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Um pouco sobre pedras e gemas...
Nos s�lidos os �tomos est�o dispostos regularmente, em posi��es determinadas e formam o ret�culo cristalino. Eles n�o est�o parados, mas permanecem em permanente movimento, s� que sem se distanciar da posi��o do ret�culo. O estado cristalino, considerado pela ci�ncia o �nico estado realmente s�lido, faz com que os s�lidos na natureza tenham formas bem marcadas com �ngulos bem vis�veis e faces planas mostrando assim, a disposi��o de seus �tomos.
  Os sistemas cristalinos se dividem em sete grupos de trinta e duas classes, observando o formato do mineral de acordo com suas faces e �ngulos dispostos pela forma��o at�mica. Os grupos s�o:
Sistema hexagonal.
Ex: berilo.
Sistema isom�trico.
Ex: diamante.
Sistema tetragonal.
Ex: cassiterita.
Sistema monocl�nico.
Ex: ortocl�sio.
Sistema ortorr�mbico.
Ex: top�zio.
Sistema tricl�nico.
Ex: bicromato de pot�ssio.
Sistema rombo�drico.
Ex: quartzo.
A forma��o da maioria dos cristais deve-se � passagem do estado l�quido ou gasoso para o s�lido. Se h� fus�o, se resfriam as subst�ncias fundidas e se est� dissolvido, � s� retirar o solvente para que haja a cristaliza��o que sempre se d� da mesma forma dependendo do s�lido em quest�o. Obs: quanto mais lenta a solidifica��o, maiores ser�o os cristais obtidos, da� a forma��o de pedras preciosas e semi-preciosas.
  Pedras s�o minerais que ocorrem na crosta terrestre, gemas minerais s�o pedras preciosas e semi-preciosas que s�o utilizadas como ornamento.
  Pedras preciosas s�o pedras as quais pertencem em resumo das mais conhecidas o rubi e a safira (cor�ndon), a esmeralda (berilo) e o diamante, mas h� uma s�rie de fatores como o �ndice de refra��o, a durabilidade, o esplendor, a raridade, o teor de imperfei��es ou ja�as e uma s�rie de outros fatores que podem fazer com que uma esmeralda valha mais que um diamante, ou uma alexandrita mais que essa mesma esmeralda. Pedras semi-preciosas s�o as demais pedras como a �gua-marinha, o top�zio, a ametista, o jaspe, o �nix, entre outras com maior ocorr�ncia na natureza, se ndo aqui tamb�m v�lidas as palavras ditas � respeito das pedras preciosas, pois j� vi �guas-marinhas de maior valor que determinadas esmeraldas (ambas s�o berilos), pois gemas diferentes podem ser tiradas do mesmo mineral, como a esmeralda e a �gua-marinha, atrav�s do berilo ou do rubi e da safira, obtidos atrav�s do cor�ndon.
  Existem tamb�m as gemas org�nicas. A p�rola, produzida pelas ostras e o coral, produzido por col�nias de microsc�picos animais marinhos s�o exemplos de gemas animais. J� o �mbar, resina f�ssil segregada por �rvores h� milh�es de anos, o azeviche, uma esp�cie de carv�o fossilizado e a madeira petrificada, ou madeira f�ssil, s�o tipos de gemas vegetais.
  Escala de dureza: proposta em 1822 pelo mineralogista alem�o Friedrich M�hs. Parte do princ�pio que a dureza de um mineral � a resist�ncia que este op�e ao risco. Esta escala funciona para identificar os minerais, sendo que um mineral de certa dureza pode riscar outros que est�o abaixo dessa certa dureza na escala.
  Eis a escala:  1 - Talco.
                     2 - Gipsita.
                     3 - Calcita.
                     4 - Fluorita.
                     5 - Apatita.
                     6 - Ortocl�sio.
                     7 - Quartzo.
                     8 - Top�zio.
                     9 - Cor�ndon.
                   10 - Diamante.
  Quilate - Do �rabe quirat, o nome das sementes da corticeira, semelhante ao feij�o, � usado desde a Antiguidade para pesar ouro e gemas. � a unidade de massa usada para pesar pedras lapidadas ( pois as brutas s�o pesadas em gramas ) ou para verificar a quantidade de ouro em uma liga. Um quilate equivale hoje � 200mg..   
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