Componentes Da Bateria
Tambores
Um bumbo (designado por bombo em Portugal), no chão, tocado com um pedal através do pé do baterista; Uma caixa (também conhecida como tarola em Portugal), apoiada num suporte específico; Um par de tom-tons (também designados por tímbalos ou timbalões em Portugal), geralmente colocados sobre o bombo num suporte especificamente desenhado para o efeito; Um surdo (designado também por tímbalo de chão ou timbalão de chão em Portugal).
Pratos
Um chimbal (par de pratos de choque em Portugal, ou hi-hat, em inglês), acionados por meio de um pedal; Um prato de condução (também conhecido pela designação em inglês ride), apoiado num suporte geralmente em forma de tripé; Um ou mais pratos de ataque (os três tipos mais usados, com a designação em inglês: crash, splash e china), apoiados em suportes idênticos aos do prato prato de condução, colocados ao lado dos outros elementos. A adição de tom-tons, vários pratos, pandeirolas, gongos, blocos de madeira, canecas, almofadas (pads) eletrônicas devidamente ligadas a samplers, ou qualquer outro acessório de percussão (ou não) podem também fazer parte de algumas baterias, de forma a serem produzidos diversos sons que se encontrem mais de acordo com o gosto pessoal dos músicos.
Alguns bateristas, tais como Neil Peart ou Terry Bozzio, elaboraram conjuntos de bateria fora do normal, utilizando-se de diversos elementos, tais como rototós, bidões, gongos ou tom-tons afinados em correspondência com notas musicais, possibilitando ao baterista, para além da execussão rítmica, contribuir melodicamente para a música. A década de 80 foi prolífica no surgimento destes conjuntos fora do normal, apreciados pelos amantes da bateria, um pouco por todo o mundo.