| O MUNDO D� VOLTAS, PROFESSOR! Em pleno s�culo XX, o Sr. Teixeira, um grande professor do s�culo XVI, voltou � Terra e, chegando � sua cidade, ficou abismado com o que viu: - As casas eram alt�ssimas e cheias de janelas; - As ruas eram pretas e passavam umas sobre as outras, com uma infinidade de m�quinas andando em velocidade; - Os cabelos do povo pareciam com os do tempo das cavernas... e as roupas deixavam o professor ruborizado. Muito surpreso e preocupado com a mudan�a, o professor visitou a cidade inteira e cada vez mais compreendia menos o que estava acontecendo. Resolveu, ent�o, ir a igreja. Mas que susto ele levou: o padre rezava a missa em portugu�s e de costas para o altar; o �rg�o estava parado e um grupo de cabeludos tocava, nas guitarras, uma m�sica estranha ao inv�s do canto gregoriano. O desespero do professor aumentava, mas, ainda resolveu visitar algumas fam�lias. Mas... o que significava aquilo? Depois do jantar, todos se reuniam durante muitas horas para um adorar um aparelho que mostrava imagens e emitia sons. O professor Teixeira ficou impressionado com a capacidade de concentra��o de todos. Ningu�m falava uma palavra diante do espelho! Tudo havia mudado completamente e o Sr. Teixeira desanimava cada vez mais, at� que resolveu visitar uma escola. Foi uma id�ia sensacional, porque, quando l� chegou, sentiu a paz e a tranq�ilidade que procurava... Tudo continuava da mesma forma como ele havia deixado: - As carteiras, uma atr�s da outra... - O professor falando, falando, falando... - Os alunos escutando, escutando, escutando... (Extra�do do Jornal Comunica��o e Express�o, 1980) |
| MENSAGENS |
| OS CINCO MACACOS Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e,sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam um jato de �gua fria nos que estavam no ch�o. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros pegavam e o enchiam de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tenta��o das bananas. Ent�o, os cientistas substitu�ram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo n�o subia mais a escada. Um segundo foi substitu�do e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra ao novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e afinal, o �ltimo dos veteranos foi substitu�do. Os cientistas ent�o ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se fosse poss�vel perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: - �N�o sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui�. (Autor desconhecido. Texto retirado do M�dulo III - Tema 9 Espa�o, tempo e culturas.) |
| A TRANSFORMA��O DE N�S MESMOS A transforma��o de n�s mesmos, e de nossas empresas do nosso pa�s � um empreendimento humano formid�vel. Apenas a busca permanente de nossos conhecimentos, o aperfei�oamento cont�nuo do pensamento e das possibilidades para a sua aplica��o adequada � que nos levar�o a uma qualidade de vida superior e nos tornar�o livres. �, pois na educa��o que est� a chave de tudo. A transforma��o n�o � uma tarefa dos outros, por�m nossa mesmo. Nenhuma ajuda externa servir� para gerar por si mesmo a verdadeira transforma��o que necessitamos. Esta s� pode iniciar-se em nosso interior e deve ser estimulada, atrav�s do exemplo, por verdadeiros l�deres transformadores - qualquer que seja sua posi��o pol�tica ou social. A humanidade se aproxima de uma nova era - a era da super intelig�ncia, ou seja, a intelig�ncia humana associada � intelig�ncia artificial. A intelig�ncia que necessitamos � aquela que nos assegura a capacidade individual e coletiva para aplicar o pensamento criativo, a solu��o de diversos problemas cuja complexidade cresce de forma permanente, no estudo, no trabalho, nas ci�ncias, na sociedade e em todas as atividades humanas. A educa��o que necessitamos � aquela que nos permita aprender a pensar, a compreender, a amar!!! A escola que devemos construir � a escola envolvida e comprometida com as comunidades, onde elas est�o inseridas. O professor do futuro � acima de tudo um l�der, que conseguir� motivar para os valores fundamentais de uma sociedade, que est� um pouco perdida, quanto aos seus princ�pios �ticos. Precisamos desenvolver uma qualidade de pensamento que nos leve � sabedoria e � intelig�ncia (nessa ordem). A intelig�ncia e a liberdade em alguns pa�ses cresce da mesma forma que o atraso e a escravid�o em outros. Uns evoluem na qualidade de vida, enquanto outros a degradam cada vez mais. A escravid�o n�o foi de forma alguma abolida. Simplesmente variou-se o m�todo!!! Os principais fatores para a transforma��o s�o: (a) As pessoas (b) O desenvolvimento da intelig�ncia coletiva (c) A lideran�a transformadora � imprescind�vel a transforma��o das pessoas para que se produza a transforma��o nas empresas e do nosso pa�s. (Artigo escrito especialmente para esta p�gina) Luiz Valmor Padilha. Consultor de empresa Autor de livro: L�der os segredos de que � |