O veredicto não deixa dúvidas: Culpado. Mas Jacko Argyle não chega a apodrecer na cadeia,
onde fora internado para cumprir pena de prisão perpétua por matricídio: ele morre antes.
Dois anos mais tarde, um estranho volta a mexer na mais terrível ferida da família Argyle.
Poderia Arthur Colgary apresentar o elemento que faltara na defesa de Jacko? Teria sido Jacko
condenado por um crime que não cometeu? E não sendo Jacko, quem então teria cometido o crime?
Estas são perguntas cujas respostas fazem de Punição para a inocência um dos mais
geniais livros de Agatha Christie.