

“Deite-se.
Feche seus olhos.
Não fale nada.
A blusa é desabotoada.
Não se mexa.
Agora, sinta meu beijo na boca.
Outro beijo com minha longa língua que
penetra.
Seios libertos, vejo-os apontando para
mim.
Sinto-me desafiado.
Com as mãos contorno-os na base,..
suavemente.
Ainda desafiado não resisto a mordida
nos bicos,... suave.
Minhas se tornam mais pesadas enquanto
ofego, ofegamos.
Gosto do seu gostar!
De repente minha boca pula de seio a
seio.
Paro um pouco e deito minha cabeça entre
eles.
Mas não tiro as mãos de cima deles.
Volto a olhar e eles ainda me
desafiando.
Os bicos não me acusam e nem me recusam.
Agora eu consigo ouvi-los no “mais,
mais, mais...”
E eu, insaciável volto ao princípio de
tudo.
Aquiete-se, sinta, bicos, língua, mãos,
suor, repouso,
prazer mútuo.
Continuo?”