NOTÍCIAS PROFÉTICAS
Arafat chega a Moscou (29/5/2001)
Israel e palestinos respondem a cessar fogo (12/6/2001)
Começa o cessar fogo, até quando? (13/6/2001)
Pressão aumenta sobre Sharon (19/6/2001)
Israel autoriza morte de palestino (22/6/2001)
Arafat chega a Moscou para discutir fim da violência
MOSCOU (Reuters) - O presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat, chegou a Moscou no início da terça-feira para discutir o fim da violência no Oriente Médio com altas autoridades russas.
Arafat, que adiantou uma visita planejada para acontecer no início de junho depois que os Estados Unidos retomaram os esforços para a paz no Oriente Médio, deve encontrar-se com o presidente russo, Vladimir Putin, e com o ministro de Relações Exteriores, Igor Ivanov.
"Medidas urgentes precisam ser tomadas, caso contrário haverá uma explosão através da região", disse Arafat a repórteres por meio de um intérprete.
O líder palestino quer que a Rússia seja co-patrocinadora do processo de paz no Oriente Médio junto com os Estados Unidos, para melhorar seu papel nas negociações até agora dominadas por Washington.
A Rússia, que foi anfitriã de um encontro com o ministro de Relações Exteriores de Israel, Shimon Peres, no início do mês, disse que está pronta para melhorar seu papel na região, mas não tem iniciativas próprias e prefere que uma frente internacional ajude a trazer a paz ao Oriente Médio.
Moscou apoia um conjunto de recomendações feitas em uma investigação liderada pelos Estados Unidos sobre a violência no Oriente Médio e um plano do Egito e da Jordânia para encerrar a violência sobre bases estabelecidas em compromissos.
Os palestinos e os Estados Unidos endossaram as conclusões da investigação que pede o fim da violência e medidas para o aumento da confiança entre ambas as partes. Israel concordou com a maioria dos termos exceto a interrupção dos assentamentos judeus em território ocupado.
Arafat encontrou-se com o enviado para o Oriente Médio dos Estados Unidos, William Burns, na segunda-feira e concordou em retomar as negociações de paz com Israel.
A agência de notícias Itar-Tass citou fontes diplomáticas em Copenhague que afirmaram que depois da reunião em Moscou, Arafat deve viajar para a Dinamarca para encontrar-se com o primeiro-ministro suíço, Goran Persson, cujo país está à frente da presidência da União Européia.
Comentário- essa notícia mostra que a palavra de Deus está mais atual do que nunca, pois o mundo árabe está se aproximando da Rússia a passos largos e quando olhamos para Ezequiel 38.1 “ ...filho do homem, volta o teu rosto para Gog, na terra de Magog, príncipe e cabeça de Mosoc e Tubal, e profetiza contra ele, dizendo: assim fala o Senhor Iahweh: Eis que estou contra ti, Gog, príncipe e cabeça de Mosoc e Tubal. Far-te-ei mudar de rumo, porei arpões no teu queixo e farei com que saias com todo o teu exército...Não é assim que, quando o meu povo, Israel, estiver habitando em segurança, tu te porás em movimento? Sim, virás da tua terra, do extremo norte, tu e povos numerosos contigo...Isto acontecerá no fim dos dias.” Aí está a confirmação de que realmente a Rússia irá invadir Israel. Sua aproximação com o mundo árabe se deve a essa profecia de Ezequiel.
Israel e palestinos respondem a cessar-fogo proposto por EUA
JERUSALÉM (Reuters) - O diretor da CIA, George Tenet, lutava na terça-feira para salvar uma proposta de cessar-fogo entre israelenses e palestinos.
Enquanto Israel dizia ter aceito o cessar-fogo proposto pelos EUA, os palestinos disseram ter encontrado alguns problemas com a proposta.
Um alto funcionário palestino disse que a resposta dos palestinos seria divulgada logo após uma reunião com Tenet para discutir as diferenças.
"O primeiro-ministro e o ministro da Defesa acabaram de sair de uma reunião onde aceitaram a proposta de Tenet -- apesar de algumas ressalvas -- para um cessar-fogo completo e bilateral", disse à Reuters o porta-voz do premiê israelense Ariel Sharon, Raanan Gissin.
Gissin disse que Israel aceitara o cessar-fogo a fim de começar a implementar as recomendações de um comitê internacional liderado pelo ex-senador norte-americano George Mitchell.
O comitê de Mitchell recomendou aos dois lados que acabem com a violência, e que se siga a isso um período de resfriamento e construção de confiança no relacionamento de ambos os lados, o que incluiria um congelamento das atividades dos assentamentos na Cisjordânia e Faixa de Gaza.
Os palestinos dizem que o relatório de Mitchell precisa ser implementado da forma como está e não em estágios.
Gissin afirma que toda vez que o período de resfriamento das relações for violado -- incluindo com o uso de pedras, bombas de gasolina e facas -- Israel começaria a contar o período, que deve ser de seis semanas, novamente.
"A aceitação ao plano de Tenet é a prova verdadeira para testar se o líder Arafat está abandonando a estrada da violência... ou se permanecerá onde tem estado, como o líder de uma organização terrorista", disse Gissin.
Comentário- o único que vai conseguir fazer um pacto de paz nessa região é o anticristo. È por isso que será considerado o maior político de todos os tempos.
RAMALLAH (Reuters) - O diretor da agência de Inteligência dos Estados Unidos, George Tenet, conseguiu na quarta-feira a aceitação palestina para um "plano de trabalho" que já foi aprovado por Israel para encerrar oito meses de violência no Oriente Médio.
"Nós aceitamos o documento norte-americano. A implementação começará amanhã", disse o ministro palestino de Informação, Yasser Abed Rabbo, a repórteres depois de uma reunião de Tenet com o presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat, na noite de terça-feira.
"Haverá uma reunião trilateral de segurança, bem como uma renião bilateral para tratar de política com os norte-americanos", acrescentou.
Israel disse antes da aceitação palestina que concordava com as propostas da CIA para o encerramento da violência que começou em setembro.
"O propósito do documento é retomar a cooperação de segurança, o fim da violência e a restauração da situação que existia antes do levante palestino", disse um representante do governo norte-americano em Washington.
Tenet, que participa de uma missão no Oriente Médio há seis dias, encontrou-se com Arafat na cidade de Ramallah, na Cisjordânia.
Arafat, segundo Rabbo, fez uma ressalva em um item das propostas dos EUA -- uma zona desmilitarizada entre as forças isralenses e palestinas. O ministro palestino disse que Tenet deve retornar aos Estados Unidos, mas deixará outros oficiais no Oriente Médio para colocar o plano acertado em ação.
Enquanto Tenet e Arafat encontravam-se na terça-feira, supostos atiradores palestinos abriram fogo contra um carro próximo ao assentamento israelense de Maale Adumim, na Cisjordânia, matando um monge grego, disse o Exército israelense. O automóvel tinha placas de Israel.
TRÉGUA DE SEIS SEMANAS
Detalhes sobre as propostas de Tenet não foram divulgados.
Porém Raanan Gissin, um porta-voz do premiê israelense, Ariel Sharon, disse que um dos termos é o "fim da violência" após um período de calmaria de seis semanas.
Ambos os lados afirmaram que eles enxergam as propostas como uma maneira de implementação das recomendações contidas no relatório preparado por uma comissão liderada pelo ex-senador norte-americano George Mitchell.
O relatório Mitchell pede por uma trégua na violência após um período destinado a ações que tenham o objetivo de cimentar a confiança entre ambos os lados, o que incluiria o congelamento da construção de novos assentamentos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Somente depois disso é que as negociações de paz entre ambos os lados seriam retomadas.
"O lado palestino não assinou este documento (o plano de Tenet) hoje", disse Rabbo. "Os palestinos somente assinarão quando todo o pacote de recomendações do relatório Mitchell for acordado, principalmente quanto à interrupção dos assentamentos. Este documento é um plano de trabalho que faz parte de todo o pacote."
O ministro palestino disse que espera que os norte-americanos convençam os israelenses a levantarem os bloqueios contra as cidades palestinas. Porém, Israel afirma que só fará isso quando a violência cessar.
"INTIFADA VAI CONTINUAR"
Enquanto Tenet falava com Arafat na sede da Autoridade Palestina, centenas de palestinos gritavam do lado de fora: "A Intifada vai continuar!"
Pelo menos 455 palestinos, 111 israelenses e 13 árabes-israelenses morreram desde que os palestinos inciaram um levante contra Israel, depois que as negociações de paz entre ambos os povos fracassaram.
Analistas afirmam que Arafat terá um trabalho duro para convencer seu povo a promover um cessar-fogo sem que Israel tome medidas concretas para melhorar a situação da população, como o fim dos bloqueios contra as cidades palestinas.
Os palestinos disseram que vão deter militantes que planejam ataques contra Israel, mas não promoverão operações de prisões em massa baseadas em uma lista dos mais procurados pelos israelenses.
Muitos palestinos acreditam ser legítimo o ataque a colonos judeus que vivem em territórios ocupados por Israel em 1967, durante a Guerra do Oriente Médio.
Comentário- até quando vão conseguir se segurar as duas parte neste acordo? Se até por um túmulo de um desconhecido começam a se matar. Uma coisa é certa, a falsa paz está para começar, contudo só irá acontecer após o arrebatamento dos cristãos.
Premiê de Israel é pressionado para atacar palestinos
JERUSALÉM (Reuters) - O primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, ficou sob pressão nesta terça-feira para abandonar o cessar-fogo e atacar os palestinos, depois que dois colonos judeus foram mortos na Cisjordânia.
Líderes israelenses e palestinos expressaram suas dúvidas de que a trégua de seis dias iria se manter e conseguir acalmar mais de oito meses de conflitos que já mataram quase 600 pessoas.
"A violação do cessar-fogo e os ataques violentos criam uma situação intolerável, a qual fará com que Israel não possa manter sua atual posição ao longo do tempo", declarou o gabinete de Sharon por meio de um comunicado na segunda-feira à noite.
Os palestinos atribuem a ocupação israelense na Cisjordânia e na Faixa de Gaza pela violência. Mais de três milhões de palestinos vivem nessas áreas.
O presidente da autoridade palestina, Yasser Arafat, disse na segunda-feira que "o cessar-fogo e qualquer outra medida, acordo e reuniões de segurança não têm como funcionar se o lado israelense não...tomar medidas rápidas na terra".
A nova onda de violência começou na terça-feira, segundo o Exército, com uma série de tiros na Cisjordânia e o lançamento de bombas em Gaza. Ninguém ficou ferido.
Israelenses e palestinos culpam um ao outro pelas violações do cessar-fogo, nas quais quatro palestinos e três israelenses já morreram, desde que a trégua foi acertada na última quarta-feira.
"Já chega de conteção", gritava uma multidão de cerca de 100 colonos diante do gabinete de Sharon na segunda-feira, ao lado do corpo de Danny Yehuda, 35, morto por tiros de palestinos horas antes, enquanto passava de carro perto da cidade de Nabulus, na Cisjordânia.
Um segundo colono, Doron Zisserman, havia sido morto em uma outra estrada na Cisjordânia na segunda-feira.
Apesar dos pedidos para que abandone o acordo, Sharon disse que mesmo que a violência seja grave, "levar o meu povo à guerra, na minha opinião, é um erro de primeira, sob qualquer perspectiva".
Arafat havia pedido o cessar-fogo no dia 2 de junho, um dia depois que um terrorista-suicida provocou a condenação internacional pelo ataque a uma discoteca em Telaviv.
A bomba matou 21 pessoas, a maior parte adolescentes.
Pelo menos 459 palestinos, 115 israelenses e 13 árabe com cidadania israenlense já morreram desde que a nova Intifada palestina começou em setembro.
Comentário- os ânimos dos dois lados não conseguem passar muito tempo sem se debaterem, faz parte de suas vivências. Só ficarão em paz com a falsa paz que o anticristo irá firmar com eles e depois irá persegui-los também.
Israel autoriza morte de palestino
Jerusalém. O Exército israelense foi autorizado pelo governo a retomar as operações de extermínio de militantes palestinos envolvidos em atentados. A medida foi anunciada pela rádio estatal, citando um alto dirigente militar. A autorização partiu do gabinete de segurança depois da reunião de ontem, sob a presidência do primeiro-ministro Ariel Sharon. Ao que parece, o cessar-fogo está fadado a não dar certo. Ontem, um obus de morteiro de calibre 120 mm foi disparado contra um barreira israelense na entrada da Faixa de Gaza. Não houve vítimas. Esta é a primeira que palestinos atiram um obus deste calibre.
Comentário- a violência na região do oriente médio, especificamente em Israel não terá um fim tão cedo. Eles rejeitaram o príncipe da paz, Jesus, e só terão paz novamente quando Jesus voltar novamente e desse vez será para governar durante o milênio diretamente de Jerusalém.