Gossington Hall, antiga mansão vitoriana, já mudara de mão uma ou duas vezes. Agora, pertencia
a Marina Gregg, famosa e linda estrela de cinema que resolvera adotar para sempre com o marido a
tranquilidade da região campestre inglesa. Mas logo uma série de apavorantes acontecimentos e
assassinatos a faria, mortalmente amedrontada, querer sair dali de qualquer maneira. Como a Lady
de Shalott do poeta Tennyson, a maldição parecia ter se abatido implacável sobre ela.