Em todo o seu percurso artístico e profissional, iniciado na
cidade de Jequié (BA), em meados da década de 70, Dicinho
sempre esteve ligado às artes e a cultura. Sua última coleção
é composta por cerca de 40 peças, entre esculturas, quadros e
máscaras que mostram como o pintor, escultor e desenhista
utilizou seus 30 anos de estudos e pesquisas sobre as diversas
possibilidades do uso do papel como base para o seu trabalho.
O estilo do artista continua o mesmo que sempre marcou suas
obras, como o uso do pontilhismo, as cores pasteis e os traços
fortes e bem definidos.