| História da flauta Indiana A
flauta transversa de bambu é incontestavelmente um dos instrumentos de
música o mais antigo da Índia. Na índia, este instrumento é
provavelmente mais antigo que os vedas que são os primeiros textos
antigos da mitologia hindu. Essa literatura possui mais de 3000 anos e
deu bases e fundamentos para muitas religiões e filosofias.
Além
disso, o fato que o instrumento é frequentemente
Kajurahoflauta2representado nas
Venu ou murali Esta flauta originária do sul da Índia é também transversa e de bambu . Existem dois nomes para falar dessa flauta: A Venu passou a ser um instrumento do repertório tradicional só a partir do início do seculo XX. Ela estava confinada anteriormente a um papel de acompanhamento da dança e media menos de 40 centímetros. Flautas deste formato eram mais fáceis de produzir e de fato mais populares. As flautas mais estreitas possibilitam um som mais agudo e forte que se impõe melhor nos cunjuntos rítmicos que acompanavam a dança dessa época. Bansuri Bansuri quer dizer bambú, ou seja, flauta de bambú. O instrumento é associado a Krishna porque ele está mencionado nos Vedas e aparece também na arte Budista de mais de 2000 anos. Um verso em sânscrito fala do bansuri como a fonte swarajnana ou fonte do conhecimento da música. O status da bansuri é relativamente recente como instrumento de recital de música clássica na Índia do norte. Este instrumento milenar, preferido dos pastores e que acompanhou a evolução das músicas folclóricas da índia se torna parte da música clássica hinduísta graça ao grande mestre e legendário Pt Pannalal Ghosh que elevou o instrumento a um nível sofisticado de uso. Nascido em 31 de julho de 1911 em Barisal situado hoje no Bangladesh. Amulya Jyoti Ghosh foi uma criança prodigio. Ele herdou o seu amor pela música e pela flauta de bambú do seu avô, Hari Kumar Ghosh que tocava sítara, tabla, e pakhawaj e estudou o sitar com o seu pai, Akshay Kumar Ghosh. Também, estudou a música com o seu tio materno, Bhavaranjan Mazumdar que era um vocalista. Em primeiro lugar a flauta de bambú do norte da India foi um instrumento soprano de aprxidamente 14 inches de comprimento e foi utilisado para tocar pequenas peças classicais e levais de música ou eventualmente para o acompanhamento dublando as linhas melódicas do canto. A principal inovação do Pannalal Ghosh foi a elaboração de bansuris maiores, aproveitando sonoridades mais gravas. Ele, também, colocou um setimo buraco a fim de poder prolongar o comprimento da flauta sem mudar o registro do tom adquirindo dessa forma uma caracterítica sonore mais somber-yet-sweet. A sonoridade da ultima nota (o Pa) com esta extensão fica mais fácil a ser trabalhada. Mais adiante, ele desenvolveu a bass bansuri de mais de 80 centimetros de comprimento. Síntese de várias fontes, por Jean-Christophe Avelive (Maio de 2008) Lista
dos principais bansuristas que marcaram a história da música indiana
Amar Nath Anand Murdeswar Chandrakant Prasad |
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