ADOTE UM MISSIONÁRIO CLIQUE AQUI ===>>           HISTÓRIA DO SURINAME

SURINAME

(ant. Guiana Holandesa), país situado no litoral nordeste da América do Sul. Florestas tropicais localizadas nas montanhas cobrem cerca de 80% do Suriname. A maior parte da população vive na faixa costeira. O Suriname tem uma área de 163.265km2 e uma população de aproximadamente 440 mil habitantes. Cerca de metade da população mora em Paramaribo, a capital, maior cidade e principal porto. Os Países Baixos dominaram o país durante a maior parte do período que vai de 1667 a 1975, quando o Suriname alcançou sua independência. Antes de tornar-se independente, o país era conhecido como Guiana Holandesa.  

Governo. Segundo a Constituição de 1987, o país possui regime misto onde presidente e primeiro ministro se responsabilizam pelo comando do governo. O legislativo é composto pela Assembléia Nacional de 51 membros eleitos para um mandato de cinco anos.  

População. Diversas formações étnicas vivem no Suriname. Os hindus compreendem mais de 37% da população total do país, 31% são crioulos e o restante da população é composta de indonésios, negros africanos, ameríndios, chineses e europeus, enumerados em ordem decrescente.  

Cada grupo étnico preserva sua própria cultura, religião e língua. O holandês é a língua oficial da nação, mas os vários grupos usam um dialeto crioulo como língua comum.  

Os negros africanos são chamados negros do mato. Descendem de um grupo de negros que escapou da escravidão no séc. XVII. A maior parte vive nas florestas tropicais e segue os costumes tribais africanos. A rivalidade entre negros e hindus tem provocado sérios conflitos e são uma constante fonte de instabilidade no país.  

Cerca de 95% da população do Suriname sabe ler e escrever. A lei obriga as crianças de sete a 12 anos a freqüentarem a escola primária e a maioria consegue chegar à escola secundária. O país dispõe de uma universidade, instalada em Paramaribo.  

Terra e Clima. O Suriname possui uma estreita faixa costeira, formada de terras baixas e pantanosas, que foram drenadas para o cultivo agrícola. Esta área avança de 16 a 80km para o interior, atingindo uma planície arenosa um pouco mais elevada, onde chega a 50m de altura. As florestas tropicais das montanhas, com cerca de duas mil espécies de árvores, encontram-se bem mais para dentro do país; uma savana (planícies sem árvores) elevada, coberta de gramíneas, estende-se ao longo da fronteira sudoeste. Os rios atravessam o Suriname no sentido sul-norte, desembocando no oceano Atlântico.  

O clima do Suriname é quente e úmido, com uma temperatura média anual de 27°C. O índice médio de chuvas é de 1.930mm anuais no oeste e 2.410mm em Paramaribo.  

A Economia do Suriname baseia-se na mineração e no processamento dos recursos minerais. O país já foi um dos maiores produtores mundiais de bauxita, minério empregado na elaboração do alumínio. Mas a instabilidade política e guerrilha no interior do país reduziram a produção deste minério. A bauxita bruta e o alumínio representam a maior parte das exportações do Suriname.  

A agricultura também desempenha um importante papel na economia do Suriname. O arroz, principal produto agrícola de exportação, cresce em cerca de 3/4 das terras cultiváveis. Outros produtos importantes são a banana, o coco e o açúcar. As florestas fornecem excelentes madeiras, com as quais a indústria madeireira do Suriname produz toros e compensados.  

O meio de transporte mais utilizado no país é o fluvial, graças ao grande número de rios navegáveis. O Suriname conta com apenas uma pequena rede de rodovias, e a rede ferroviária é inexpressiva. Um aeroporto internacional funciona perto de Paramaribo.  

História. Cristóvão Colombo foi o primeiro europeu a avistar as terras do que é hoje o Suriname, em 1498. Espanhóis e portugueses exploraram a região durante o séc. XVI. Em 1651, exploradores ingleses fundaram a primeira colônia permanente na área. Deram início ao cultivo do algodão e da cana-de-açúcar, introduzindo a mão-de-obra negra africana para trabalhar a terra. Em 1667, os holandeses se apoderaram da região, dando em troca à Inglaterra o que é hoje a cidade de Nova York, nos E.U.A.  

O Suriname sofreu sérios problemas econômicos durante o séc. XVIII, por causa de interrupções no tráfico de escravos e da desatenção do governo holandês. No início do séc. XIX, o controle da colônia mudou de dono diversas vezes entre a Grã-Bretanha e os Países Baixos. Em 1815, a Grã-Bretanha desistiu de suas reivindicações sobre o Suriname, e os holandeses retomaram o controle da região. Em 1863, os Países Baixos aboliram a escravidão e trouxeram trabalhadores da Índia e da Indonésia para suas plantações. No entanto, a agricultura de exportação entrou em declínio durante os primeiros anos do séc. XX, e muitas pessoas deslocaram-se para as áreas urbanas.  

Em 1954, ainda sob a denominação de Guiana Holandesa, o Suriname tornou-se um território holandês dotado de governo próprio. Durante a década de 1970, os crioulos lideraram um movimento que visava à obtenção da independência total, sendo apoiados pelo próprio governo holandês. Entretanto, os hindus se opuseram à independência e, pela primeira vez, ocorreram conflitos raciais no Suriname. Pouco antes de ser concedida a independência ao país, em novembro de 1975, milhares de hindus emigraram para os Países Baixos. Em 1980, sargentos rebeldes do Exército derrubaram o governo do primeiro-ministro Henck Arron, no poder desde a independência do país. É criado um Conselho Militar Nacional que passa a controlar o governo. No mesmo ano o coronel Dersi Bouterse aplicou um novo golpe e se tornou o novo homem forte do país, embora ainda existisse um governo civil.  

No interior do país os negros se rebelaram contra o domínio hindu e criaram um movimento guerrilheiro, a Frente de Libertação do Suriname. A resposta foi o aumento da repressão e das perseguições  políticas que deixaram dezenas de mortos, causando o isolamento político do país e o corte da ajuda econômica internacional.  

Em 1987, após forte campanha oposicionista, Bouterse entregou o governo aos civis, mas se manteve no comando do exército e do Conselho Militar. Em 1990, os militares derrubaram o governo civil alegando corrupção. Um ano depois, novas eleições deram a vitória a oposição. Bouterse foi deposto do cargo de comandante do Exército, em 1992. No mesmo ano, o Conselho Militar foi dissolvido, encerrando-se, assim, o  período de domínio militar sobre a política do país.  

A ofensiva guerrilheira e a crise econômica causaram grande instabilidade política. De 1993 a 1994, ocorreram cinco mudanças ministeriais. As rivalidades étnicas cresceram e o país entrou na rota internacional do tráfico de drogas, o que levou a uma intervenção militar da Holanda, gerando uma série de protestos populares.  

Nas eleições de 1996, aliados de Bouterse perderam as eleições legislativa mas conseguiram eleger o presidente, Jules Wijdenbosch, que passou a governar sem maioria no parlamento. Esta divisão do poder gerou mais instabilidade e em 1997 os militares demonstraram sua insatisfação ameaçando aplicar um novo golpe. A situação se acalmou no início de 1998, quando o presidente e o primeiro ministro S.R. Radhakishun entraram em acordo e diminuíram as tensões entre negros e hindus, apontando para um período de tranqüilidade.  

O PAÍS EM RESUMO  

Capital: Paramaribo.  

Língua Oficial: Holandês.  

Forma do Governo: República com governo misto.  

Área: 163.265km2. Litoral - 364km. Maiores Distâncias - norte-sul, 459km; leste-oeste, 451km.  

Relevo: Ponto Culminante - Monte Julianatop, 1.286m. Ponto Mais Baixo - o nível do mar.  

População: Estimativa de 1998 - 440.000 hab.; distribuição, 58%o rural, 50% urbana; densidade, 3 hab./km2;  Estimativa de 2000 - 450.000 hab.  

Produtos Principais: Alumínio, banana, bauxita, arroz.  

Hino Nacional: "Opo Kondre Men Oen Opo" ("Desperta, Povo, Desperta").  

Bandeira: A bandeira consta de cinco faixas horizontais, com as cores verde, vermelho, branco, vermelho e verde . No centro, há uma estrela amarela de cinco pontas.  

Moeda: Florim do Suriname.

GOD ZEGENT U.

O território da República do Suriname é caracterizado por uma faixa costeira de apenas 16-18 quilômetros de largura e 400 de comprimento. Além dessa faixa estende-se uma planície arenosa e uma região montanhosa cujo subsolo é rico em bauxita, coberto por uma exuberante vegetação tropical. A região baixa e pantanosa é ótima para o cultivo do arroz e da cana-de-açúcar. As chuvas abundantes, que caem durante o ano, favorecem uma importante rede hidrográfica com rios navegáveis que descem dos montes Wilhelmina e da Serra de Tumucumaque. A represa do rio Suriname dá origem ao lago de Blommestein, importante por sua produção de energia elétrica.

Um pouco de história: 

               Cristóvão Colombo “descobriu” (melhor dizer, “invadiu”) o território do atual Suriname em 1498. Mais tarde, em 1651, os ingleses fundaram algumas colônias. Em seguida, no início do século XVII, também os holandeses chegaram ao continente sul-americano. Expulsos do nordeste brasileiro pelos portugueses, os holandeses invadiram a região inexplorada da Guiana, onde conseguiram instalar-se iniciando um próspero e desumano comércio de escravos.

Quando em 1863 foi abolida a escravatura nas colônias holandesas, a mão-de-obra de origem africana foi substituída progressivamente por trabalhadores imigrados vindos da Índia, da ilha de Java e da China.

Em 1975 tornou-se independente a assumiu o nome atual de Suriname. 

Hoje 

No país, até hoje existe uma estrutura étnica muito complexa pelos vários povos que ali moram: hindus, crioulos (descendentes dos escravos), javaneses, negros marrons (negros fugitivos das florestas), índios americanos ou ameríndios, e uma pequena minoria de europeus.

Essa extraordinária e complexa variedade de raças e povos provocou os dramáticos acontecimentos políticos seguidos pelo golpe de estado, em 1980, liderado pelo coronel Desi Bouterse. O acordo de paz assinado em 1992 entre governo e oposição ainda não conseguiu normalizar a situação política do país.

A capital, Paramaribo, conta com cerca de 200 mil habitantes, com maioria de asiáticos e crioulos.

A principal fonte de renda do Suriname vem da extração da bauxita, gerenciada por empresas dos Estados Unidos.

No país, completamente dependente dos investimentos estrangeiros, permanece uma injusta distribuição de renda: uns poucos concentram em suas mãos mais de cinqüenta por cento do poder econômico, enquanto o resto do povo é obrigado a viver no limite da miséria.

       INFORMACOES BASICAS DE SURINAME,SEGUNDO A EMBAIXADA DO BRASIL.
COMPOSICAO ETNICA:
   1- 35% HINDUSTANI.
   2- 32% CREOLO (AFRO SURINAMENSE).
   3- 15% INDONESIOS.
   4- 10% BUSH NEGROS.
   5- 03% AMERINDIOS.
   6- 03% CHINES.
   7- 25% OUTRAS RACAS.
        A MEDIA DE BRASILEIROS QUE CIRCULAM POR AQUI:40 A 80 MIL ANUALMENTE.
       PERCENTAGEM EM RELIGIAO:
     25% CRISTAO.
    27% CATOLICO.
    27% HINDUSTANO.
    27% MUCULMANO

A República do Suriname, que tem como Capital a Cidade de Paramaribo conhecida até 1975 com o nome de Guiana Holandesa, é um pequeno país da América do Sul com limitada superfície e pouca população. Situado quase no centro da costa setentrional atlântica do continente sul-americano, o Suriname faz divisa ao leste com a Guiana Francesa, a oeste com a Guiana e ao sul com o Brasil.

   

Copyright © 2001    -    Melhor resolução 800 x 600 - Internet Explorer    CRIAR.gif (4993 bytes) WEB DESIGNER

Hosted by www.Geocities.ws

1