFIX ou /CHECKONLY.

/MONO (configura o Scandisk para usar uma tela monocrom�tica).

/NOSAVE (instrui o Scandisk para excluir todos os grupamentos perdido que encontrar Pode ser usado apenas com a op��o /AUTOFIX).

/NOSUMMARY (evita que o Scandisk pe�a disco de recupera��o caso encontre erros e evita tamb�m que exiba um resumo depois de examinar cada unidade.)

/SURFACE (executa automaticamente o exame de superf�cie depois de verificar outras �reas de uma unidade).

Se o Scandisk encontrar um problema, exibir� uma caixa de di�logo Problema Encontrado contendo uma breve explica��o do problema e o que acontecer� se voc� corrigi-lo. Normalmente estas caixas de di�logo cont�m os bot�es Corrigir, N�o Corrigir e Informa��es.

Se voc� executar o Scandisk em uma unidade compactada montada ou desmontada, este perguntar� se pode verificar a unidade hospedeira (f�sica) primeiramente. Deve-se permitir esta verifica��o uma vez que um erro na unidade hospedeira pode provocar problemas na unidade compactada.

Se o Scandisk encontrar problemas e voc� escolher "Corrigir" , o Scandisk perguntar� se voc� deseja que ele crie um disco flex�vel de recupera��o que pode ser utilizado para restaurar o estado anterior do seu disco. A recupera��o s� � poss�vel se voc� n�o tiver alterado o seu disco desde que as corre��es foram feitas. Para criar um disco de recupera��o, insira um disco na unidade "A" ou "B", em seguida escolha o bot�o "Unidade A" ou "Unidade B" quando a caixa de di�logo for exibida.

Para corrigir problemas na unidade "C" digite:

Scandisk C:

Para corrigir problemas na unidade "A" digite:

Scandisk A:

Para corrigir problemas na unidade "B" digite:

Scandisk B:

* MSBACKUP - permite que realizemos c�pia de seguran�a e restaura��es de um disco, diret�rio ou arquivo para outro disco ou diret�rio.

Sintaxe:

MSBACKUP [arquivo de configura��o] [/BW] [/LCD] [/MDA]

par�metros:

[/BW] - Inicia o MSBACKUP usando esquema de cores branco e preto.

[/LCD] - Inicia o MSBACKUP usando modo gr�fico compat�vel com as telas de computadores laptop.

[/MDA] - Inicia o MSBACKUP usando adaptador de v�deo monocrom�tico.

Digite no prompt do D.O.S. o comando MSBACKUP, e aparecer� a tela do Microsoft Backup 6.22.

Escolha a op��o "COPIAR" (para fazer backup). Aparecer� nova tela, ent�o escolha "SELECIONAR ARQUIVOS" na tela "Selecionar arquivos a copiar", use a barra de rolagem seta acima ou abaixo para visualizar o diret�rio desejado.

Ent�o, com o bot�o direito do mouse, de um clique no diret�rio desejado, ou com o bot�o esquerdo de dois cliques no mesmo diret�rio. Aparecer� uma seta no diret�rio desejado e todos os seus arquivos ser�o marcados. Para desmarcar ou marcar arquivos use o bot�o do lado direito do mouse com um clique sobre o arquivo.

Em seguida escolha a op��o "OK" e voltar� a tela anterior.

Escolha "INICIAR C�PIA".

Aparecer� a tela "Alerta", com a seguinte mensagem:

insira o disco # 1 na unidade A

continuar / cancelar c�pia

cancelar c�pia, encerra o processo.

Escolha a op��o "continuar".

Se voc� inserir um disco que contenha diret�rios ou arquivos, aparecer� uma tela "Alerta" informando tal situa��o, e fazendo as seguintes perguntas:

Repetir / Sobrecarregar / Cancelar c�pia

Repetir - troque o disco para esta op��o.

Sobrecarregar - mantenha o disco no drive por�m, todos os arquivos e diret�rios ser�o eliminados.

Cancelar c�pia - encerra a opera��o.

Escolha a op��o "Sobrecarregar" e teremos o inicio da c�pia.

Ao preencher o primeiro disco (caso os arquivos selecionados ultrapassem sua capacidade), aparecer� uma tela "Alerta" com a seguinte mensagem:

Disco # 1 esta agora na unidade A

Insira o pr�ximo disco na unidade A

para continuar a c�pia.

continuar / cancelar c�pia

Escolha "continuar" para finalizar a c�pia.

Se um segundo disco n�o for suficiente, ser� pedido um terceiro disco e assim sucessivamente ate o fim do BACKUP.

Ao final do Backup, aparecer� a tela de "C�pia Conclu�da" com uma estat�stica do Backup. Pressione "OK" para finalizar.

Para restaurar um BACKUP, digite no prompt do D.O.S. "MSBACKUP" e aparecer� a tela do Microsoft Backup 6.0, escolha a op��o "Restaurar".

Aparecer� a tela "Restaurar".

Escolha "Selecionar arquivos" e aparecer� a tela "Selecionar arquivos a restaurar".

Aparecer� a raiz do computador que foi feito o Backup, com o mouse, escolha os diret�rios e arquivos a restaurar (dois cliques com o bot�o esquerdo para marcar diret�rios e arquivos).

Escolha a op��o "OK" nos bot�es abaixo. Assim, retorna-se a tela anterior "Restaurar", escolha a op��o "iniciar restaura��o" (bot�o acima e direita).

Aparecer� a tela "Alerta" com a seguinte mensagem:

Insira o disco # 1 do conjunto de c�pias (No do conjunto).ful na unidade A

continuar / cancelar restaura��o

Se voc� escolher "cancelar restaura��o", o processo ser� interrompido.

Escolha "continuar" e ter� inicio a restaura��o.

Se o conjunto de c�pia estiver em mais de um disco, aparecer� a seguinte mensagem:

"Alerta"

Disco # 1 esta agora na unidade A

Insira o pr�ximo disco para continuar restaurando

continuar / cancelar restaura��o

Se voc� escolher "cancelar restaura��o", o processo ser� interrompido.

Escolha "continuar" para finalizar opera��o.

Ao final da restaura��o aparecer� a tela "Restaurar Conclu�do" e uma estat�stica da restaura��o. Tecle "OK" para finalizar.

 

BACKUP - permite que realizemos c�pias de seguran�a de um disco, diret�rio ou arquivo para outro disco ou diret�rio.

Sintaxe:

BACKUP [drive:][\diret�rio][\nomearq] [drive:][/par�metros]

Par�metros:

[/s] - inclui subdiret�rios do diret�rio em quest�o.

[/m] - somente os arquivos modificados desde o �ltimo BACKUP.

[/a] - preserva os arquivos existentes no disco de seguran�a.

[/d:data] - somente os arquivos modificados a partir da data especificada.

[/t:hora] - somente os arquivos modificados a partir da hora determinada.

[/l:/arquivo] - cria um arquivo contendo data, hora e n�mero do disco onde se encontram os arquivos copiados.

RESTORE - restaura os arquivos copiados por um BACKUP.

Sintaxe:

RESTORE [drive:] [drive:][\diret�rio][\arquivo][/par�metros]

Par�metros:

[/s] - restaura inclusive os subdiret�rios.

[/p] - avisa a presen�a de arquivos com atributos.

[/a:data] - restaura somente os arquivos com data posterior � especificada.

[/b:data] - restaura somente os arquivos com data anterior ou igual � especificada.

[/l:hora] - restaura somente os arquivos com hora posterior � especificada.

[/e:hora] - restaura somente os arquivos com hora anterior ou igual � especificada.

[/m] - restaura somente os arquivos modificados ap�s o �ltimo BACKUP.

[/n] - restaura somente os arquivos que n�o existem mais no disco destino da opera��o.

* MOVE - Move um ou mais arquivos para um local especificado. O comando move tamb�m pode ser usado para renomear diret�rios.

Sintaxe:

MOVE [/Y] [/-Y] [unidade:] [caminho]nome-de-arquivo [[unidade:] [caminho] nome-de-arquivo [...]] destino

Par�metros:

[unidade:] [caminho]nome-de-arquivo

Especifica a localiza��o e o nome do arquivo ou arquivos a ser (em) movidos. Tamb�m especificado nome do diret�rio que voc� deseja renomear.

destino

Espec�fica a nova localiza��o do arquivo ou o novo nome do diret�rio. O destino pode consistir de uma letra de umidade e dois-pontos, um nome de diret�rio ou uma combina��o. Se voc� estiver movendo s� um arquivo, pode incluir tamb�m um nome de arquivo para renome�-lo enquanto move. Caso esteja movendo mais de um arquivo, o destino deve ser um nome de diret�rio.

op��es

/Y Indica que voc� deseja que o move substitua o (s) arquivo (s) existente (s) sem pedir confirma��o. Por padr�o, se for especificado um arquivo existente, o MOVE perguntar� se voc� deseja substituir o arquivo existente.

/-Y Indica que voc� deseja que o MOVE pe�a confirma��o antes de substituir um arquivo existente. Se voc� especificar esta op��o, ser�o substitu�dos todos os padr�es e a defini��o atual da vari�vel de ambiente COPYCMD.

SYS - comando utilizado para transferir os arquivos de sistema do D.O.S. de um disco para outro. � utilizado, principalmente, para restaurarmos o D.O.S. num disco onde este tenha sido perdido ou corrompido.

Sintaxe : SYS [drive:]

Ex.: SYS C: -- > instalar o COMMAND.COM mais os arquivos de sistema do D.O.S no drive C:

PROMPT - permite mudar o tipo de apresenta��o do prompt do DOS.

Sintaxe : PROMPT [TEXTO] [$CONTROLE]

[texto] - texto que ser� exibido junto ao prompt na tela.

[$controle] - c�digos que emitem informa��es sobre o D.O.S.

Os c�digos de controle s�o :

$$ - exibe um cifr�o.

$p - exibe o diret�rio corrente.

$g - exibe o sinal >.

$l - exibe o sinal <

$b - exibe o sinal :.

$t - exibe a hora atual do sistema.

$d - exibe a data atual do sistema.

$v - exibe a vers�o do D.O.S.

$n - exibe a unidade de drive corrente.

$e - exibe um caracter de escape (<-).

$s - exibe um espa�o.

$. - exibe uma linha em branco.

$q - exibe o sinal de igual.

Ex.: Para exibir o prompt com o sinal de "=" mais o texto Paula na tela do micro :

PROMPT [Paula] $p$b --> ficar assim : [Paula] C:\=

 

EDIT.COM - Inicia o editor do MS-DOS, que pode ser utilizado para cria��o e edi��o de arquivos. Este editor possibilita a cria��o, edi��o, grava��o e impress�o de arquivos de texto ASCII. O editor do MS-DOS possui ajuda on-line.

Sintaxe: EDIT [[unidade:][caminho]nome-de-arquivo] [/B] [/G] [/H] [/NOHI]

Par�metros:

[unidade:][caminho]nome-de-arquivo

Especifica o local e nome de um arquivo de texto. Se o arquivo n�o existe, o editor do MS-DOS o criar� e exibir� seu conte�do na tela.

op��es:

/B Exibe o editor do MS-DOS em preto e branco. Utilize esta op��o se o editor n�o for exibido corretamente em um monitor monocrom�tico.

/G Utiliza a atualiza��o de tela mais r�pida para um monitor CGA.

/H Exibe o n�mero m�ximo de linhas poss�veis para o monitor que est� sendo utilizado.

/NOHI Possibilita a utiliza��o de monitores de 8 cores com o editor do MS-DOS.

Normalmente, o MS-DOS utiliza 16 cores.

Exemplos: EDIT autoexec.bat

EDIT config.sys

EDIT c:\dos\autoexec.old

 

DIRET�RIOS

Diret�rio � um espa�o f�sico onde gravam-se informa��es em um disco. O diret�rio principal de um disco � identificado pela letra do drive A:, B:, C:, � chamado de Diret�rio Raiz. Os diret�rios criados a partir do Raiz s�o chamados Subdiret�rios e seus nome s�o precedidos pela barra invertida (\).

Para facilitar o armazenamento de informa��es gravadas e ter um acesso mais r�pido � elas, podemos criar diret�rios e subdiret�rios nos discos, principalmente nos discos r�gidos (Winchester) para gravarmos arquivos.

MD [diret�rio] - cria um diret�rio.

CD [diret�rio] - ativa um diret�rio (entra no diret�rio).

CD.. - retorna ao diret�rio anterior (retrocede um diret�rio).

CD\ - retorna ao diret�rio raiz.

RD [diret�rio] - elimina um diret�rio vazio.

 

CRIANDO UM DIRET�RIO

Para criarmos diret�rios existe um comando apropriado:

MKDIR ( make-a-directory (MD)) - fa�a um diret�rio.

Sintaxe : MD [nomedir]

MD [nomedir]\[nomedir]...[\nomedir]

Ex.: para criarmos o diret�rio malas em C:

C:\>MD MALAS <ENTER>

Para criarmos o diret�rio laranjas em \malas

C:\>MD MALAS\LARANJA

Para criarmos o diret�rio peras em \laranja

C:\>MD MALAS\LARANJA\PERAS

 

ACESSANDO (ATIVANDO) UM DIRET�RIO

Para acessarmos um diret�rio usamos o seguinte comando:

CHDIR ( change-a-directory (CD) ) - mude um diret�rio.

Sintaxe : CD [nomedir]\[nomedir]...[\nomedir]

Ex.: para acessarmos o diret�rio malas em C:

C:\>CD MALAS <ENTER> ficar assim C:\malas>

Continuando at� o diret�rio peras:

C:\MALAS>CD LARANJA <ENTER> ficar� C:\MALAS\LARANJA>

Continuando : C:\MALAS\LARANJA>CD PERAS <ENTER>

Ficar� assim : C:\MALAS\LARANJA\PERAS

APAGANDO (ELIMINANDO) UM DIRET�RIO

Para apagarmos um diret�rio tamb�m existe um comando apropriado:

RMDIR ( remove-a-directory ) - remova um diret�rio. Por�m, � importante lembrar que antes de apagarmos um diret�rio, � necess�rio apagarmos todo o seu conte�do, sejam arquivos ou subdiret�rios e que este n�o esteja sendo utilizado como diret�rio corrente ou seja, n�o estejamos dentro dele.

Sintaxe : RD [nomedir]

O D.O.S. n�o apaga diret�rio que n�o esteja vazio, nem tampouco o diret�rio em que voc� estiver no momento (diret�rio corrente).

Portanto, para apagarmos os diret�rios que criamos nos exemplos, precisamos seguir os seguintes passos:

Estando o prompt em C:\MALAS\LARANJA\PERAS>

Para apagarmos \PERAS primeiramente temos que sair deste diret�rio voltando para o anterior:

C:\MALAS\LARANJA\PERAS>CD.. <ENTER>

C:\MALAS\LARANJA>RD PERAS <ENTER>

Se quis�ssemos apagar \LARANJA, seguir�amos o mesmo processo e assim sucessivamente, at� chegarmos ao diret�rio raiz.[C:\].

TYPE - apresenta o conte�do de um arquivo texto na tela. Se voc� tentar apresentar um programa ou arquivo bin�rio usando TYPE, ver� apenas uma sucess�o de caracteres inintelig�veis.

Os arquivos vis�veis com TYPE normalmente t�m as seguintes extens�es : .BAT

.PRG

.TXT

.DOC

.PAS

.BAS

Sintaxe : TYPE [drive:][nomearq.ext][>prn]

[>prn] - listar o arquivo na impressora

Ex.: O seguinte comando listar o arquivo AUTOEXEC.BAT no v�deo e o pr�ximo, na impressora.

TYPE AUTOEXEC.BAT --> (no v�deo)

TYPE AUTOEXEC.BAT > PRN --> (na impressora)

CLS - limpa a tela posicionando o prompt no alto do v�deo.

Sintaxe : CLS

VER - permite visualizar a vers�o do D.O.S. em uso.

Sintaxe : VER

TIME - apresenta e permite alterar a hora. � usado pelo D.O.S. para gravar a hora em que um arquivo foi criado ou alterado.

Sintaxe : TIME

 

DATE - apresenta e permite alterar a data. � usado pelo D.O.S. para gravar a data em que um arquivo foi criado ou alterado.

Sintaxe : DATE

PATH - permite que criemos um caminho para acessarmos arquivos .EXE ou .COM sem entrarmos no diret�rio onde se encontram.

Sintaxe : PATH [drive:][\dir1];[drive:][\dir2];...[drive:][\dirN]

Ex.: O exemplo abaixo colocar os programas dos diret�rios \DBASE e \WS no caminho de mem�ria do D.O.S., para acesso direto.

PATH C:\DBASE;C:\WS;

ARQUIVOS EM LOTE

O Sistema Operacional permite que agrupemos uma s�rie de comandos dentro de um arquivo de forma a serem executados seq�encialmente toda vez que este arquivo for chamado a n�vel de Prompt. Este processo � chamado de Processamento em Lote, ou arquivo Autoexecut�vel ou ainda, Batch File. Estes arquivos podem ser criados diretamente no Prompt do sistema operacional ou num editor de arquivos texto, como o EDIT do MS/DOS 5.0, 6.0 ou 6.2, o EDITOR do DR/DOS 6.0., o Sidekick e outros. Os arquivos em lote t�m em comum entre si, a sintaxe de comandos e a extens�o .BAT no seu nome-de-arquivo.

Pode-se criar arquivos .BAT para diversas aplica��es, tais como :

- exibi��o de diret�rios;

- mudan�a de PATH;

. - c�pias de seguran�a;

- compress�o de arquivos;

- parametriza��o do sistema, etc.

O arquivo .BAT mais presente nos computadores de modo geral � o chamado AUTOEXEC.BAT, que normalmente � utilizado para estabelecer par�metros de utiliza��o do sistema e do equipamento, visto que � executado, toda vez que o sistema � inicializado.

Como j� foi citado, podemos criar um arquivo BATCH num editor espec�fico ou no prompt do D.O.S., neste caso nos utilizamos do comando COPY da seguinte forma:

Sintaxe: COPY CON NOMEARQ.BAT

CON=console(teclado)

Digitamos o comando e teclamos ENTER para que possamos utilizar a tela do D.O.S. como editor. Digitamos um comando por linha, seguido de ENTER at� finalizarmos. Na �ltima linha digitamos CTRL Z (marca de fim-de-arquivo) para encerrarmos.

Quando desejarmos executar o arquivo, basta digitar o seu nome no prompt e teclar ENTER.

Ex.: Criar um arquivo BATCH que solicite a confirma��o de data e hora do sistema e mostre o diret�rio de C:

COPY CON EXEMPLO.BAT <ENTER>

DATE <ENTER>

TIME <ENTER>

DIR C: <ENTER>

^Z <ENTER>

^Z --> Control Z pode ser obtido apertando-se a tecla F6.

Ap�s ^Z e ENTER o arquivo ser� gravado e pode ser executado para avalia��o. Para isso, digite EXEMPLO, tecle ENTER.

SUM�RIO

 

- Ver a listagem de arquivos gravados :

DIR --> visualiza todos os arquivos de um diret�rio

DIR A: --> visualiza todos os arquivos de um diret�rio em A:

DIR/P --> visualiza todos os arquivos de um diret�rio com pausa

DIR/W --> visualiza os arquivos de um diret�rio em 5 colunas

DIR/2 --> visualiza os arquivos de um diret�rio em 2 colunas

DIR *. --> visualiza somente os subdiret�rios de um diret�rio

- Formatar discos :

FORMAT A:

FORMAT A:/4 --> formata disco de 360 Kb em drive de 1.2 Mb

FORMAT A:/s --> formata o disco e transfere os arquivos de sistema do D.O.S., fazendo um disco de BOOT.

- Copiar arquivos :

COPY A:nomedoarquivo C: --> copia um arquivo do A: para o C:

COPY C:nomedoarquivo A: --> copia um arquivo do C: para o A:

COPY A:*.* C: --> copia todos os arquivos do A: para o C:

COPY A:*.EXE C: --> copia todos os arquivo com extens�o .EXE do A: para o C:

COPY A:F*.* C: --> copia todos os arquivos que iniciem com a letra F do A: para o C:

- Apagar arquivos:

DEL A:nomedoarquivo --> apaga um arquivo em A:

DEL C:nomedoarquivo --> apaga um arquivo em C:

DEL A:*.* --> apaga todos os arquivos de um diret�rio em A:

DEL C:*.* --> apaga todos os arquivos de um diret�rio em C:

 

- Recuperando arquivos:

UNDELETE C:\nomediret�rio --> recupera arquivos do diret�rio especificado.

UNDELETE nomediret�rio --> recupera arquivos do diret�rio especificado.

UNDELETE [unidade:] --> recupera arquivos da unidade especificada.

 

- Criar subdiret�rios :

MD nomedodiret�rio --> cria um diret�rio (subdivis�o)

 

- Entrar em subdiret�rios :

CD nomedodiret�rio --> entra num diret�rio (subdivis�o)

- Sair de um subdiret�rio :

CD\ --> retorna ao diret�rio raiz (EX.: C: ou A: ou B:)

CD.. --> retorna ao diret�rio anterior

- Apagar um subdiret�rio :

RD nome do diret�rio --> apaga um diret�rio (subdivis�o)

DELTREE [[unidade:\][nome de diret�rio] --> apaga o diret�rio e todos os seus arquivos e subdiret�rios.

- Editar um arquivo:

COPY CON [NOMEARQ.EXT] --> edita um arquivo de caracter ascii.

EDIT [NOMEARQ.EXT] --> abre o editor de texto do MS-DOS para edi��o e leitura de arquivos.

 

- Corrigir erro em uma unidade de disco:

SCANDISK [unidade:]--> verifica e corrige erros em uma unidade de disco.

 

- C�pias de seguran�a:

MSBACKUP --> faz c�pia de seguran�a de diret�rios, subdiret�rios e arquivos.

 

- Mover arquivos:

MOVE --> move um ou mais arquivos para um local espec�fico.

Evidentemente que h� muito mais para ser dito e visto sobre o Sistema Operacional e nem � o objetivo deste curso esgotar o assunto. Com a advento do ambiente Windows, o uso do D.O.S. tornou-se mais f�cil e interativo ao mesmo tempo que est� afastando um pouco o usu�rio do conhecimento da utilidade do D.O.S. para o dia-a-dia. De qualquer maneira, � indispens�vel que voc� procure estudar o uso do D.O.S. e utilizar os seus conhecimentos sempre que poss�vel para evoluir no uso do computador

 

 


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