NOTÍCIAS PROFÉTICAS
Especialista diz que ataque ao Afeganistão é mais 'castigo' que guerra(2/10/2001)
Taliban tem reunião emergencial em Cabul (8/10/2001)
EUA não serão seguros enquanto houver ataques, diz Taliban (10/10/2001)
Extensão de ataques dos EUA preocupa ministros islâmicos (10/10/2001)
Bush pede para Israel sair de terras palestinas (24/10/2001)
Powell diz que Israel deve retirar-se "imediatamente" (25/102001)
Especialista diz que ataque ao Afeganistão é mais "castigo' que guerra
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São Paulo – O
professor de teoria política da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
(UERJ), Antonio Carlos Peixoto, diz que uma operação de bombardeio no
Afeganistão não tem a característica de guerra, mas de um “castigo” ao país
acusado de abrigar o terrorista Osama Bin Laden.
Na avaliação do
professor, essa é uma ação que o presidente dos Estados Unidos, George W.
Bush, deverá fazer para dar uma satisfação à sociedade americana. Segundo
ele, uma guerra, com o envio de tropas ao Afeganistão, demora meses para ser
preparada e depende do apoio de outros países.
GloboNews.com:
Como o senhor analisa a iminência de uma guerra contra o Afeganistão?
Antoio
Carlos Peixoto – O que
se desenvolve nesse momento é uma retórica de guerra, mas as operações
militares não estão definidas. Os Estados Unidos têm claro que a primeira
coisa a fazer é uma retaliação ao Afeganistão, para dar uma satisfação à
opinião pública americana, que quer vingança. O resultado de um bombardeio,
no caso do Afeganistão, é questionável.
Por que?
Peixoto
– Quando se lança um bombardeio, o objetivo é destruir infra-estrutura
urbana e sistemas de transporte, comunicações e de energia. O Afeganistão
ainda está na fase pré-industrial e não tem nada disso. O máximo que os
Estados Unidos conseguirão é aumentar a fome naquele país. O Afeganistão é
um país fragmentado por aldeias e montanhas e uma operação desse tipo lá é
mais um castigo, uma punição, do que uma guerra efetiva.
Mas essa ação
não servirá para destruir a base de operação do Osama Bin Laden?
Peixoto
– O que pode ser desencadeada é uma operação de captura dele, e isso não
é fácil. Para isso, os Estados Unidos teriam de fazer uma operação rápida,
de no máximo 72 horas, com tropas de elite, formada por pára-quedistas e
boinas verdes, por exemplo. Mas essas tropas podem não conseguir o objetivo e
ainda correm o risco de serem atingidas.
Quais as
chances de ocupação do Afeganistão?
Peixoto
– Uma ocupação maciça, com tropas em escala, demora meses para ser montada.
Além disso, daqui a dois meses começa o inverno no Afeganistão, que vai se
transformar num inferno de neve e montanhas. Para uma ocupação é preciso uma
coligação diplomática, com a montagem de bases em países da fronteira com o
Afeganistão.
Mas o
Paquistão mostra interesse em ajudar.
Peixoto
– O governo paquistanês, de fato, não teria problemas em aceitar, mas a
população do país é pró-afeganistão. O Paquistão está numa situação
difícil, com a pressão americana de um lado e a opinião pública de outro. Os
grupos islâmicos não querem que o governo dê esse tipo de ajuda aos EUA e
corre-se o risco de lançar o Paquistão num conflito civil.
E os demais
países que fazem fronteira com o Afeganistão?
Peixoto
– Será preciso tempo para negociar e organizar bases em países como
Uzbequistão e Tadjiquistão. Além disso, eles têm a influência da Rússia,
que terá de entrar na negociação. Por isso, uma invasão é uma operação
longa e complicada. Além disso é estranho invadir para capturar uma só
pessoa, o Bin Laden. É como usar artilharia para matar mosquito.
Como seria
uma ação internacional contra o terror?
Peixoto – Será
preciso olhar os fluxos financeiros mundiais. Os países terão, de pelo menos,
tentar negociar algum tipo de controle nessa área, que envolve dinheiro da máfia,
do narcotráfico e de outros negócios ilegais. Isso terá de ocorrer por razões
de segurança, mas esse controle sofre a oposição do próprio Ocidente.
Taliban
tem reunião emergencial em Cabul
ISLAMABAD - O governo afegão do Taliban convocou uma reunião de emergência nesta segunda-feira em Cabul para discutir a crise, após as principais cidades do país terem sido alvo de ataques aéreos liderados pelos Estados Unidos, disse um representante do Ministério da Informação.
Ainda não estava claro quanto tempo deve durar a reunião na capital afegã, de onde milhares de moradores estão fugindo para o Paquistão e para a área rural em meio a ameaça de mais ataques por parte dos EUA.
Autoridades negaram as notícias de que a Aliança do Norte, oposição ao Taliban, tenha levado vantagem e conquistado espaço com os ataques dos EUA.
Comentário- Foi dado a partida para que o mundo comece a entrar num colapso mundial social-econômico e político, pois as consequências dessa guerra serão catastróficas para toda economia mundial. Jesus já havia alertado que nos últimos dias haveria guerra e rumores de guerra. O arrebatamento está mais próximo do que a humanidade possa imaginar.
EUA não serão
seguros enquanto houver ataques, diz
Taliban (10/10/2001)
ISLAMABAD - O embaixador do Taliban no Paquistão Abdul Salam Zaeef disse na quarta-feira que os Estados Unidos não vão ficar em segurança enquanto persistirem os ataques ao Afeganistão.
"Enquanto os Estados Unidos estiverem derramando o sangue de afegãos, isso não será benéfico para a América", disse Zaeef em uma entrevista coletiva.
Zaeef afirmou que o Taliban não tem provas de que a Al Qaeda, organização de Osama bin Laden, esteja envolvida com o terrorismo.
"Como não temos nenhuma prova contra ela, não consideramos a Al Qaeda uma organização terrorista, mas não apoiamos o terrorismo", disse ele.
O embaixador negou relatos de que as ações dos EUA haviam destruído as defesas do Taliban e afirmou que tanto o mulá Mohammad Omar, líder espiritual do Taliban, quanto Osama bin Laden estavam vivos.
Vários civis, porém, foram mortos na quarta-feira, quando mísseis norte-americanos atingiram um bairro residencial de Cabul, capital do país, segundo o Taliban. Autoridades não puderam dar maiores detalhes do ataque, exceto que o míssil atingiu e destruiu casas na parte leste da periferia de Cabul.
Comentário- essa guerra é o princípio para algo maior que irá ser desencadeado, como por exemplo, o caos econômico no mundo inteiro. Sem falar nos atos de revanchismo, nas guerrilhas paralelas que irão ocorrer...a violência gera violência. Mas como está escrito na palavra de Deus " Haverá guerras e rumores de guerras nos últimos dias ", e nós somos a geração que irá participar do arrebatamento. Só um cego de espírito não entende os sinais claros que estamos presenciando hoje.
DOHA - As nações islâmicas reunidas no Catar devem expressar sua preocupação de que os ataques comandados pelos Estados Unidos contra o Afeganistão possam estender-se para outros países muçulmanos, disseram delegados desses países, na terça-feira.
Os delegados da reunião da Conferência da Organização Islâmica (OIC, na sigla em inglês) disseram, porém, que era improvável que o grupo que representa o 1,2 bilhão de muçulmanos condenasse a ofensiva militar liderada pelos Estados Unidos contra o regime Taliban no Afeganistão.
Delegados disseram que um dos assuntos a ser discutido na reunião é a possibilidade de se mandar um grupo de muçulmanos anciãos para Washington para dissuadir a administração norte-americana de estender sua campanha militar.
"Nós pedimos que haja pressa no tratamento desse problema para não prejudicar árabes e muçulmanos", disse o ministro das Relações Exteriores da Argélia, Abdelaziz Belkhadem.
Perguntado se ele estava preocupado se outros estados muçulmanos poderiam ser tornar alvos, Belkhadem disse: "Sim, nós tememos que (a situação) possa se deteriorar".
"Islã não é sinônimo de terrorismo, e se um ato (terrorista) é cometido por alguns muçulmanos não tem ligação com o Islã. É nosso direito dizer que o que está sendo cometido na Grã-Bretanha e na Irlanda é ligado aos cristãos?", ele disse.
Belkhadem, cujas observações ecoaram visões de outros delegados, falou antes da reunião oficial para os ministros árabes estrangeiros, que começou na noite de terça-feira.
O presidente norte-americano George W. Bush tem dito repetidamente que sua campanha não é dirigida apenas para o Afeganistão, gerando temores em iraquianos e sudaneses de um possível ataque.
Comentário- o mundo está presenciando uma mudança radical na esfera política e econômica. Biblicamente, é preciso que o mundo mergulhe em um caos para que o cenário para o anticristo esteja totalmente pronto. Ele assumirá as rédeas do planeta no meio do caos que irá se estabelecer. E sua agilidade em resolver problemas iludirá os homens e o contemplarão como o maior político de todos os tempos. E entregarão todo o poder a ele.
JERUSALÉM - Israel manteve na terça-feira sua presença militar em seis cidades controladas por palestinos na Cisjordânia, apesar do pedido de retirada feito pelo presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.
O ministro do Exterior de Israel, Shimon Peres, encontrou-se com Bush, na terça-feira, em Washington. Além de pedir a retirada, o presidente norte-americano disse que a continuidade da violência entre israelenses e palestinos torna mais difícil a manutenção da coalizão contra o terror. "Ele mencionou (a retirada) e nós dissemos que é nossa intenção", disse Peres, que antes de reunir-se com Bush encontrou-se com o secretário de Estado norte-americano, Colin Powell.
"No minuto em que os palestinos tomarem a iniciativa de passar uma lei de tranquilidade e colocarem na cadeia os principais causadores de problemas, ficaremos mais do que felizes em devolver nosso exército para as posições anteriores", disse Peres.
Apesar da declaração, um comunicado emitido pelo porta-voz do ministro da Defesa de Israel, Binyamin Ben-Eliezer, parece deixar o caminho aberto para o exército israelense sair apenas mediante promessas de palestinos.
"Israel não tem intenção de controlar essas áreas por um longo período ou de derrubar a Autoridade Palestina", disse o comunicado, divulgado após reunião de Ben-Eliezer com o responsável pela política exterior da União Européia, Javier Solana.
"No momento em que soubermos que há intenção séria da parte da Autoridade Palestina em manter a ordem e cessar a violência, o Exército israelense sairá imediatamente", diz o comunicado.
Em Gaza, o presidente da AP, Yasser Arafat, disse que seu povo se manterá firme contra a ofensiva israelense. "A montanha não pode ser balançada pelo vendo", disse ele a repórteres.
Comentário- até os Estados Unidos já estão pressionando Israel a sair de suas próprias terras, porque todo aquele lugar é propriedade do povo judeu. A profecia de Zacarias 12.3 " E acontecerá, naquele dia que eu farei de Jerusalém um cálice de tontear as nações..." Muito breve estourará a guerra no Oriente Médio contra Israel. E então o ditador mundial assumirá o poder e rédeas do mundo.
WASHINGTON (Reuters) - O secretário de Estado dos Estados Unidos, Colin Powell, tentou manter a pressão sobre Israel na quarta-feira com um pedido de retirada imediata das áreas comandadas pelos palestinos e que tropas de Israel ocuparam.
"Eu acho que seria apropriado para o governo de Israel retirar-se imediatamente da Área A, das aldeias que eles ocuparam", disse em entrevista coletiva conjunta com o secretário britânico das Relações Exteriores, Jack Straw.
Powell é a mais alta autoridade dos Estados Unidos a dizer "imediatamente" em público no pedido para Israel retirar-se das áreas devolvidas aos palestinos em acordos de paz anteriores.
Em reuniões com o ministro das Relações Exteriores de Israel, Shimon Peres, na terça-feira, Powell e o presidente George W. Bush, pressionaram uma retirada, mas não enfatizaram o tempo.
Israel recusou o pedido, apesar de sua aliança próxima com os Estados Unidos, e forças de Israel mataram pelo menos seis palestinos em um violento ataque aéreo e de infantaria contra uma cidade da Cisjordânia na quarta-feira.
Mas uma autoridade do Departamento de Estado notou sinais na imprensa de Israel de que "eles podem estar à margem da retirada".
"Hoje nós estamos no meio de uma situação que não sabemos onde vai terminar", disse a autoridade, que pediu para não ser identificada.
Powell disse que também seria importante que o presidente palestino Yasser Arafat prendesse as pessoas que assassinaram o ministro do Turismo israelense, Rehavam Zeevi, em Jerusalém há uma semana.
Mas o secretário recusou-se em endossar a reclamação do governo de Israel para que Arafat os entreguem para julgamento em Israel.
"É importante que Arafat faça tudo que esteja ao seu alcance para prender os responsáveis e para diminuir a violência, preferencialmente para zero ou para o mais baixo nível possível", disse Powell.
Comentário- breve Israel estará sozinho no campo de batalha, pois até seu aliado Estados Unidos, agora na gestão Bush, está sendo incomodado por Israel. Aliás, Clinton certa vez disse que Israel estava se tornando um fardo muito pesado para os Estados Unidos.