CAPÍTULO 6
Finalmente a noite da tão esperada festa chegou. Os
casais aos poucos iam preenchendo as mesas do salão principal,
que estava com uma decoração especial. As cortinas
que cobriam as janelas eram de um tecido azul escuro quase transparente,
com estrelas brilhantes douradas. Do teto parecia estar caindo
purpurina. No canto onde geralmente ficava a mesa dos professores,
estava um palco, preparado para uma banda que fora contratada
para animar a festa. As mesas, que acomodavam oito pessoas,
estavam dispostas em toda a lateral do salão, de modo
que se formasse no centro uma pista de dança.
Sirius Black estava na porta do salão aguardando sua
misteriosa acompanhante. Já estava preocupado, pois o
salão já estava quase lotado. Praticamente todas
as pessoas que conheciam já haviam entrado... e nada
da sua Donzela da Lua.
Snape também estava aguardando seu par. Sirius, apesar
de ter combinado que não iria tentar nada contra Severus,
não resistiu em incomodá-lo.
- Não me diga que conseguiu alguém para acompanhá-lo?
- ele riu. Snape estava sério, nem olhava para Sirius.
- Ahhh claro! Provavelmente deu alguma poção para
alguma garota...
Snape não respondeu. Não queria começar
o baile discutindo com Sirius.
Katrina vinha se aproximando. Ela estava usando um vestido
negro, bem justo. A parte de trás tinha uma elegante
cauda que arrastava no chão. Também tinha um levemente
ousado decote nas costas. Ela deslizava com passos suaves. Seus
cabelos estavam presos num coque, com alguns cachos caindo no
seu ombro. Fez uma maquiagem leve, mas que expressava bem seus
olhos. Snape e Sirius logo que a avistaram olharam paralisados.
- Pensei que viria de vermelho, Katrina. - disse Sirius.
- Pensou? Eu havia combinado algo com você? Desculpe,
Sirius... mas acho que se enganou... - ela deu um sorriso sarcástico
e se virou para olhar diretamente para Snape.
- Olá, Severus. Perdoe meu atraso. - ela mirou-o nos
olhos.
- Podemos entrar então. - Severus tentava ao máximo
parecer frio, mas estava se sentindo superior a Sirius. Katrina
estava realmente bela e muito atraente. Sirius não desgrudava
os olhos um só segundo dela.
Snape deu o braço para a Katrina para entrarem no salão
quando Sirius os interrompeu.
- Como? Eu devo estar vendo coisas! Katrina vai ao baile com
o Ranhoso? Ela deve estar sob efeito da maldição
Imperius! Cuidado, Kat, ele vai engordurar seu maravilhoso vestido!
Não deixe que ele toque em você, eu te protejo!!
- Cala a boca, Sirius! - Ela olhava com fúria. - Em
primeiro lugar, não lhe dei intimidade para me chamar
pelo meu apelido... em segundo lugar... meta-se com a sua vida,
ok?
Severus sorriu discretamente e desta vez não resistiu
em responder.
- Desculpe, Black... ela está comigo esta noite... -
Falou num tom sarcástico. - E... a propósito..
foi ela quem me convidou, viu?
Sirius ficou estático, com os olhos arregalados, totalmente
incrédulo.
Mais tortuosos cinco minutos de espera se passaram e finalmente
apareceu no fundo do corredor uma mulher sozinha, caminhando
lentamente... de vermelho... deveria ser... Ela foi se aproximando
e a respiração de Sirius foi acelerando.
O tempo parecia ter parado naquele instante. Ela estava finalmente
perto o suficiente para ser reconhecida. E Sirius a reconheceu.
Mas ele não acreditava no que via. A garota estava usando
um vestido longo vermelho de veludo, com um decote canoa que
realçava seus ombros. Seu cabelo louro cacheado estava
solto, fazendo um contraste com o tom da cor do vestido. Para
dar uma finalização especial ao seu novo visual,
Anne não usava mais aqueles óculos que insistiam
em esconder o seu delicado rosto. Enfim, Sirius nunca havia
visto Anne tão bela. Suas pernas ficaram bambas e ele
sorriu.
- Anne! E...eu... não imaginava...
- Eu sei! - ela riu. - Então, gostou da surpresa, Sirius?
- Uau!! Se gostei!!! Você está linda!!! - Ele
estufou o peito e deu o braço para ela segurar e conduziu-a
para o salão principal.
********
Snape e Katrina passaram pela porta do salão principal
sem mais olhar para Black. De longe, Snape avistou a mesa do
grupinho grifinório. Estavam todos lá, exceto
Sirius que ainda esperava seu par na porta.
- Você não vai querer se sentar na mesma que eles,
vai?
- Eu estou com você, Severus. Você escolhe.
- Há dois lugares na mesa do Malfoy...
- Bem, se ele aceitar uma grifinória no meio dos sonserinos...
- Vamos ver o que acontece.
Sirius e Anne sentaram-se na mesma mesa onde estavam Lupin
e Beth, Peter e Vicky, Potter e Lily.
***
Narcisa cutucou Lucius por debaixo da mesa enquanto olhava
para o casal que se aproximava.
- Severus... o que houve com você? Pensei que viria bem
acompanhado para o baile.
- Boa noite, Lucius e Narcisa. - Snape não quis responder
à ironia de Lucius.
- Olá. - disse Katrina com um sorriso forçado.
- Algum problema com a minha pessoa, Lucius? Posso ser uma grifinória,
mas sou também uma puro sangue assim como vocês.
Severus desviou o olhar de Katrina.
- Pelo menos alguma qualidade, eu sou obrigado a confessar...
- disse Lucius.
Narcisa ria.
- Se importa se nos sentarmos aqui? - disse Severus tentando
mudar o rumo da conversa.
- Não tem lugar na mesa dos marotos?
- Sou uma grifinória, mas não acho a companhia
deles agradável, principalmente pelo fato de estar ao
lado de Severus esta noite. - disse Katrina já se sentando
à mesa ao lado de Snape.
- Ora ora, mas eu me lembro muito bem que há dois anos
você namorava Sirius... - disse Narcisa.
- Disse bem, Narcisa, "namorava". Acho incrível
tê-lo suportado por um mês. Isso, prá mim,
foi um dos atos mais heróicos que tive.
- E, depois de ter passado pela escola inteira, resolveu "atacar"
Severus então...
Ela ficou levemente corada, mas não se deixou abalar
pelas críticas de Narcisa. Respirou fundo esfriando seu
tom de voz.
- Eu namorei, sim, alguns garotos da escola, mas...
- Alguns?! - sorriso irônico de Narcisa.
- Que importa?!
Lucius e Severus se olhavam, já começando a achar
graça da situação.
- Por que logo Severus, pode me dizer?
- Está interessada nos meus... motivos, Narcisa? - agora
foi Katrina quem deu um sorriso sarcástico. - Cansei
daqueles idiotas grifinórios... - Olhares de surpresa
dos sonserinos da mesa.
- Está se desfazendo os garotos de sua casa?
- De certa forma, sim. Prá falar a verdade, eu nunca
me senti totalmente grifinória. Talvez... acredito...
aquele chapéu velho tenha errado. Eu não tenho
muito a ver com eles, mas...
- Ah! E para onde acha que deveria ter ido? Lufa-Lufa? - risadas.
Katrina lançou um olhar assassino para Lucius e Narcisa.
Naquele momento, Dumbledore fez sinal para que todos prestassem
atenção e então iniciou seu discurso, interrompendo
a discussão das duas garotas.
Após alguns minutos, foi servido o jantar. A mesa foi
coberta por inúmeros pratos. Os comentários sobre
as delícias servidas substituíram, enfim, a discussão
na mesa.
Terminado o jantar e a sobremesa, o baile propriamente dito
começou. Os casais timidamente foram preenchendo a pista
de baile.
Lucius e Narcisa foram um dos primeiros a se levantar para
dançar. James e Lily foram logo após.
Anne olhava para Sirius timidamente, esperando que ele tomasse
logo a iniciativa. Ele demorou um pouco para perceber, estava
distraído conversando com Remus Lupin sobre o último
jogo de quadribol. Lupin se deu conta antes de Black, e fez
um sinal para ele, só então Sirius se levantou
e pegou a mão de Anne.
- Vamos, minha donzela?
Ela sorriu e se levantou.
Eles foram para o centro do salão e, um pouco sem jeito,
tentaram começar a dançar. Anne sentia seu corpo
gelado. O nervosismo havia tomado conta. Controlava-se ao máximo
para não tremer, para que Sirius não percebesse
sua inquietude.
Sirius enlaçou-a suavemente em seus braços e
tentava conduzi-la na dança. Após alguns passos
desencontrados...
- Você não sabe dançar, não é,Sirius?
- Er... eu...não sou muito bom nisso...
Anne sorriu. Ele respirou fundo e abraçou-a um pouco
mais forte e tentou dar um giro com ela, para mostrar-lhe que
não era tão ruim assim. Na virada, o pé
de Sirius acertou em cheio o pé delicado de Anne.
- Aaaaaiiiiiiii!!!!! - gemeu Anne, enquanto se afastava de
Sirius para olhar para seu pé.
- Desculpe. Eu... bem...
- Vamos sentar, Sirius. Meu pé tá doendo!
- Vem, eu te ajudo.
Ele segurou-a pelo braço e levou-a até a mesa,
ajudando-a a sentar-se.
- Como está? Deixe-me ver.
- Tá doendo! - Anne não sentia tanta dor assim,
mas aproveitou a situação para fazer um pouco
de cena e aproximar-se mais dele.
Sirius pegou o pé dela e retirou-lhe o sapato. Ficou
alguns segundos admirando o pezinho delicado de Anne. Depois
começou a alisá-lo com a mão.
- O que está fazendo, Sirius?
- Quero saber onde sente dor?
- Bem na ponta... perto dos meus dedinhos... - ela fazia expressão
de dengosa.
- Eu vou cuidar do teu pezinho. - Ele pegou sua varinha, girou-a
algumas vezes apontando para o pé. Uma luz branca saiu
da varinha iluminando-o por alguns segundos. - Então,
está melhor?
- Acho que sim.
Ele continuou a alisar o pé dela. Anne tentava se controlar
para não rir. Ele parecia hipnotizado pelo pé!
- Seu pé é lindo! Os dedinhos... são tão
delicados... Seu tornozelo... é tão macio...
- Você acha?
- Queria enchê-lo de beijos...
- Encher de beijos o meu pé?!!
- Também... - ele sorriu com malícia olhando
nos olhos dela.
- Mas... - ela sorriu - acho que beijar o meu pezinho não
é um bom começo...
- Aí depende, mas, se quiser, posso começar por
outra... parte.
Anne corou.
- Seus lábios, por exemplo...
- Bem... eu...
- Você não quer?
- Quero! Só que... aqui no baile... com você segurando
o meu pé... eu não acho uma boa idéia...
- Ah, claro! - Ele pegou o sapato dela que havia colocado no
chão e calçou-o novamente no pé dela. -
Acha que consegue andar? A dor passou?
- Acho que sim. - Ela apoiou o pé no chão. -
É... a dor passou.
- Então, vamos dar uma voltinha?
- Vamos.
Sirius levou Anne até um corredor no terceiro andar.
Encostou-a na parede com delicadeza e mirou-a nos olhos.
- Você é linda Anne...
Ela sorriu enquanto Black se aproximava e enlaçava-a
pela cintura. Lentamente aproximou seus lábios dos dela
até se encostarem... e terminarem num longo e suave beijo.
O corpo de Sirius gradativamente foi se aproximando de Anne,
empurrando-a cada vez mais contra a parede. As mãos dele,
que até então estavam comportadamente na cintura
dela, começavam a passear pelo corpo da garota.
Anne se deixou levar, era isso mesmo que queria. Estava dando
tudo certo, ela quase não acreditava nisso. Ele não
era nem um pouco comportado, era então perfeito para
que seu plano desse certo: não queria sair da escola
virgem. Sirius parecia muito bom no que estava fazendo. Anne
sentia seu corpo ficar cada vez mais quente e tinha vontade
de pedir que ele não parasse nunca.
- Você é maravilhosa! Eu quero você, Anne...
- Sirius sussurrou no ouvido dela. - Que tal se formos para
um lugar mais discreto, mais confortável? - Ele realmente
não perdia tempo.
- Bem... eu não sei... - ela queria, mas não
deveria aceitar de primeira.
- É mais seguro do que ficar aqui no corredor esperando
que Filch nos encontre.
- Aonde você vai me levar? No salão comunal?
- Não, vamos para outro lugar, aqui perto. Confie em
mim.
Eles caminharam em direção a outro corredor,
também no terceiro andar, até estacionarem em
frente a uma parede de pedra.
- Você vai me levar na sala de requisição?
- Sim. não acha um local bem discreto?
- Er... sim... é super discreto mesmo... mas... que
tipo de sala você vai pedir?
- Olha só: "Estamos procurando um local bem aconchegante
para namorar. Precisamos de um lugar discreto e bem confortável."
Ele repetiu essa frase três vezes até que surgiu
uma porta. Sirius se aproximou e abriu a porta, fazendo um gesto
para que Anne entrasse.
Ela respirou fundo e entrou.
A sala desta vez estava com uma decoração bem
especial. Na janela havia uma cortina vermelha, decorada com
fios dourados. Próxima à lareira havia um tapete
de pele e dois sofás que pareciam bem confortáveis.
O piso era de uma madeira brilhante. A iluminação
era um pouco fraca, tornando a sala bem romântica. Ao
fundo havia uma mesinha com duas taças e uma garrafa
de vinho.
- Uau!
- Gostou?
- Muito. Prá falar a verdade, eu nunca havia visto essa
sala tão bem decorada.
- Sinta-se à vontade. - ele fez uma reverência.
Ela deu uma volta ela sala e sentou-se no sofá. Sirius
foi acender a lareira, depois se dirigiu ao fundo da sala.
- Anne, que tal um vinho para relaxar?
- É... eu vou precisar mesmo...
Ele serviu duas taças de vinho e sentou-se ao lado de
Anne no sofá. Antes que ela bebesse um gole do vinho,
ele fez um gesto para que brindassem
- A essa noite especial - disse Sirius.
- Tim tim! - Anne sorriu.
Logo após o primeiro gole, Sirius foi se aproximando,
procurando sentar o mais perto possível dela. Com uma
de suas mãos, começou a afagar os cabelos dela,
descendo vagarosamente para o pescoço e terminando na
mão dela. Aproximou seu rosto para beijá-la mais
uma vez.
Depois do beijo beberam mais um pouco do vinho. Ele então
pegou as taças e colocou-as no chão. Aproximou-se
ainda mais dela, passando um de seus braços pela cintura
dela e o outro no ombro. Beijou-a novamente. A mão dele
que estava na cintura começou a passear pelo corpo dela.
Primeiramente nos braços, nas costas, voltando para a
cintura e indo para as pernas. A respiração de
Anne já estava ficando mais forte e seu rosto estava
rosado, devido ao calor do fogo (da Lareira, do vinho ou de
Sirius? de tudo, é claro!). Ele continuava avançando,
já que até agora não tivera nenhuma interrupção.
Sua mão voltou para os braços dela e foi indo
diretamente para o pescoço... ombros... colo... terminando
num dos seios. Ela então se afastou.
- O que foi?
- Desculpe.. é que eu... bem...
- Fica tranqüila. Eu vou com bastante calma e vou fazer
essa noite bem especial para você. Será inesquecível,
eu garanto!
- Mas Sirius... eu nunca...
- Eu sei, Anne. Por isso desejei que essa sala ficasse com
essa decoração especial. Especialmente para você.
Os olhos dela se encheram de lágrimas e Sirius segurou
em suas mãos.
- Você não quer, é isso?
- Não! Eu quero sim... só que... tenho um pouco
de medo...
- Medo? De quê?
- Ah... você sabe...
Black sorriu.
- Não precisa ter medo, Anne, você está
comigo. Não diria o mesmo se estivesse com outro... Ranhoso,
por exemplo.
- Nem me fale! - ela riu e rapidamente pensou em como Katrina
deveria estar levando aquela história -
- Então?
- Tudo bem... mas vai devagar comigo, tá?
- Pode deixar... eu sei fazer isso bem direitinho... - Ele
tirou o casaco, e ficou só com uma camisa branca.
Sirius olhou fixamente para ela, então abraçou-a
e lhe deu outro beijo. Anne virou-se de costas. Ele, lentamente,
foi abrindo um a um os botões do vestido dela, intercalando
com leves mordidinhas no pescoço. Anne arrepiava-se e
gemia cada vez que ele fazia isso. Quando terminou todos os
botões, Sirius foi delicadamente tirando o vestido de
Anne. Primeiramente deixou os ombros dela à mostra...
beijou-os. Foi descendo vagarosamente... até que ela
ficasse apenas de calcinha. Anne sentiu um pouco de vergonha,
pois nunca havia ficado nua na frente de homem nenhum. Sirius
percebeu e tratou de confortá-la com mais e mais beijos.
Ele tirou a camisa que estava depois deitou Anne no sofá.
Admirou-a nua no sofá por alguns momentos. Depois os
lábios de Sirius começaram a percorrer todo o
corpo de Anne. Primeiramente foram os pés dela... foi
subindo pelas pernas, coxas... pulou para a barriga... estacionando
por um tempo a mais no umbigo dela. Anne gemia baixinho, sentia
seu corpo tremer e pedir mais. Ele continuou... beijos as mãos
dela, os braços, novamente nos ombros e pescoço...
Finalmente seus lábios chegaram nos seios de Anne. Ele
sugou-os e apertou-os com as mãos. Ela gemeu mais alto
e sentiu seu corpo formigar. Sirius continuou... desceu seus
lábios novamente passando pela barriga de Anne...foi
indo pelas coxas... Abriu delicadamente as pernas dela e, com
sua mão, sentiu a umidade que saía dela, tamanha
excitação que ela estava. Anne arqueou o corpo
e gemeu alto. Ele sorriu de satisfação.
Sirius levantou e tirou as últimas peças de roupa
que vestia. Anne olhava para ele. Sirius tinha um corpo muito
bem definido. Ela gostou do que estava vendo, apesar de ficar
um pouco assustada quando percebeu o tamanho do pênis
dele. Engoliu a seco e respirou fundo. Ele percebeu pelo olhar
dela, sorriu maliciosamente e se aproximou novamente. Pegou
a mão dela e fez com que tocasse seu membro enrijecido.
Ela, meio desajeitada, sentiu prazer em tocá-lo... e
ele também.
Sirius voltou a explorar o corpo de Anne...com suas mãos
e mais ainda com seus lábios. Suas mãos retornaram
àquele lugar mais íntimo dela, que exalava um
odor que fazia o corpo dele pegar fogo. Um lugar úmido...
quente... acolhedor... Sirius não agüentava mais
de tanto tesão. Tirou a calcinha dela e posicionou-se
em cima da garota, olhando nos olhos dela. Anne estava com sua
respiração ofegante, seu coração
batia aceleradamente, seu corpo suava e tremia de emoção.
Sirius sorriu e beijou-a. Abriu um pouco mais as pernas dela
e foi, vagarosamente, penetrando seu membro dentro de Anne até
sentir algo interromper o processo. Ele parou por um segundo
como que pedisse permissão para ela, só com os
olhos.
- Vai, Sirius... eu quero....
Sirius fechou os olhos e se encaixou por completo dentro de
Anne. Ela gritou alto, sentiu uma mistura de dor e prazer. Ele
começou a se movimentar vagarosamente num ir e vir dentro
de Anne. Em pouco tempo Anne não sentia mais dor alguma...
tudo havia sido substituído por inúmeras sensações
maravilhosas. Ela havia perdido as contas de quantos orgasmos
teve. Ele continuou, pouco a pouco aumentando o ritmo. Virou-a
de costas e voltou a preenchê-la com seu membro. Anne
gemia, gritava e pedia mais. Sirius não parava... segurava
nos seios dela enquanto fazia ainda com mais força o
mesmo movimento de ir e vir. Os corpos dos dois suavam e o cheiro
naquela sala deixava-os ainda com mais desejo. Sirius aumentou
o ritmo, segurando na cintura dela. Ele finalmente deu um grito
e Anne sentiu um líquido quente preenchê-la por
dentro. Sirius, então, deixou seu corpo cair ao lado
dela.
*****
Severus e Katrina ainda estavam na mesa, apenas contemplando
os casais dançando. Katrina bebeu mais um gole de cerveja
amanteigada e começou a encarar Snape. Ele logo percebeu,
então se levantou e convidou-a para dançar.
Eles se dirigiram para o centro do salão. Snape segurou-a
pela cintura e começou a conduzi-la na dança.
Os corpos dos dois lentamente foram se aproximando e logo uma
das mãos dele deslizou pelas costas dela, estacionando
bem no lugar do decote do vestido. Ele então pôde
sentir a textura da pele de Katrina e não resistiu em
ficar acariciando delicadamente aquele local.
- Severus... - Katrina sussurrou. O toque macio da mão
de Snape a fez sentir um arrepio percorrer todo seu corpo.
Snape queria aproximar-se ainda mais dela; queria deixar sua
mão deslizar por outras partes do corpo de Katrina; queria
beijá-la... Ao ouvir o sussurro dela, o desejo se intensificou.
Severus ficou, enquanto dançavam, imaginando-a em seus
braços, num local discreto, só os dois... ela
gemendo e delirando...
Katrina tentava se conter, principalmente depois daqueles comentários
maldosos de Narcisa, mas estava difícil. Queria Severus...
cada vez mais. Não só por tê-lo tirado naquele
sorteio, mas porque agora sabia que tipo de homem tinha à
sua frente, ou pelo menos tinha uma idéia de como ele
era. Mil adjetivos passavam pela mente dela enquanto dançavam,
enquanto sentia a mão dele acariciando suas costas nuas,
enquanto sentia o calor de seu toque.
A música terminou e eles pararam de dançar. Separaram-se
e ficaram "olhos nos olhos" por alguns segundos.
- Quer... dar uma volta? - perguntou Snape, sem deixar de olhar
para ela.
Ela mordeu o lábio inferior e respondeu.
- Sim, Severus.
Katrina segurou no braço dele e deixou que ele a levasse
para onde queria. Sem nenhuma palavra, Snape guiou-a até
um corredor nas masmorras. Ao chegar lá, os dois pararam.
Snape ficou de frente para ela, observando-a.
- Então, Severus... - ela não agüentava
mais aquele silêncio todo. - você me trouxe para
cá... porque... quer me... dizer alguma coisa?
Snape, ainda mirando-a nos olhos, se aproximou dela. Uma de
suas mãos segurou fortemente no braço dela e a
outra puxou-a para perto de si, pela cintura, de uma só
vez. Estavam com seus olhares vidrados um no outro, suas bocas
estavam tão próximas que podiam sentir a respiração.
Essa situação não durou mais que dois segundos,
até que Snape finalmente a beijou. Katrina correspondeu,
abraçando e puxando-o para junto de seu corpo. A mão
de Severus, que antes segurava o braço dela, agora estava
novamente posicionada nas costas nuas de Katrina. Ela então
sentiu outro arrepio. Os dois ficaram se beijando e cada vez
mais aproximando seus corpos.
Depois de vários minutos assim, finalmente eles então
fizeram uma "pausa".
- Uau! - Katrina parecia um pouco sem ar. - Você é...
demais, Severus! - Ela lambeu seus lábios, tentando sentir
mais um pouco o gosto do beijo dele.
Snape sorriu com o canto da boca, puxou-a novamente com força
e deu-lhe outro beijo.
Há muito tempo que Snape queria fazer isso, sentir a
maciez dos lábios dela, a textura de sua pele, o perfume,
o calor da proximidade com o corpo dela. Nunca havia imaginado
que um dia chegaria sequer a beijá-la. Katrina era considerada
uma das mais belas alunas de Hogwarts e nunca tinha nem olhado
para Severus... até aquele dia na aula de Poções.
Snape sentia sua virilidade atingir o ponto máximo e
então colou seu corpo ainda mais ao dela, para que ela
pudesse perceber em que estado de desejo se encontrava.
Katrina gemeu num impulso, sentindo algo queimar-lhe por dentro.
Seu corpo ardia, parecia querer explodir de desejo. Não
sabia por quanto tempo conseguiria segurar seus instintos. Na
verdade nem Snape estava conseguindo mais se controlar.
De repente eles escutaram vozes vindo da direção
do salão principal que pareciam se aproximar. Snape então
se afastou um pouco de Katrina.
- Venha, melhor sairmos daqui. - Ele puxou-a pela mão.
- Onde você vai me levar?
- Para um lugar seguro, discreto, onde... poderemos... continuar...
- Mas...
- Sem mas, vamos logo, temos que ser rápidos. É
melhor que não nos vejam... principalmente...
- Malfoy.
- Ele mesmo.
- Entendo.
Eles caminharam apressadamente pelas masmorras em direção
a outro corredor, até pararem em frente a uma porta.
- Alorromorra! - Snape fez com que aquela porta abrisse e eles
entraram. Depois ele trancou a porta e iluminou a sala.
- Que sala é essa? - Katrina olhava para uma sala repleta
de móveis espalhados e empilhados, totalmente em desordem.
Havia sofás, camas, estantes, cadeiras, e uma infinidade
de objetos e quinquilharias.
- Esta sala é uma espécie de depósito.
Alguns móveis e objetos que os professores não
estão usando são guardados aqui.
- Eu nunca ouvi falar nesta sala...
- Poucos sabem dela, por isso é um local perfeito. -
ele novamente se aproximou dela, com seus olhos fixos Nos lábios
de Katrina.
- Você... não acha que está sendo... um
pouco... apressadinho?
Snape sorriu. Ela queria, ele tinha certeza disso.
- Não acho. - ele chegou mais perto e segurou-a pela
cintura.
- Você...
- Katrina, é só você me dizer que não
quer, que então eu vou embora. - ele falou num tom bem
irônico.
Ela riu.
- Eu não posso dizer isso... - olhou nos olhos dele,
mordeu os lábios e colou seu corpo no dele, abraçando-o.
- Quer continuar, então?
- Sim, eu quero.
- Mas... terá que ser do meu jeito.
- Como assim?
- Vai saber se aceitar...
- Mas...
- Diga apenas sim ou não.
- Eu não tenho como dizer não... você me
deixou totalmente enlouquecida, Severus...
Ele sorriu e depois mergulhou sua boca na dela com calor e
desejo. Suas mãos começaram a passear pelo corpo
dela, avançando, pela parte do decote, para dentro do
vestido. Katrina correspondia, puxando-o contra si. Snape desceu
seus lábios pelo pescoço dela, mordiscou-o, depois
voltou novamente para a boca de Katrina.
Snape parou de repente.
- O que foi, Severus?
Ele sorriu com malícia e se afastou dela. Sentou-se
em cima de uma mesa próxima e ficou observando-a ali
parada. Ela parecia confusa.
- Solte o cabelo. - falou Snape com firmeza.
Katrina franziu o cenho, mas fez o que ele pediu.
- Humm... boa menina... Agora dispa-se.
- Como?
- Você ouviu, Katrina querida. Tire o vestido.
- Por que você não vem até aqui e tira
ele?
- Eu quero ver você tirando-o para mim.
Ela sorriu com malícia e, com movimentos suaves, Katrina
foi tirando o vestido. Virou-se de costas e começou por
cima, primeiro mostrando seus ombros... e foi descendo...
- De frente, eu quero vê-la fazendo isso de frente.
- Você é muito autoritário, Severus!
- É assim que eu gosto. Seja boazinha e faça
o que eu pedi. - Ele cruzou os braços e continuou a observá-la.
Katrina, quando virou, olhou para Snape e percebeu que havia
se formado um nada discreto volume entre as pernas dele. Sorriu
novamente e continuou a tirar o vestido.
Agora os seios dela já estavam à mostra e Snape
sentiu seus lábios ressecarem de desejo. Katrina continuou
até tirar o vestido por completo e ficar apenas de calcinha.
- Pronto - disse ela, abrindo os braços.
- Isso... agora termine, tire essa última peça
de roupa.
- Me diz uma coisa, você vai ficar o tempo todo aí
parado? - ela cruzou os braços.
- Vou ficar aqui até que termine o que pedi.
- Então eu não vou tirar.
- Tira sim.
- Não! Enquanto você não tirar a roupa
também, eu não tiro! - ela se aproximou dele.
- Depois que você tirar tudo, então eu tiro.
- Não! - ela chegou bem perto dele. - Se você
não tirar, eu vou ser obrigada a tirar de você.
- Você não faria isso...
- Duvida?
Ele riu e desceu da mesa.
- Não duvido... acho que você é capaz mesmo...
- Ele abriu os braços. - Vem, pode começar, acho
que vou gostar disso.
Katrina se aproximou de Snape tirou-lhe o casaco, encostando
seu corpo no dele. Depois foi desabotoando a camisa, ainda com
seu corpo colado. As mãos de Snape não demoraram
a se dirigir ao corpo dela e começar a alisá-lo.
- Epa! - Ela olhou para ele - Tire essa mão boba até
eu terminar.
- Ok... - ele afastou as mãos.
Katrina terminou de tirar a camisa dele e logo notou algo desenhado
no braço esquerdo de Snape.
- Eu adoro tatuagem! - disse ela, tocando o local.
Snape não disse nada, só parecia não gostar
dela ter visto, mas logo esqueceu quando Katrina continuou o
que havia começado. Ela colocou suas mãos no cinto
que segurava as calças de Snape. Olhou nos olhos dele
e sorriu com malícia. Severus estava paralisado e sentia
seu corpo pegar fogo. Ela abriu o cinto e depois, vagarosamente,
foi abrindo o fecho. Sentia a pressão em que se encontrava
o membro dele. Ela continuou abrindo e, quando terminou, deslizou
suas mãos pelas pernas dele. Snape sentiu seu corpo estremecer.
Katrina voltou com suas mãos até o cós
da calça dele e foi tirando-a, bem lentamente. A medida
que ia descendo a calça, foi aparecendo uma cueca samba-canção
de cor cinza-chumbo. Ela sorriu e desceu ainda mais a calça
e pôde ver as pernas brancas e cabeludas de Snape. Quando
terminou de tirar, Snape a interrompeu.
- Agora chega... estamos em igual situação.
- Deixa eu ver o resto primeiro.
- Não.
- Deixa sim... - ela se aproximou e colou seu corpo no dele.
Snape sentiu os bicos dos seios dela tocando seu peito e, mesmo
assim resistiu.
- Não.
- Sim! - ela deslizou sua mão para dentro da cueca dele
até achar o que procurava.
- Você é rápida demais... - ele arqueou
o corpo.
- A culpa é sua.
- Temos que parar de discutir e ir direto ao ponto - ele tirou
as mãos dela de sua cueca, agarrou-a e deu-lhe um beijo.
Ela, então, se deixou levar...
Snape apertou-a com força e encostou-a na parede, empurrando-a
com seu corpo. Beijou-a e depois deixou seus lábios deslizarem
pelo pescoço, até encontrarem os seios de Katrina.
Segurou-os com as mãos e sugou-os com sua boca. Snape
parecia faminto... completamente faminto de desejo por ela.
Seus lábios então deslizaram mais um pouco, até
a barriga dela. Deixou sua língua brincar um pouco com
o umbigo, enquanto segurava-a pelos quadris. Virou-a de costas
para a parede e colou novamente seu corpo ao dela, pressionando-a.
Katrina gemeu. Snape continuou percorrendo-a com sua boca, mordendo-lhe
o pescoço, os ombros. Deslizou sua língua pelas
costas dela até atingir o fim da coluna. Suas mãos
acariciaram as nádegas dela e foram descendo pelas pernas
e depois se dirigiram para o meio das coxas de Katrina. Snape
então sentiu a umidade do líquido que escorria.
Ele sorriu de satisfação e depois se levantou.
Virou-a novamente, pegou-a no colo e deitou-a na cama. Katrina
estava totalmente entregue, era capaz de fazer tudo que ele
pedisse.
Snape sabia como deixar uma mulher enlouquecida, delirando
de paixão e desejo. Severus tirou a cueca e Katrina ficou
olhando-o, sentindo seu corpo arrepiar-se por completo. Depois
ele subiu na cama e foi vindo quase por cima dela e Katrina
começou a respirar com ansiedade, pensando que finalmente
ele iria consumar o ato, mas não... Snape queria deixá-la
sofrer mais um pouco. Ele sentou-se ao lado dela e tocou-a com
suas mãos, alisando mais um pouco o corpo dela. Afastou
as pernas de Katrina e deixou que uma de suas mãos chegasse
àquele local mais íntimo dela. Katrina então
arqueou o corpo e soltou um gemido agudo. Snape começou
a brincar com os dedos naquele local úmido e quente.
Katrina revirava os olhos, gemia e pedia mais. Severus intensificou
os movimentos de seus dedos até sentir o corpo de Katrina
estremecer num orgasmo. Ele, então, afastou um pouco
mais as pernas e se posicionou por cima dela. Olhou-a nos olhos.
Katrina umedeceu seus lábios.
- Isso, Severus... continua... vai...
- Calma... não sou tão apressado como você
pensava... - ele sorria com malícia.
- Eu quero... agora.
- Ainda não.
Ele deitou seu corpo sobre o dela e beijou-a. Assim Katrina
pôde sentir todo o calor do corpo dele, pôde sentir
a proximidade de suas partes mais íntimas. Ela não
agüentava mais...
- Severus... por favor... eu vou gritar se não o fizer
logo...
- Grite! Implore!! - ele afastou um pouco seu corpo e se posicionou,
como se fosse fazer o que ela queria, mas não fazia o
fez, não cedeu à tentação. Ficou
olhando para ela e sorrindo com um ar voluptuoso.
- Eu tô falando sério! Hogwarts inteira vai ouvir
o meu grito...
- Tente! A sala tem proteção sonora!!
- Então... eu vou... eu vou te matar!!!
- Na posição em que você está, não
poderá fazer nada... Sua varinha tá tão
longe...
- Ai... Severus... você é cruel!!
- Só um pouco... - Ele sorriu e encaixou seu corpo no
dela de uma só vez. Katrina deu um grito, arqueando seu
corpo e sentindo como se algo explodisse dentro de si mesma.
Aquele foi o orgasmo mais profundo que ela havia sentido em
toda sua vida. Nunca imaginaria que Snape seria capaz de deixá-la
em tal estado de excitação. Ele era um mestre.
Snape parecia ter fúria no olhar e, segurando nos quadris
dela, foi movimentando-se como se quisesse preenchê-la
totalmente por dentro. Katrina gemia, gritava... se segurava
na cama tentando conter, mas os orgasmos vinham um atrás
do outro e ela delirava... Snape continuava, cada vez mais aumentando
o ritmo, observando as reações dela e se satisfazendo
com isso. Parou por um momento e virou-a de costas, deixando-a
na posição de quatro. Segurou com força
na cintura e novamente encaixou-se nela de uma só vez.
Ela gemeu forte novamente. Severus continuou com os movimentos
e foi fazendo - cada vez mais rápido. Segurou nos seios
dela, de modo que se sentisse mais dentro dela ainda. Katrina
parecia que ia desfalecer a qualquer momento. Sentia suas pernas
moles, seu corpo tremer o tempo todo. Severus não conseguia
parar, segurou-a pelos cabelos e empurrou seu corpo com mais
e mais força... até que gritou. Katrina então
sentiu o líquido dele invadir seu corpo e deixou-se cair
na cama. Snape, logo após, deitou seu corpo sobre o dela.
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